quarta-feira, 25 de maio de 2011

Akihabara é a Woodstock dos nerds


Ser um nerd não é exatamente um elogio. São incontáveis os círculos sociais em que somos submetidos a constrangimentos e olhares de desprezo por preferirmos os computadores às pessoas, o isolamento ao convívio social.

O gosto por seriados de TV, roupas com ícones de games e a aversão aos exercícios físicos que compõem o imaginário do que é um nerd não formam, nem de longe, o tipo de cara que é popular entre as garotas e admirado por seus pares. Para evitar as piadas, há quem guarde com discrição seus bonecos do Star Wars ou evite espalhar por aí o nome do RPG que está jogando com os amigos.

Há um pequeno recorte no mundo, no entanto, onde ser nerd e professar sua condição de forma orgulhosa é um ato livre de julgamentos e preconceitos, a cidade eletrônica de Akihabara, no centro de Tóquio.

Todas as manhãs, pontualmente às 8 horas, as lojas de Akiba, como o bairro é apelidado por seus freqüentadores, erguem as portas para receber as mais de 150 mil pessoas que cruzam diariamente as lojas, corredores, avenidas e quiosques do bairro mais plugado do mundo, alimentado por duas linhas de metrô e um infinito de ciclovias que convergem para lá.

Em dias de lançamento da indústria de games, algumas lojas abrem mais cedo, pressionadas por pequenas multidões de geeks que, muitas vezes, viram a noite nas ruas de Akiba para serem os primeiros a comprar a novíssima versão de jogos da Konami ou Nintendo.

Para um explorador gaijin circulando pelas milenares ruas da cidade elétrica, a primeira sensação é de deslumbramento. Akihabara é tudo que nós, estrangeiros, imaginamos do Japão: luminosos que nunca apagam, tecnologia transbordando pelas janelas, multidões a passos apressados e dezenas, centenas, milhares de japoneses com os olhos vidrados nas telinhas brilhantes de seus smartphones ou games portáteis.

A segunda sensação, mais marcante, é de estranheza. Como podem as lojas expor seus notebooks, celulares e câmeras fotográficas em bancas sob as calçadas? Não há por aqui nenhum espertalhão que arrisque sacá-las das bancadas e sumir na multidão?

De acordo com a polícia metropolitana de Tóquio, só duas tentativas de furto são anotadas a cada semana em Akiba, índice insuficiente para dissuadir as lojas de deixar seus gadgets tão expostos. A explicação para o baixo índice de roubos vai além da fama de honestidade dos japoneses. O valor dos eletrônicos não é alto e as penas para trombadinhas são duríssimas.

Um celular usado (que dirá roubado) não é revendido por mais de US$ 5. Um netbook novinho, vale US$ 200, sem origem, então, o preço desaba. Simplesmente o risco de roubar é alto demais para a pouca lucratividade que o crime traria.

- Woodstock - A terceira e mais marcante sensação a assaltar um forasteiro em Akiba é o clima de festa nerd que toma conta das ruas. Garotos gorduchos caminham livremente com suas camisas do Super Mário e capa de Batman pendurada às costas.

Fãs de cosplay circulam em suas fantasias ao lado de trabalhadores engravatados sem causar espanto. Vez por outra, adolescentes fãs de Godzila ou Darth Vader vão a caráter comprar um drive externo de alguns teras ou uma nova placa-mãe para montar um PC no final de semana. Banda larga? Contrata-se na casa das centenas. Vai um plano de 100 Mbps ou de 200 Mbps?

Algumas LAN houses vendem conexões exclusivas para serem usadas por um único cliente. É como se você comprasse uma mesa com PC e internet para usar quando quiser e, se quiser, ficar lá o tempo todo, jogando, digamos, 70 horas sem parar.

Prédios em Akihabara: território livre para cosplays, gamers e esquisitos

Como o preço dos aluguéis é exorbitante em Tóquio, alguns jovens sem muito dinheiro alugam uma mesa dessas e simplesmente passam a viver numa LAN house. Fazem isso meses a fio, se alimentam de salgadinhos e coca cola, tomam banho em pias improvisadas e dormem em barracas do tipo camping – ou sobre os próprios teclados.

A onda de moradores-de-LANs, no entanto, pode estar perto do fim. O equivalente ao Ministério da Saúde no Japão decidiu agir contra as LANs, quer tratar os viciados em internet e ameaça fechar as casas 24 horas que permitem aos gamers ficar online indefinidamente.

