sábado, 1 de dezembro de 2012

The War Song - Culture Club (letra, vídeo e tradução)


The War Song
Culture Club

War war is stupid
And people are stupid
And love means nothing
In some strange quarters
War war is stupid
And people are stupid
And I heard them banging
On hearts and fingers
People fill the world
With narrow confidence
Like a child at birth
A man with no defense
What's mine is my own
I won't give it to you
No matter what you say
No matter what you do
Now we're fighting
In our hearts
Fighting in the street
Won't somebody help me?
War war is stupid
And people are stupid
And love means nothing
In some strange quarters
War war is stupid
And people are stupid
And I heard them banging
On hearts and fingers
Man is far behind
In the search for something new
Like a Philistine
We're burning witches too
This world of fate
Must be designed for you
It matters what you say
It matters what you do
Now we're fighting
In our hearts
Fighting in the street
Won't somebody help me?
War war is stupid
And people are stupid
And love means nothing
In some strange quarters
War war is stupid
And people are stupid
And I heard them banging
On hearts and fingers
After the bird has flown
He walked ten thousand
Miles back home
You can't do that to me, no
You can't do that to me
You can't do that to me, no
You can't do that to me
In this heart of mine
I find a place for you
For black or white
For all the children, too
Now we're fighting
In our hearts
Fighting in the street
Won't somebody help me?
War war is stupid
And people are stupid
And love means nothing
In some strange quarters
War war is stupid
And people are stupid
And I heard them banging
On hearts and fingers


Refrão:
A guerra, a guerra é estúpida
E as pessoas são estúpidas
E o amor não significa nada
Em alguns quartéis estranhos
A guerra, a guerra é estúpida
E as pessoas são estúpidas
E eu ouço a batida
de corações e dedos

As pessoas preenchem o mundo
Com uma confiança limitada
Como uma criança ao nascer
Um homem sem qualquer defesa
O que é meu é só meu
Não darei para você
Não importa o que você diga
Não importa o que você faça

Refrão 2:
Agora estamos lutando
em nossos corações
lutando nas ruas
Ninguém vai me ajudar?

(refrão)

O homem está bem atrasado
Na busca por algo novo
Como um Filisteu
Também estamos queimando bruxas
Este mundo de destino
Deve ser moldado por você
Aí importa o que você diga
Aí importa o que você faça

(refrão 2)

(refrão)

Depois que o pássaro partiu
Ele caminhou 10 mil
Milhas de volta pra casa

Você não pode fazer isso comigo, não
Você não pode fazer isso comigo
Você não pode fazer isso comigo, não
Você não pode fazer isso comigo

(refrão 2)

(refrão)

**********************

Música, vídeo antigas....
Mas, é incrível como a letra pode ser usada nos dias de hoje... infelizmente...
Desde os tempo mais remotos, o homem vem fazendo guerras...
E para que?
Conquistar e conquistar...
Por mais estúpido que pareça o que vou escrever, eu até concordo com o fato de milhares de guerras terem acontecido nos séculos antes do nascimento de Jesus Cristo...
Não concordo é claro, mas digamos que a humanidade fosse um pouco "nova" ainda...
Milhares de pessoas morriam e continuavam a fazer guerras e mais guerras para conquistar territórios...
Mas, e hoje??! Qual o desculpa?!
Será que ainda vai demorar muito tempo e ou quantos mais pessoas terão que morrer para que as pessoas percebam que a guerra só trás dor e sofrimento?!
É incrível como o homem ainda não utiliza aquilo que diferencia ele dos outros seres aqui na terra: SEU CÉREBRO!!!

Abraxos à todos!!!

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O que é normal?



Descobertas recentes sobre a origem de algumas doenças, sobre as guerras, a violência e a destruição ecológica, nos levam a questionar certas normas ditadas pela sociedade, através dos consensos existentes.

Tem-se constatado que algumas normas sociais, passadas e atuais, levaram ou levam ao sofrimento moral ou físico dos indivíduos.

