segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Plantas que Curam: Mastruz ou Erva de Santa Maria
Descrição : Planta da família das Chenopodiaceae. Também conhecida como ambrosina, ambrisina, ambrósia, ambrósia-do-méxico, anserina-vermífuga, anserina-vermes, apazote, canudo, caacica, canudo, chá-da-espanha, chá-do-méxico, chá-dos-jesuítas, cravinho-do-campo, cravinho-do-mato, erva-mata-pulgas, erva-das-cobra, erva-das-cobras, erva-formigueira, erva-vomiqueira, erva-vomiquiera, erva-das-lombrigas, erva-ambrósia, erva-das-lombrigas, erva-de-bicho, erva-embrósia, erva-mata-pulga, erva-mata-pulgas, erva-pomba-rota, erva-do-méxico, erva-formiga, erva-formigueira, erva-lombrigueira, erva-pomba-rola, erva-santa, erva-vomigueira, erva-santa, lombrigueira, mastruço, mastruz, matruço, mata-cabra, mata-cobra, matruz, menstruço, mentrasto, mentraz, mentrei, mentrusto, mentruz, menstruz, pacote, quenopódio, trevo-de-santa-luzia, uzaidela. Herbácea anual, com escassos pêlos curtos no caule, que em sulcos longitudinais poucos profundos, verdes e entre eles eles, faixas esbranquiçadas ou rosadas. As folhas, de pecíolo curot, são alternas, lanceoladas, com bordos mais ou menos sinuosos, providas de pêlos curtos e ralos, glandulíferos na face infeiror. As flores sào muito pequenas, na cor verde, e aglomeram-se em pequenos ramalhetes que surgem da axila das folhas superiores, formando o conjunto de uma loga pelicula. As folhas possuem sabor aromático, mais forte e algo desagradável nas sumidades floriais. Reproduz-se por sementes, nascendo espontaneamente em lavouras, terrenosbaldios, hortas e jardins, principalmente na estação das chuvas. É uma das espécies de maior área de dispersão. A colheita deve ser feita no início da floração.
Origem : América tropical e subtropical, principalmente México e Antilhas, onde já era utilizada peos indígenas.
Modo de conservar : As folhas e as sumidades florais devem ser secas à sombra, em local ventilado e sem umidade. Guardar em sacos de papel ou de pano.
Plantio : Multiplicação: por sementes ou estacas (ramos); Cultivo: planta mexicana que se adapta a todos os climas do Brasil. Não exige solos, mas responde a adubação orgânica e a irrigação. Planta-se o ano todo em espaçamento de 30cm por 80cm. Colheita: colhem-se as folhas e flores no início da floração para uso medicinal ou como inseticidas, para controle de pragas das outras plantas, em pulverizações semanais, assim como a solução feita com folhas de fumo.
Princípios Ativos: Óleos essenciais, contendo ascaridol (principalmente nas sementes), anetol (éster fenólico), safrole, N-docosano, N-hentriacontano, N-heptacosano, N-octacosano, b-pineno, methadieno, dimetilsulfóxido, d-terpineol, aritasona, salicilato de metila, cânfora, ambrosídeo, betaína, kaempferol rhamnosídeo, santonina, chenopodium saponina A, chenopodosídeos A e B, cineol, p-cimeno, 3-0-glicosídeo de quercitina, iso-hametina, pinocarvona, quenopodina, histamina, limoneno, glicol, ácidos butírico e salicílico, ácidos orgânicos, taninos, terpenos, carveno, p-cimol, linomeno, pectina, sais minerais.
Propriedades medicinais: abortiva, antiinflamatória, anti-helmíntica, antitumoral antiviral, antiasmática, antiespasmódica, antipalúdica, aromática, antiulcerosa, antifúngica, anticancerígena, antiinflamatória, amebicida, antigripal, antinevrálgica, anti-hemorroidária, antimalárica, anti-séptica tópica, béquica, carminativa, cicatrizante, diaforética, digestiva, diurética, emenagoga, emoliente, estimulante, estimulante respiratória, estomacal, eupéptica, parasiticida, peitoral, purgante, sedativa, sudorífica, tônica, vermífuga (Ascaris e Oxyuris), vulnerária.
