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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Belinha e o Câncer.


Acho que muitos perceberam minha ausência, tanto aqui no Blog, como no Facebook.
Não fui bem claro sobre os motivos que fizeram com que eu tomasse essa decisão, mas acredito que agora entenderão.
Não comentei nada sobre esse assunto até agora, porque eu mesmo ainda não tinha "aceitado" o fato em si.
Belinha vem a meses tendo problemas de saúde, mas foram nesses últimos dois que piorou bastante.
Estamos indo sempre a Clínica Veterinária, pois ela precisará tomar medicamentos todos os dias.
O câncer de mama se espalhou pelo corpo. Já chegou aos pulmões, onde não há como ser operada.
Ela também está com um problema no coração, ele está grande e como sua caixa toráxica é pequena, está tendo dificuldade em respirar.
O coração grande, não deixa com que os pulmões inspirem oxigênio suficiente, o que faz sua respiração ser rápida...
Ela também está com pneumonia e seus rins começam a falhar.
Esta semana que passou foi uma das piores...
Ela não se alimentava, só bebia água e só veio fazer xixi depois de novos exames e novos remédios.
Ela está sendo cuidada por dois excelentes veterinários, os donos da clínica aonde vamos a mais de 12 anos.
Belinha está com 12 anos por sinal, em idade humana isso equivale 70 anos.
Os médicos deixaram bem claro que não há cura e que daqui para frente, sua saúde só irá piorar e o óbito é inevitável.
Ela está bem fraquinha, anda pouco e já fazem cinco dias que não se alimenta.
Eu não sei bem explicar como ando me sentindo, pois meus pensamentos e meus sentimentos estão um pouco contraditórios!
Apenas decidi que nesse momento, não vou deixar a tristeza tomar conta de minhas emoções.
A morte física, faz parte da vida de tudo que é vivo.
Então, quero aproveitar todos estes momentos que tenho com ela.
Fazer carinho, beijar muito, dormir junto, mimar muito...
E quando o dia da passagem chegar, ai creio que a dor da separação falará mais alto, mas ao mesmo tempo, estarei feliz por ela se separar desse corpo físico, onde ela está a sofrer muito.
Eu tenho muita fé em Deus e sei que nada acontece por acaso.
Acredito que muitas vezes não entendemos o "por quê" de certas coisas acontecerem, mas creio que tudo entenderemos um dia. Seja aqui na Terra ou no Plano Espiritual.
Pingo e Hiro estão ótimos, graças à Deus, apenas Belinha mesmo que requer muita atenção e cuidados, o que faço com muito amor e carinho.
Eu creio que muitos irão entender que para mim é como minha filha e como nunca tinha passado por isso, entendem que mexe muito com nosso emocional.
Enfim, não há muito o que escrever além disso...
Peço desculpas por não escrever a cada um de meus amigos(as) em mensagens privadas, mas acredito que possam compreender.

Abraços!!!




quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Japão divulga novo mapa com locais de risco de forte terremoto

Foto: Reprodução
As cores mais escuras no mapa indicam as áreas com maior risco de um terremoto acima de 6 graus nos próximos 30 anos. As cores mais claras também indicam possibilidade, mas em menor risco. Ou seja, todo o Japão pode ser atingido, em maior ou menor escala

O governo japonês divulgou nesta sexta-feira (10) novas projeções sobre terremotos, incluindo um mapa que mostra as áreas de maior risco, informou o jornal Nihon Keizai.

Uma comissão do governo responsável em investigar terremotos concluiu, em um novo estudo, que aumentou a possibilidade de ocorrerem abalos acima de 6 graus na escala japonesa (que vai até 7) nos próximos 30 anos.

O estudo cita a possibilidade de ocorrerem terremotos de grande intensidade em todo o Japão, principalmente em uma área extensa banhada pelo Oceano Pacífico, desde a região Kanto até Shikoku, com base em dados das placas tectônicas que se movimentam sob o território japonês.

No novo relatório, os pesquisadores citaram que o risco aumentou notadamente em algumas cidades, como Azumino (Nagano), com possibilidade de 29,5 por cento. O aumento foi de 10,4 por cento em relação ao estudo anterior, de 2014.

Em Shizuoka (capital da província), a possibilidade de ocorrer um terremoto acima de 6 graus nos próximos 30 anos é de 68 por cento; em Tsu (Mie), 62 por cento; em Kochi, 73 por cento e em Nemuro (Hokkaido), 63 por cento. O aumento nesses locais foi de 2 por cento.

Em outras cidades com mais riscos, a possibilidade é de 85 por cento em Chiba, 81 por cento em Yokohama (Kanagawa) e Mito (Ibaraki), 47 por cento em Tóquio, 45 por cento em Nagoia (Aichi) e 55 por cento em Osaka. Não houve um aumento considerável nessas cidades.

Segundo o governo, a divulgação do estudo não tem a intenção de alarmar a população. Os dados servem para que as autoridades regionais adotem medidas apropriadas de prevenção contra desastres naturais.


Créditos: Masamichi Maeda

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Incapaz


Andy Foster tem quarenta e cinco anos. É autista e garçom num restaurante da Inglaterra.
Quando alguns clientes se sentiram incomodados com sua presença, como se tivessem algum problema em serem atendidos por ele, o dono do estabelecimento tomou uma atitude radical.
Escreveu uma carta e postou numa rede social:

Hoje passamos o dia reconstruindo a autoestima de um dos membros da nossa equipe, depois dele ter sido desrespeitado e discriminado ao servir uma mesa, no jantar de ontem à noite.
“Qual é o problema dele?” E “por que você deu este trabalho para ele?” - Os clientes perguntaram...
Aqui em nosso restaurante, nós contratamos nossos funcionários com base na experiência e paixão pelo trabalho...
Não contratamos pela cor da pele, pela aparência, pela quantidade de tatuagens, pelo tamanho das roupas, pelas crenças religiosas ou por doenças. Nós não discriminamos!
Mas se você faz isso... Então, por favor, não reserve uma mesa conosco. Você não merece nosso tempo, esforço, nem respeito!

* * * * * * * * * * * *

Ainda trazemos vícios antigos na alma.
Por que homens e mulheres recebem remunerações diferentes ao realizarem o mesmo trabalho, ao ocuparem o mesmo cargo?
Por que pessoas idosas não podem trabalhar?
Por que nos utilizamos do termo incapaz, referindo-nos à pessoa com deficiência?
Incapaz do quê? De realizar certas tarefas?
Reflitamos: será que todos nós não somos ainda incapazes de muitas coisas? Como Espíritos em desenvolvimento na Terra não temos muitas lacunas intelecto-morais?
Alguns de nós, vendo alguém tocando alguns acordes de uma música num instrumento qualquer, afirmamos: Não sou capaz de tocar nem uma campainha!
Outros não temos jeito algum para trabalhos manuais.
Outros, ainda, não entendemos uma vírgula das notícias sobre economia, bolsa de valores, câmbio, etc.
E somos chamados de incapazes por isso? Seria uma grande ofensa, no mínimo.
Assim, debruçando nosso olhar para esses que são considerados especiais, perceberemos que eles podem ter muita dificuldade em certas áreas; que aprendem com mais vagar. Entretanto, ao mesmo tempo, fazem muitas outras coisas com maestria, até com virtuosismo.
São capazes de atender uma mesa num restaurante com mais simpatia e alegria do que muitos dos chamados normais;
são capazes de realizar tarefas com extrema atenção, com capricho – algo muito difícil de se encontrar em funcionários, no geral;
são capazes de cozinhar, de ministrar uma aula, de atuar e de tudo que possamos imaginar. Mais ainda, são capazes de nos fazer acreditar no poder da persistência, do esforço e da resignação. Eles nos ensinam muitas coisas.
Pensemos bem. Reflitamos um pouco mais da próxima vez que ouvirmos o termo incapaz ou quando percebermos qualquer tipo de discriminação com quem quer que seja.
Por fim, sejamos nós aqueles que abramos portas para eles, para que deixem de ser excluídos em nossa sociedade e possam ter uma vida plena.
Não permitamos que nosso preconceito nos transforme em verdadeiros incapazes.