Nesse sentido, o bairro símbolo no consumo de eletrônicos no mundo marca também uma espécie de ´libertação´ da cultura nerd. Como em Woodstock em 69, Akiba rompeu com as regras de comportamento estabelecidas e seus freqüentadores decidiram que têm o direito de transgredir o senso comum. É lícito fantasiar-se com as roupas de ídolos eletrônicos e comprar tantos games e mangás que não lhe restará um segundo livre para ir a uma festa de aniversário ou partida de beisebol.

- História -Numa tradução livre, Akihabara quer dizer “Folha caída do outono”, referência à era medieval do bairro, que já abrigou um templo xintoísta e teve mais árvores que computadores. No pós-guerra, a região foi tomada por pequenos vendedores de artefatos eletrônicos, como cabos de energia, tubos de TV e rádios de fita cassete. O boom de companhias como Sony, Sharp e Fujitsu nos anos 80 transformou radicalmente a paisagem em Akiba, que cedeu espaço a arranha-céus ocupados por lojas de departamento e consumo de eletrônicos.

Na mesma década, a prefeitura de Tóquio percebeu o potencial econômico de Denki Gai (a cidade elétrica, outro apelido do bairro) e incentivou as empresas de games, animes e editores de mangá a abrirem escritórios por lá. A intenção primeira da prefeitura era sobrepujar Nipponbashi, o bairro rival de Osaka, que já aproximara anos antes as grandes fabricantes de eletrônicos da indústria de anime e games.

A reunião de computadores e entretenimento nerd transformou Akiba em referência mundial e permitiu o florescimento da cultura Otaku, nome pejorativo que os japoneses dão aos nerds esquisitões de Akihabara. Algumas mulheres sozinhas, por exemplo, evitam andar pelas ruas do bairro elétrico, com medo de serem assediadas por um otaku.


Um famoso seriado local – Densa Otako, disponível em DVDs piratas no bairro japonês da Liberdade, em São Paulo – narra a história de um otaku típico, que ao se apaixonar por uma modelo tenta fazer a transição do mundo nerd para, digamos, algo mais sociável. A série trata com sensibilidade as dificuldades que todo garoto – uns mais, outros menos – têm com as mulheres e joga luz sobre estes personagens que são livres em Akiba, mas certamente encontram obstáculos em outras partes da cidade – e do mundo.

Um duro golpe na imagem dos otakus, por exemplo, foi desferido em 8 de julho de 2008, quando um jovem gamer tomou um trator da prefeitura e partiu para cima dos pedestres matando 7 pessoas. Se fosse em outro lugar da cidade, seria só um louco. Mas como aconteceu em Akiba, a culpa recaiu sobre a cultura nerd e a emblemática imagem de solidão e incomunicabilidade que os persegue.

- Consumir em Akihabara - Loucos enfurecidos, ao lado de terremotos e godzilas parecem ser as únicas ameaças à segurança no Japão. A qualquer hora do dia ou da noite a sensação de tranquilidade é absoluta e caminhar com sacolas cheias de eletrônicos não é um risco.

Além dos preços sem igual no mundo, comprar em Akiba é uma experiência antropológica para os gaijins. A tradição de mimar o consumidor faz os visitantes do bairro sentirem-se no limite do constrangimento com tanta gentileza. Quem entra nas lojas, é saudado com um sonoro irashaimassê (algo como seja bem-vindo) e pode fuçar à vontade nos produtos, fazer perguntas, comparar preços e sair de lá sem comprar nada. A imagem do vendedor furioso com o cliente que lhe tomou tempo simplesmente não existe.

O idioma é, naturalmente, um grave obstáculo às compras. São poucos os lugares onde vendedores falam inglês e, mesmo quando falam, o fazem com um sotaque duro de compreender. O excesso de atenção e preocupação com o cliente, no entanto, superam com larga vantagem as barreiras idiomáticas.

Algumas regras de etiqueta, porém, são recomendáveis. Em Akiba como em todo o Japão não se pechincha e não se oferece gorjetas. Ambas práticas são claramente ofensivas. O preço anotado na etiqueta é o que vale, não há margem para negociação. Esta característica é especialmente vantajosa para estrangeiros, que podem ter a certeza que pagarão o mesmo valor que qualquer outro consumidor, sem as comuns engabelações de que os gringos são vítimas ao fazer compras no exterior.