Há na maioria dos nossos contemporâneos uma crença bastante enraizada.

Segundo esta, tudo o que a maioria das pessoas pensa, sente, acredita ou faz, deve ser considerado como normal e, por conseguinte servir de guia para o comportamento de todo mundo e mesmo de roteiro para a educação.

O pesquisador e escritor Pierre Weil nos traz uma nova visão sobre esse tema.

Ele chama de normose ao conjunto de normas, valores, hábitos de pensar ou de agir aprovados pela maior parte de uma determinada população e que, em algum momento, levarão a sofrimentos.

Esses comportamentos são vivenciados sem que os seus autores tenham consciência dessa natureza prejudicial.

Um exemplo simples, entre vários que poderíamos abordar, é o do consumo de cigarros.

Até algum tempo, era considerado normal que as pessoas fumassem. Mas, à medida em que ficou comprovado que o ato de fumar causa sérios danos à saúde, esse hábito começou a ser questionado.

O resultado foi que essa normalidade caiu por terra.

Assim como essa conduta perdeu adeptos, outras formas de comportamento vistas como normais hoje, poderão deixar de ser logo mais.

Nem tudo o que a maioria das pessoas aprova, através dos hábitos de pensar ou de agir, é conveniente que adotemos para nós mesmos, para nossas famílias ou para a educação de nossos filhos.

Estejamos atentos para analisar hábitos novos que a sociedade nos impõe. Hábitos que, muitas vezes, vão se instalando lenta e gradativamente.

Passamos a substituir o cuidado com o corpo físico através do lazer e do esporte, pelas infindáveis horas à frente dos computadores, televisores e jogos digitais, acreditando que é normal porque a maioria age assim.

Aos poucos, passamos a considerar normal o hábito de ingerir bebida alcóolica, com frequência e em grandes quantidades, pautados na forma como um número considerável de pessoas decidiu agir.

Crianças e jovens desrespeitam pais, professores e colegas porque os outros também têm essa conduta.

Assim como esses, poderíamos citar muitos outros exemplos, mas cabe a cada um de nós identificar o que realmente tem valor em nossas vidas.

* * *

Jesus nos orientou a que vivêssemos no mundo sem sermos do mundo. É difícil não ceder aos apelos que sofremos constantemente. É difícil ser diferente, mas não impossível.

Basta que tenhamos a firmeza de agir de acordo com o que realmente acreditamos e enchermo-nos de coragem para dizer não, sem nos importarmos com críticas e julgamentos.

Sigamos em frente felizes, com a certeza de estarmos pautando nosso comportamento nos valores que carregamos em nosso íntimo.



Redação do Momento Espírita, com base em texto
do livro Normose, a patologia da normalidade, de Pierre Weil, Roberto Crema
e Yves Jean, ed. Versus.
Em 23.11.2012.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Transplante de célula de focinho faz cão voltar a andar



Cientistas da Universidade de Cambridge conseguiram reverter a paralisia em cachorros, após injetar células retiradas do focinho dos animais.

De acordo com os pesquisadores, as descobertas mostram, pela primeira vez, que transplantando este tipo de células em uma medula muito lesionada pode trazer melhoras significativas e abre novas possibilidades.

"Acreditamos que a técnica pode vir a ser usada para recuperar parte dos movimentos em pacientes humanos com lesões na medula vertebral, mas há um longo caminho a percorrer até podermos afirmar que eles serão capazes de recuperar todos os movimentos perdidos", diz o biólogo, Robin Franklin que participou da pesquisa.

O estudo foi financiado pelo Conselho Médico de Pesquisa (MRC, na sigla em inglês) da Grã-Bretanha e publicado no jornal científico "Brain".

A pesquisa é a primeira a testar transplantes em animais com lesões sofridas na vida real, ao invés de usar cobaias de laboratório.