Redação do Momento Espírita, com base em fato.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

3 bebidas para desintoxicar o organismo e tratar o fígado gordo


Alimentos processados, como os fast-foods, podem gerar uma série de problemas de saúde.

O fígado é o que mais sofre quando consumimos esses industrializados.

Comprometido, o órgão acaba não funcionando como deveria, o que sobrecarrega todo o organismo, causando muitos distúrbios e doenças.

Para resolver o problema, basta uma boa receita de desintoxicação.

Por isso, ensinaremos, neste post, a fazer três bebidas eficazes na limpeza do organismo.

1.Bebida de açafrão

Ela desintoxica o fígado, elimina as toxinas do intestino e previne cálculos biliares.

INGREDIENTES

1/2 colher (chá) de açafrão em pó ou ralado

1/2 colher (chá) de gengibre ralado

1 limão (espremido)

1/2 xícara de água

3_bebidas_-_desintoxicar_e_figado_gordo.jpg

MODO DE PREPARO

Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba.

2. Chá verde

Ele é poderosíssimo na hora de desintoxicar o corpo, graças aos seus antioxidantes.

INGREDIENTES

Sumo de meio limão

1/2 xícara de chá verde (frio)

1 banana

MODO DE PREPARO

Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata.

3. Suco de pepino, maçã, limão e salsa

Além de eliminar as toxinas, nos ajuda aumentando a nossa disposição.

INGREDIENTES

Metade de um pepino médio (sem a casca)

O suco de 1 limão espremido na hora

1 punhado de salsinha

1 maçã (sem casca se não for orgânica)

1/2 copo de água

MODO DE PREPARO

Coloque todos os ingredientes num liquidificador e faça seu suco natural.

Beba imediatamente para desfrutar melhor dos benefícios.

Repita o procedimento 2 ou 3 vezes ao dia, bebendo apenas um copo de cada vez.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui o trabalho de um especialista. Consulte sempre seu médico.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

4 simples remédios caseiros para rachaduras nos pés


O número de pessoas com rachaduras nos pés parece ser cada vez maior.

O que causa o problema?

Nossos pés são vítimas de ressecamentos e necessitam de muitos cuidados.

E fatores como alergias a sandálias de plástico ou produtos químicos podem ocasionar rachaduras tão intensas que chegam a doer e sangrar.

Quem sofre com esse problema sonha com pés macios e suaves.

Uma corrente de médicos naturalistas defende a tese de que, por trás do problema, podem estar questões mais sérias de saúde, como alterações na tireoide e excesso de acidez no sangue.

Enfim, seja qual for o motivo, este é um problema muito chato e comum.

Ainda bem que podemos resolvê-lo facilmente com estas excelentes caseiras:

1. Leite e bicarbonato de sódio

Nesta receita, você vai utilizar 2 ou 3 copos de leite e um pouco de bicarbonato de sódio.

Coloque o leite para esquentar (o leite também pode ser em pó).

Em seguida, despeje-o na bacia que vai colocar seus pés.

Mergulhe os pés no leite por 5 minutos.

Feito isso, jogue nos pés (com eles ainda mergulhados no leite) um pouco bicarbonato de sódio e massageie-os levemente.

Descanse os pés no leite por mais 5 minutos.

Depois, é só enxugá-los com uma toalha.

2. Pasta de arroz

Moa um punhado de arroz até obter uma farinha fina e adicione algumas colheres de mel e vinagre de maçã o suficiente para obter uma pasta grossa.

Para moer o arroz, basta colocar num pacotinho e bater com o martelo até virar pó ou bater no liquidificador.

Se as rachaduras forem muito profundas, adicione uma colher de azeite de oliva.

Mergulhe os pés em água morna por 20 minutos e faça uma massagem suave com essa pasta.

Pode deixar a pasta nos pés, só tire o excesso.

Se o pé estiver com a pele muito grossa, à medida que for sarando, dá para ir lixando até que fique fininho e curado.

3. Mel e azeite

Você vai precisar de um xícara de mel, duas colheres (sopa) de azeite de oliva e de água morna.

Coloque uma quantidade de água morna numa bacia - de maneira que seja possível cobrir os pés.

Acrescente o mel e o azeite na água e misture.

Mergulhe os pés na água por 20 minutos e depois massageie.

Caso a pele esteja muito grossa, à medida que for sarando, você pode lixar para deixar o calcanhar mais fino.

4. Mel e óleo de coco

Misture duas colheres (sopa) de mel e duas colheres (sopa) de óleo de coco.

Adicione umas gotinhas de óleo essencial de lavanda (vende-se em lojas de produtos naturais; mas, se não encontrar, faça mesmo sem este ingrediente).

Misture bem tudo e aplique nos pés.

Calce um par de meias ou envolva os pés com papel-filme.

Faça isto sempre à noite, durante dez dias ou até que melhore por completo.

Depois, faça manutenção preventiva, aplicando duas vezes por semana.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.


sexta-feira, 3 de junho de 2016

Dr.Google: cuidado com o seu uso


Nos dias de hoje, todos os profissionais, especialmente os da área da saúde, sofrem do mal do Dr. Google. Você deve estar se perguntando o que é este mal, certo? Não é necessariamente algo ruim, pode até ter efeitos positivos e importantes se bem utilizado. Atualmente, como a grande maioria da população, especialmente a mais jovem, tem acesso à internet, sempre que surge uma dúvida, antes mesmo de procurar um profissional de saúde, o internauta não resiste e dá uma “checadinha” nas ferramentas de busca da internet, sendo que a mais procurada é o Google, na tentativa de antecipar esclarecimentos sobre a doença ou distúrbio que o animal está apresentando.
A questão é que a população leiga não tem como absorver (no sentido de compreender) as informações ali contidas de forma clara e objetiva criando, na maioria das pessoas que têm este hábito, uma condição de importância para o problema que pode ser aquém do que deveria ter em relação à situação. É comum chegar ao consultório proprietários de animais transtornados porque tiveram acesso à informações inadequadas de uma doença que, muitas vezes, nem tinha tanta gravidade. O inverso também pode acontecer, ou seja, donos de pets podem deixar de levar seu animal ao médico veterinário por terem buscado na internet os sintomas e associarem com doenças que julgam pouco importantes.
O problema do Google Geral, como também pode ser chamado, é que nem sempre as informações que aparecem em sua tela são de qualidade ou confiáveis, pois a internet aceita tudo, não possui um filtro de informações. Quanto ao Google Acadêmico a situação é pior, pois ainda que as informações sejam confiáveis, são acessadas através de trabalhos ou publicações científicas, sendo que estes exigem uma análise muito técnica para a sua compreensão. Para um leigo, o acesso a tais textos pode levar a um julgamento ou ideia equivocada sobre o tema em questão.

E quanto ao lado bom, existe?
Sim, existe. Atualmente os profissionais têm que estar não somente bem formados com relação às suas especialidades, mas também informados e atualizados, pois com certeza o cliente internauta, assim que puder, vai testar o seu conhecimento. Por isso, meu conselho é: se seu pet está doente ou com alguma alteração de comportamento, corra para um médico veterinário e não confie apenas na internet para dar o diagnóstico da doença de seu animal. Afinal, sua responsabilidade é grande, e pode lhe custar uma vida! Pense nisso.

