sexta-feira, 24 de junho de 2011

Como se proteger do assédio espiritual?





Sua proteção é você mesmo quem faz. Por isso, não adianta agir de forma negativa, baixar seu nível vibratório e depois rezar, pedir proteção e ajuda. Nenhum mentor espiritual poderá ajudá-lo efetivamente se você desconhece, (ou se conhece a ignora), a Lei da Afinidade (os semelhantes se atraem), uma das Leis Universais.


De acordo com essa lei é seu padrão de energia que irá determinar sua proteção contra os ataques, os assédios espirituais dos seres das trevas. Portanto, qual é a qualidade de sua energia? Que energia você irradia? É a energia que você emana que dará, ou não, acesso aos seres das trevas.
Sendo assim, para que o obsessor espiritual prejudique o obsidiado, ambos precisam consentir, tem que haver um laço de reciprocidade. E qual é esse laço?
É a ira, o ódio, o desejo de vingança, o sentimento de inferioridade, a rejeição, o medo, etc.. Nunca é demais lembrar que, da mesma forma que o amor une, o ódio também une.

Quem odeia, pensa o tempo todo na pessoa execrada, tanto quanto quem pensa sem parar na pessoa amada. Portanto, esses laços de amor, ou ódio, quando encontram reciprocidade, ou seja, quando duas ou mais pessoas compartilham os mesmos sentimentos, acabam por se unir, atraindo-se mutuamente. É assim que funciona a Lei da Afinidade.
Portanto, o assédio espiritual só ocorre porque o assediado -embora não tenha consciência- de alguma forma está ligado energeticamente ao ser espiritual que o assedia, pois ambos estão sintonizados na mesma faixa vibracional.
Desta forma, se o assediado não mudar suas atitudes, não sair dessa vibração, o assédio espiritual irá continuar. Na maioria dos casos, a relação obsessor e obsidiado é algo secular ou mesmo milenar. Por isso, concordo plenamente com a doutrina kardecista quando se refere à reforma íntima, isto é, a necessidade de se fazer um trabalho interior de autoconhecimento para que possamos identificar e mudar -ou pelo menos atenuar- maus hábitos e imperfeições, traços ruins de personalidade, tendências negativas que trazemos de outras encarnações, tais como egoísmo, arrogância, prepotência, maledicência, sentimentos de inferioridade, culpa, baixa auto-estima, autodesvalorização, ganância desmedida, vícios, fobias, etc..

São esses maus hábitos e imperfeições que realimentam, que nos tornam vulneráveis aos ataques dos obsessores espirituais. Vale dar aqui duas dicas, sugestões de como se proteger dos assédios espirituais:
- Não criticar ninguém: não apontar as falhas e os defeitos alheios. Pode acontecer daquela pessoa que você mais critica vir a ser a que mais lhe dará apoio num momento mais doloroso de sua vida;
- Não julgar, não condenar ninguém: Jesus dizia: Não julgueis para não seres julgado. O passado nos condena, pois enquanto seres espirituais em evolução, já erramos, cometemos erros, injustiças, prejudicamos as pessoas em outras encarnações com atos que hoje classificaríamos como bárbaros, atrozes, selvagens, mas que na existência passada não víamos dessa forma por falta de esclarecimento, de consciência desperta acerca das Leis Divinas. Então, pelo fato de não termos tido um passado louvável, fica claro que não temos nenhuma moral para julgarmos alguém, e é provável que quanto àquilo que a gente julga, tenhamos feito o mesmo e até pior nas vidas passadas. Quem garante que isso não tenha acontecido? O véu do esquecimento do passado nos impede de sabermos. Por isso, é mais sábio e mais prudente não julgarmos; caso contrário, caímos na antiga expressão popular O sujo falando do mal lavado. Em suma, não alimente o mal, a maledicência, pense somente no bem e viva em paz sob a proteção dos bons espíritos. Por fim, exercite sempre o perdão.

Caso Clínico:
Por que essa relação de amor e ódio com minha mãe?
Homem de 50 anos, casado

O paciente veio ao meu consultório querendo entender o motivo dessa ‘ambivalência afetiva’ de amor e ódio que nutria pela mãe. Casado fazia 23 anos, segundo o paciente sua mãe sempre desejou que o seu casamento fosse para o buraco, pois ela queria prendê-lo a ela. Era ela também muito cobradora, manipuladora, excessivamente crítica e injusta. Por isso, sentia-se sufocado, a presença dela o incomodava muito. Queria saber ainda qual era o seu verdadeiro caminho profissional, sua missão de vida. Sentia-se perdido, sem rumo na vida, pois não sabia se continuava trabalhando como terapeuta holístico e como médium num centro espírita kardecista.