Também não é educado contar o troco que um vendedor lhe devolve após um pagamento. Em bom japonês eles dizem. “Você me deu cinquenta, o produto custou trinta, então lhe devolvo vinte” e contam “dez, quinze, vinte”, colocando nota sobre nota à sua frente para depois entregar-lhe o troco usando as duas mãos.

O ápice da gentileza ao cliente acontece logo após o pagamento. Todos os funcionários da loja – de qualquer loja – que virem você comprando farão uma pausa de um segundo em suas tarefas para dizer “Domo Arigato Gozai Mashita”, algo como “muito, muito obrigado”. Acredite, comprar um produto de R$ 5 e ver 20 pessoas se enfileirarem para agradecer você pode ser muito constrangedor.

o caminhar pelas alamedas do bairro, o consumidor notará a ausência de uma única grande marca, a Apple. A fabricante do iPhone e iPod decidiu que não abriria sua loja ao lado da Sony, Nintendo ou Fujistsu. Ela tem um prédio próprio – com cinco andares – em Ginza, o bairro mais sofisticado de Tóquio.

- Pague para conversar – Uma atração particular de Akiba são os cafés onde se paga para ter companhia feminina. Explorando a timidez de consumidores introvertidos demais para conversar com uma mulher, algumas lojas oferecem este atrativo. Garotas jovens em trajes colegiais que tentam juntar grana para uma viagem de fim de ano ou para entrar na faculdade, se dispõem a cobrar para tomar um café a dois, cantar uma música no karaoquê ou disputar uma partida de videogame a dois. Nem de longe a prática é associada a prostituição, não se negocia sexo, mas sim atenção.

A prática pode parecer estranha. Mas ai está a essência de Akiba, um lugar onde podemos fazer coisas estranhas com absoluta naturalidade.


Fonte: http://info.abril.com.br

“Salsicha” vira alvo de disputa judicial

Gary e Moira Rowlinson com um retrato do “salsicha” Bailey.
Crédito: Daily Mail

Uma estranha batalha legal envolvendo um cão “salsicha” e dois donos vai à corte no mês que vem na Inglaterra.

Quando o mini-Dachshund Bailey mordeu a neta de dois anos de idade da sua dona, ele não imaginava o que iria acontecer depois.

Em uma reação impulsiva, o então dono Gary Rowlinson doou o cãozinho de apenas um ano e meio para um amigo da família. Mas, um dia depois, o homem de 55 anos de idade se arrependeu da decisão e bateu à porta de Steven Spencer, o novo dono. O problema é que Spencer recusou-se a devolver o travesso Bailey.

Moira Rowlinson e Bailey em setembro de 2010.
Crédito: Daily Mail

“Bailey é um bom cão. Não conseguimos viver sem ele. Foi amor à primeira vista quando olhamos para ele. Bailey é um membro da família. Ficaremos devastados se não o conseguirmos de volta”, disse Rowlinson.

“Ele costuma ser brincalhão e protetor da minha esposa e, quando minha neta veio correndo na direção dela, Bailey não entendeu o que estava acontecendo e a mordeu. Nós ficamos perturbados”, completa ele.

Gary Rowlinson e Bailey em outubro do ano passado.
Crédito: Daily Mail

A família entregou o cachorro para Spencer, mas cometeu um grande erro. O novo dono, de 26 anos, decidiu que não devolveria o
pequeno. Rowlinson ofereceu uma quantia de mais de 700 Libras, valor originalmente pago na compra de Bailey, só para tê-lo de volta.

O dono arrependido não levará advogado para a corte e falará por si no dia da audiência. Já Spencer será representado por Heaton Chapel, que se recusou a comentar o caso.

Rowlinson e sua esposa Moira compraram Bailey ainda filhote. “Nossos filhos já cresceram, então Bailey é como uma criança para nós”, lamentam eles.

E então, quem levará o “salsicha” para casa? Agora é esperar para ouvir a decisão do juiz.

Fonte: PetMag

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Coreógrafa de Gaga admite que copiou Madonna


Fim de papo: a coreógrafa Laurieann Gibson, que ajudou na elaboração das performances de Lady Gaga, recentemente admitiu que sua cliente tem copiado Madonna. Talvez tenha sido alguma estratégia (ou não), para dar um fim aos comentários que sempre surgem quando Gaga lança algo.