Dr. Marcos Eduardo Fernandes
Médico veterinário homeopata
www.marcosfernandes.vet.br
meduardo@usp.br
CRMV- SP 7.287

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Higienização auricular: mais que uma prova de amor


Ter um animalzinho em casa é uma grande responsabilidade, principalmente no quesito saúde. Tanto o cachorro quanto o gato estão sujeitos a vários microrganismos que causam doenças como a otite, uma inflamação no ouvido que, quando não tratada corretamente, pode levar à surdez. Naturalmente, os ouvidos de cães e gatos apresentam bactérias e fungos que em condições normais não trazem dano algum. Mas o aumento de umidade, a falta de ventilação adequada, irritações ou traumas são fatores que contribuem para a proliferação de bactérias e fungos e, consequentemente, o aparecimento dessa inflamação. A simples limpeza pode prevenir a otite. Já nos casos mais graves, a técnica de lavagem otológica faz-se necessária. Nos casos crônicos é necessário o uso de medicação apropriada e, somente em algumas situações, a cirurgia torna-se uma opção.
Entre as causas que podem levar à otite estão o excesso de produção de cera no ouvido e também alergias e doenças de pele. Entretanto, não há motivo para pânico, pois existem alguns cuidados específicos que, se seguidos, podem prevenir e proteger nossos pets de tais problemas. São eles:

- Na hora do banho, proteja os ouvidos do seu animalzinho com um chumaço de algodão seco. O objetivo é evitar a entrada de água no conduto auditivo, ambiente ideal para proliferação de bactérias e fungos.

- Evite arrancar os pelos que nascem no interior dos ouvidos (prática comum em alguns locais de banho e tosa).

- Promova limpeza para a retirada do excesso de cera com produtos apropriados uma vez por semana ou a cada 15 dias, que pode ser realizada após o banho. A limpeza deve ser feita com a aplicação de um produto próprio para esta finalidade (um ceruminolítico), produto este que vai agir dissolvendo a cera, ajuda a reduzir a umidade, hidratando o conduto e tirando o mau cheiro; a limpeza deve ser feita 10 minutos após a aplicação do produto, com um algodão no dedo que é introduzido no canal auditivo para remover o produto e a cera dissolvida; faça suaves movimentos de rotação para a limpeza do conduto. Com algodão e o dedo você nunca machucará seu amigo. NUNCA use hastes flexíveis, porque você pode machucá-lo!

- Fique atento aos sinais iniciais da otite: coçar a região do ouvido e sacudir a cabeça com frequência.

- Consulte um veterinário que irá identificar a causa da doença e indicar uma medicação de uso tópico (no interior dos ouvidos), que pode ser complementada por medicação oral, caso seja necessário. O exame citológico é primordial para o tratamento da doença.

Dr. Aristeu Pessanha Gonçalves – Clínica, Cirurgia Geral e Saúde Pública.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Relógio felino: orientação sem hora marcada


A complexidade da linguagem humana nos permite uma gama igualmente complexa de pensamentos, inclusive os mais abstratos. Podemos categorizar informações e agrupá-las seguindo critérios que nos fazem sentido, podemos planejar nosso futuro, por exemplo, na quinta-feira às 14h00.
Sem uma linguagem sintática como a nossa, os animais têm seu pensamento muito mais preso ao concreto, ao imediato. Então, um gato é capaz de planejar meticulosamente a captura de um rato, mas, para ele, não faz muito sentido planejar o que fará no próximo mês, ou ter a consciência de que está estressado e planejar tirar férias no meio do ano. Então, como o gato marca a passagem do tempo? O tempo faz sentido para um gato?

Relógios biológicos

Os gatos, como todos os outros animais, inclusive os seres humanos, possuem relógios internos que acompanham a passagem do dia e das estações, que influenciam muitos comportamentos.
As alterações diárias de luz estão relacionadas com a rotação da terra em seu próprio eixo, produzindo os períodos do dia e da noite. Elas influenciam comportamentos como os períodos de sono e vigília, regulação térmica, produção de hormônios e os processos digestivos.
A genética de cada espécie animal determina de que forma elas serão afetadas. Os gatos sempre serão animais noturnos, sempre serão mais ativos durante a noite e vão preferir se alimentar ao entardecer e ao amanhecer. É muito provável encontrar um gato dormindo no meio da tarde. Ele não precisa olhar no relógio que está na parede para saber quando é hora de dormir ou de comer. Ele acerta seu relógio interno com as horas através da luz do dia.
As alterações sazonais da quantidade diária de luz estão relacionadas com o movimento anual da terra ao redor do sol, produzindo dias mais longos no verão e mais curtos no inverno. Quanto mais próximo estivermos das regiões polares, maior será a influência da sazonalidade no comportamento dos bichanos. As fêmeas felinas entram no cio principalmente na primavera e no verão, quando os dias são mais longos, bem como os machos têm uma maior produção de testosterona neste mesmo período. Aqui o relógio interno diz que é hora de procriar.

Aprendizado por associação

Uma forma de planejar o futuro é pensar em eventos que se repetem periodicamente, por exemplo, toda terça, uma vez por mês, ou todas as manhãs. Para que um gato possa perceber a repetição de um evento, tem que associá-lo a algum acontecimento ou situação que se repete junto com esse evento. Além disso, é necessário que o evento faça sentido para o gato, que seja do interesse dele.
O interesse de um gato por um evento depende das relações sociais que ele estabelece com seu dono, com as visitas e com outros animais.
Um macho não castrado que gosta de sair para encontrar ou brigar com outros gatos durante a noite estará desesperado para sair de casa quando anoitece, afinal, está na hora de encontrar os “amigos”. Um gato castrado pode não ter esse hábito e, embora ele também perceba o anoitecer, ele não tenta sair de casa.
Os eventos que ocorrem com periodicidade podem servir como dicas para o gato: saída para o trabalho, retorno à casa, cozinhar as refeições, ir à academia, à escola ou presença semanal de uma faxineira. Por exemplo, um gato pode perceber o final de semana porque seu dono não sai para o trabalho ou porque ele acorda muito cedo durante a semana e dorme até mais tarde no fim de semana.
Se o alimento do gato fica guardado no armário da cozinha, é bastante provável que o gato vá para este ambiente sempre que você toma o café da manhã ou prepara o jantar.
Se o gato não gosta das mudanças que o dia de faxina provoca na casa, você perceberá que neste dia ele “desaparece”. Fica entocado em um canto e não sai de lá. Por outro lado, se uma das funções da faxineira nesse dia for alimentar o gato, pode ser que ele comece a esperar por ela na porta.

Todas as manhãs das quartas-feiras faço o adestramento de dois cães em uma casa com sete gatos. Este é o único dia da semana no qual a proprietária não vai à faculdade pela manhã. Uma das gatas, que adora participar da aula, apenas neste dia, fica grudada nos cães. Sempre que chego, ela está ao lado deles e acompanha toda a aula.
Claro que este raciocínio não necessariamente é consciente por parte da gata; ela simplesmente se dá conta que estou para chegar e fica junto com os cães.
Perceber quando um gato se dá conta ou não da repetição de um evento no tempo não é uma tarefa muito fácil, pois, mesmo que ele perceba que um determinado evento ocorre em um determinado dia, se aquele evento não for do seu interesse, ele não mudará em nada seu comportamento.
Os outros seis gatos da casa não mudam seu comportamento no dia em que os cães são adestrados. Eles podem ou não ter percebido que estou para chegar naquele dia, mas, mesmo que tenham percebido, não alteraram seus hábitos em função disso.