Na primeira sessão de regressão, ele me relatou:
Vejo uma luz branca, muito grande na minha frente... Vejo também dentro dela um homem com terno xadrez que usa óculos quadrados e escuros. Eu o conheço... É o Chico Xavier. Tive a grande oportunidade de conviver com ele ainda em vida. Ele saiu dessa luz grande e agora está aqui do meu lado esquerdo (pausa).

- Pergunte em pensamento se ele tem algo a lhe dizer? - Peço ao paciente.
Ele me diz: Ame-se muito! Tenha confiança, disciplina, disciplina... Perdoe mamãe, ela não sabe o que faz. Siga em frente, ame bastante as pessoas... tenha confiança absoluta no Pai Maior!
Ame aqueles que lhe ferem. Perdoe-se, ame a humanidade. Tenha compaixão (paciente fala chorando).
Eu sinto o amor de Chico... É muito emocionante o amor que ele passa. É um amor tão bonito! (fala chorando muito). (pausa).
Ele diz ainda: Tenha compaixão pela mamãe, siga no seu trabalho com Cristo no coração. Tenha confiança nos espíritos. Lembre-se disso! O trabalho que você faz é um trabalho de formiguinha, mas é um trabalho importante. Não tem problema em empurrar a pedra, e mesmo que ela não saia do lugar, continue empurrando-a. Se Deus solicitou que você empurre a pedra, continue empurrando-a, não se preocupe. Empurrar a pedra tem uma significação.
Ame bastante aqueles que esperam muito de você, não pense que você é um fracasso. O que seria da Natureza se não fossem as formiguinhas que carregam pequenos ciscos um a um? (pausa).
Chico Xavier costumava dizer que ele era um cisco de Deus e falava rimando: Eu sou Chico Xavier Cisco de Deus. (pausa).
Ele pôs a mão direita sobre o meu peito... Vejo uma luz translúcida que sai do peito dele. Ele está se afastando e me diz novamente: Ame-se!
Agora está indo embora...

Na sessão seguinte (última), assim o paciente me relatou: “Vejo duas figuras, dois homens vindo em minha direção: um é novamente o Chico Xavier e o outro é o meu sogro, recém desencarnado.
Eles estão juntos, sorrindo para mim. O meu sogro está com cabelo preto, óculos com aro de tartaruga, bem mais jovem de quando o conheci. Ele se aproxima com aquele sorriso nos lábios, característico dele. Ele me abraça (paciente fala emocionado), digo que estou com muita saudade dele. Ele me agradece, fala que agora não está mais naquele corpo doente e cansado, que se sente como um pássaro livre. Fala ainda que agora irá sempre me inspirar em meu trabalho mediúnico. O meu sogro era médico, psicoterapeuta, espírita e divulgador da doutrina kardecista. Seu nome era Dr. João Batista. (pausa).

Ele está me revelando que na existência passada trabalhou com Kardec e que hoje, no plano espiritual, trabalha com Chico Xavier complementando o trabalho de Kardec.
Diz que agora, como desencarnado, vai poder me ajudar muito mais e, conforme foi dito pelo Chico Xavier, reitera para perdoar os meus pais, ver a minha mãe e meu pai como filhos e orar para eles.
Fala para ter confiança, ter sempre Cristo no coração, evitando comentar o mal, a maledicência, principalmente a dos políticos corruptos, tendo compaixão e selecionando as informações da mídia, tanto a escrita como a TV.
Lembrar sempre do perdão como instrumento terapêutico, porque uma das portas que a gente abre para os espíritos obsessores é o julgamento que fazemos das pessoas.
Por isso, temos que cultivar a paciência e a compaixão. Esclarece ainda que o perdão é um dos instrumentos mais poderosos em trabalhos de cura e autocura. Esclarece também que não foi por acaso que Cristo bateu na tecla do perdão.

