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sábado, 24 de março de 2012

Plantas que Curam: CIPÓ DE SÃO JOÃO - Pyrostegia venusta


Descrição : Planta da família das Bignoniaceae. Sinônimos botânicos: Bignonia ignea Vell., Bignonia tecomiflora Rusby, Bignonia venusta Ker Gawl., Pyrostegia acuminata Miers, Pyrostegia dichotoma Miers ex K. Schum., Pyrostegia ignea (Vell.) C. Presl, Pyrostegia intaminata Miers, Pyrostegia pallida Miers, Pyrostegia parvifolia Miers, Pyrostegia reticulata Miers. Também conhecida como flor-de-São-João, cipó-vermelho, bignonia de invierno, liana de llama, trompetero naranja, flame flower, flame vine, golden shower, orange creeper, orange trumpet creeper, orange trumpet vine. Bela trepadeira lenhosa, grande, forte, perene de 2 a 4 m de comprimento. Folhas opostas, compostas, de 2 a 3 folíolos e uma gavinha, asperas, verde-profundo; As inflorescências paniculadas, axilares, são extremamente vistosas, vermelho-alaranjado brilhante, lembrando labaredas. Na aridez do inverno, incendeiam matas, cercas, pastos, e reproduz-se por sementes em terrenes arenosos.

Partes utilizadas : Flores.

Habitat: É nativa da America do Sul, é espontanea no Brasil, do Ceará ao Rio Grande do Sul.

História: Tem sido pesquisado e utilizado pelo Dr. Jose Maria Campos em Figueira-MG como planta medicinal e medicamento sutil.

Plantio : Multiplicação: por sementes e estacas do ramo; Cultivo: originário da América do Sul, medra de São Paulo até o Nordeste. Prefere solos arenoargilosos, secos e com matéria orgânica. Pode ser tutorado ou não; Colheita: colhem-se os ramos com flores e folhas, em julho.

Princípios Ativos:
- flores: b-sitosterol, n-hentriacontano (n-C31H64), 7-O-b-D-glicopiranosilacacetina e meso-inositol (myo-inositol);
- raízes: alantoína, esteróides b-sitosterol, 3b-O-b-D-glicopiranosilsitosterol) e flavanona hesperidina;
- folhas: flavonóides, fenóis solúveis e taninos.

Propriedades medicinais: tônico e antidiarréico (caule).

Indicações: diarréia, manchas brancas no corpo (leucoderma, vitiligo - flores), fraqueza geral.

Efeitos colaterais: A planta é tóxica, provavelmente em função do glicosídeo pirostegina. ácasos de envenenamento de bovinos após a sua ingestão.

Toxicologia: Sem toxidade no uso terapeutico e nas doses recomenda­das. Os caboclos brasileiros dizem que suas folhas cruas, sao tóxicas, havendo relatos de intoxicação de bovinos.

Posologia: Adultos: Uso tópico da tintura composta com Maminha-de-porca, aplicada estritamente sobre as áreas despigmentadas pelo vitiligo, dia sim, dia não; 4g de flores frescas maceradas a frio ao sol por 12h ou 2g de flores secas (1 colher de sopa para cada xícara de agua) em ou infuso até 3 vezes ao dia; Crianças: usam d 1 /3 a dose, de acordo coma idade.

http://www.plantasquecuram.com.br

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