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terça-feira, 21 de março de 2017

Vitoriosos


Mamãe, seu filho poderá falar e dizer que a ama!
Seu filho poderá ir para a escola. E trabalhar.
Seu filho poderá ser feliz. Como eu sou.
Sim, haverá dificuldades pelo caminho. Mas qual mãe não as tem, não é verdade? 

Estas são algumas afirmações que compõem belo trabalho televisivo que homenageia o Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado a 21 de março.
A data foi proposta pela Down Syndrome International porque esta data se escreve como vinte e um, barra, três ou três, traço, vinte e um, o que faz alusão à trissomia do vinte e um, que assinala a síndrome.
A primeira comemoração da data foi em 2006.
Em tempos em que a vida parece carecer de importância, em que qualquer resquício do que consideramos anomalia, incapacidade, passa a ser motivo para se desistir da vida, a mensagem é profundamente significativa.
Lembra-nos dos tantos que nascem, na Terra, assinalados pela Síndrome de Down e que superam as próprias dificuldades, triunfando.
As suas vidas são um atestado da força de vontade do espírito sobre a matéria. E de como o amor pode superar barreiras que parecem intransponíveis.
Eles são determinados, persistentes, carinhosos, grandes profissionais e muito competentes! E por trás de toda essa luta e garra, há com certeza uma mãe ou uma família amorosa e incentivadora.
São eles que fazem a grande diferença para essas criaturas especiais.
Como Débora Araújo Seabra de Moura, moradora de Natal, Rio Grande do Norte.
Estudou na rede regular de ensino e foi a primeira pessoa, portadora da Síndrome, a se formar no magistério, em nível médio, no Brasil, em 2005.
Fez estágio na Universidade Estadual de Campinas. Trabalha como professora assistente em um colégio particular tradicional de sua cidade.
Débora diz que, por vezes as crianças lhe perguntam: Tia, por que você fala desse jeito?
Sem crise, ela responde: “Minha fala é esta. Cada um fala de forma diferente.” Aproveita e explica que é portadora da Síndrome de Down e eles entendem.
Em 2013, Débora lançou um livro com fábulas infantis que têm a inclusão como pano de fundo.
A experiência de Pablo Pineda, ator e pedagogo é algo igualmente notável. Foi o primeiro portador da Síndrome de Down a obter um diploma universitário na Europa.
Tornou-se celebridade depois de atuar no filme Yo, también, de 2009, que narra a história de um agente social que se apaixona por uma colega de trabalho.
É um dos rostos mais conhecidos, na Espanha, de uma geração de jovens com Síndrome de Down que vem rompendo limitações pessoais, profissionais e acadêmicas.
Segundo ele, não existem pessoas não capacitadas, mas sim pessoas com capacidades distintas.
Para ele, a sociedade deve evoluir a um estágio de maior pluralidade, em que os portadores de Síndrome de Down não sejam tratados como crianças e possam desenvolver suas capacidades e independência desde cedo.

* * *

É de nos questionarmos: não são essas criaturas que nos ensinam, com sua vontade férrea que a vida vale a pena ser vivida, com o que nos ofereça?
Que não devemos desistir de nossos sonhos? Que podemos triunfar, se persistirmos?
Miremo-nos neles. Imitemo-los na vontade, na perseverança, na disposição de vencer.

Redação do Momento Espírita, com dados colhidos em
Em 6.6.2016.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Humano e Divino


Giorgio Vasari, conhecido principalmente por suas biografias de artistas italianos, escreveu:
De tempos em tempos, o céu nos envia alguém que não é apenas humano, mas também Divino, de modo que, através de seu espírito e da superioridade de sua inteligência, possamos atingir o céu.
Entre esses, com certeza, se inclui Leonardo da Vinci, vindo ao mundo em 15 de abril de 1452, perto de Florença.
O extraordinário e diversificado talento de Leonardo manifestou-se nos primeiros anos de vida.
Belo e forte, era excelente esportista, ótimo nadador e cavaleiro; engenhoso artesão e mecânico.
Logo revelou seus dons inventivos. O desenho e a pintura também atraíram seu interesse, demonstrando seus dotes artísticos.
Era tido, por seus contemporâneos, como um arquiteto perigosamente ousado e um louco cientista.
Sobre um ponto, no entanto, todos se viam obrigados a concordar: Leonardo era um argumentador fascinante, um polido conversador, um contador de histórias "mágico" e fantástico, um gênio da palavra acompanhada da mímica.
Falando da ciência, fazia calar os cientistas. Argumentando sobre filosofia, convencia os filósofos. Inventando fábulas e lendas, conquistava os favores e a admiração das cortes.
Sempre, e em qualquer lugar, Leonardo era o centro das atenções. E jamais decepcionava seu auditório porque tinha, todas as vezes, alguma história nova para contar.
Possuía uma reserva inesgotável de historietas. Eram ditos espirituosos, fábulas e apólogos de bom gosto literário e conteúdo moral.
Suas fábulas passavam rapidamente de boca em boca, com as inevitáveis variações da repetição oral, e os invejosos procuravam em vão as fontes tradicionais de suas histórias.
Da sua engenhosidade nasceram as máquinas de nossa civilização, desde a bicicleta até o avião e o submarino.
E a ciência tem em Leonardo da Vinci, em termos de observação da natureza, seu pai espiritual.
Pois essa criatura admirável, em seu livro Das profecias, escreveu: O homem é o destruidor de todas as coisas criadas.

