terça-feira, 25 de setembro de 2012

Anjo Pessoal Regente do dia 25 de setembro - Yelahiah



Anjo Yelahiah

Este anjo auxilia no ganho de processos
e a obter a proteção dos juizes. Protege
contra os perigos de armas brancas,
de fogo e dos assaltos. Quem nasce
sob esta influência ama as viagens,
é instruído e todos os seus
empreendimentos terão sucesso.
Ficará célebre pelos feitos e glórias
alcançadas por seu talento e coragem.
Luta para manter vivas as tradições e
conservar as lembranças das coisas
queridas. Viajante e pesquisador dos
fatos históricos, esclarecerá quaisquer
dúvidas ou coincidências dessa vida,
através de lembranças de suas
encarnações anteriores. Promoverá
imagens culturais que ofereçam às
pessoas, além da beleza natural, também
conteúdos históricos, para enriquecê-las
em sua sabedoria. Generoso no trabalho,
sempre dá oportunidades a todos, pois
acredita que somente através do trabalho,
se conquista um ideal. Nunca se deixa
dominar pelo desânimo e nada o impede
de alcançar seus objetivos. É seguro, hábil
e incapaz de arriscar seu nome ou reputação
em atitudes suspeitas, deixando que tudo se
desenvolva de forma espontânea. Sabe
controlar seus ganhos, é seguro e inteligente
em seus investimentos, jamais arriscando em
algo que ainda não tenha nas mãos. Manifesta
sempre seu amor de forma construtiva.
Necessita defender seus sonhos, quer sejam
relacionados com a família, o bairro onde mora
ou valores culturais. É respeitado, admirado e
capaz de encontrar soluções para todos os
problemas. Está sempre criando maneiras de
aprimorar a elevação intelectual da sociedade.
É a própria inspiração do ser angelical. Poderá
fazer sucesso como historiador, antropólogo,
sociólogo, missionário ou qualquer atividade
relativa às ciências humanas.

Número de sorte: 06

Mês de mudanças: junho

Horário: das 14:20 às 14:40 horas

Salmo: 118

Categoria: Virtudes


Virtudes

A categoria angelical, cuja atribuição é orientar a respeito da sua missão e cumprimento do karma, é denominada de Virtude. O Arcanjo Rafael é o seu Príncipe. As pessoas cujas datas de nascimento são regidas por esta categoria angélica são críticas e um pouco introspectivas pela necessidade que têm de analisar tudo mentalmente. Sabem ponderar os acontecimentos e são capazes de dar bons conselhos. São pessoas muito consideradas, muito solicitadas pelas suas qualidades e capacidade de resolução de problemas. Também possuem um alto senso de praticidade, organização, além de grande poder de observação. Não são muito expansivas, mas quando demonstram seu carinho, são delicadas e gentis, apreciando fazer surpresas. Valorizam muito a natureza e são amantes da beleza natural. Necessitam de um lugar calmo e sem complicações para que possam viver tranquilamente. Suas decisões são acertadas e construtivas.


Salmo 118

1 Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.

2 Diga, pois, Israel: A sua benignidade dura para sempre.

3 Diga, pois, a casa de Arão: A sua benignidade dura para sempre.

4 Digam, pois, os que temem ao Senhor: A sua benignidade dura para sempre.

5 Do meio da angústia invoquei o Senhor; o Senhor me ouviu, e me pôs em um lugar largo.

6 O Senhor é por mim, não recearei; que me pode fazer o homem?

7 O Senhor é por mim entre os que me ajudam; pelo que verei cumprido o meu desejo sobre os que me odeiam.

8 É melhor refugiar-se no Senhor do que confiar no homem.

9 É melhor refugiar-se no Senhor do que confiar nos príncipes.

10 Todas as nações me cercaram, mas em nome do Senhor eu as exterminei.

11 Cercaram-me, sim, cercaram-me; mas em nome do Senhor eu as exterminei.

12 Cercaram-me como abelhas, mas apagaram-se como fogo de espinhos; pois em nome do Senhor as exterminei.

13 Com força me impeliste para me fazeres cair, mas o Senhor me ajudou.

14 O Senhor é a minha força e o meu cântico; tornou-se a minha salvação.

15 Nas tendas dos justos há jubiloso cântico de vitória; a destra do Senhor faz proezas.

16 A destra do Senhor se exalta, a destra do Senhor faz proezas.

17 Não morrerei, mas viverei, e contarei as obras do Senhor.

18 O Senhor castigou-me muito, mas não me entregou à morte.

19 Abre-me as portas da justiça, para que eu entre por elas e dê graças ao Senhor.

20 Esta é a porta do Senhor; por ela os justos entrarão.

21 Graças te dou porque me ouviste, e te tornaste a minha salvação.

22 A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta como pedra angular.

23 Foi o Senhor que fez isto e é maravilhoso aos nossos olhos.

24 Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele.