Claudia Terzian é veterinária, faz parte da Cão Cidadão e ministra aulas de adestramento em Curitiba-PR.
www.caocidadao.com.br
cterzian@terra.com.br

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Você sabia que a partir dos 5 ou 7 anos seu pet já é idoso?


Com a idade, cães e gatos precisam de cuidados especiais, pois seus órgãos não funcionam como antes

Aos sete anos de idade gatos e cães de pequeno e médio porte já são considerados senis. Para as raças gigantes, a senilidade chega mais cedo, a partir dos cinco anos de vida. Assim como ocorre com a saúde dos humanos na terceira idade, cães e gatos idosos necessitam de cuidados especiais, pois seus órgãos não funcionam com a mesma eficiência da juventude. Segundo a Dra. Elaine Pessuto, médica veterinária e diretora do CETAC - Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária, é nesta fase de vida que a realização de exames deve ser mais constante. “Os check-ups devem ser feitos em qualquer idade, porém, com o passar do tempo, a frequência deve ser alterada. Dessa forma conseguimos descobrir doenças crônicas precocemente e tratá-las a tempo”, revela a médica veterinária.
A regularidade depende da predisposição racial ou da existência de alguma doença, mas em caso de animais saudáveis, o recomendado é pelo menos a cada seis meses.
Cuidados com a nutrição, com o funcionamento do coração, do sistema hepático e renal devem ser encarados como uma necessidade neste período da vida do animal. “Com o passar do tempo, os nossos velhinhos vão adquirindo necessidades diferentes, seus órgãos vão envelhecendo e suas funções podem ficar deficientes. Muitos animais possuem problemas de coluna ou articulares, que doem mais no inverno, por exemplo. Assim, toda e qualquer mudança no comportamento ou mesmo na rotina dos animais deve ser comunicada ao veterinário. Ele será capaz de orientar quanto ao manejo ou até mesmo quanto ao tratamento de problemas crônicos”, alerta a Dra. Elaine Pessuto.
Embora benéficos para a saúde em qualquer idade, os exercícios devem sofrer alterações, principalmente em casos de animais com problemas ortopédicos. “Cães com problemas ósseos, articulares e cardíacos devem ter sua condição avaliada e sua disposição também. O cão não deve ser forçado ou exposto ao excesso”, ressalta.
Além dos exames e da rotina de exercícios, a alimentação é outro fator que merece atenção em pets senis. “É importante evitar fontes excessivas de gordura e proteína e lembrar sempre que cada indivíduo é único e, como tal, deve ser acompanhado, ou seja, existem dietas, tratamentos e manejo específicos para cada problema. Devemos buscar o envelhecimento saudável do nosso cão ou gato. Isso é mais uma prova de amor e cuidado”, finaliza a Dra. Elaine Pessuto.

domingo, 10 de abril de 2016

Sabor da Vida - Filme Japonês


Sinopse:

Não recomendado para menores de 14 anos

Sentaro (Masatoshi Nagase) dirige uma pequena padaria que serve dorayakis - bolos recheados com pasta doce de feijão vermelho. Quando uma senhora de idade, Tokue (Kirin Kiki), se oferece para ajudar na cozinha, ele relutantemente aceita. Mas Tokue prova ter mágica em suas mãos quando se trata de fazer "AN". Graças à sua receita secreta, o pequeno negócio logo floresce e, com o tempo, Sentaro e Tokue abrem seus corações, revelando velhas feridas.



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Eu, Wilson, particularmente gostei muito do filme.
Me fez pensar o quanto não sabemos sobre "os outros".
Histórias de vidas sofridas, de uma forma que nunca poderíamos imaginar...

domingo, 3 de abril de 2016

Kefir - Japão


Olá!
Já fiz duas postagens sobre kefir aqui no blog e tudo começou porque ganhei da minha tia Rosa em dezembro um pouco desses grãos.
Ela me ensinou como fazer, mas disse para eu procurar na net sobre os grãos caso tivesse alguma dúvida.
É claro que tive e lá fui eu no youtube e Google tirá-las.
Como tem coisa na internet sobre kefir e nem imaginava que era algo tão antigo... rs
E também, como cada um fala ou escreve uma coisa...
Realmente fica difícil saber o que se deve ou não fazer...
Acho que a única coisa em comum que todos dizem é que não se deve usar nada de metal para se lidar com o kefir... rs
Tenho que confessar que eu mesmo "odiei" o kefir no começo...
Aquele cheiro é muito desagradável...
O sabor então...
Eca! rs
Então eu comecei a dar para minha filha de quatro patas rs, a Belinha.
Ela é super chata para comer e eu não aguentava mais amassar e misturar tofu na comida dela para ela comer...
Ela amou kefir...
O único problema é que ela gosta dele tipo iogurte grego! Ou melhor, tem que ficar peneirando para tirar o soro! rs
Mas, sem querer, outro dia comprei um leite diferente do que costumo comprar e para minha surpresa, o kefir ficou mais concentrado e quase sem cheiro.
E como algumas pessoas anda me perguntando sobre como fazer kefir...
Aqui vai minha dica...
A maneira é a normal...
Misture os grãos de kefir com o leite e deixe descansar de 12 à 24 horas...
Ele ao passar das horas, vamos perceber que o soro do leite se separa do kefir...
Com esse leite não tive dificuldade de tirar apenas o kefir e os grãos sem que se misturassem ao soro...
Ai jogo fora o soro, peneiro o kefir bem e pronto!!!
Ah! E o leite que estou usando é do da imagem do começo da postagem!!! rs 
Só um detalhe, não sei se foi o kefir, mas só sei que a Belinha emagreceu!!!

quarta-feira, 16 de março de 2016

O que é o Kefir


Para se produzir kefir é necessário conseguir primeiro os grãos de Kefir que contém uma variada flora de microorganismos benéfica ao ser humano.

Uma vez obtidos os grãos de Kefir pode-se ter kefir em casa para sempre, basta cultiva-los ou até mesmo guarda-los em condições especiais por longos períodos quando não estiverem sendo consumidos.

O Kefir para nosso consumo é o leite fermentado por algumas horas com grãos de Kefir, podemos ingerir os grãos também, mas normalmente preserva-se os grãos para a produção de mais Kefir.

Devemos ter em mente que o Kefir é diferente do iogurte, yakult, coalhadas caseiras e similares.

Pessoas tem tentado gerar os grãos de Kefir em casa e o máximo que conseguem é uma coalhada.
O Kefir foi criado na antigüidade e até hoje é desenvolvido sob condições particularmente quase impossíveis de serem repetidas na maioria das nossas residências atuais.

Para se gerar os grãos de Kefir "do nada" hoje em dia seria necessário simular um "ambiente" propício para seu surgimento, como foi feito a mais de 4.000 anos atrás, o que seria extremamente complexo e difícil para a maioria de nós, portanto será muito mais econômico e prático ganhar os grãos do que tentar fazer.

O Kefir é de difícil industrialização e atualmente no mundo existem diversos estudos para poder industrializar, veja nos links abaixo o Kefir em alguns países onde já existe a utilização, industrialização e/ou estudos:





O Kefir pode ser refrigerado para consumo, mas não pode ser colocado no congelador, freezer ou submetido a temperaturas abaixo de 0°C (zero grau centígrado) porque perderá microorganismos que perecerão.