* * *

Nunca, como hoje, na longa História de nosso planeta, uma afirmativa foi mais verdadeira e tão tragicamente atual.
Nosso século, que vê o homem voar como os pássaros, e emigrar para outros planetas, também assiste a cenários tristes de destruição.
Por onde passa, o homem deixa as suas pegadas destrutivas.
Vai à praia e a enche de latas, garrafas, lixo de toda espécie. Polui rios e mares, interferindo na vida aquática.
Transita pelas estradas, que cortam as florestas ao meio, lançando toda sorte de detritos.
O homem, tido como o senhor da Criação, estabelece a caça e a pesca como lazeres predatórios, esquecendo-se de que todo abuso redundará em carência, logo mais.
E, se destrói o que está em seu entorno, projeta para si próprio uma vida de muitas dificuldades.
Isso porque a natureza responde à agressão com temperaturas extremas, com falta d´agua, com terras áridas, onde antes abundavam as searas.
Se Deus envia pessoas especiais para nos apontar coisas Divinas, sinalizando as venturas de que podemos gozar, atentemos para o que nos prescrevem.
Repensemos nossas atitudes. Ainda há tempo de reconstruir, de refazer caminhos, de revigorar uma Terra exaurida e explorada, sem limites.

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita, com base em dados biográficos de Leonardo da Vinci, colhidos no site


Em 22.6.2016.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Divulgar o mal


Todos sabemos que as nossas relações sociais são dirigidas pela força das nossas mentes ou pelo poder dos nossos pensamentos.
Não é possível, pois, que você não saiba que, tanto quanto há pessoas do seu convívio nas quais você acredita piamente, há diversas outras que creem em você de olhos fechados.
Do mesmo modo que é seu dever, como pessoa adulta e reflexiva, analisar tudo o quanto ouve de terceiros, a fim de que não seja joguete das circunstâncias ou instrumento passivo da inteligência alheia;
Cabe-lhe ter muito cuidado com aquilo que parte de você e ocupa a mente daqueles que veem você como seu padrão de verdade e correção.
Evite trançar informações sobre a vida dos outros, quando não tenha real conhecimento das ocorrências.
E, quando precisar referir-se a alguém e seus feitos infelizes, adoce a sua informação ou o seu comentário – caso seja imperioso externá-los - com os aromas da fraternal caridade.
Não exponha a intimidade dos outros, principalmente se foram eles que a confiaram aos seus ouvidos, sob pena de tornar-se considerado um traidor tanto no mundo quanto para quem o acompanha do invisível.
Mais cedo ou mais tarde, você irá responder por essa infidelidade à própria consciência.
Não publique as fragilidades dos seus amigos ou conhecidos, justificando que todo o mundo já o sabe, uma vez que conduzir alguém à praça aberta do ridículo costuma render, no futuro, muitos conflitos e dores morais ao animado indiscreto de agora.
O que você disser e fizer, no seu trilho cotidiano, servirá de referência e será verdade para muita gente que sofre a sua influência.

* * *

As redes sociais tornam tudo público muito rapidamente. Fotos, vídeos, pensamentos, emoções de momento.
Tudo pode ser publicado e logo é de conhecimento de uma infinidade de pessoas.
Se pararmos para pensar, isso nos dá um poder e, por consequência, uma responsabilidade imensos.
Muitas vezes, em nome do humor, da brincadeira, estamos expondo pessoas ao ridículo, a situações vexatórias, que trazem consequências em suas vidas que não podemos calcular.
Em outros casos, divulgamos notícias, relatos, denúncias que não sabemos serem verdades ou não, em nome de uma espécie de cultura da desgraça ou cultura dasteorias de conspiração que, com a mesma rapidez que surgem, desaparecem, nos meios digitais.
Assim, pensemos bem no que é construtivo ou não. No que é apenas passatempo e no que realmente pode contribuir com o bem comum.
Não permitamos que as emoções de momento, das paixões em ebulição, nosfaçam escrever algo do qual nos arrependamos meia hora depois. Concedamo-nos esta meia hora de reflexão antes.
Finalmente, pensemos se fôssemos nós naquela mesma situação, se gostaríamos de estar no foco de tais apontamentos irônicos, de tais brincadeirinhas.
Para tudo na vida, até para as regras de atuação e relação nas redes sociais, a recomendação do fazer aos outros o que gostaríamos que nos fizessem vale muito, e deve ser a norma número um.
Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 43, do livro Ações corajosas para viver em paz, pelo Espírito Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira,ed. Fráter.
Em 27.6.2016.

terça-feira, 3 de abril de 2012

O Evangelho dos Animais


O Evangelho dos Animais

Quando Amanda viu sua querida cachorrinha Fifi morrer vítima de um acidente, seu coração se partiu e enfrentou a depressão. Embora espírita, não conseguia encontrar de início na Doutrina Espírita as respostas sobre a alma dos animais. Queria saber o que havia acontecido com Fifi, o porquê de tudo que ocorrera e qual a razão da relação que os animais mantém conosco. Em sua busca, encontrou outros companheiros, cujas histórias emocionantes de vida os levaram ao espiritismo, também interessados sobre conhecer melhor os animais. Foi assim que iniciaram um grupo de estudos sobre a alma dos animais. O livro traz as histórias destes companheiros dedicados e o resultado de seus estudos, mantendo-se fiel às diretrizes da Doutrina Espírita, encontrando as respostas sobre a alma animal, sua vida após a morte, o reencarne dos animais, o desenvolvimento da consciência e da inteligência, entre outras, iluminando a consciência sobre os animais e sobre nós mesmos. Vale a pena!

ISBN: 978-85-64845-00-8
Autor: Sandra Denise Calado (médium)
Autor espiritual: Equipe Espiritual da ASSEAMA
Edição: 2ª
Ano de edição: 2012
Local de edição: São Paulo / Brasil
Tipo de suporte: Papel
Número de páginas: 678
Formato: 14 x 21cm
Acabamento: Brochura
Editora: ASSEAMA

Preço: R$ 39,90 + frete

À venda no site da ASSEAMA http://www.asseama.com.br

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Trocando Livros pela Internet brasileira


No site TrocandoLivros.com.br temos o sonho de quem adora leitura.