25 Ó Senhor, salva, nós te pedimos; ó Senhor, nós te pedimos, envia-nos a prosperidade.

26 Bendito aquele que vem em nome do Senhor; da casa do Senhor vos bendizemos.

27 O Senhor é Deus, e nos concede a luz; atai a vítima da festa com cordas às pontas do altar.

28 Tu és o meu Deus, e eu te darei graças; tu és o meu Deus, e eu te exaltarei.

29 Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre. a tua palavra


http://www.viverempaz.com/anjos.htm#anjospessoais

Fatos históricos do dia 25 de setembro


O visionário Amyr Klink


Em 25 de setembro de 1955, nasce o brasileiro Amyr Klink. Um dos mais respeitados navegadores do mundo, realizou em 1984, a primeira Travessia do Atlântico Sul a Remo em Solitário, viagem contada no livro "Cem dias entre céu e mar". Em 1986, iniciou viagem à Antártida, a bordo do veleiro polar "Rapa Nui".

1513 - O explorador espanhol Vasco de Balboa descobre o Oceano Pacífico.
1864 ¿ É fundada, em Londres, a Associação Internacional de Trabalhadores.
1869 - Declarado oficialmente o Código Civil na Argentina.
1884 - Nasce Roquette Pinto, precursor da radiodifusão no Brasil.
1897 - Nasce William Faulkner, novelista norte-americano.
1911 - Uma explosão no encouraçado Liberté, na base naval de Tolón, na França, deixa 150 mortos e 45 feridos.
1932 - Nasce Adolfo Suárez, ex-presidente do governo espanhol.
1944 - Nasce Michael Douglas, ator e cineasta norte-americano.
1947 - O presidente argentino Juan Domingo Perón ratifica a lei que estabelece, por direito, o voto da mulher.
1952 - Nasce Christopher Reeve, ator norte-americano.
1955 - Nasce o navegador brasileiro Amyr Klink.
1956 - A peça Orfeu da Conceição lança a parceria musical Vinícius de Moraes e Tom Jobim.
1956 - Entra em funcionamento o primeiro cabo telefônico submarino através do Atlântico, ligando a Escócia e o Canadá. Ele transmitia 36 telefonemas simultaneamente. Através de estações retransmissoras, foram conectadas pela primeira vez as redes telefônicas da Grã-Bretanha e da Europa continental, com as do Canadá e dos Estados Unidos.
1959 - O dirigente soviético Nikita Kruschev e o presidente norte-americano, Dwight Eisenhower, se reúnen em Camp David, Estados Unidos, para reduzir a tensão internacional.
1960 - Recenseadores do IBGE encontram em Ubatuba, índios que nunca tinham tido contato com a civilização e que viviam de caça, pesca e artesanato.
1967 - A Organização dos Estados Americanos condena o governo de Cuba e propõe o início do bloqueio eonômico.
1968 - Nasce o ator norte-americano Will Smith.
1969 - Nasce Catherine Zeta Jones, atriz britânica.
1973 - Os três astronautas do laboratório espacial Skylab II caem no Oceano Pacífico depois de passar 59 dias em órbita.
1978 - Morrem 142 pessoas em choque de dois aviões de passageiros, na Califórnia, Estados Unidos.
1980 - Cerca de 240 mil trabalhadores rurais de Pernambuco paralisam as atividades. Eles reivindicam aumentos salariais, carteira assinada e o cumprimento da Lei de Sítio, que garantia terra para subsistência.
1982 - O Brasil derrota a União Soviética e ganha a medalha de ouro no Mundialito Masculino de Vôlei, realizado no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.
1983 - Morre Leopoldo III, rei da Bélgica.
1984 - Jordânia restabelece relações diplomáticas com Egito, rompidas em 1979 quando este país reconheceu a Israel.
1992 - Inaugurada a via marítima que permite viajar de barco, de Roterdã, na Holanda à Constanta, na Romênia, no mar Negro.
1993 - É lançado o primeiro satélite português, o Posat I.
1996 - Enfrentamentos entre o exército israelense e a polícia palestina deixam 80 mortos, além de 300 feridos pela abertura de um túnel.
1997 - Incêndios decorrentes de seca, na Indonésia, matam 217 pessoas.


Redação Terra

Pregações


A modernidade é rica de meios para que as pessoas externem seus pensamentos.

Mediante os recursos da internet, muitas cotidianamente partilham com o mundo o seu modo de ver a vida.

Em blogs, redes sociais, colunas virtuais e vídeos, democratizou-se e ampliou-se a exposição pessoal.

Nesse ambiente, são constantes as críticas ao comportamento alheio.

Também são habituais as frases de efeito postas para circular.

Pensamentos de grandes vultos são relembrados e frisados.