No trato gastrointestinal de crianças recém nascidas são naturalmente encontrados diversos microorganismos contidos no Kefir, com o passar do tempo e também porque provavelmente paramos de consumir muito leite, perdemos esses microorganismos, e eles praticamente só podem ser reencontrados no Kefir.

Composição do Kefir:

O grão de Kefir é um agrupamento gelatinoso polissacarídeo que tem vários microorganismos em simbiose, e sua complexidade ainda não foi completamente decifrada pela ciência.
Basicamente o Kefir contém:
8 leveduras, 2 bactérias acéticas, cerca de 16 lactobacilos, cerca de 9 streptococci/lactococci, ácido fólico, ácido pantotênico, biotina(vitamina B), cálcio, carboidratos, fósforo, gordura, lactase, magnésio, niacina (vitamina B3), potássio, proteínas, pyridoxina (vitamina B6), triptofano, vários outros aminoácidos benéficos, vitamina B12, vitamina K.

Fonte: Kefir.com.br

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Pesquisa mostra que passar um tempo fora de casa faz bem à saúde dos cachorros


Está comprovado: passeio faz bem e reduz o estresse. Não, não estamos falando de você. Estamos falando do seu cão.

Em uma pesquisa, cientistas britânicos avaliaram os indicadores de estresse de 29 cães. Em casa e em um hotel para cães, os pesquisadores mediram os níveis dos hormônios de estresse (corticosteroides) e epinefrina (adrenalina), assim como o comportamento deles (inquietação, agitação, bocejos), e a saúde física (pele, temperatura do corpo e nariz, alimentação).

O resultado revela que o pet tem níveis de excitação maior quando está fora de casa. Com isso, os níveis de cortisol aumentam, é verdade, mas não quer dizer que estejam estressados. Pelo contrário, nos canis ou hotéis a empolgação e os exercícios físicos são elevados. Isso derruba o mito que o estresse maior longe de casa.

Sair da rotina faz bem não só para você!

Fonte: PetMag

domingo, 21 de dezembro de 2014

Como tratar a micose em gatos



Tudo sobre micoses em gatos, aprenda um pouco sobre os tratamentos, saiba como diagnosticar e como tratar o ambiente. Veja também, algumas curas naturais que podem aliviar os sintomas das micoses em gatos

O que é micose?

A micose é causadas por fungos e pode ser considerada uma das infecção de pele que mais frequentemente acometem os gatos. Os fungos são um grupo de parasitas microscópicos. Estes organismos são chamados dermatófitos que de forma simplificada, podemos dizer que se tratam de “plantas” que vivem sobre a pele. Na verdade, existe um grupo com três gêneros de fungos que são conhecidos como dermatófitos, eles causam infecções dermatológicas tanto em animais quanto em humanos que são chamadas de dermatofitoses.

E existe mais de um tipo de fungos que provocam micose em nossos gatos?

Os gêneros das formas anamórficas dos principais fungos que acometem os gatos são:

Microsporum canis – transmitida de gato para gato ou de um cão para um gato
Microsporum gypseum – geralmente gatos infectam-se devido ao solo ser contaminado
Trichophyton mentagrophytes – geralmente gatos infectam-se através de contato com roedores, também é a forma mais comum de micoses em gatos.

Os dermatófitos causam infecções na pele, pelagem e unhas devido à sua característica de alimentar-se da matéria queratinizada. Estes micro organismos acabam colonizando os tecidos do animal, exatamente por estarem buscando pela queratina e causam inflamação como resposta do organismo do gatinho, ou seja, a inflamação é uma reação bioquímica do metabolismo do animal. Geralmente a micose atinge a camada superior da epiderme, que está em constante renovação. Estes fungos tem uma grande dificuldade de penetrar nos tecidos vivos de gatos que estejam com o sistema imunológico respondendo normalmente.

O que causa micose em gatos?

Como já podemos perceber até aqui, as infecções fúngicas que acometem os gatos, como o próprio nome diz, são causadas por fungos e são muito mais comuns do que muita gente pensa. A maioria delas é bastante contagiosa e não é transmitida apenas de um gato para outro gato, mas também pode ser transmitida por roedores ou até mesmo de pessoas para gatos e vice versa. Fungos que causam a micose podem também viver na terra, na grama, em pisos, em pentes, em toalhas, em tapetes e carpetes, em plantas e na própria pele e pelos dos bichanos e outros animais.

Algum gato pode estar mais suscetível a pegar micoses do que outro?

Qualquer animal está sujeito a desenvolver micoses, no entanto, principalmente animais mais novinhos, costumam estar mais sujeitos a desenvolver micoses, exatamente por ainda não terem um sistema imunológico bem desenvolvido. Também é mais comum que animais idosos ou gatinhos que por algum motivo, estejam com resistência baixa, tenham maior probabilidade de ter micose de pele. Em geral gatinhos imunodeprimidos são basicamente mais vulneráveis a desenvolver micose. Gatos de pelagem longa também são mais propensos a desenvolver micose do que os gatos de pelagem curta. Evite submeter seu bichano a situações de stress, esta também é uma das condições que podem diminuir a imunidade de seu peludo e acabar possibilitando o surgimento de doenças incluíndo a micose.

Muitos gatos são portadores assintomáticos de Trichophyton mentagrophytes, mas devido a seus organismos estarem imunocompetentes, não apresentam micoses. Muitas infecções fúngicas em felinos, na verdade são transmitidas para os gatinhos à partir de contato com pessoas infectadas e é importante que essa possibilidade não seja subestimada, porque quando a micose não é tratada o mais cedo possível, pode tornar-se muito inconveniente para seu felino, causando grande incomodo, coceira, feridas e além de demorar muitas semanas para desaparecer completamente.

Como faço para saber se meu gato está com micose?

Para reconhecer se seu gatinho está sofrendo de micose, observe as regiões onde seu gato apresenta perda de pelos. Normalmente estas regiões tem aspecto de manchas circulares com perda de pelagem e ficam em regiões como pescoço e dobrinhas, como virilhas e axilas, interior dos dedinhos e regiões internas das coxas, mas também podem ocorrer em outras áreas do corpo de seu gatinho. Fique atento basicamente a falta de pelos, mesmo que não haja necessariamente marcas vermelhas e coceiras. Outros sinais podem ser: seborreia seca (um tipo de caspa), pele seca, onicomicose que é quando acontece a infecção das unhas, também causada por fungos que se alimentam da queratina das unhas. Gatos que estão sofrendo de micose fúngica, tendem a coçar e lamber a região infectada de forma bastante repetitiva. Caso seu felino esteja apresentando estes sintomas, falta de pelos e coceira, possivelmente ele deve estar com micose. Neste caso, é sempre muito importante que você leve-o imediatamente ao veterinário para fazer uma consulta, a única pessoa capaz de confirmar se o que seu gatinho tem é micose ou outro tipo de problema é um veterinário, após fazer exames e todas as verificações necessárias.

Micose em gatos é contagiosa?

Sim, também como já comentamos anteriormente, a micose é altamente contagiosa e a Microsporum canis em particular, pois tem como característica propagar-se de gato para gato, gato para cachorros, podendo também serem transmitidas de seu pet para sua família e vice versa.

Como meu gato pode ter pego micose?

Seu gato certamente esteve exposto de forma direta a um ambiente contaminado, a um objeto contaminado, ou a um outro animal ou pessoa contaminados, no entanto, nunca é demais repetir que gatos que desenvolvem micoses provavelmente tem algum problema imunológico subjacente e portanto é imprescindível que você consulte seu veterinário para verificar mais aprofundadamente como anda a saúde de seu peludo.