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No site podem ver os preços aproximados de envio pelos correios no Brasil, sendo de menos de 7 reais o custo para enviar um livro de mais de 400 páginas.

Fonte: FayerWayer

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Jonathan Safran Foer mostra como matamos animais


por Fabio Marton e Karin Hueck

A esteira transportadora arrasta as aves por uma banheira de água eletrificada. Isso as paralisa, mas não as torna insensíveis. O passo seguinte na linha de abate será um cortador automático de pescoço. A menos que as artérias principais sejam atingidas, o sangue vai se esvair devagar. Inúmeros funcionários descrevem aves vivas e conscientes indo para o tanque de escaldamento."

Apesar de esse livro dizer que não é uma defesa do vegetarianismo, é exatamente isso que ele faz. Mas nem todas as páginas são sanguinolentas como acima - a maior parte é uma imensa reportagem que explica como chegamos aos métodos atuais de produção de carne e tenta fazer o leitor pensar no significado de comer outro ser vivo para sobreviver. Nem o maior fã de churrascos vai ficar com a consciência tranquila depois de ler esse livro. Mérito do autor, Jonathan Safran Foer, escritor americano jovem e badaladinho, que escreveu Tudo se Ilumina, Extremamente Alto & Incrivelmente Perto e....


Comer Animais, Jonathan Safran Foer, 320 páginas, Rocco, R$ 41,50.


sábado, 19 de março de 2011

Matou o pai desmaiado de bêbado e pôs fim a anos de abusos


A norte-americana Stacey Lannert esteve presa durante 17 anos, cumprindo pena pelo homicídio do pai. Aos 18 anos e depois de anos e anos de abusos sexuais, Stacey deu dois tiros ao pai, quando ele dormia bêbado no sofá.

Quando saiu da cadeia, em 2009, Stacey Lannert decidiu escrever um livro de memórias, onde faz vários desabafos. Conta que foi condenada a prisão prepétua e que levou 17 anos a convencer a justiça norte-americana que não tinha morto o pai por causa de dinheiro, mas sim para pôr fim a anos de sofrimento e para proteger a irmão mais nova, que, tal como ela, também era vítima de abusos.


De acordo com a revista brasileira «Época», que antecipa passagens do livro «Redemption: A Story of Sisterhood, Survival, and Finding Freedom Behind Bars»,Stacey já era violada pelo pai aos 10 anos e, aos 12, a mãe saiu de casa, desconhecendo os abusos de que as filhas eram vítimas. Uma ama chegou a perguntar-lhe se o pai a «magoava». Ela respondeu que sim e a empregada alertou a mãe, que não deu relevância, por saber que o marido não batia nas filhas.

Stacey lamenta a falha de comunicação e questiona se tivessem sido usadas palavras mais directas, como «violação» e «pedofilia», o resultado não teria sido diferente. «É por isso que é tão importante que encontremos as palavras de verdade», diz no livro.


Numa entrevista citada pela «Época», Stacey conta porque aceitou contar tão dolorosas memórias em livro: «Nunca me senti confortável a contar a minha história, e duvido que um dia me sinta. Mas eu conto-a porque quero que outros consigam falar sobre as suas histórias. A cura começa quando as feridas são expostas. Acredito que podemos acabar com o abuso sexual falando abertamente sobre o trauma e a devastação que ele cria».

Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/

sexta-feira, 18 de março de 2011

Livro “Cão de Família” ensina como escolher o pet mais adequado


Depois do sucesso dos livros Adestramento Inteligente e Os Segredos dos Gatos, o zootecnista Alexandre Rossi, mais conhecido como Dr. Pet, acaba de lançar mais uma obra. Cão de Família, da Editora Agir, promete facilitar a escolha do cachorro ideal para cada família, trazendo dicas de comportamento e bem-estar do totó.

O livro foi escrito em parceria com a veterinária Alida Geger e promete informações importantes para quem tem ou deseja ter um cão integrado à família, seja ele filhote ou adulto. Cão de família aborda as mais recentes descobertas sobre comportamento, saúde, educação e bem-estar dos cães, além de ensinar o leitor o que levar em conta na hora de escolher o pet ideal.

A obra traz ainda dicas de como preparar a casa para receber o novo cãozinho, a melhor conduta para evitar conflitos, lições de educação para toda a vida, quais brinquedos e atividades fazem a diferença na vida do mascote, as principais exigências de alimentação e como mantê-la equilibrada, dicas para preservar a saúde e a segurança do cão, além de outras informações relevantes.

Fonte: PetMag

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Livro traz a história das quatro vidas de um cachorro


O relacionamento dos animais de estimação com seus donos, em especial, o dos cães, já foi retratado em diversos filmes e livros. Histórias de amor e lealdade, como a do labrador Marley, de Marley & Eu, continuam a emocionar. Não é à toa que a obra A Dog’s Porpuse, lançamento do autor Cameron W. Bruce, já é um verdadeiro sucesso fora do Brasil.

O livro acaba de ganhar uma versão em português pela editora Nova Fronteira, e traz a história de um cãozinho que renasce quatro vezes, e que está em busca de um propósito especial. 4 Vidas de Um Cachorro é narrado por Bailey, um desses quatro cães encarnados. Toby, é primeiro deles. O cachorro é resgatado por uma mulher que possui um abrigo clandestino, e como não tem licença para o seu funcionamento, se vê obrigada a sacrificar todos os cães, inclusive Toby.

É então que o bichinho renasce na pele de um filhote de Golden Retriever, Bailey, que por pouco, não morre de hipertermia, depois que seus donos o deixam preso dentro de um carro. Felizmente, animal é resgatado por uma mulher que o trata muito bem ao longo de toda sua vida. Sua próxima encarnação é na pele de Ellie, uma fêmea de Pastor Alemão treinada para realizar resgates e salvamentos.