Tudo isso tem um grande potencial renovador.

Mas para que seja mesmo positivo, convém refletir sobre uma passagem do Evangelho.

Nela, Jesus convida seus discípulos para irem juntos às aldeias vizinhas, para que Ele ali também pregasse.

E afirma que foi para a atividade de pregação que veio ao mundo.

É interessante pensar a respeito do significado do conceito de pregação.

Ele tem sido deturpado com frequência, para justificar muita falação inconsequente.

Por certo, Jesus incluía no ato de pregar todos os gestos sacrificiais de sua vida.

Ele não só falava, mas também exemplificava.

Geralmente, vemos na Terra a missão de ensinar muito desmoralizada.

A ciência oficial dispõe de cátedras.

A política possui tribunas.

A religião fala de púlpitos.

Contudo, os que ensinam, com exceções louváveis, quase sempre se caracterizam por dois modos diferentes de agir.

Exibem certas atitudes quando pregam, mas adotam outras quando em atividade diária.

Disso resulta uma grave perturbação geral.

Afinal, os ouvintes também se sentem à vontade para mudar a roupa do caráter.

Em situação semelhante se encontram muitos dos que bradam contra o mal por meio da internet.

Eles reclamam da desonestidade alheia.

Apontam que alguém deveria tomar providências ou adotar medidas para salvar o semelhante.

Mas raramente se dispõem a fazer algo de efetivo para que o mundo se torne melhor.

Também por vezes quem reclama do governo ou dos políticos segue sem cumprir os seus deveres.

Não trata de bem educar seus filhos.

Não dá a devida atenção a seu cônjuge, não cuida de seus pais velhos ou enfermos.

Ou sonega tributos, procura levar vantagem quando a oportunidade aparece.

É uma grave incoerência apontar o erro no comportamento dos outros e não cumprir os próprios deveres com retidão.

Toda dissertação moldada no bem é útil.

Jesus veio ao mundo para isso.

Pregou a verdade em todos os lugares, fez discursos de renovação, comentou a necessidade do amor para a solução dos problemas.

No entanto, misturou palavras e testemunhos vivos, desde a primeira palavra de Seu apostolado até a cruz.

Por pregação, portanto, Jesus entendia igualmente os sacrifícios da vida.

Seu despojamento no Calvário é a prova viva disso.

Pense a respeito.



Redação do Momento Espírita, com base no cap. 38 do
livro Caminho, Verdade e Vida, pelo Espírito Emmanuel,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 27.07.2012.

Lato, logo existo


Ante evidências de que animais têm consciência e sofrem, é hora de o homem tratá-los com respeito. Muita saliva e tinta de teólogos, biólogos e humanistas foram gastas para sacramentar a noção de unicidade dos humanos. O conceito de que só o homem é dotado de determinadas capacidades cognitivas, fonte e seiva da linguagem, da cultura e outras habilidades igualmente exclusivas, como, por exemplo, levantar hipóteses, discuti-las e testá-las, continua incontestado. A despeito do que os animais possam criar e manipular, somos os únicos seres vivos capazes de escrever um romance, pintar uma obra-prima, inventar aparelhos engenhosos e montar um mensalão ou um cartel de drogas.

Mas não os únicos dotados de inteligência, sentimentos e outros atributos ditos humanos. Algumas espécies do reino animal também possuem consciência, reiterou um grupo de cientistas recentemente reunidos em Cambridge, na Inglaterra.

Não foi uma declaração leviana, urdida ou estimulada por alguma entidade protetora de animais, mas uma afirmativa lavrada em documento, cientificamente idôneo, apresentado no dia 7 deste mês durante a conferência anual do Francis Crick Memorial em torno das últimas pesquisas sobre o cérebro e seus mistérios.


Há muito se desconfiava que ao menos mamíferos como macacos, elefantes, cães, gatos, e criaturas do mar como golfinhos e polvos (vide Paul, o molusco alemão que previa os resultados da Copa do Mundo de 2010) são providos de consciência. Faltava o aval da ciência, que veio sob a forma de um manifesto assinado por 13 respeitáveis neurocientistas do MIT, Caltech e Max Planck Institute. Entre eles, o canadense Philip Low, criador do iBrain, dispositivo destinado a ajudar o físico Stephen Hawking a minorar as limitações que uma doença neurodegenerativa progressiva e incurável lhe impõe há mais de 40 anos.

Com o respaldo de uma década e meia de estudos do fenômeno da consciência, do comportamento animal, da rede neural, da genética e da anatomia do cérebro, cada vez mais refinados por novas tecnologias de investigação, concluiu-se que as estruturas nervosas ativadas no cérebro de um bicho assemelham-se às de um humano quando também sente prazer, medo, dor e até piedade.