Veja um trecho da entrevista da coreógrafa para o LA Times:

LA Times: Muito do visual de Lady Gaga tem sido comparado ao de Madonna. Como diretora criativa dela, o que você acha disso?

Laurieann Gibson: Ouça, [Madonna] deve estar irada porque eu fiz isso de propósito, e você pode escrever o que digo. Eu fiz isso de propósito por todas as crianças que creem que não podem, eu quis tentar fazer com que elas sentissem que podiam. E é isso o que represento, o que Gaga representa. É isso o que o movimento representa.

Provavelmente Gibson esqueceu o que ela disse a CNN, alguns meses atrás, sobre a performance de Lady Gaga no Grammy 2011:

Eu não sou inspirada pela Madonna, muito menos minhas coreografias.
Para mim, a comparação com a Blond Ambition Tour é absolutamente inaceitável!

- E, em um rápido resumo, relembremos:

Primeiro, Lady Gaga diz que é uma homenagem, então ela chama a comparação de “idiota”, aí o produtor diz que é tudo uma besteira sem tamanho, e agora a diretora admite que é cópia…

Ao menos de duas coisas todos têm certeza: primeiro, ela não é Madonna, e , segunda, a equipe de Lady Gaga é uma bagunça só!

Créditos: Forum Glee Brasil/ Portal Famosos

Como é feita a mortadela?


Mortadela (em Italiano, Mortadella) é um embutido feito de carnes de diversos animais, especialmente suínos e bovinos, e cubos de gordura, geralmente do pescoço suíno. Os temperos geralmente usados incluem pimenta preta (inteira ou moída), murta, noz moscada e coentro.

Existem duas teorias sobre a origem da palavra mortadela. A primeira indica que o recheio de porco que este enchido contém era, no passado, moído finamente, de forma tradicional, até chegar a uma consistência de goma, sendo usado para este efeito um almofariz, conhecido em Italiano como mortaio. O nome poderia, assim, ser proveniente da utilização deste instrumento.

A segunda teoria sugere que o nome mortadela pode ser derivado de uma salsicha romana temperada com murta, em vez de pimenta, designada pelos romanos como farcimen mirtatum

A mortadela teve origem em Bolonha, na Itália. Um relato de uma linguiça similar à mortadela datado de 1376 pode ser a referência mais antiga da iguaria.

Foi levada para a América Latina pelos imigrantes italianos, no início do século 20, sendo hoje popular no Brasil, na Argentina e no Uruguai.


A atriz Sophia Loren é considerada madrinha do produto após ter estrelado um filme chamado La Mortadella em 1971.

No Brasil, a Instrução Normativa N.º 4/2000 do Ministério da Agricultura definiu a classificação em cinco variedades de Mortadela:

* Mortadela (propriamente dita)

Carnes de diferentes espécies de animais de açougue, carnes mecanicamente separadas, até o limite máximo de 60%; miúdos comestíveis de diferentes espécies de animais de açougue (Estômago, Coração, Língua, Fígado, Rins, Miolos), pele e tendões no limite de 10% (máx) e gorduras.

* Mortadela Tipo Bologna

Carnes Bovina e/ou suína e/ou ovina e carnes mecanicamente separadas até o limite máximo de 20%, miúdos comestíveis de bovino e/ou suíno e/ou ovino (Estômago, Coração, Língua, Fígado, Rins, Miolos), pele e tendões no limite de 10% (máx) e gorduras.

* Mortadela Italiana

Porções musculares de carnes de diferentes espécies de animais de açougue e toucinho, não sendo permitida a adição de amido.

* Mortadela Bologna

Porções musculares de carnes bovina e/ou suína e toucinho, embutida na forma arredondada, não sendo permitida a adição de amido.

* Mortadela de Ave

Carne de ave, carne mecanicamente separada, no máximo de 40%, até 5% de miúdos comestíveis de aves ( Fígado, Moela e Coração) e gordura.

Fonte: Wikipédia

Vaticano lança alerta sobre grupos que promovem devoção a anjos

O Vaticano lançou um alerta em relação à "Obra dos Santos Anjos", um grupo católico ativo principalmente no Brasil, na Índia e na Europa, que promove devoção aos anjos.

O grupo - também conhecido como Opus Angelorum, ou "obra dos anjos" em latim – teria identificado os nomes de centenas de anjos e demônios que, segundo o grupo, lutam uns contra os outros pelo controle dos homens.