Mas é apenas quando o animal renasce no corpo do labrador Buddy que ele finalmente começa a compreender o seu verdadeiro propósito de vida. O livro promete agradar os amantes de animais de todas as idades, principalmente, por capturar a essência de todo cachorro: a capacidade de proteger e amar incondicionalmente seu dono.

O livro está disponível nas principais livrarias do País, a partir de 19,80 reais.

Fonte: PetMag

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

7 de fevereiro de 1857 – Gustave Flaubert é absolvido da acusação contra seu livro Madame Bovary, considerado imoral.


Madame Bovary é um romance escrito por Gustave Flaubert que resultou num escândalo ao ser publicado em 1857. Quando o livro foi lançado, houve na França um grande interesse pelo romance, pois levou seu autor a julgamento.

Histórico

Flaubert foi levado aos tribunais, onde utilizou a famosa frase "Emma Bovary c'est moi" (Emma Bovary sou eu) para se defender das acusações. Acusado de ofensa à moral e à religião, num processo contra o autor e também contra Laurent Pichat, diretor da revista Revue de Paris, em que a história foi publicada pela primeira vez, em episódios e com alguns pequenos cortes.

A Sexta Corte Correcional do Tribunal do Sena absolveu Flaubert, mas o mesmo procedimento não foi adotado pelos críticos puritanos da época, que não perdoaram o autor pelo tratamento cru que ele tinha dado, no romance, ao tema do adultério, pela crítica ao clero e à burguesia: (Gostava do mar apenas pelas suas tempestades e da verdura só quando a encontrava espalhada entre ruínas. Tinha necessidade de tirar de tudo uma espécie de benefício pessoal e rejeitava como inútil o que quer que não contribuísse para a satisfação imediata de um desejo do seu coração - tendo um temperamento mais sentimental do que artístico e interessando-se mais por emoções do que por paisagens.)

É considerada por alguns autores como a primeira obra da literatura realista.

Enredo

O romance conta a história de Emma, uma mulher sonhadora pequeno-burguesa, criada no campo, que aprendeu a ver a vida através da literatura sentimental. Bonita e requintada para os padrões provincianos, casa-se com Charles, um médico interiorano tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento da filha dá alegria ao indissolúvel casamento ao qual a protagonista se sente presa.

Um pouco sobre o Autor

Gustave Flaubert é o segundo dos 6 filhos do médico Achille Cléophas Flaubert (1784-1846), cirurgião-chefe do Hospital de Ruão, e sua esposa Anne Justine, nascida Fleuriot (1793-1872). Passa a infância ao lado dos irmãos no Hospital onde o pai trabalha.

Estuda no Colégio Real, onde faz amigos para a vida inteira, tais como Louis Boulhiet (1829-1869), poeta; Maxime Du Camp (1822-1894), futuro editor e jornalista, e Alfred Le Poittevin, morto prematuramente. Interessado em literatura, dirige o semanário escolar, “Arte e Progresso”.

Aos 15 anos, interessa-se por teatro, e compôe um drama em 5 atos, em prosa, “Luís XI”. Em 1837, escreve seu primeiro romance, “Rêve d'enfer”, uma obra ainda imatura e juvenil, mas que já vislumbra os traços que caracterizariam suas futuras heroínas. Também aos 15 anos se apaixona, por uma mulher casada e onze anos mais velha do que ele, Elisa Schlesinger, a qual amará, talvez, pela vida toda; só declara, porém, o seu amor 30 anos mais tarde, através de uma carta. Embora viúva, Elisa já não quis desposá-lo. Elisa terminou sua vida em um asilo para doentes mentais.

O amor impossível, em especial por Elisa Schlesinger, inspira vários de seus livros: “Mémoires d'un fou”, em 1838, “Novembre”, em 1842, e as duas versões de “L'Éducation sentimentale”, em 1845 e 1869.

Retrato feito por Eugène Giraud.

Inicia os estudos de direito, em Paris, para contentar o pai, porém não consegue se interessar pelas aulas, levando uma vida boêmia, gastando todo o dinheiro que o pai mandava despreocupadamente. Após ter sido reprovado nos exames de direito na Universidade de Paris, começa a ter crises nervosas, com alucinações e perdas de consciência, que os médicos diagnosticam como histérico-epilépticos. Seu pai o trata com sangrias e dietas, isolando-o em um sítio em Croisset, às margens do Sena. Há uma melhora das crises, que só iriam retornar no fim da vida. Durante esse seu retiro, falece seu pai e a irmã Caroline, aos 22 anos, após dar à luz uma menina.

Em 1846, Flaubert conhece Louise Collet, separada do marido e mãe de uma jovem de 16 anos, amante do filósofo Vitor Cousin, e inicia um romance. Louise era considerada, pelos amigos, presunçosa e afetada, pouco espontânea, exatamente o oposto da recatada Elisa Sclesinger.

Flaubert rompe com Louise em 1848 e, mergulhado na literatura, não percebe as transformações da França, tais como a revolução desse mesmo ano, que derruba o Rei Luís Filipe e entrega o poder a Napoleão III, proclamado imperador em 1852.

Nesse período Flaubert perde o amigo Le Poittevin, companheiro de infância, e sua saúde se abala. Gustave organiza, com o amigo Maxime du Camp, uma longa viagem ao Oriente, entre 1849 e 1852; viaja ao Egito e à Jerusalém e, ao retornar, passa por Constantinopla e Itália. Colhe informações para escrever, mais tarde, Salammbô, uma reconstituição da civilização Cartaginense na época das guerras púnicas.

Em 1851, tem início Madame Bovary, obra realista que o tornaria célebre e que levaria 5 anos para concluir.