Indicações: angina, asmas, aumentar a transpiração, bronquite, cãibras, catarro bronquial, cicatrização, circulação, contusões, estômago, fraturas, fortificante dos pulmões, fungos de solo, gripe, hemorragia interna, hemorróidas, infecção pulmonar, insetos caseiros (pulga, piolho, percevejo), insetos como a Scrobipalpula absoluta (traça do tomateiro) e Spodoptera frugiperda (lagarta do cartucho do milho), laringites, má circulação, parasitas do intestino em geral (principalmente ascárides, nemátodas, oxiúros), pé-de-atleta, picadas de insetos, relaxar espasmos, tosse, tuberculose, varizes, vias respiratórias.
Parte utilizada: folhas, frutos.
Contra-indicações/cuidados:
Em alta dose é extremamente tóxica, podendo causar a morte. É abortiva e contra-indicada para menores de 2 anos. O uso interno deve ser orientado por profissional da área.
O óleo essencial da planta pode causar náuseas, vômitos, depressão do sistema nervoso, lesões hepáticas e renais, surdez, transtornos visuais, problemas cardíacos e respiratórios.
Pode produzir efeitos tóxicos por acumulação.
Tem sido observada uma ação carcinogênica da planta em ratas. Sementes podem induzir tumores no estômago. Induz lesões hepáticas, de ossos e glomerulares de caráter reversível em suínos.
O ascaridol pode resultar, em doses elevadas, em cefalalgia, taquicardia, prostração e até a morte, devido a parada respiratória. Pode deixar efeitos colaterais como irritação nos rins, vômitos, convulsões, náuseas e até coma.
A dose letal de ascaridol em ratos é de 0,075mg/kg.
Efeitos colaterais: em alta dosagem, é venenosa. Pode provocar irritação na pele e mucosas, vômito, vertigem, dor de cabeça, danos nos rins e no fígado, colápso circulatório e eventualmente morte. A ingestão de infusão ou extrato por mulheres grávidas pode provocar aborto.
Modo de usar: extrato fluído, tintura, essência, e xarope, in natura, infusão, decocção, extrato fluido, tintura, xarope etc.
- cataplasma : misturar 1 xícara (tipo cafezinho) de vinagre e uma colher (tipo sopa) de sal e amassar as folhas da planta nesta mistura até obter uma papa. Aplicar o cataplasma sobre a afecção e enfaixar: tumor, angina, infecções pulmonares, contusões, tremor da vista, afecções discrósicas do aparelho digestivo, espasmos musculares, palpitações do coração, má circulação do sangue, equimoses, dispepsias, insônia, corrimento vaginal, úlceras, varizes, hemorragia interna, cãibras, ancilostomose e picada de animais peçonhentos, dança-de-são-guido, doenças, traumatismos ósseos, nervosas e indigestões;
- infusão: 1 xícara de cafezinho de planta fresca com sementes em 1/2 litro d'água, tomar 1 xícara de chá de 6 em 6 horas (vermífugo, estomáquico);
- 20 a 30g da planta verde em 1litro de água; tomar 3 xícaras ao dia;
- 10g de folhas em 1 litro de água. Tomar 1 gole de hora em hora. Após, tomar óleo de rícino para facilitar a expulsão dos vermes;
- Suco: misturar 1 copo da planta picada, com sementes, em 2 copos de leite e bater no liqüidificador. Tomar 1 copo de suco por dia, durante 3 dias seguidos: vermífugo;
- Sumo: (peitoral) 2 a 4 colheres (sopa) do sumo das folhas para 1 xícara (chá) de leite, 1 vez ao dia. Menores de 2 anos, tomar metade da dose.
- Sumo: 1 copo da planta picada com sementes para 2 copos de leite, bater no liquidificador, tomar 1 copo de suco 1 vez ao dia por 3 dias seguidos: fortificante dos pulmões, combate a gripe, vermífugo;
- O suco da planta pisada é, em algumas localidade usada como vermífugo, porém o óleo é sempre preferível, já pelo volume mímino a empregar, por sua ação muito mais enérgica.