Pede para eu voltar a dar palestras em centros espíritas, mas não participar da diretoria desses centros espíritas, mas sempre servir, sendo um servo mais humilde. Ele me lembra que o mestre Chico Xavier nunca aceitou ser diretor de nada. Pede também para seguir firme, com muita disciplina, na conduta pessoal e nos afazeres como terapeuta holístico e nos trabalhos de atendimento mediúnico no centro espírita.
Reafirma novamente para manter a disciplina e evitar comentar o mal com as pessoas, a não ser para ajudá-las a saírem dele. Mas nunca cultivar a maledicência, falando mal da vida alheia para se engrandecer. Não fazer isso é a maior forma de se proteger do assédio da espiritualidade inferior. (pausa).
Agora ele falou que vai entrar aqui um espírito que prejudiquei no passado e que me persegue, pois é para pedir perdão a ele. (pausa).

Ao falar, o obsessor espiritual diz que eu o prejudiquei, mas que ele está observando que já não sou mais a pessoa que fui no passado. Ele tem observado que estou melhorando as minhas atitudes. (pausa).
Eu peço perdão a ele... Ele diz que respeita o Dr. João Batista, o meu sogro; eu lhe agradeço. (pausa). Esse ser fala que, a partir de agora, irá me encaminhar pessoas que ele ama para eu atender como terapeuta holístico, e que com isso terei uma chance de me redimir do que fiz para ele na vida passada.
Ele está indo... Agora o meu sogro está dando tchau e está também indo embora”.

Osvaldo Shimoda é colaborador do Site, terapeuta, criador da Terapia Regressiva Evolutiva (TRE), a Terapia do Mentor Espiritual - Abordagem psicológica e espiritual breve canalizada por ele através dos Espíritos Superiores do Astral. Ministra palestras e cursos de formação de terapeutas nessa abordagem. Ele atende em seu consultório em São Paulo. Fone: (11) 5078-9051, ou acesse seu Site.
Email: osvaldo.shimoda@uol.com.br

Fonte: http://www.stum.com.br/


24 de junho: Antigo Egito: Dia das Lanternas


Durante as festividades as sacerdotisas de Ísis desciam ao templo portando lanternas, o que representava o momento em que a deusa chamou a Lua para restaurar a vida a Osíris

A Lenda de Ísis e Osíris

Era crença dos antigos egípcios, que a sua civilização lhes tinha sido transmitida diretamente pelo Deus Thoth, que viera a terra justamente para essa missão civilizadora. Ele lhes deu os rudimentos da civilização, ensinando-lhes a agricultura, a metalurgia e a organização social. Ele a ensinou a Osiris, o primeiro rei a governar em todas as terras do Egito, e este a propagou entre todos os povos do reino mantendo a harmonia e a paz no Egito até o dia em que foi assassinado por seu invejoso irmão Seth.
O Mito de Osiris e o drama da ressurreição desse deus, morto e esquartejado por Seth, seu invejoso irmão, é o conteúdo dos chamados Mistérios Egípcios, ou Mistérios de Ísis e Osíris. Na origem esses Mistérios eram tradições religiosas muito antigas, nas quais se celebrava o poder de regeneração concedida por esses deus aos seus afiliados na terra. O conteúdo desses rituais nunca foi descrito na literatura egípcia e só se tornou conhecido no Ocidente através da narrativa feita por Plutarco, escritor grego do século V a C, que escreveu um longo trabalho explicando o verdadeiro significado desse mito.


Em síntese, esse mito diz que Osíris era filho do deus Seb com a deusa Nut. Tornou-se rei do Egito, tendo ensinado para aquele povo todos os rudimentos da civilização. Teria sido também o introdutor do culto a deusa Maat, como forma de conservar o equilíbrio e a ordem no país dos egípcios, repetindo, dessa forma, o reino do céu na terra.
Tendo organizado o povo no vale do Nilo, partiu em peregrinação por toda a terra, para fazer o mesmo com outros povos. Na Babilônica ficou conhecido como Enlil, na Pérsia como Mitra, na India como Shiva, o civilizador. Enquanto peregrinava pelo mundo ensinando os povos os segredos da agricultura, da metalurgia, das artes e demais disciplinas que fazem uma civilização, sua irmã e esposa Ísis ficou governando o Egito em seu lugar. Quando voltou, após implantar a civilização pelo resto do mundo, foi assassinado por seu irmão Seth, que escondeu seu corpo dentro de uma arca e o atirou ás águas do Rio Nilo.