Como prevenir a micose em meu gato?

Após os banhos seque sempre muito bem seu peludo, principalmente nas dobrinhas, embaixo dos braços e nas virilhas e não esqueça da importância de secar entre os dedinhos das patinhas. Ficar com a pelagem molhada por muito tempo pode ser um problema para seu bichano. Evite também durante o banho, o contato prolongado com água, shampoo e sabão, estes produtos podem abalar as defesas naturais da pele de seu pet. Procure manter o organismo de seu gatinho sempre imunocompetente, com uma dieta balanceada e de boa qualidade. Mantenha visitas periódicas ao veterinário, evite o contato com animais de rua e não esqueça da importância da vacinação e da vermifugação.

O que é tinha? Tinha também é micose?

A tinha é uma infecção de pele que é causada por um fungo. A característica mais comum, é a perda de pelos em pequenos lugares, é comum aparecer várias manchas de tinha na pele do animal simultaneamente. Ao contrário do que o nome sugere, é uma infeção causada por fungos e não por vermes. A Tinha pode se tornar bastante “agressiva”, pois alastra-se com certa facilidade, é extremamente contagiosa, podendo passar tanto de gato para outros animais e vice-versa, como de pessoas para animais e vice-versa e demora algum tempo para ser curada.

Se seu gatinho estiver com tinha, provavelmente ficará com falhas por todo seu corpo, mas não fique alarmado, após o tratamento a pelagem vota a crescer.

Como faço para tratar um gato com tinha (micose)?

Se seu veterinário diagnosticou seu peludo com o tipo de micose Tinha, é importante que você tenha uma higienização do ambiente mais rigorosa. Comece lavando muito bem os lugares que seu gatinho costuma ficar, aspire a casa toda com mais frequência do que o habitual, para impedir a proliferação dos esporos ( unidades de reprodução de fungos) no ambiente.

A tinha é um tipo de micose muito frequente em crianças e gatos e os sintomas e tratamento são similares. Como já falamos anteriormente, o stress geralmente pode ser responsável pelo surgimento da micose tinha, mesmo que este tipo de micose por fungos seja extremamente contagioso. Não é incomum que casas onde vivem mais de um gato, apenas um dos animais da casa manifestem esta micose e também pode acabar sendo recorrente.

Se você observar que um de seus gatos está com tinha, no entanto não houve o contágio com outro animal da casa, evite isolar o animal que esteja com micose do convívio com outros animais e com sua família, porque esta ação aumentará o stress do animal com micose e assim será um possível propulsor que desencadeia o crescimento dos fungos.

Como é feito o diagnóstico da micose?

1. Uma das formas de fazer o diagnóstico de micose é através da utilização de uma lâmpada ultravioleta para observar a região da pele acometida pela micose, no entanto apenas cerca de 50% das cepas de micose podem ser observadas através desta técnica.

2. Provavelmente seu veterinário irá realizar um exame microscópico da pelagem de seu gato, procurando investigar a presença de fungos nos pelos do animal. No entanto este exame não é muito preciso e o veterinário poderá não encontrar a presença de esporos na amostra recolhida para exame.

3. A cultura fúngica é uma opção mais eficiente que envolve a retirada de pelos da área afetada. Este material é enviado para um laboratório que será capaz de diagnosticar a espécie exata do fungo. O resultado deste exame pode levar alguns dias, mas é bastante preciso.

4. Se seu veterinário tiver alguma suspeita pode sugerir a retirada de amostra de pele para realização de uma biópsia fungóide.

Cuidados básicos para quando seu gato é diagnosticado com algum tipo de micose?

Se seu gato foi diagnosticado com micose, tenha em mente que você terá que tratar tanto o gato quanto o meio ambiente. Se você mora em uma casa que tenha mais de um gato, é interessante que mesmo que apenas um dos gatos apresente os sintomas todos os gatos sejam tratados, se no caso você tiver também cachorros ou outros pets também deverá tratá-los. É importante a higienização da casa, e a limpeza da pele dos animais. É indispensável que você siga a risca os conselhos de seu veterinário. Em gatos saudáveis, micoses, geralmente levam entre a 2 a 4 meses para serem erradicadas por completo. E grande parte da importância do tratamento é evitar a re-infecção para que esta micose não se torne crônica. Não se esqueça que a micose é em geral contagiosa, podendo afetar todos os moradores da casa, inclusive você e sua família.

Quais são os tratamentos para micose em gatos?

Shampoos específicos para micose contendo enxofre podem ser eficientes. Uma tosa, principalmente em gatos de pelagem longa pode ser de grande ajuda para aumentar a eficácia do tratamento e diminuir a disseminação da micose no ambiente. Seque sempre muito bem a pelagem de seu peludo, pois em geral estes produtos utilizados para combater fungos podem ser tóxicos para ele.

Os banhos devem ser frequentes, pelo menos duas vezes por semana. Seu veterinário também poderá indicar shampoos medicinais apropriados para cada tipo de fungo. Alguns medicamentos podem ocasionar inclusive um amarelamento da pelagem, com o tempo voltará tudo ao normal, não fique alarmado com isso.

Existem vários remédios anti-fúngicos inclusive alguns desenvolvidos especificamente para uso em gatos. Estes remédios anti fúngicos inibem a multiplicação dos fungos. Isto permite que o sistema imunológico do gato retome a capacidade de combater a infecção causada pelos fungos. A administração destes remédios é via oral e só pode ser utilizada com prescrição veterinária. Não devem ser utilizados em fêmeas gestantes ou que tenham intensão de acasalar, pois estas drogas podem afetar o desenvolvimento dos fetos. Estas drogas também podem desencadear efeitos colaterais em alguns bichanos, como enjoo, febre, cansaço, anemia, diarreia, portanto póros e contra de medicamentos devem ser avaliados junto ao seu veterinário antes de ser uma opção de tratamento para seu gato.

Existe uma vacina contra micose em felinos?

A empresa Fort Dodge lançou nos EUA uma vacina contra microsporum canis, a alguns anos atrás, porém esta vacina saiu de linha por não ter uma venda expressiva, já que esta enfermidade é auto-limitante. Existem informações a respeito de vacinas de outras empresas, mas até o momento da conclusão deste artigo não conseguimos confirmar se na realidade estas vacinas estão disponíveis no mercado. Portanto aparentemente não exitem vacinas para micoses em felinos.

A forma mais eficiente de combater a micose em gatos é a limpeza diária, tanto lavando bem os pisos e utilizando aspirador de pó, descartando o saco do aspirador regularmente, quanto fazendo uso de água sanitária diluída (1 p/10 partes de água ou Líquido de Dakin) para limpar os móveis, e passar na pelagem do gato. É importante não deixar de limpar os móveis a fim de desinfetar, tanto as mobílias quanto estofados, cortinas, tapetes e carpetes, incluindo os paninhos e caminhas onde seu gato fica. Se puder utilizar higienizadores a vapor, o resultado pode ser melhor. Em áreas externas você pode utilizar vassoura de fogo.

Posso pegar micose do meu gato?

Como já falamos anteriormente a micose causada por fungos é extremamente contagiosa e tanto pode ser passada de você para seu gato como de seu gato para você. Portanto se alguém de sua família tiver contraído micose, evite contato com seu gato e comece a tratar o ambiente em que você fica da mesma forma que indicamos para caso de micose em gatos. Procure um médico e um veterinário para seu gato e siga os conselhos de ambos a fim de evitar o contágio.

Alguns gatos podem acabar tendo infecções secundárias, apresentando micose ou escabiose, associadas à piodermites. A aparência é muito semelhante o que dificulta o diagnóstico.

