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domingo, 20 de março de 2011

Número de mortos por tremor e tsunami passa de 7.100 no Japão


Um novo balanço divulgado pela polícia neste sábado (19) estima em 7.197 o número de mortos e em 10.905 o de desaparecidos após os desastres naturais ocorridos no Japão na última semana.

Os números, porém, não são definitivos e podem aumentar. O balanço mostra que o número de mortos do teremoto seguido de tsunami que atingiu o país há exatamente uma semana já supera o tremor de Kobe (oeste do Japão) em 1995, que deixou 6.434 mortos.

Um minuto de silêncio

Nesta sexta-feira (18), o Japão parou por um minuto em respeito às milhares de vítimas do grande terremoto de magnitude 9 e devastador tsunami que ocorreram há uma semana. O minuto de silêncio ocorreu às 14h46, exatamente na mesma hora do início do desastre natural.

Funcionários da prefeitura de Miyagi, em Sendai, no norte do Japão, param e oram durante um minuto, em homenagem às vítimas dos desastres naturais que completarm uma semana. 
(Foto: Yomiuri Shimbun / Hirofumi Nagao / AP Photo)

Mais de 90 mil militares e reservistas japoneses, auxiliados por voluntários estrangeiros especialistas em salvamento, trabalham na zona devastada em busca de sobreviventes.

Mulher chora após o corpo de sua mãe ser encontrado em área devastada em Onagawa, Miyagi.
(Foto: Kyodo / Reuters)

O terremoto e o posterior tsunami destruíram 11.991 casas, provocaram 269 incêndios e danificaram 1.232 pontos nas estradas do norte e do leste do Japão.

Transportes

A infraestrutura de transporte está sendo recuperada na zona afetada, o que facilita a tarefa das equipes de assistência para a distribuição da ajuda para cerca de 380 mil pessoas que permanecem nos 2.200 abrigos disponibilizados após os desastres naturais.

Supermercados

Na cidade de Sendai, uma das mais afetadas, os supermercados do centro da cidade voltaram a abrir para vender mantimentos aos habitantes, enquanto na província de Iwate, mais ao norte, a escassez de combustível levou à paralisação das cerimônias de cremação de vítimas.

Fonte: G1

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