Quando Ísis soube do ocorrido, partiu á procura do corpo encontrando-o, afinal, nas praias da cidade de Biblos, preso aos galhos de um tamarineiro. Todavia, o rei de Biblos, (esta não é a cidade fenícia onde foi inventado o termo Bíblia, mas um povoado egípcio que ficava numa das bocas do Nilo), havia cortado a referida árvore, para com ela sustentar o teto do seu palácio. Ísis, entretanto, conseguiu recuperar a arca com o corpo do marido e retornou ao Egito. Quando Seth soube que ela havia recuperado o corpo de Osiris, ele o roubou e cortou-o em quatorze partes, as quais enterrou em diversos lugares do país.
Ísis, ao tomar conhecimento da nova maldade de seu invejoso cunhado, saiu á procura dos restos mortais do marido, e onde encontrava uma parte, sepultava-a com as devidas cerimônias, erguendo no lugar da tumba um templo em homenagem a Rá, o deus da luz. Tendo reunido todas as partes do corpo do rei assassinado, dando a cada uma delas sepultura de acordo com os rituais, foi possível a ela promover a sua regeneração. Osíris recomposto tornou-se um deus e foi feito governador da terra dos mortos, a Tuat.
Recomposto em espírito, Osiris instruiu Hórus, seu filho, a continuar a sua obra, combatendo Seth, o princípio do mal. Hórus, á frente de um exército de “filhos da luz”, deu combate a Seth e o venceu. Osíris, morto para a vida, ressuscitou espiritualmente por força das cerimônias que Ísis prodigalizou aos seus restos mortais. Daí passou a simbolizar o dia que vence a noite, a luz que supera as trevas; Ísis é a terra, a mãe em cujo útero se processa a regeneração da semente morta..
Os sacerdotes egípcios usavam esse mito para cultuar o poder regenerador da terra. Pois assim como a semente lançada ao solo contém a vida que renascerá das trevas, também o homem que morresse e fosse sepultado de acordo com os ritos instituídos pelos deuses renasciam na terra, no corpo do seu sucessor, e nos Campos Elísios como ka (espírito) revigorado, capaz de viver eternamente. E o seu espírito, iluminado pela luz de Rá, incorporava-se ao Princípio Criador de todos os seres ( Rá, o Sol radiante), tornando-se também um deus, cuja face brilhava para sempre, na forma de um astro no céu. Dai a idéia de que cada estrela no céu é representativa de uma alma que foi admitida no céu.


Os egípcios viam o corpo humano como um conjunto de potencialidades que não se esgotavam na vida terrestre, mas que se completava na existência do além-túmulo. Assim, aquele que obtivesse sucesso em viver de acordo com os princípios da Maat (A Justiça), adquiria os méritos para se tornar, ele também um Osíris, revivendo num mundo ideal. Eis porque o corpo humano não podia desaparecer com a morte, pois da sua conservação dependia a preservação de algumas das potencialidades que o defunto necessitaria para viver feliz na outra vida. Daí o desenvolvimento de técnicas de embalsamamento e conservação das múmias que até hoje desafiam a ciência moderna.
Nesses dias anteriores aos tempos históricos, os deuses eram tidos como Mestres da construção universal e os homens os seus aprendizes. O que os primeiros faziam no céu refletia sobre a terra, e o que os homens faziam na terra repercutia no céu. Por isso a responsabilidade recíproca na construção e no equilíbrio do edifício cósmico se dividia por igual entre homens e deuses.
Um dia esse equilíbrio foi rompido, por isso a desordem, a desarmonia, a injustiça, o mal, enfim, entraram no universo e nele se mantém. E nele se manterá até que nós restabeleçamos esse fluxo, tornando-nos justos e perfeitos novamente.
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Notas

O historiador grego Plutarco foi sacerdote de Ísis no santuário de Delfos. Em sua obra sobre os Antigos Mistérios ele informa que Hermes, o guardião dos segredos dos deuses, era pai de Ísis.