Problemas hormonais podem desencadear micose em gatos?

Diabetes mellitus, hipotireoidismo que é a diminuição da atividade da glândula da tireoide e hiperadrenocorticismo que é o aumento da atividade das glândulas adrenais, são patologias que diminuem a imunidade do organismo do gato e assim podem desencadear piodermites crônicas que melhoram mas podem voltar depois de um tempo. Gatos com hipertiroidismo tem um aumento da oleosidade da pele, o que pode contribuir com o surgimento de doenças da pele.

Existem tratamentos naturais para gatos com micose?

Se a região da pele de seu gato a ser tratada não for muito extensa, mas existem infecções causadas por coceira ou lambedura o veterinário irá prescrever um tratamento com algum creme tópico ou um tratamento com medicamento oral, ou outro modo de aplicação. No entanto, também há algumas maneiras naturais de curar a infecção fúngica de seu gato, que podem ser associados inclusive com a terapia tradicional, obtendo excelentes resultados.

Um excelente remédio contra infecções fúngicas que você pode utilizar no animal é o óleo de melaleuca (também conhecido como Tea Tree Oil ) ele é um óleo natural conhecido por atuar como antifúngico, antibacteriano, antiviral muito eficaz.

Outra forma alternativa para o tratamento da micose em gatos, podendo ser administrado como auxiliar valioso no tratamento da micose, sendo inclusive utilizado ao mesmo tempo com o óleo de melaleuca é o oleato de Hipericão. O óleo ou oleato de Hipericão é usado como cicatrizante e proporciona um efeito de regeneração da pele bastante positivo, aliviando a dor da ferida.

O extrato de própolis com semente de uva acabou reunindo em um único produto sistêmico duas soluções muito boas contra infecções fúngicas. O própolis tem ação anti-inflamatória, antimicótica, atuando sobre alguns fungos e leveduras, principalmente micoses e a semente de uva ajuda no tratamento de doenças de pele.

O tratamento ideal é associar todos os tratamentos, a higiene do animal e da casa, com o complemento natural e a terapia tradicional.

Se seu gato estiver debilitado, ou já for velhinho, fale com seu veterinário se existe alguma indicação extra, como por exemplo um complexo vitamínico contendo taurina, já que muitas vezes a micose é desencadeada devido ao organismo do animal estar imunodeprimido ou estressado, assim como acontece com as pessoas.

Se seu gatinho não tem fungos, uma alternativa que ajuda evitar fungos e mantém a pele do seu gato saudável e brilhante, é adicionar ocasionalmente óleo de linhaça ou óleo de girassol na comida do gatinho, para que ele possa ingerir ácidos graxos, que é importante para a manutenção sua beleza e saúde.

Durante todo o período em que seu gato estiver com micose, evite acariciá-lo, tanto para prevenir que a micose passe para você e sua família, quanto para evitar que a infecção se alastre no corpinho de seu peludo, resultando no surgimento de novas lesões.



segunda-feira, 21 de julho de 2014

25 métodos para perder peso sem sofrimento


1. Mastigue bem os alimentos para facilitar a digestão e nos saciarmos, já que foi comprovado que sentimos fome durante 15 a 20 minutos.

2. Beba água entre as refeições, para ajudar o nosso corpo a eliminar toxinas. Se bebermos um copo de água antes de começar a comer, também conseguiremos controlar a ansiedade pela comida.

3. Consuma alimentos ricos em fibra: frutas, frutos secos, verduras, arroz integral etc. A fibra é muito saudável e nos ajuda a eliminar o que o corpo não necessita.

4. Evite o açúcar branco e substitua-o por stevia, por exemplo, que não tem calorias. Devemos observar também os alimentos que ocultam grandes quantidades de açúcar, como os bolos ou as bebidas com água.

5. Tome chás, como o chá verde ou o chá vermelho, que ajudam a queimar gordura e a evitar a retenção de líquidos.

6. Evite o sal, que causa retenção de líquidos. O melhor é consumi-lo em quantidades pequenas, usando também especiarias, alho, limão, vinagre e cebola para temperar as comidas.

7. Tome um café da manhã completo, pois nos ajuda a ter energia durante todo o dia e a não ficarmos beliscando. Escolha frutas, iogurte, torradas, batidas, frutos secos etc.

8. Faça uma janta leve, visto que o nosso consumo a partir das 8 horas da noite não é queimado e além disso prejudica o nosso fígado, podendo provocar insônia, prisão de ventre etc.

9. Coma uma fruta como lanche, que é rica em fibra e água, baixa em calorias e muito saciante.

10. Coma frutas e frutos secos em pequenas quantidades para evitar a prisão de ventre. Mesmo que sejam bastante calóricas, podemos comer uma pequena quantidade diária.

11. Coma habitualmente purês de verduras, que são saciantes e saudáveis. Inclusive, podemos adicionar algas, que aumentam a saciedade e nos dão muitos minerais.

12. Não faça dietas baixas em calorias ou ricas em proteínas, pois elas prejudicam a nossa saúde e fazem um efeito rebote depois de um determinado tempo. Procure um equilíbrio entre as frutas e os vegetais, cereais, legumes, proteína animal etc.

13. Coma abacaxi e mamão em jejum, já que ambos ajudam a eliminar líquidos e a limpar o organismo.

14. Não coma alimentos fritos ou processados, pois eles contêm grandes doses de gorduras pouco saudáveis. Se não tiver alternativa, procure consumir em pouca quantidade, combinando tais alimentos com saladas ou verduras e uma infusão digestiva.

15. Não abuse de nenhum alimento, especialmente dos que sabemos que não nos fazem bem, mas evite também “a dieta da alcachofra”, “a dieta da pera” etc. Cada alimento tem seus benefícios e o ideal é consumi-los moderadamente.

16. Tente preparar a sua própria comida e evite comer fora de casa, que geralmente é mais calórico e menos saudável.

17. Não coma diante a televisão, falando muito ou com preocupações, pois geralmente comemos mais do que precisamos e pode provocar má digestão.

18. Nunca fique cheio com suas refeições. Fique um pouco com a sensação de fome a qual desaparecerá depois de alguns minutos.

19. Não coma sobremesas depois das refeições. Melhor consumir doces de vez em quando e fora das refeições. Assim são melhor digeridos e saboreados.

20. Não coma frutas como sobremesa, já que dificulta a digestão. É melhor comê-las no meio da manhã ou da tarde. Duas exceções são a maça e a pera, que são consideradas neutras.

21. Consumir ginseng durante algumas semanas ajuda a ativar o metabolismo e a eliminar mais calorias.

22. Não abuse das farinhas nem dos lácteos, visto que há muitas pessoas que não os digerem bem e isso provoca depósitos de gordura em nosso corpo.

23. Faça exercícios regulamente, ao menos 3vezes na semana.

24. Acostume-se a subir escadas ao invés de usar o elevador, esta é uma maneira fácil de fazer exercício diariamente.

25. Não dê tanta importância à comida, desfrute dela com serenidade. É importante comer de modo saudável, mas se se torna uma obsessão afetará o nosso equilíbrio e nos custará muito atingir o peso ideal.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Pesquisa indica que ouvir Katy Perry pode trazer felicidade


Pesquisa realizada em uma parceria do serviço de música digital via streaming Spotify e o professor de psicologia cognitiva e neurociência Jacob Jolij descobriu que ouvir Katy Perry, Coldplay e Avicii pode trazer a sensação de felicidade. Será?

O estudo as emoções sentidas entre as músicas das paradas de sucesso dos últimos 18 meses, levando em conta elementos como letra, escalas musicais e ritmo.