- Óleo essencial: diluir 1ml do óleo da planta em 30ml de óleo de castor. Somente crianças acima de 5 anos poderão receber o produto: verminose;
- macerado pode ser usado na forma de compressas, abluções e banhos: estomáquica, diurética, vermífuga, sudorífica, angina, infecção pulmonar, cicatrizante e contusão (uso externo);
- Geléia: pegar 4 bananas nanicas maduras com casca, picar 1 copo de folhas de erva-de-santa-maria com sementes, meio copo de hortelã, 1 copo e meio de açúcar. Triturar bem as plantas em um pilão, pode-se adicionar um pouco de água, em seguida juntar a banana e o açúcar, amassar bem. Levar ao fogo até dar o ponto de geléia, o que ocorre em poucos minutos. Dar 1 colher das de chá duas vezes por dia, pura ou passar na bolacha, pão, etc. (vermífugo);
- Folhas cozidas com sal, desincha pernas gotosas, afecções da pele, distúrbios renais, cólicas, dores de estômago, tuberculose;
- Outros usos: elimina e repele pulgas e percevejos (colocar os ramos debaixo dos colchões e varrer a casa utilizando-os como vassoura).
domingo, 22 de novembro de 2009
sábado, 21 de novembro de 2009
ENTREVISTANDO ANDRÉ LUIZ
(*) Nesta entrevista, concedida ao diretor do Anuário Espírita para a edição de 1964, n.º 1, André Luiz (espírito) respondeu as perguntas formuladas de números ímpares através do médium Waldo Vieira e as de números pares através do médium Francisco C. Xavier.
1. Qual a quantidade aproximada de habitantes espirituais – em idade racional – que se desenvolvem, presentemente, nas circunvizinhanças da Terra?
“Será lícito calcular a população de criaturas desencarnadas em idade racional, nos círculos de trabalho, em torno da Terra, para mais de vinte bilhões, observando-se que alta percentagem ainda se encontra nos estágios primários da razão e sendo esse
número possível de alterações constantes pelas correntes migratórias de espíritos em
trânsito nas regiões do Planeta.”
2. A quantidade de espíritos que vivem nas diversas esferas do nosso Planeta tende,
atualmente, a aumentar ou a diminuir?
“Qual acontece na Crosta Planetária, as esferas de trabalho e evolução que rodeiam a
Terra estão muito longe de quaisquer perspectivas de saturação, em matéria de
povoamento.”
3. Considerando-se que as criaturas dos reinos vegetal e animal, deste e de outros
planos, absorvem elementos de economia planetária, pergunta-se: O nosso planeta
dispõe de recursos para a manutenção e sustentação de uma comunidade de número
ilimitado de indivíduos ou a despensa celeste do nosso domicílio cósmico se destina a uma sociedade de proporções limitadas, ainda que de dimensões desconhecidas?
“Certo, nos limites do orbe terreno, não é justo conceituar os problemas da vida física fora de peso e medida, entretanto é preciso considerar que as ciências aplicadas à técnica, à indústria e à produção, nos vários domínios da natureza, assegurarão conforto e sustento a bilhões de espíritos encarnados na Terra, com os recursos existentes no Planeta, por muitos e muitos séculos ainda, desde que o
homem se disponha a trabalhar.”
4. Espíritos originários da Terra, têm emigrado, nos últimos séculos, para outros
orbes?
“Seja de modo coletivo ou individual, em todos os tempos, Espíritos superiores têm
saído da Terra, no rumo de esferas enobrecidas, compatíveis com a elevação que
alcançaram. Quanto a companheiros de evolução retardada, principalmente os que se
fizeram necessitados de corretivo doloroso por delitos conscientemente praticados, em muitos casos, sofrem temporária segregação em planos regenerativos.”
5. Espíritos originários de outras plagas costumam estagiar na Terra em encarnações
de exercício evolutivo?