Fonte: http://www.recantodasletras.com.br/

Guardar mágoas traz prejuízos à saúde de nosso corpo





Quando alguém nos desaponta, nos fere, quando perdemos algo importante ou sofremos alguma injustiça, a raiva e a indignação são sentimentos normais, mas o problema é quando esses sentimentos se transformam em mágoa e amargura. No livro "O poder do perdão", o psiquiatra americano Fred Luskin, apresenta a sua experiência e estudos sobre esse tema. Ele demonstra que o processo de perdoar pode ser treinado e desenvolvido. Ele utiliza a metáfora de um aeroporto, que está com o tráfego aéreo congestionado, para explicar como fica a mente de uma pessoa, sobrecarregada pelas mágoas. Cada avião que está no ar é comparado a uma mágoa, que enquanto não pousa, fica exigindo energia e exaurindo os seus recursos.


Quando guardamos mágoas, o nosso cérebro produz substâncias químicas e hormônios ligadas ao estresse, que limitam as nossas ações e prejudicam nosso bem-estar

Quando guardamos uma mágoa e pensamos na dor que sofremos, o cérebro reage como se estivéssemos em perigo naquele momento. Ele produz substâncias químicas ligadas ao estresse, que limitam as nossas ações. A parte pensante do cérebro fica limitada, é quando agimos sem pensar para nos livrarmos da sensação de perigo.

Portanto, a mágoa consome muita energia, pois cada vez que contamos o que aconteceu, os mesmos sentimentos são desencadeados. O cérebro não sabe distinguir se aquela traição ou agressão aconteceu agora ou há três anos.

Assim como escolhemos o canal de TV que queremos assistir, também podemos aprender a escolher qual o "canal" que estará passando na nossa mente. Podemos escolher pensar no quanto fomos vítimas, o quanto fomos machucados, e com isso perpetuar o nosso sofrimento ou podemos escolher pensar no quanto fomos fortes para sobreviver ao que aconteceu e mudar o nosso foco. Não significa que devamos passar por cima da tristeza, da dor e da raiva que sentimos, mas precisamos aprender que existe um tempo para esses sentimentos.

Uma forma de mudarmos o "canal" da nossa mente é pensar em como podemos mudar a história da nossa dor. Qual a história que contamos para nós mesmos sobre o que nos aconteceu?

Relembrar o fato, falar disso inúmeras vezes, ficar no lugar de "vítimas" dentro da história que contamos, nos dá a sensação de que o sofrimento que passamos não será esquecido e que se e abandonarmos esse lugar, quem nos fez sofrer ficará liberado de pagar pelo que fez. Mas, conservar a mágoa, nos mantém ligados de forma ineficaz à pessoa que nos fez sofrer.

O outro provavelmente não está sofrendo, nem mais e nem menos, só porque mantemos a mágoa dentro de nós.

Cada vez que contamos a história da nossa dor, ressaltando o quanto fomos vitimas daquela pessoa e enfatizando o quanto ela foi cruel conosco, continuamos dando poder a ela. Ficamos presos num papel que não deveria ser mais o nosso. Precisamos ultrapassar esse momento, precisamos nos curar.

Que tal parar um pouco e reformular a história da nossa dor? Sem forçar acontecimentos ou inocentar ninguém, mas colocando um foco nas nossas atitudes, no que fizemos e podemos fazer de construtivo diante do que aconteceu.

Fonte: http://msn.minhavida.com.br

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Com exceção de Fukushima, praias não oferecem riscos





O chefe de gabinete do governo, Yukio Edano, disse nesta quinta-feira que todas as praias do Japão, com exceção do litoral da província de Fukushima, não apresentam riscos para a saúde, depois de terem passado por monitoramento para detectar substâncias radioativas.


Segundo as análises do Ministério do Meio Ambiente, em conjunto com as administrações locais, os banhistas podem brincar na água ou na areia com segurança durante o verão.

Em todo o arquipélago, 135 praias foram monitoradas e apenas a de Nakosokai, em Iwaki (Fukushima), foi considerada inapropriada por apresentar 13 bequeréis de césio por litro de água. Mesmo assim, um nível bem abaixo do limite permitido de 200 bequeréis.

O governo vai continuar examinando as praias, inclusive o litoral de províncias vizinhas a Fukushima que não foram afetadas por material radioativo, segundo Edano.

Fonte: Alternativa

Terremoto de 6,7 graus atinge nordeste sem danos e feridos


Um terremoto de magnitude preliminar 6,7 atingiu a localidade de Iwate, no nordeste do Japão, nesta quinta-feira, uma das regiões abaladas pelo tremor seguido de tsunami de 11 de março, mas não houve registros imediatos de danos ou feridos.