Em uma carta dirigida aos prelados de todo o mundo, o Vaticano pede que os membros do grupo observem “rigorosamente todas as normas litúrgicas, especialmente as relativas à Santíssima Eucaristia."

"A Congregação (da Doutrina da Fé, um órgão do Vaticano) entende que tem sido feita uma propaganda discreta desse movimento rebelde, fora do controle eclesiástico, com o objetivo de apresentá-lo como se estivesse em plena comunhão com a Igreja Católica", diz a mensagem do Vaticano.

Vaticano pede que membros sigam a doutrina oficial da Igreja

De acordo com o repórter da BBC em Roma David Willey, a Igreja iniciou uma investigação sobre as atividades do grupo, que tem a participação de dezenas de padres e freiras.

Segundo o site da Opus Angelorum, no Brasil o grupo tem representações em Guaratinguetá (SP) e em Anápolis (GO).

‘Autêntico Opus Angelorum’

O movimento foi fundado pela dona-de-casa austríaca Gabriele Bitterlich, que morreu em 1978.

Segundo Willey, ela alegava ter feito contato com um arcanjo e, com isso, ter obtido os nomes de centenas de anjos e demônios.

A mensagem do Vaticano pede integrantes da Obra dos Santos Anjos que "não usem os 'nomes' recebidos das presumíveis revelações privadas, atribuídas à senhora Gabriela Bitterlich, nem ensinem, difundam ou utilizem, de forma alguma, as teorias provenientes dessas presumíveis revelações."

Além disso, a mensagem diz que os integrantes da Obra dos Santos Anjos concordaram em seguir rigorosamente os preceitos católicos em troca de um reconhecimento oficial por parte da Igreja.

No entanto, vários membros do grupo, incluindo padres, não teriam aceitado as normas e lutariam para restaurar o que seria um "autêntico Opus Angelorum".

O repórter da BBC afirma que a “Obra dos Santos Anjos” não tem ligação aparente com o best-seller Anjos e Demônios, do escritor Dan Brown (de O Código Da Vinci), que já sofreu críticas da Igreja por suas obras de ficção relacionadas ao catolicismo.

Fonte: http://www.sobrenatural.org

Atchim! Quem disse que gato não pega gripe?


Pois é, os gatos também ficam resfriados!

As doenças do trato respiratório são bastante comuns na medicina felina. Causadas por vírus, bactérias, fungos ou mesmo processos alérgicos, elas podem provocar sintomas bem parecidos com a nossa velha conhecida gripe e trazer consequências perigosas se não forem tratadas.

O Herpesvirus causa a rinotraqueíte, também chamada “gripe do gato". Os pets afetados sofrem com espirros, tosse, falta de apetite, lesões na boca, conjuntivite, febre e até pneumonia.

Não importa a idade, gatos em qualquer fase da vida podem pegar a rinotraqueíte. Em todo caso, é preciso atenção especial com os filhotes, que são mais suscetíveis e ficam mais debilitados. É indispensável uma visita ao veterinário, já que, por mais que pareça só um simples resfriado, existe o risco de morte. Além disso, as úlceras na boca são doloridas e atrapalham o animal na hora de comer. Começar o tratamento logo no início e manter o bichinho sob observação de um profissional são dicas pra lá de importantes.

A transmissão é feita pelo contato direto entre gatos saudáveis e doentes. O espirro é o maior disseminador de partículas virais. O vírus pode chegar a uma distância de até um metro e meio só com um atchim.

Os animais recuperados carregarão o vírus no corpo para sempre. Então, vale a pena observar o comportamento do gato para que uma recaída seja logo detectada e tratada. Isso é mais comum em períodos de estresse e pode trazer todos os sintomas e riscos à tona novamente.

Como evitar? Existe vacina contra a rinotraqueíte, e este é o melhor meio de prevenção sempre. Mas, cuidado, somente animais saudáveis devem ser vacinados. Mantenha os ambientes limpos, desinfetados e ventilados e isole os pets doentes dos saudáveis até que se recuperem.

Não se esqueça, o importante é que o felino inicie o tratamento o mais rápido possível. Espirros, olhos lacrimejando? Veterinário já.

Ah! A doença não é transmissível para cães ou pessoas. Portanto, pode mimar o seu gato sem preocupação!

Fonte: PetMag