Em 1866, recebe a Legião de Honra do governo francês.
Medalha com a efígie de Flaubert no museu de Croisset

Entre 1870-1871, os prussianos ocupam uma parte da França, e Flaubert se refugia com sua sobrinha, Caroline, em Ruão; sua mãe morre em 6 de abril de 1872 e, nessa época, passa por dificuldades financeiras.

Em 1874, escreve La Tentation de Saint Antoine (1874), inspirada num quadro de Bruegel. Em 1877, aos 55 anos, escreve “Trois Contes”, entre eles um que é considerado sua obra-prima, “Un cœur simple”, a história de uma criada bondosa e tola, Félicité, inspirada em Julie, empregada que servira Flaubert e sua família até morrer.

Sua obra Bouvard e Pécuchet fica inacabada e foi publicada posteriormente.

Morte

Pouco antes de sua morte, vende suas propriedades para evitar a falência do marido de sua sobrinha, e passa a viver de um salário como conservador da Biblioteca Mazarine.

Seus últimos anos são marcados por dificuldades financeiras. Morre subitamente, provavelmente de AVC, e é sepultado no Cemitério Monumental de Ruão, em presença daqueles que o reconheciam como seu mestre: Émile Zola, Alphonse Daudet, Edmond de Goncourt, Théodore de Banville e Guy de Maupassant.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/

sábado, 16 de janeiro de 2010

Cinderela larga príncipe e Branca de Neve toma Prozac em livro na Espanha


Um livro no qual Cinderela se rebela, vira vegetariana, sai do baile só de madrugada e larga o príncipe encantado, e em que sua amiga Branca de Neve usa Prozac para combater a depressão, se tornou um dos maiores sucessos de venda das últimas semanas na Espanha.

A obra La Cenicienta que no Queria Comer Perdices ("A Cinderela que não queria comer perdizes", em uma alusão ao tradicional final de contos em espanhol, que acabam com a frase "foram felizes e comeram perdizes") vendeu mais de 50 mil exemplares no país nas seis primeiras semanas após seu lançamento.

A história foi criada quase que por brincadeira pela escritora Nunila López Salamero e pela desenhista Myriam Cameros Sierra.

Elas contam que ofereceram o livro a várias editoras espanholas e não receberam nem um e-mail como resposta.

Com a ajuda de amigas e de associações de combate à violência contra a mulher, López e Cameros juntaram dinheiro em coletas para a primeira publicação e o sucesso foi imediato.

Receberam apoio de intelectuais espanhóis e chamaram a atenção de uma das maiores editoras da Espanha, a Planeta, que publicou o texto.

Outras princesas

A Cinderela espanhola do século 21 percebe que era uma mulher maltratada pela madrasta e suas irmãs, abandonada pelo pai, forçada a estar magra para caber em roupas de tamanho 38 e que o príncipe, depois que se tornou seu marido, era um mandão e eterno insatisfeito.

No livro, a renovada Gata Borralheira ainda se reencontra com suas amigas princesas que também estão em nova fase e com outros personagens de contos clássicos que decidem mudar de vida.

A Bela Adormecida explica como acordou sozinha, Branca de Neve sai da depressão, deixa o Prozac (remédio ansiolítico) e resolve se bronzear até ficar morena.

"(O livro) é dedicado a todas as mulheres valentes que querem mudar de vida", explicam as autoras.

Ele deverá ser lançado no Brasil em 2010, mas ainda sem previsão de data, nem título definitivo.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

«Qual é o seu pensamento, e em seu coração, como ele é?»


Tirado do livro Common Sense Health and Healing, pelo Dr. Richard Schulze.

Neuropeptídeos

Imagine como o sistema imunológico tem que se defender ante o ataque constante a que se vê acometido.

Se lhe parece que as bactérias assassinas, as enfermidades gerais e as gripes malignas são perniciosas, você se surpreenderá quando souber que as pesquisas médicas e científicas concluíram que o inimigo mais temido pelo organismo

Não são os micróbios…

…mas os pensamentos e as palavras de cada dia.

Quer mais?: há um nutriente de efeitos terapêuticos mais eficaz que as vitaminas, os minerais, as enzimas, os remédios naturais e as ervas medicinais.

O AMOR.

O cérebro trabalha constantemente, todos os dias do ano e a toda hora, não fecha nos feriados nem tira férias.

A princípio, é o computador que dirige o organismo, e regula praticamente cada una das funções do metabolismo e seu equilíbrio químico.

Desde o sistema nervoso até a atividade sexual passando por mil atividades que você não tem nem idéia, o cérebro é quem manda, e está constantemente criando, automatizando, regulando, equilibrando e mantendo todo o organismo a cada momento do dia.

A ciência já descobriu que quando se tem um pensamento o cérebro produz substancias que abrem o que se poderia chamar de janela para a atuação dos sentimentos.

Quando o pensamento é concluído, a janela se fecha. Por exemplo, quando vê a pessoa amada, essa sensação incrível que percorre o corpo não é outra coisa que uma substância química. Quando se excita sexualmente o seu corpo é levado a liberar outra substância química, e quando um alguém tenta lhe assaltar, e vem a vontade de reagir de ter consigo uma arma para desintegrar esse safado, esta ira que sente, esse ácido corrosivo que aparece no sistema circulatório, no estômago, essa sensação, é outra substância enviada pelo cérebro.

Essas substâncias segregadas pelo cérebro se chamam neuropeptídeos.

A biologia levou anos pesquisando este campo e ainda continua.

O que sabemos até agora é que quando se tem um pensamento, o cérebro produz substâncias que afetam a pessoa, e o que ela sente é produzido pela assimilação desses neuropeptídeos.