“Isso acontece com frequência, de vez que muitos espíritos superiores reencarnam
no planeta terrestre a fim de colaborarem na educação da Humanidade, e criaturas
inferiores costumam aí sofrer curtos ou longos períodos de exílio das elevadas comunidades a que pertencem, pela cultura e pelo sentimento, porquanto a queda moral de alguém tanto se verifica na Terra quanto em outros domicílios do Universo.
6. Considerando-se a enorme distância geométrica existente entre dois ou mais orbes
de um sistema solar ou entre dois ou mais sistemas solares, pergunta-se:
a – os espíritos, em seu desenvolvimento evolutivo, ligam-se, necessariamente, a
determinados orbes?
b – na imensidão dos espaços que separam dois ou mais corpos celestes vivem, também, inteligências individuais?
“a) Em seu desenvolvimento, sim, qual acontece com a pessoa que em determinada fase de experiência física se vincula, transitoriamente, a certa raça ou família.
b) Isso é perfeitamente compreensível; basta lembrar os milhares de criaturas que
atendem os interesses de um país ou de outro nas extensões do oceano.”
7. Quais os processos de locomoção utilizados nas migrações interplanetárias, considerando-se a possibilidade de migrações de entidades de categoria até mesmo
criminosa, como parece ser o caso dos imigrantes do Sistema Planetário de Capela?
“Esses processos de locomoção, no plano espiritual, são numerosos. A técnica não se
relaciona com a moral. Os maiores criminosos do mundo podem viajar num jato, sem que isso ofenda os preceitos científicos.”
8. Onde começa o Umbral?
“A rigor, o Umbral, expressando região inferior da espiritualidade, pelos vínculos que possui com a ignorância e com a delinquência, começa em nós mesmos.”
9. Onde se situa “Nosso Lar”?
“Não possuímos termos terrestres para falar em torno da geografia no plano espiritual, mas podemos informar que as primeiras fundações da cidade “Nosso Lar” por espíritos pioneiros da evolução brasileira, se verificaram no espaço do território conhecido como Estado da Guanabara.”
SEXO
10. Por que a disciplina sexual é recomendada pelo Plano Espiritual Cristão?
“Claramente que a disciplina sexual é recomendável em qualquer plano da vida, para
que a degradação não arruíne os valores do espírito.”
11. Há alguma relação entre sexo e mediunidade?
“Tanto quanto a que existe entre mediunidade e alimentação ou mediunidade e trabalho, relações estas nas quais se pede equilíbrio.”
12. As funções reprodutoras do sexo se destinam, somente, da vida na Terra?
“Em muitos outros orbes, compreendendo-se, porém, que mundos existem nos quais as
funções reprodutoras não são compreensíveis, por enquanto, na terminologia terrestre.”
13. Espíritos sensuais mantêm atividades de natureza sexual após a desencarnação?
“Aos milhões, reclamando educação dos recursos do sentimento e das manifestações
afetivas, como acontece nos caminhos da Humanidade.”
14. Os perispíritos das entidades espirituais, que se localizam nas vizinhanças da
Terra, conservam o órgão do aparelho sexual humano?
“Sim, e por que não? O órgão sexual é tão digno quanto os olhos e, como não se deve
atribuir aos olhos os horrores da guerra, o órgão sexual não pode ser responsável pelo vício.”
15. Os espíritos conservam, para sempre, as condições de masculino e feminino?
“Respondamos com os orientadores espirituais de Allan Kardec que, na questão
número 201, de O Livro dos Espíritos afirmaram, com segurança, que o espírito tanto
reencarna no corpo de formação masculina quanto no corpo de formação feminina.”
16. Como explicar os homossexuais?
“Devemos considerar que o espírito reencarna, em regime de inversão sexual, como
pode renascer em condições transitórias de mutilação ou cegueira. Isto não quer dizer que homossexuais ou intersexos estejam nessa posição, endereçados ao escândalo e à viciação, como aleijados e cegos não se encontram na inibição ou na sombra para serem delinquentes. Compete-nos entender que cada personalidade humana permanece em
determinada experiência, merecendo o respeito geral no trabalho ou na provação em que estagia, importando anotar, ainda, que o conceito de normalidade e anormalidade são relativos. Lembremo-nos de que, se a cegueira fosse a condição da maioria dos espíritos reencarnados na Terra, o homem que pudesse enxergar seria positivamente considerado minoria e exceção.”