Em uma parceria do Centro de Medicina Regenerativa do MRC e a Escola de Veterinária de Cambridge, os cientistas retiraram amostras de células olfativas do focinho dos cães e as cultivaram em laboratório durante várias semanas.

Os 34 cachorros que participaram da pesquisa haviam sofrido lesões na coluna que os impediam de usar as patas traseiras.

Em 23 dos cães, foram injetadas células olfativas na coluna; nos outros 11, o chamado grupo controle, foi usada uma solução aquosa neutra, sem nenhum efeito, para ser usado como termo de comparação.

Enquanto muitos dos cachorros que receberam o transplante de células apresentaram melhoras significativas e voltaram a andar, nenhum dos caninos do grupo de controle apresentou movimento nas patas traseiras.

Porque o nariz?

Após chegar a idade adulta, o nariz é a única parte do corpo em que terminações nervosas continuam a crescer.

As células foram retiradas da parte posterior da fossa nasal. São células especiais que rodeiam os neurônios receptores que nos permitem sentir cheiros e convergir estes sinais para o cérebro.

Os cientistas dizem que as células transplantadas regeneraram fibras na região lesionada da medula. Isto possibilitou que cachorros voltassem a usar as suas patas traseiras e coordenar o movimento com as patas da frente.

Em humanos, o procedimento poderia ser usado em combinação com outras drogas para promover a regeneração da fibra nervosa e substituir tecidos lesionados.

Geoffrey Raisman, o especialista em regeneração neurológica da University College London, descobriu em 1985 este tipo de célula olfativa, que foi usada na pesquisa de agora.

Ele avalia que este foi o maior avanço dos últimos anos na área, mas diz que não é a cura para lesões de medula. "O procedimento permitiu que um cachorro lesionado voltasse a usar suas pernas traseiras, mas as diversas outras funções perdidas em uma lesão de medula, como uso da mão, controle da bexiga e regulação de temperatura, por exemplo, são mais complicados e ainda estão muito distantes".

Na pesquisa, as novas conexões não ocorreram em longas distâncias, necessárias para conectar o cérebro a medula. Os pesquisadores do MRC disseram que em humanos isto seria vital para pacientes com lesões na medula, que perderam funções sexuais e o controle da bexiga e do intestino.

Entre os cães com história de sucesso, está Jasper, um bassê, de dez anos de idade. "Antes do tratamento, nós usávamos um carrinho de rodas porque as suas patas traseiras eram inúteis, mas agora ele corre pela casa e no jardim e acompanha os outros cachorro, é maravilhoso", comemorou sua dona, May Hay.



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Vida Depois dos Cinqüenta!!!



Para os quarentões, cinquentões e outros fudidões


Se você já passou dos cinquenta, prepare-se porque logo, logo, vai começar a sofrer de TPC.
Para quem não está ligando o nome à coisa,explico: TENSÃO PÓS CINQUENTA.
Só os homens sentem isso, porque mulher não faz cinquenta nunca! No máximo...49!
Console-se, porque todo mundo um dia vai envelhecer.
Lembra-se de quando você tinha vinte anos? Você sofria por bobagens, como ter que usar creme anti-acne? Agora tem que usar gel para dor muscular...
Você se apaixonava e achava que o teu coração te maltratava? Experimenta subir correndo um lance de escada agora...
O que é uma fimose diante de uma artrose?
O que é um band-aid, diante de um emplastro?
O pior é quando você percebe que ao invés de ter quatro membros flexíveis e um duro, passou a ter quatro membros duros e um mole!
O problema maior já não é aquela primeira vez que você não consegue dar a segunda e sim a segunda vez que você não consegue dar a primeira!
Agora, você nem se importa mais em tirar a roupa e não provocar desejo, não provocando riso, já tá ótimo!
Aliás, sexo depois dos cinquenta, se você conseguir, é que nem pizza... mesmo ruim, tá bom!
Os médicos dizem que sexo depois dos cinquenta é importantíssimo! Ajuda na circulação sanguínea, nos batimentos cardíacos e que deve ser praticado no mínimo três vezes por semana!
Então você pergunta: -Com quem?
E, se você for casado, então... não existe a menor possibilidade que isso aconteça!
E se for solteiro e coroa, também não.
E ainda dizem que depois dos cinquenta o homem fica mais sexy...só se for sex agenário..
Mas se você estiver solteiro, pode conseguir casar depois dos cinquenta e fazer sua lista de casamento numa farmácia...
Dizem que a vida começa aos quarenta... Verdade!
Só que em vez de um pediatra, você começa a frequentar um geriatra...
Em vez do teste do pézinho...vai ganhar o teste do dedinho: Um bom exame de próstata!
Depois dos cinquenta o romantismo muda para reumatismo... Mas, você pode correr atrás do prejuízo. Corra numa esteira, num parque, não importa...