O que se descobriu foi que na membrana de cada um dos linfócitos que defendem o corpo de bactérias, vírus, fungos, parasitas, câncer e de todas as enfermidades existe um ponto concreto de carga que recebe dos NEUROPEPTÍDEOS.

Já era sabido que as células do sistema imunológico, como todas as demais, tem compartimentos de descarga em sua membrana para assimilar diversas substâncias.

E é aqui a coisa se torna inquietante:

A ciência médica fez uma descoberta transcendental na última década que passou praticamente inadvertido.

O que importa ao sistema imunológico é aquilo que pensamos, por isso a importância dos pensamentos !

O cérebro só cria a doença que conhece e nosso temor em ter uma doença é o precursor da criação dela.

Somos responsáveis pelos nossos sentimentos mais interiores. As palavras nos afetam mais do que armas. Uma ofensa pode nos matar, porque tudo isso deprime nosso sistema imunológico

Isso não é tudo

Já temos visto que o sistema imunológico fica algum tempo escutando nossos monólogos internos, raivas, mágoas, as ofensas que escutamos, o amor que nos negamos, enquanto nenhuma célula ou órgão do organismo monitore e responda com uma ação concreta a estas pragas danosas as quais vão se acumulando no órgão que estiver mais fraco.

O sistema imunológico não só escuta, mas reage de acordo com o pensamento a este diálogo emocional.

As células que defendem nosso organismo tem pontos receptores de neuropeptídeos, as substâncias que produzimos no cérebro com cada pensamento.

E a resposta do nosso organismo aos germes patógenos ou ofensas, varia dependendo de que se fortaleça ou debilite o amor por nos mesmos que dará força a nosso sistema imunológico para nos defender e nos manter saudáveis

A resposta do sistema imunológico está condicionada ao pensamento!

Portanto, ame a si mesmo

e viva positivamente!

Tudo o que fazemos ou deixamos que nos façam tem consequências físicas

terça-feira, 10 de novembro de 2009

É hora de comer seu cachorro?


Você separa o lixo em casa, evita usar sacolinhas plásticas quando não é necessário, encaminha pilhas e baterias para a reciclagem e acha que está fazendo a sua parte pelo planeta?

Robert Vale acredita que não – e ainda garante que, em um mundo sustentável, teremos que nos fazer questionamentos tão difíceis quanto esse: é hora de comer seu cachorro?

A pergunta, “Time to Eat The dog?”, é o título do livro que ele, professor de arquitetura da Universidade de Wellington, na Nova Zelândia, lançou mês passado em parceria com a sua esposa. Com Brenda Vale, também professora na mesma instituição, Robert forma o casal mais conhecido no meio da arquitetura verde.


Pioneiros na área, Robert e Brenda estudaram juntos na Universidade de Cambridge e, em 1975, já publicaram seu primeiro livro “The Autonomous House”, um guia para desenvolver soluções para uma casa auto-suficiente.

Em 1993 projetaram a primeira construção verde do Reino Unido – no caso, sua própria casa, completamente autônoma. Desde 1996, o casal se mudou para a Nova Zelândia onde, apesar de não viverem mais em uma casa 100% sustentável, pregam um estilo de vida condizente com a realidade ambiental que vivemos – a chave é aprender que não é possível ter tudo: filhos, cachorro, carro e férias de avião.

Filho de um grande executivo de uma empresa petroleira, Robert se interessou pelas tecnologias verdes em 1972, em uma Conferência Climática da ONU.

De Wellington, o professor Vale concedeu uma entrevista à INFO Online na qual diz ter feito as contas ambientais antes de ter filhos, afirma que seremos obrigados a escolher como gastar nossos próprios créditos de carbono – já que ter tudo é inviável – e explica: afinal, é hora de comer o cachorro?


INFO – O seu último livro (ainda sem tradução para o português) tem um título bem polêmico. Por que dar esse nome?

VALE - A ideia do livro é chocar. As pessoas acham que por comprar um carro híbrido e diminuir o uso de sacolas plásticas elas estão fazendo sua parte. Acho que elas querem acreditar que estão fazendo sua parte, mas não estão. Não estamos dizendo que você tem que comer seu cachorro, mas as pessoas deveriam pensar sobre as coisas que fazem. Sustentabilidade significa que teremos que tomar decisões difíceis - tão difíceis quanto pensar em comer o cachorro. O que tentamos fazer no livro é olhar os impactos ambientais dos mais diferentes aspectos da vida: alimentação, funerais, casamentos, animais de estimação, roupas, hobbies... É olhar todas as coisas que fazemos e tentar achar o impacto para dar às pessoas a informação para que elas possam fazer escolhas. Em um mundo ideal não podemos todos ter tudo.

Que tipo de escolhas?

A maior diferença é como você se comporta. Se você decide comer comida orgânica, ou não comer carne, ou não comprar alimentos industrializados, ou não viajar de avião... O que temos que fazer é começar a pensar verde. Precisa viajar? Junte vários compromissos em uma só agenda. Para que construir casas enormes? Vamos investir em aparelhos e construções que durem mais, aproveitar coisas antigas ao invés de sempre comprar as novas.

Qual a maior dificuldade das pessoas em aceitar uma vida verde?


Acho que o problema é que as pessoas acham que terão que abrir mão de tudo e pensam no que deixarão de ter, e não no que terão.

E o que elas terão?

O suficiente. E ainda mais tempo para si. Nessa economia todos trabalhamos muitas horas, não vemos nossas famílias, acordamos no escuro, vamos dormir no escuro.. E por quê? Fazemos para ganhar dinheiro para compensar o que perdemos na vida. Temos TV de plasma, carros grandes, computadores, iPods e todas essas coisas, mas não existe uma só evidência de que ter tudo isso nos faça mais felizes.

O que você faz na sua vida para diminuir o impacto?