O que diriam os estoicos da Grécia, Descartes e Kant? Muito influentes no mundo de guerras e incertezas em que viveram, os estoicos consideravam os animais desprovidos de inteligência e negavam, consequentemente, qualquer obrigação moral nossa com eles. Com o seu "cogito, ergo sum" (penso, logo existo), Descartes radicalizou a divisão aristotélica (razão/paixão, corpo/mente), reiterando a tese da inferioridade inata dos animais e sua absoluta e irrestrita submissão aos humanos.

David Hume fez o mesmo com o primado da razão defendido por Kant. A neurociência desempatou a contenda a favor dos que não consideram a emoção inimiga da razão, mas sua indispensável cúmplice. Testes de ressonância magnética comprovaram a falácia neurológica do dualismo cartesiano, abrindo caminho para o reconhecimento da inteligência, da sensibilidade, e da consciência proto-humana dos animais. Foi também uma vitória póstuma para os utilitaristas Jeremy Bentham e John Stuart Mill, que se preocupavam com o bem-estar dos bichos e serviram de paradigmas para o mais notável crítico da crueldade com os animais da atualidade, Peter Singer.


Em 55 a.C., o romano Pompeu patrocinou um grande espetáculo com homens e elefantes durante o qual os paquidermes, inferiorizados e encurralados na arena, tentaram e conseguiram despertar a compaixão da assistência por meio de gritos e gestos pungentes. Com pena dos elefantes, a multidão execrou Pompeu, reviravolta presenciada e comentada por Cícero. É um dos registros mais remotos de que os quadrúpedes, a seu modo, também cogitam e sabem atrair a solidariedade dos bípedes.

Elefantes são animais intensamente sociais, emotivos e solidários. Presenciei uma comovente demonstração de solidariedade e socorro a um elefante aparentemente doente por meia dúzia de outros, durante um safári fotográfico pelo Parque Nacional de Serengeti, na Tanzânia.

Foi uma revelação, mesmo para quem, como eu, conhecia alguns dados posteriormente reunidos em Quando os Elefantes Choram (de Jeffrey Moussaieff Masson e Susan McCarthy), e havia lido as "conversas" de Konrad Lorenz com as bestas, as aves e os peixes, os ensaios de Diane Ackerman sobre as baleias, os crocodilos e outros bichos, e acompanhado pela imprensa as pesquisas de Jane Goodall com os chimpanzés, as de Dian Fossey com os gorilas e as de Sally Coxe com os socialmente exemplares macacos bonobos do Congo.


No reino da bicharada, os antropocêntricos fundamentalistas perdem todas. Até ratos de laboratório são dados a gestos de solidariedade e sacrifício, revelou faz pouco tempo uma experiência na Suíça. Muita gente ainda ignora que os porcos são muito inteligentes e sensíveis, além de limpíssimos por natureza (o primeiro editor da revista Granta, Bill Buford, cria em casa um suíno como se fosse um cachorro), e que as baleias, orcas, cachalotes e golfinhos têm o triplo das células fusiformes dos cérebros humanos. Essas células são fundamentais para o desenvolvimento da empatia.

Em 2006, descobriram no zoológico do Bronx um elefante que se reconhecia no espelho. E depois outro, e mais outro. Bichos que passam no teste do espelho, como os citados elefantes, certos primatas, golfinhos e uma espécie de pássaro chamada pica-pica, são supostamente mais próximos dos humanos e mais necessitados de nossa proteção. Foi dessa premissa que a biopsicóloga Diana Reiss, do Hunter College, partiu para sua pesquisa sobre a capacidade perceptiva e interativa de determinados mamíferos.

Reiss é uma das signatárias do Manifesto de Cambridge. Como os demais signatários, ela espera que, diante das evidências de que os animais "pensam, logo sofrem" (cogito, ergo patior?), a sociedade dos humanos passe a tratá-los com mais respeito, dignidade e carinho.


Fonte: Matéria do jornal O Estado de São Paulo de 22 de Julho de 2012 - Domingo
Autoria Sergio Augusto

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Quem me passou a dica dessa reportagem super foi minha amiga blogueira Luciana F. Damiano, 


Aproveito para dar a dica, que gosta de artesanato, vá visitar este blog...
Ela faz trabalhos maravilhosos com feltro...
Eu amo o trabalho dela, ela faz com muito amor e é muito boa no que faz!!!