Um alerta de tsunami de até 50 centímetros foi retirado uma hora depois do terremoto, que aconteceu às 6h51, mas autoridades advertiram moradores para possíveis deslizamentos de terra.

A Tokyo Electric Power, que enfrenta dificuldades para conter os vazamentos de radiação de sua usina nuclear de Fukushima devido aos danos provocados pelo desastre de março, informou que o mais recente tremor não atrapalhou seus esforços de controlar os reatores.

A Agência de Segurança Industrial e Nuclear informou que não houve registros de anormalidades nas usinas nucleares de Higashidori e Onagawa, da Tohoku Electric Power, no nordeste do Japão. As operações destes reatores foram suspensas desde o terremoto de março.

O epicentro do tremor foi registrado 20 quilômetros abaixo do leito marinho, no litoral de Iwate, e cerca de 500 quilômetros a nordeste de Tóquio, informou a Agência Meteorológica do Japão.

Fonte: Alternativa

23 de junho de 47 a.C. - Nascia Ptolomeu XV do Egipto (Caesarion), último faraó ptolomaico (m. 30 a.C.).

Cleópatra e Cesarion

Ptolemeu XV Caesar (23 de junho de 47 a.C.–agosto de 30 a.C.) foi o último faraó da Dinastia ptolemaica do Egito. Também conhecido como Caesarion (pequeno César), era tido por filho da faraó Cleópatra VII e de Júlio César, embora o romano jamais tenha reconhecido, publicamente, sua paternidade..

Biografia

Cesarion nasceu no Egito e sua mãe, a rainha Cleópatra VII, sempre afirmou que ele era filho do ditador romano Júlio César. Mas ainda que o menino pudesse ostentar traços fisionômicos de seu suposto pai e talvez tenha sido autorizado a usar seu nome, César nunca reconheceu, oficialmente, ter um filho natural, razão pela qual veio a adotar seu sobrinho, Caio Otávio, como seu herdeiro. Um panfleto que circulou em Roma àquela época, tentava provar que César não poderia ser o pai de Cesarion. Além disso, o fato de Cleópatra comparar sua relação com o filho, à da deusa egípcia Ísis com seu filho milagroso, Horus , tornava a questão ainda mais controvertida.

Cesarion passou dois de seus primeiros anos, 46 a.C.-44 a.C., em Roma, onde ele e sua mãe eram convidados oficiais do governo romano, ou seja, de Júlio César. Mas quando o ditador foi assassinado, em 15 de março de 44 a.C., ambos tiveram que retornar, apressadamente, ao Egito.

Suposto busto de Cesarion

Aos 3 anos (em 02 de setembro de 44 a.C.), Cesarion foi nomeado co-regente do trono egípcio, mas é pouco provável que tenha tido algum papel político relevante, haja vista a concentração de poder exercido por sua mãe.

Quando Cleópatra e Marco Antônio estavam juntos, ele foi beneficiado pelas chamadas "Doações de Alexandria" (34 a.C.), sendo proclamado "rei dos reis" - um título grandioso "sem precedentes na gestão das relações cliente-rei romano" e que "poderia ser visto como ameaça à grandeza do povo romano"

Após a batalha de Actium (31 a.C.) e consequente invasão do Egito pelas forças de Otávio, Cleópatra enviou Cesarion, com um grande tesouro, para o porto de Berenice, no Mar Vermelho, provavelmente pretendendo fazê-lo chegar à Índia, onde encontraria refúgio.

As circunstâncias da morte do suposto filho de César, nunca ficaram plenamente esclarecidas. A hipótese mais aceita - sustentada, inclusive, por Plutarco - é a de que ele, após os suicídios de Antônio e Cleópatra, se tenha deixado enganar pela promessa de assumir o trono do Egito, como herdeiro de sua mãe, tendo retornado a Alexandria, onde foi preso e executado por ordem de Otávio.
“ Cesarion, que se dizia ser o filho de Cleópatra com Júlio César, foi enviado por sua mãe, com um grande tesouro, para a Índia, por meio da Etiópia. Mas seu tutor, Teodoro, persuadiu-o a voltar, com o fundamento de que Otávio César o convidara para tomar o reino." ”

—Plutarco. Vida de Antônio.