Tentamos coisas diferentes. Não é preciso ser radical, apenas escolher. Nossa casa na Inglaterra era autônoma: coletávamos a água da chuva, fazíamos composto de lixo, tínhamos energia solar. Mudamos há 13 anos para a nova Zelândia e a casa em que morávamos tinha coletor da água da chuva e aquecimento de água por energia solar. A casa em que moramos atualmente é menor, mais velha e compramos energia de uma empresa que usa apenas energia eólica. Nós também pegamos ônibus, trem... Mas entendo que isso é complicado para as pessoas: se você é um executivo e pega um ônibus, seus colegas irão te reprimir. Há pressão para demonstrar sucesso mostrando posses materiais.

E você tem filhos?

Tenho três filhos. Mas nenhuma das duas irmãs da minha esposa têm filhos, então há uma compensação. Nós pensamos sobre isso, porque ter filhos causa um impacto no planeta. Falamos sobre isso no livro: o único país do mundo que é corajoso o suficiente para ter uma política populacional é a China.

Mas lá a situação é caótica....


A situação é caótica no mundo. Quando era estudante, a população era de três bilhões. Agora somos quase sete bilhões, mas o planeta continua com os mesmos recursos.

Na sua época de estudante, não se falava muito em mudanças climáticas, não é?

Em 1975 já se falava disso sim, mas ninguém ouvia. Eu em lembro de manchetes na Inglaterra que diziam: a Terra tem 10 anos de vida. Foi publicado, teve atenção, mas ninguém agia.

E agora, acha que os líderes irão agira em Copenhague?

Há poucos sinais de que os lideres vão agir porque eles estão presos em um modelo econômico baseado na destruição. Estamos entrando tempos difíceis e não tenho muitas esperanças. Se tivéssemos agido nos anos 70, as coisas estariam melhores. Mas a sociedade não escolheu e agora é um pouco tarde...

Então, é hora de comer o cachorro?

Pode não ser uma boa ideia ter um animal de estimação. Cachorro, filhos, casas grandes, viagens de aviões... Você terá que escolher. Conheço pessoas que não têm filhos, mas têm cachorros, por exemplo. Ou que têm cachorro, mas são vegetarianas. Você pode escolher, mas não pode ter tudo.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

O caminho


Diante do turbilhão de problemas e conflitos, aturdidos, receosos e a um passo do desequilíbrio, perguntamos a nós mesmos:

Que caminho seguir?

Qual a conduta a adotar?

Certamente todo empreendimento deve ser precedido de uma planificação, de um roteiro de programa.

Sem esses fatores, o comportamento faz-se anárquico, e o trabalho se dirige à desordem.

A experiência carnal é uma viagem que o espírito empreende com objetivos definidos pela Divindade, que a todos reserva a perfeição.

Como alcançá-la, e em quanto tempo, depende de cada viajor.

Assim, vários são os caminhos e cada indivíduo toma o que eleger, pela sua livre vontade.

Há caminhos que conduzem a despenhadeiros, a desertos, a pantanais, a regiões perigosas.

Outros são convidativos e repletos de distrações, prazeres, comodidades, armadilhas.

Uns levam à ruína demorada, que envilece e infelicita.

Vários dão acesso à glória transitória, ao poder arbitrário, às regalias que o túmulo interrompe.

A afirmação de Jesus, porém, não deixa dúvidas: "eu sou o caminho". Portanto, a única opção para chegar-se a Deus.

Se você se encontra diante de várias opções de caminhos, sem saber qual deles tomar, reflita sobre a proposta de Jesus.

Pense que o caminho que eleger agora, será decisivo para a conquista da sua felicidade ou infelicidade.

Há caminhos aparentemente fáceis de percorrer, até que nos deparemos com os precipícios a que eles conduzem.

E há os caminhos que, em princípio, nos parecem longos e cheios de espinhos, mas que nos levam a um lugar seguro, onde a esperança habita.

Se optamos pelo caminho da corrupção, da vileza, do descaso, da indiferença, da injustiça, chegaremos facilmente ao vazio, ao desespero, ao tédio.

Mas se tomamos o caminho da honestidade, da dignidade, da honradez, chegaremos, com segurança, ao porto da consciência tranqüila.

Se elegemos o caminho da discórdia, da intriga, da incompreensão, da infidelidade, aportaremos no cais da solidão.

Mas se seguimos o caminho da amizade, da sinceridade, da lealdade, do perdão, conquistaremos o oásis de um coração pleno de afeto.

Lembremo-nos de que há caminhos e caminhos... E que, nem sempre, os que parecem mais curtos nos levam a destinos seguros e promissores, do ponto de vista espiritual.

Pense nisso!

Se você elegeu o caminho que conduz à felicidade e se encontra a ponto de desistir da luta, busque forças em Jesus, através da oração.

Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los.

Se os pés estão feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo do alto, que nunca nos falta nas horas difíceis.

E, antes de pensar em tomar os caminhos aparentemente mais fáceis, lembre-se de que o Mestre falou a respeito da porta estreita, e prossiga sem esmorecimento...

Pense nisso!

(Do livro: Momentos Enriquecedores, cap. 06 – O Caminho)

sábado, 2 de maio de 2009

"Ser Diferente é Bom"

Sonia Pessoa, escritora portuguesa e Psicóloga, lançou em Portugal um projeto chamado "Ser Diferente é Bom".
Não há conheço pessoalmente, mas pelo que pude perceber, seu trabalho é bonito e verdadeiro.
O livro é voltado para as crianças, mas adultos também podem o ler.
Nada mais belo do que começar a educar as crianças para um mundo melhor, pois eles serão o futuro de nosso planeta.
Abaixo irei colocar alguns links da escritora sobre os livros. Clique a vontade e leia sobre o projeto.
Espero que gostem.
Abraxos.