Abraxos

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Anjo Pessoal Regente do dia 24 de setembro - Veuliah


Anjo Veuliah

Este anjo destrói as forças do mal
e liberta os escravizados, as pessoas
deprimidas ou com vícios. Influencia
na prosperidade das empresas e
fortifica os que ocupam posição de
destaque. Quem nasce sob esta
influência tende a ter um comportamento
íntegro. Será célebre por seu trabalho,
conquistando a confiança da sociedade
pelos serviços prestados. Sua influência
será notada entre as pessoas mais
famosas, conhecidas e poderosas,
obtendo glória e prestígio entre elas.
Utiliza idéias modernas e ações
estratégicas, para aprimorar seu trabalho
e consolidar sua posição. Age sempre
com prudência, evitando obstáculos,
usando o bom senso e a inteligência para
enfrentar os problemas. Observa
cuidadosamente cada caminho, antes
de dar o primeiro passo. Tem acúmulo
de conhecimentos, adquiridos a custa de
muito trabalho, que só uma mente privilegiada
poderá desenvolver ao longo da existência.
É nobre, sincero e altruísta em seus
relacionamentos, iluminando a todos com
sua energia benéfica e inesgotável. Conquistará
seu próprio espaço, por sua autoconfiança e
bom humor, nunca desperdiçando energia em
conflitos íntimos. Poderá fazer sucesso como
empresário, político, cientista ou em qualquer
atividade relativa à medicina. A pesquisa seria
também uma escolha adequada, pois sua
paciência poderá levá-lo a grandes descobertas.

Número de sorte: 12

Mês de mudanças: dezembro

Horário: das 14:00 às 14:20 horas

Salmo: 87

Categoria; Virtudes

Virtudes

A categoria angelical, cuja atribuição é orientar a respeito da sua missão e cumprimento do karma, é denominada de Virtude. O Arcanjo Rafael é o seu Príncipe. As pessoas cujas datas de nascimento são regidas por esta categoria angélica são críticas e um pouco introspectivas pela necessidade que têm de analisar tudo mentalmente. Sabem ponderar os acontecimentos e são capazes de dar bons conselhos. São pessoas muito consideradas, muito solicitadas pelas suas qualidades e capacidade de resolução de problemas. Também possuem um alto senso de praticidade, organização, além de grande poder de observação. Não são muito expansivas, mas quando demonstram seu carinho, são delicadas e gentis, apreciando fazer surpresas. Valorizam muito a natureza e são amantes da beleza natural. Necessitam de um lugar calmo e sem complicações para que possam viver tranquilamente. Suas decisões são acertadas e construtivas.


Salmo 087

1 O fundamento dela está nos montes santos.

2 O Senhor ama as portas de Sião mais do que todas as habitações de Jacó.

3 Coisas gloriosas se dizem de ti, ó cidade de Deus.

4 Farei menção de Raabe e de Babilônia dentre os que me conhecem; eis que da Filístia, e de Tiro, e da Etiópia, se dirá: Este nasceu ali.

5 Sim, de Sião se dirá: Este e aquele nasceram ali; e o próprio Altíssimo a estabelecerá.

6 O Senhor, ao registrar os povos, dirá: Este nasceu ali.

7 Tanto os cantores como os que tocam instrumentos dirão: Todas as minhas fontes estão em ti.



http://www.viverempaz.com/anjos.htm#anjospessoais

Aprendi a dizer adeus

Despedir-se do passado é o primeiro passo para viver novas histórias. As perdas transformam, fazem amadurecer e abrem espaço para o inesperado da vida. Basta ter coragem de passar por elas.


Texto: Rita Loiola
Fotos: Daniela Toviansky 
Beleza: Élcio "Maizena" Aragão/Agência First 
Produção de moda: Gabriela Nascimento 
Fotodesign: Felipe Gressler


Deixar ir é... Viver profundamente as despedidas, para aceitá-las e superá-las. Como Renata, que fez questão de estar ao lado da mãe em seus últimos meses de vida.

No dia em que fez 33 anos, Renata Oliveira recebeu a notícia que mudaria sua vida. A doença de sua mãe, Jacira, não tinha mais cura. Lutando contra um câncer de intestino havia quatro anos, ela recebeu um ultimato dos médicos: ou partia para uma quimioterapia agressiva, que poderia levar à morte, ou interrompia o tratamento e esperava sua hora chegar. “Minha mãe decidiu parar com a químio. E ficamos cara a cara com a dor de um fim próximo”, conta Renata.

Elas estavam enfrentando a fase aguda da doença, com hemorragias constantes e internações. Renata, que é fisioterapeuta, passou a trabalhar meio período para cuidar da mãe. Desde 2006, quando o diagnóstico foi feito, elas se acostumaram a passar as festas de fim de ano no hospital. Nos outros meses, Jacira ficava bem e voltava a seu posto de chefe e coração da família - viúva, ela morava com a filha, a mãe e um sobrinho. “Era terrível imaginar a vida sem ela”, diz Renata.

No entanto, desde aquele seu aniversário, em 14 de setembro do ano passado, todos foram obrigados a pensar em uma existência em que Jacira não estaria presente. Os papéis mudaram, e a filha tornou-se a fortaleza da casa, arcando com as responsabilidades. Entre momentos de sofrimento, esperança, alegria e angústia, a família inteira foi aprendendo a lidar com a nova realidade, em que a morte era uma sombra constante.