DICA:

Depois da corrida, tome um açaí com prozac e meio viagra.
Sua depressão vai desaparecer na hora...se você não morrer!


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Essa é para descontrair um pouco!!! rs
Recebi de uma de minhas Primas rs
Não resisti e postei!!!!
Obrigado Helena!!!
Dei muitas risadas!!!

Abraxos à todos!!!!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Renunciar


Os relacionamentos humanos nem sempre são fáceis.

As pessoas colocam muitas expectativas umas nas outras.

É comum esperar-se receber mais do que se dá.

Ou então se estabelecer um sistema de trocas que não parece funcionar a contento.

Frequentemente, tem-se a ideia de não ser correspondido à altura da própria dedicação.

Por conta disso, muitas relações se rompem.

As pessoas deixam que seus vínculos familiares e sociais se fragilizem.

Lentamente se afastam dos entes queridos.

Veem os familiares apenas nos feriados mais significativos, ainda assim sem qualquer entusiasmo.

A respeito dessa tendência humana, há uma interessante passagem evangélica.

Nela, Jesus fala sobre os vínculos terrenos.

Relaciona casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, mulher, filhos e terras.

E afirma que quem deixar tudo isso por amor ao Seu nome receberá cem vezes mais e herdará a vida eterna.

Trata-se da enunciação do dever de renunciar aos bens do mundo, para alcançar a vida eterna.

No entanto, é importante refletir em quê consiste tal renúncia.

Jesus explica que o êxito pertencerá aos que assim procederem por amor de Seu nome.

Não se trata, portanto, de um mero abandonar.

Não está em pauta a satisfação do orgulho, da vaidade e do egoísmo.

À primeira vista, o alvitre Divino parece um contrassenso.

Como olvidar os mais sagrados deveres da existência?

Afinal, o próprio Cristo cuidou de santificá-los!

Muitos cristãos precipitados não souberam atingir o sentido do texto, nos tempos mais antigos.

Numerosos irmãos de ideal recolheram-se à sombra do claustro.

Com isso, olvidaram obrigações superiores e inadiáveis.

Entretanto, é preciso atentar para o modo pelo qual Jesus renunciou.

Aos companheiros que O abandonaram, aparece glorioso, na ressurreição.

Não obstante as hesitações dos amigos, divide com eles, no cenáculo, os júbilos eternos.

Aos homens ingratos, que O crucificaram, oferece sublime roteiro de elevação.

Deixa-lhes o Evangelho e se desdobra em cuidados por eles, no correr dos séculos.

Assim, convém observar o que representa renunciar por amor ao Cristo.

Trata-se de perder as esperanças da Terra, conquistando as do céu.

Por vezes, os pais não são compreensivos, a esposa, o esposo são ingratos e os irmãos parecem cruéis.

Então, é preciso renunciar à alegria de tê-los melhores ou perfeitos.

Urge se unir ainda mais a eles, a fim de trabalhar no aperfeiçoamento com Jesus.

Talvez você não encontre compreensão no lar.