O ritmo da canção Birthday, de Katy Perry, encoraja o movimento, provocando sensação de felicidade. Já os acordes de Magic, do Coldplay, trazem sentimentos positivos, usados para superar o medo.

De acordo com o professor Jolij, a música pode liberar hormônios que mexem com o humor. Além de Katy Perry e Coldplay, a pesquisa contou com canções de Avicii, OneRepublic, John Legend, David Guetta e American Authors, analisando emoções felizes e as que provocam raiva e tristeza.

Veja a relação de músicas analisadas e a reação que cada um provoca:


Felicidade: Katy Perry – Birthday


Tristeza: OneRepublic – Something I Need

Otimismo: American Authors - Best Day of My Life 

Raiva: David Guetta – Bad 


Superação do medo: Coldplay – Magic 

Excitação: Avicii – Wake Me Up


Nostalgia: John Legend – All of Me

Fonte: R7

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Alimentos Perigosos para os Gatos



Os gatos e os cães têm organismos muito diferentes do nosso, ou seja, é preciso não esquecer que eles não são humanos. Os seus estômagos não digerem, ou têm muita dificuldade, em digerir certos alimentos "humanos":

Chocolate 


O chocolate tem teobromina (8 vezes mais no chocolate preto do que no branco). Esta substância vai entrar em choque com o organismo, pode causar desde vómitos e diarreia a aumento da actividade cardíaca ou mesmo ataques de epilepsia.

Cebola, Alho e alho francês 


Interferem com o sistema sanguíneo dos cães e gatos, diminuindo a quantidade de glóbulos vermelhos e provocando degenerescências e anemias. Os sintomas podem ser rápidos ou demorar alguns dias mas o melhor é levar o seu animal ao veterinário o mais rapidamente possível já que, em casos extremos, pode ser necessária uma transfusão.

Cafeína


Geralmente muito tóxica para os animais, com efeitos tanto no sistema nervoso e cardiovascular. Os efeitos secundários mais comuns são vómito, diarreia, alterações cardíacas, tremores, convulsões e mesmo morte.

Bebidas Alcoólicas 


Regra geral não são atractivas para os animais mas estes são muito pouco tolerantes aos seus efeitos adversos. Os sintomas são pouco específicos e passam pela excitabilidade ou depressão exagerada, aumento da frequência de micção, alterações cardíacas e respiratórias e eventualmente a morte. Em caso de suspeita contacte imediatamente um veterinário.

Alimentos ricos em gorduras 


São os preferidos de cães e gatos, mesmo entre as rações, as preferidas são as que têm maior teor de gordura. Mas o excesso de gordura pode causar pancreatite, uma doença grave cujo primeiro sintoma costuma ser o vómito incoercível. A diarreia pode também aparecer e a dor abdominal tende a ser forte o que faz com que os animais andem frequentemente com o dorso arqueado.

Laticínios
 
Não são muito prejudiciais e o iogurte ou queijo fresco até são recomendados. Mas, no geral, são mal tolerados já que os cães e gatos, a partir do desmame, deixam de produzir a principal enzima responsável pela digestão da lactose e assim podem surgir gases ou diarreias. Os produtos extremamente gordos como queijos curados podem originar também pancreatite.

Frutas 


As maçãs, pêssegos, cerejas, alperces ou ameixas podem, ingeridos em grande quantidade, podem causar toxicidade aos cães e gatos, por terem na sua composição, um derivado do cianeto. Os sintomas incluem dilatação das pupilas, hiperventilação e choque.

Abacates 


As folhas, frutos cascas e sementes de abacates contêm o derivado de um ácido gordo – a persina – tóxica para os gatos. Os principais sintomas desta intoxicação incluem dificuldade respiratória, dor abdominal e acumulação de fluidos na cavidade torácica.

Fermento em pó


Constituído por agentes levedantes e bicarbonato de sódio, quando ingeridos em grandes quantidades podem causar desequilíbrios electrolíticos (baixa concentração de cálcio e potássio no sangue e/ou subida do sódio) e, consequentemente, insuficiência cardíaca congestiva ou espasmos musculares.

Adoçante (xylitol) 


Neste grupo também fazem parte os doces, rebuçados, as pastas de dentes, líquidos para higiene bucal e qualquer alimento que possa ter sido confeccionado com este adoçante.

Uvas e passas 


Já foram reportados casos de intoxicação renal em animais que ingeriram uma grande quantidade, não se sabe exactamente qual é a quantidade tóxica. A consequência pode ser uma lesão permanente dos rins.

Pimenta e especiarias


Também são de evitar, podem causar diarreia e indisposição nos gatos. E nada de alimentos confeccionados e picantes, como salchichas, enchidos ou chili.
O Louro e noz-moscada, podem ser tóxicos, mesmo para humanos, quando ingeridos em grandes quantidades. Nenhum deles costuma ser adorado pelos animais mas, em caso de ingestão, poderão causar sintomas nervosos como tremores, convulsões ou mesmo a morte.

Fígado


Os gatos gostam de fígado e este aparece na composição de muitas raçoes e patês mas quando tomado em grandes quantidades, os gatos podem contrair hipervitaminose A, que pode tornar-se um problema muito sério ou até mortal. As quantidades de fígado nas rações e patês são controladas, não sendo maléficas.

Carne, peixe crus


Ainda que os gatos gostem de carne crua, peixe ou ovos, estes são potencialmente perigosos quando ingeridos crus. A carne crua pode conter parasitas e bactérias perigosas. Ao preparar comida caseira para o seu gato, deve sempre cozinhar a carne, de modo a evitar que o animal se exponha à Toxoplasmose, a qual pode estar presente na carne crua.
Um gato alimentado unicamente com peixe pode mostrar deficiência de vitaminas B1 e E, enquanto uma dieta só com carne magra produz deficiências vitamínicas e de cálcio. Algumas espécies de peixes crus – especialmente a carpa e o arenque – contêm tiaminasa, que é uma enzima que destrói a vitamina B1, a qual é eliminada na cozedura.
O peixe enlatado como por exemplo o atum ou as sardinhas não é saudável, excepto em quantidades pequenas como no caso de uma guloseima ocasional. Estes enlatados conservados em óleo são ricos em polinsaturados, os quais são difíceis de serem metabolizados pelos gatos.

Ovos Crus


Os ovos crus, quando dados frequentemente, podem causar uma deficiência de uma vitamina essencial chamada “biotina”. Por precaução quando der ovo cru, ofereça apenas a gema de ovo, a clara não pois a vitamina B é prejudicial ao gato.

Outros alimentos que podem ser tóxicos.
  • Nozes
  • Sementes de maçã
  • Caroços de frutas, especialmente de pêssego, nectarinas, alperce, ameixas e cerejas
  • Alimentos com bolor (fruta, pão, leite azedo)
  • Sementes de mostarda
  • Folhas de Ruibarbo
  • Folhas e caules de Tomate

Ração para cão 


Não se deve dar comida para cão ao gato. A comida para cães é nutricionalmente deficiente para os gatos. Os gatos necessitam de quase mais 5 vezes proteínas que os cães. Contudo, ao contrário dos cães, os gatos não armazenam proteína excessiva e precisam de a repor quase diariamente. Além disto, a comida para cães é deficiente num aminoácido muito importante para os gatos, chamado “taurina”. Uma dieta deficiente me taurina pode levar à cegueira, problemas de reprodução, cardiomiopatia a mesmo morte resultante de um ataque cardíaco. Os gatos também necessitam de tomar diariamente vitamina B em maior quantidade do que os cães.