Em janeiro, sentindo o fim chegar, mãe e filha decidiram mudar-se para um quarto da hospedaria de cuidados paliativos do Hospital do Servidor Público Municipal, um casarão na capital paulista com quartos e profissionais dedicados a aliviar o sofrimento dos pacientes em fase terminal. Renata acreditava que, nesse lugar, enfermeiros, médicos e psicólogos poderiam ajudar a diminuir a dor física e psicológica da despedida iminente. “Foi quando pude deixar de me preocupar com os horários de remédios e refeições e, realmente, estar com a minha mãe. Voltei a ser apenas filha e a viver os momentos ao lado dela”, conta.

Durante esse tempo, Renata relembrou com Jacira episódios bons e ruins da vida em comum e viveu cada minuto como se fosse o último. “Ver a minha mãe daquele jeito fez com que eu me sentisse pequena, como uma formiguinha, diante de um acontecimento incontrolável e que eu sabia que ia acontecer”, diz. “Foi um período de aprendizado intenso. Falávamos mais e ficamos unidas como nunca. Descobri uma força dentro de mim que não sei de onde vem. Acho que essa foi a herança mais importante que ela me deixou.” Um mês depois, Renata assistiu ao último suspiro da pessoa que mais amava. “Foi uma morte digna, que soube respeitar seu tempo, seus últimos momentos. Vi sua respiração ficando fraca e percebi que era uma história que terminava.”

Para Renata, outra vida começou a partir daquele dia. Ao se despedir da mãe, ela abraçou o desconhecido, dando o primeiro passo em direção a um modo de viver que ainda estava para ser escrito. Esse é o poder trágico que todas as perdas carregam: em uma face, o sofrimento profundo de deixar algo ir embora; na outra, a possibilidade do novo. “A mudança e as perdas acontecem para que o velho deixe de existir e o inesperado surja”, diz o geriatra Franklin Santana Santos, organizador e um dos autores do livro A Arte de Morrer – Visões Plurais. “A morte nos obriga a olhar para outras coisas, amplia nossa visão, traz situações novas. Quem não quer lidar com a morte não quer lidar com a vida.”

"A perda traz sofrimento e amadurecimento. Põe
nossos valores à prova. É o motor mais poderoso
para fazer pensar sobre o que realmente importa"

Viva e deixe morrer

Vida e morte, perda e ganho são lados da mesma moeda desde a Antiguidade. Para algumas correntes da filosofia grega, quem sabe morrer é aquele que aprendeu a viver. Assim, morte e vida completam-se. Esse veículo poderoso de renovação está presente em suas mitologias, como no episódio do nascimento do tempo, resultado da separação dolorosa entre o céu e a terra. É o mesmo princípio de nossas narrativas indígenas de criação, como a que conta que a vitória-régia surgiu depois que uma índia se afogou por amor à lua - é por isso que ela abre suas pétalas à noite. São histórias que tentam dar sentido à dor do adeus e ao milagre dos nascimentos.

“A perda traz sofrimento e amadurecimento. Rompe os laços que construímos, destrói as ilusões, põe nossos valores à prova. É o motor mais poderoso para fazer pensar sobre nossos dias e o que realmente importa”, diz Franklin. E a morte, a grande perda a que todos estão expostos e destinados, eleva essa reflexão à última potência. “A melhor maneira de se preparar para a última despedida é viver o dia presente, pleno de significado. Essa é a reflexão mais profunda que a morte nos traz.”

As perdas, assim, seriam o termômetro mais confiável de como anda a temperatura da vida. Quanto mais repleta de significados, menos as despedidas são um temor. Deixam de ser tabus para se tornar motores de renovação, parte do cotidiano. Sem esquecer, é claro, todo o sofrimento e dor que trazem. “Num sentido profundo, não é possível ganhar nada sem a mediação de uma perda”, diz Julio Cabrera, professor de filosofia da Universidade de Brasília e autor de livros na área. É a falta que nos dá a medida dos ganhos, assim como a morte põe à prova o valor da vida. Nesse sentido, falar sobre despedidas e perdas ajuda a tornar nascimentos e novidades mais plenos.

“Nascemos para a morte, mas toda a estrutura das nossas sociedades constrói o esquecimento desse fato e nos atordoa por meio de diversões, tarefas profissionais e atividades cotidianas que não nos deixam pensar na nossa condição mortal”, afirma o professor. “Assim, quando a dor e a morte aparecem, surgem como se fossem fenômenos excepcionais, raros e intempestivos, para os quais nunca estamos preparados.” Viver profundamente as despedidas é a melhor maneira de superá-las. Nascimento, amadurecimento e morte é o caminho natural que todos os homens trilham.