Memórias de Um Cão - Peter Mayle

Boy é um cão singular. Capaz de filosofar com talento e humor, leva uma vida feliz para um cão proustiano. “Memórias de um cão”, de Peter Mayle, mostra que ele ama e perdoa sempre, concluindo “errar é humano, perdoar é canino.

DOWNLOAD RAPIDHARE

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Créditos: Blog Livros


GRAHAM HANCOCK - AS DIGITAIS DOS DEUSES

Autor de The Sign of the Seal, que chegou no topo dos mais vendidos na Europa e nos Estados Unidos, o jornalista Grahan Hancock está de volta com um livro polêmico. Em AS DIGITAIS DOS DEUSES, ele mostra que a origem da civilização foi há 15 mil anos, num lugar agora enterrado sob o gelo glacial antártico — e não há 5 mil anos, no deserto africano, como se supunha.

Uma irresistível mistura de um trabalho de investigação histórica, ciência avançada e descobertas recentes, AS DIGITAIS DOS DEUSES revela o quanto temos que aprender sobre o nosso passado e o que ele pode revelar sobre o futuro. Hancock foi atrás dos raros traços sobreviventes dessa civilização perdida e que floresceu antes das grandes culturas egípcia e chinesa. Juntando as peças deste quebra-cabeça cujas peças estavam espalhadas por lugares tão díspares quanto a Antártica (onde foram, por exemplo, encontrados fósseis de palmeira), Egito e América, o pesquisador descobriu evidências de uma civilização tecnológica e culturalmente avançada.

Graham Hancock foi correspondente, na África, dos jornais The Economist e Sunday Times. Suas investigações sobre civilizações perdidas o transformaram em uma celebridade dessa área. Sobre o assunto, produziu ainda programas para a BBC (Inglaterra), CNN (EUA) e para a série National Geografic Explorer.

“Uma incrementada caça histórica de tirar o fôlego. Mas intrigante, divertida e vigorosa o suficiente para fazer você refletir.” — Kirkus Review

“Hancock desafia a história ortodoxa com extraordinárias teorias…sua varredura através da história antiga é audaciosa.” — Daily Mail

5. A trilha inca para o passado
6. Ele veio em uma época de caos
7. Houve, então, gigantes?
8. O lago no topo do mundo
9. O antigo e futuro rei
10. A cidade no Portal do Sol
11. Indicações de antiguidade
12. O fim dos viracochas
13. O sangue e o tempo no fim do mundo
14. O povo da serpente
15. Babel mexicana
16. O santuário da serpente
17. O enigma olmeca
18. Estrangeiros bem visíveis
19. Aventuras no mundo subterrâneo, jornadas às estrelas
20. Os filhos dos primeiros homens
21. Um computador para calcular o fim do mundo
22. A cidade dos deuses
23. O sol, a lua e o caminho dos mortos
24. Ecos de nossos sonhos
28. A maquinaria do céu
29. A primeira tentativa de decifrar um antigo código
30. A árvore cósmica e o moinho dos deuses
31. Os números de Osíris
32. Falando para o futuro
33. Pontos cardeais
34. A mansão da eternidade
35. Tumbas, e nada mais?
36. Anomalias
37. Feito por algum deus
38. Jogo interativo tridimensional
39. O local do início
40. Há ainda segredos no Egito?
41. A Cidade do Sol, a Câmara do Chacal
42. Eras passadas e enigmas
43. Procurando os Primeiros Tempos
44. Deuses dos Primeiros Tempos
45. Obras de homens e de deuses
46. O undécimo milênio a.C.
47. A Esfinge
48. Medidas da terra
49. O poder da coisa
Livro muito interessante (pelo menos pelo que li sobre ele). Achei este em um site chamado Audio Livros em Mp3 Gostei muito do site, muitos livros bons. Recomendo a todos.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Akhenaton: a Revolução Espiritual do Antigo Egito.

Sinopse:

Akhenaton: a Revolução Espiritual do Antigo Egito é o livro que conduzirá o leitor na fantástica viagem ao passado, desvendando a verdade que se oculta atrás de fatos que a História pouco registrou ou que são matéria de especulação entre os arqueólogos modernos. Impressionante por sua mensagem filosófica espiritual, esta obra mediúnica ditada por Hermes e Radamés retrata com fidelidade a trajetória do mais brilhante e enigmático faraó, Akhenaton, o enviado do Cristo, que muito além de seu tempo revolucionou o Egito, dando início à transformação religiosa na crença a um só deus, que abalou os alicerces da sociedade egípcia no século XIV antes de Cristo. Da extinta Atlântida, há doze mil anos, a Moisés, novo profeta do Deus único, aqui está registrada uma instigante história que o leitor nunca ouviu.

Dados Técnicos:

Editora: Conhecimento
ISBN: 8576180715
Ano: 2005
Edição: 3
Número de páginas: 448
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

terça-feira, 28 de abril de 2009

Giselle: a Amante do Inquiseidor.

Sinopse:

Na Espanha, no tempo da Inquisição, quando o poder da Igreja era quase absoluto, um inquisidor, em sua luta para obter mais poder, e a pretexto de "salvar as almas do pecado", pratica toda sorte de crimes. Sua amante, uma linda e ambiciosa mulher, une-se a ele, urdindo ciladas para as pessoas a quem ele deseja condenar. Assim tornou-se cúmplice dos crimes que o amante praticava. Encontrou, porém, um homem que a despertou para um grande amor, inspirando-a a mudar de vida. Haveria tempo para ela fazer isso ou seria tarde demais? Você encontrará a resposta na emocionante história de Giselle: a Amante do Inquisidor.

Dados Técnicos:

Editora: Vida e Consciência
ISBN: 8577220079
Ano: 2007
Edição: 1
Número de páginas: 384
Acabamento: Brochura
Formato: Médio