Quiçá, seus amigos e irmãos sejam indiferentes e rudes.

Mesmo assim, permaneça ao lado deles.

Somente desse modo estará renunciando por amor a Jesus.

E apenas com semelhante renúncia alcançará as bênçãos do entendimento, da paz e do genuíno amor.

Pense nisso.

Redação do Momento Espírita, com base no cap.
154, do livro Caminho, verdade e vida, pelo Espírito
Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier,
ed. Feb.
Em 5.11.2012.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Morte, temida morte



Se a um jovem perguntarmos o que lhe representa a morte, ele responderá: A morte é a ceifeira dos sonhos.

É uma megera que se compraz em destruir o que de mais idealista se projeta.

Teima em não obedecer regras pois arrebata filhos antes dos seus pais, crianças antes dos idosos.

Abraça os que apenas desabrocham para a vida; envolve em seu manto negro adolescentes apaixonados, jovens estudantes.

Destrói a ventura de um casal, atingindo um dos cônjuges, deixando o outro mergulhado em sombras de saudade e dor.

Agrada-lhe a semeadura da desgraça e cascatas de lágrimas.

A um dia de sol, em que a criançada grita e brinca, entre os jardins, o bosque e o lago, oferece a sua presença e transforma risos em pranto, cantos em lamentos.

Aproveita-se de qualquer descuido para roubar o ente querido. Basta uma leve distração e a criança é arrebatada. Um senão qualquer e a vida amada se vai.

No entanto, se indagarmos a alguém que padece sobre um leito, dia após dia; alguém que já não encontra remédios que lhe amenizem as dores; alguém a quem o bendito repouso do sono não chega porque a enfermidade dolorosa não o permite;

se questionarmos alguém a quem os meses se multiplicaram em acentuados anos, secando-lhe o viço e a mobilidade; alguém que viu seus amores partirem um a um, seguidos pelos colegas e amigos; alguém que vive só, sem ter quem o visite, amenizando-lhe a carência afetiva e depende de mãos alheias para o asseio, o alimento, os mínimos movimentos, esse alguém nos dará uma visão diversa da morte.

Ele dirá que ela é a libertadora, que o corpo lhe pesa em demasia, que não suporta mais as dores físicas ou a solidão, que deseja o reencontro com os que se foram.

Então, para esse, a morte vem com outras vestes. Não é a lúgubre presença destruidora, mas aquela que ele aguarda o abrace suavemente e o conduza ao outro mundo.

* * *

De um modo geral, consideramos a morte sempre como indesejada. Os que temos nossos amores envoltos em enfermidades, não nos cansamos de estabelecer novas trincheiras de combate, a fim de lhes devolver a saúde.

Todos os que amamos se fazem preciosas presenças e, por isso, não desejamos que partam.

Os pais esperam seguir antes dos filhos, que não almejam morram seus amigos, conhecidos, colegas.

No entanto, a morte é inexorável para todos. E, como disse Jesus, ninguém sabe o dia, nem a hora, senão o Pai que está nos céus.

Importante, dessa forma, que nos conscientizemos que estamos no mundo de passagem. Por mais se alonguem os anos, por mais a ciência progrida e estabeleça parâmetros mais dilatados de longevidade humana, um dia, a morte chegará.

Por isso, guardemos a sabedoria de viver intensamente cada dia, de saborear cada momento com os pais, os filhos, o cônjuge.

Dediquemos tempo aos nossos amigos, permitamo-nos parar para ouvir o colega, o vizinho.

Tudo para que, quando a morte nos arrebate, os que ficarem possam ter doces lembranças da nossa presença a lhes luarizar a saudade dos dias.

E, se nossos amores antes forem, possamos guardar a certeza de que não desperdiçamos nenhum momento ao seu lado.

Depois, é só aguardar o reencontro, um dia, na Espiritualidade.



Redação do Momento Espírita.
Em 1.11.2012.