“Vivemos em sociedades construídas em torno da rejeição, exclusão ou esquecimento da morte. Juventude, beleza e bens são efêmeros e podem acabar a qualquer momento. Não deveríamos nos apoiar neles de maneira total”, diz Julio. “Morte e mortalidade são vistas como ceifadoras por causa dessa maneira falsa de organizar nossa vida. Seríamos melhores e mais plenos se aceitássemos essa ideia tranquilamente.”


Deixar ir é... Reinventar nossas relações. Como Elizabeth, que transformou a dor de ver as filhas sair de casa em mais tempo para si e para o marido

Eles passarão, eu passarinho

Quatro meses depois de perder a mãe, Renata ainda está reaprendendo a viver e a compreender essa ruptura definitiva. Em seus dias, esbarra nas lembranças, assusta-se com os horários vagos e surpreende-se com as próprias reações. É esse o movimento natural de quem se despediu de alguém que ama.

Elisabeth Ferraz, de 58 anos, também revolucionou seus dias depois que as duas filhas saíram de casa para fazer faculdade. Sofreu durante um ano, olhando para os quartos vazios e sentindo-se desamparada. O primeiro golpe veio em 2004, quando Olívia, a filha mais velha, saiu de Ribeirão Preto (SP) para estudar em outra cidade. No ano seguinte, Luísa, a caçula, fez o mesmo caminho. “Fiquei muito feliz, é claro, mas achava uma injustiça muito grande perder as meninas bem na idade em que elas tinham virado minhas companheiras”, conta a dona de casa. “Sentia uma tristeza imensa, o coração doía de saudade e eu ficava destruída.”

Elisabeth queria ouvir a voz das filhas, saber o que comeram no café da manhã, ter certeza de que estava tudo bem. Ficava triste quando percebia que, apesar de as duas estarem caminhando sozinhas e realizando seus sonhos, ela continuava sentindo falta das “meninas” em casa. “Às vezes, elas me ligavam e eu atendia chorando de saudade. Sabia que estava fazendo mal a mim e a elas”, diz. O marido, José Luis, tentava amparar a mulher, mas também vivia a dor da separação. “Quando levei cada uma delas na rodoviária, percebi que estavam indo embora, e veio um sentimento de estar perdendo algo”, conta. “No entanto, tenho a convicção de que filho é como passarinho: eles têm de voar sozinhos, apesar da tristeza de quem fica.”

Inconformada com o fato de ficar deprimida enquanto as filhas estavam felizes, Elisabeth resolveu dar a volta por cima. Procurou terapia e foi descobrindo rituais que a ajudaram a superar a sensação da despedida. Com o marido, mergulhou na ioga e estudou filosofias orientais. A relação de 30 anos dos dois entrou em uma nova fase. Juntos, aprofundaram os laços de amizade, confiança e cuidado mútuo. Como os horários em que estão juntos aumentaram, descobriram novas formas de convivência. Procurando ser verdadeira com seus sentimentos, Elisabeth descobriu que o vínculo com as filhas continuava inquebrável - mas passou a ser vivido de outra forma. “Vejo que elas estão felizes, fazendo o que gostam, e me alegro com isso. E sei que o fato de elas estarem em outra cidade não significa que estejam longe do meu coração.”

Mudando a alma de casa

Viver um amor com menos apego foi a lição que o casal aprendeu na marra. Deixar para trás pessoas, sentimentos e experiências é o processo de todas as mudanças da vida - é isso que faz com que os seres humanos sejam capazes de aprender coisas novas. “Toda perda bem trabalhada é um processo de crescimento”, diz a psicóloga Adriana Sartori, que está concluindo na Universidade de São Paulo um estudo sobre a “síndrome do ninho vazio”, nome que recebe o sofrimento dos pais quando os filhos deixam de vez o lar. “Cada vez que perdemos algo, ganhamos outra coisa: perdemos os dentes de leite pelos permanentes, nos despedimos do corpo de criança para entrar no de adulto e deixamos de ser estudantes para virar um profissional. A vida é um processo cíclico de perdas e ganhos”, explica.

E viver a dor e a insegurança que essas mudanças trazem é natural. Os sentimentos de abandono, desamparo e saudade mostram que existe um vínculo com a pessoa ou coisa perdida, que há sentimentos investidos nessa relação. O homem se forma pela convivência com o outro, aprendendo e respondendo a características alheias. Somos uma somatória de todos com quem convivemos. Assim, quando perdemos alguém ou algo importante, é como se um pedaço de nós também morresse. A tristeza, confusão e angústia que a perda traz, chamadas de luto, são a forma encontrada para tentar entender a despedida e descobrir o que fazer com a energia investida em algo que deixou de existir.

“São os vínculos que nos constituem como seres humanos. Quem não tem isso não se apaixona, não tem ídolos, não amadurece emocionalmente. E não sofre ao perder algo”, diz a psicanalista Maria da Penha Lanzoni, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. “Só existe a dor da despedida quando nos importamos com o que foi embora.” E é nessas horas, ao viver perdas que acreditávamos insuperáveis, que nos tornamos mais fortes e adultos. “A vida é um movimento constante entre os vínculos e suas perdas. É com a dor que crescemos e aprendemos a lidar com nós mesmos”, completa Maria.

Deixar ir é... Encarar com alegria e responsabilidade as novas fases da vida, mesmo que cheguem sem avisar. Como Daniela, que se descobriu mãe

O milagre da vida

Viver a despedida e limpar a alma para que o novo chegue é um rito de passagem que abre espaço para outras experiências. Sejam elas previstas ou não. Daniela Moussa, aos 21 anos, passou por isso em novembro do ano passado, quando engravidou sem planejar. Namorando havia alguns meses, no meio da faculdade, morando com a mãe, nunca tinha pensado em ter um filho. “A única coisa que passava pela minha cabeça era: ‘e agora?’. Via toda a minha vida e pensava como seria o meu futuro, bem diferente do que eu pretendia”, conta.

Passou uma semana aos prantos, conversou com o namorado e, juntos, decidiram assumir a criança e contar à família. “Amadureci 20 anos em cinco dias. Estava assustada, planejando uma mudança radical na vida e não sabia se seria capaz de dar conta de uma criança.” Após três meses de conversas, com o apoio dos pais, Daniela e o namorado, Nélson, decidiram se casar. Fizeram uma cerimônia civil em abril que marcou a nova fase. Com a festa, afastaram os temores e se fortaleceram para os últimos meses da gravidez.

Enquanto isso, Daniela aprendeu a comer frutas três vezes por dia e colocou verduras no cardápio. Largou os refrigerantes e resolveu sair menos. Começou a evitar café, lugares barulhentos e ambientes com fumaça. Quando sentiu o primeiro chute na barriga, deu-se conta de que, em seis meses, tinha se tornado uma pessoa diferente. “Até novembro passado, só pensava em mim, na minha felicidade. Hoje, sou eu, meu marido e minha filha. Penso rimeiro neles.”

Seguindo esse raciocínio, o casal mudou-se para a casa dos pais de Nélson, que vão ajudar a cuidar da criança. Foi a forma que encontraram para Daniela conciliar a gravidez com a faculdade de fotografia. Ela despediu-se da casa da mãe chorando, com a certeza de que passou para outro degrau de sua vida. “Eu era uma, agora sou duas. Não era isso que tinha planejado, mas as maiores alegrias vêm assim, inesperadamente.”

"Para que o novo floresça, é preciso que algo morra.
É o que a natureza nos mostra com as estações do ano.
Ignorar isso é perder uma parte crucial da existência"

E então renascer

Sem planejar, Daniela amadureceu, largou a vida de filha para tornar-se mãe e refez sua rota. Para ela, ganho e perda, lágrimas e sorrisos uniram-se no mesmo momento, durante a gestação de um novo ser. “Estamos desacostumados a pensar que para que inícios existam é preciso haver fins”, diz a médica oncologista Dalva Yukie Matsumoto, coordenadora da hospedaria de cuidados paliativos do Hospital do Servidor Público Municipal, em São Paulo. “Para que o novo floresça, é preciso que algo morra. A natureza nos mostra isso com as estações do ano e as gerações que se sucedem. Ignorar essa experiência é deixar de lado uma parte fundamental da existência.”

Aprender a dizer adeus é abrir as portas para a renovação, que constrói a vida e marca os passos de nosso mundo. Enfrentar os tormentos da perda é o único caminho que torna possível abrir-se para as possibilidades e desafios que cada dia oferece. O adeus ao conhecido e confortável traz o frio na barriga que só o novo é capaz de provocar. É assim que as pessoas mudam, amadurecem e atravessam as diferentes fases da vida. Com as transformações e as despedidas vêm as alegrias dos encontros, sensações inesperadas, emoções novas.

“É esse processo que nos torna humanos e amorosos. Olhar para outra pessoa e compartilhar com ela medos e sofrimentos nos iguala”, diz Dalva. “Vida é tentar ser feliz e estar sempre aberto para receber algo diferente. Mas, para isso, é preciso saber lidar com as perdas, que fazem parte da caminhada.” Com coragem para enfrentar a morte, a separação e dar adeus a uma vida planejada, Renata, Elisabeth e Daniela cederam espaço para o desafio da vida. Viveram a dor e descobriram que, dela, também é possível brotar a felicidade.


Fonte: http://revistasorria.com.br/site/edicao/aprendi-a-dizer-adeus.php