17. Se vivemos tantas vezes, participando da formação de casais frequentemente
diversos, como explicar o ciúme?
“O ciúme é característico de nossa própria animalidade primitiva, sombra que a educação dissipará.”
18. O espírito desencarnado também está sujeito a crises prolongadas de ciúme?
“Como não? A desencarnação é um acidente no trabalho evolutivo, sem constituir
por si qualquer solução aos problemas da alma.
19. Como explicar a paixão que, tantas vezes, cega o indivíduo? (A paixão é,
somente, uma doença humana?)
“Ainda aqui, animalidade em nós é a explicação.”
20. O adultério é, sempre, causa de conflitos, quando da volta dos cúmplices ao
Plano Espiritual?
“Sim.”
REENCARNAÇÃO
21. A reencarnação é lei imperativa em todos os orbes do Universo?
“Mais razoável dizer que a reencarnação é princípio universal, compreendendo-se que
existem esferas sublimes nas quais a reencarnação, como recurso educativo, já
atingiu características inabordáveis ao conhecimento humano atual.”
22. Se a Medicina da Terra aumentar – num futuro não muito distante – a média da
vida humana na Crosta, do ponto-de-vista educacional, uma única existência, de 500
anos, por exemplo, bastaria para libertar o espírito das necessidades da escola terrena?
“Cabe-nos aguardar o apoio mais amplo da Medicina à saúde humana, com vista à
longevidade, entretanto, em matéria de libertação espiritual, o problema se relaciona com a vontade acima do tempo. Quando a pessoa se decide ao burilamento próprio, com ânimo e decisão, a existência física de cinquenta anos vale muito mais que o tempo correspondente a cinco séculos, sem orientação no aprimoramento moral de si mesma.”
23. É de esperar-se que nos próximos milênios, quando a Terra se tornar um centro
de solidariedade e de cultura, seja dispensado o processo de reencarnação, como elemento indispensável de experiências e estudos?
“Digamos, com mais propriedade, que o espírito, alcançando a sublimação, não mais
se encontra sujeito ao processo de reencarnação, por medida educativa, conquanto prossiga livre para reencarnar, como, onde e quando deseje, em auxílio voluntário aos semelhantes.”
24. A duração média de vida dos encarnados racionais de outros orbes, corresponde à terrena?
“Não. Essas etapas de tempo variam de mundo a mundo.”
25. Todas as reencarnações, mesmo as dos indivíduos vinculados a condições inferiores, são objeto de um planejamento detalhado, por parte dos administradores
espirituais?
“Há renascimentos quase que automáticos, principalmente se a criatura ainda permanece fronteiriça à animalidade, entendendo-se que quanto mais importante o
encargo do espírito a corporificar-se, junto da Humanidade, mais dilatado e complexo o planejamento da reencarnação.”
26. As organizações espirituais que pautam as suas atividades dentro de
programas alheios aos princípios cristãos também procedem a execuções de programas
para a reencarnação de tarefeiros determinados em suas organizações?
“Sim.”
27. Reencarnações de espíritos de ordem superior, presididas por espíritos elevados, em meio inferior, estão sujeitos a represálias da parte de organizações espirituais interessadas na ignorância humana?
“Natural que assim seja. Recordemos o próprio Jesus.”
28. Se um espírito encarnado com propósitos cristãos pode, pela má conduta,
transformar-se num instrumento das trevas, é de se perguntar se um espírito encarnado sob os vínculos de organizações ainda não
cristianizadas no Espaço, pode, também, transformar-se num instrumento ostensivo do
programa do bem?
“Perfeitamente. Assim ocorre porque o íntimo de cada um prevalece sobre o rótulo
que caracterize a pessoa no ambiente humano.
29. Sabemos que outras civilizações terrenas se desfizeram em épocas remotas.
Diante do perigo atual de uma conflagração atômica, é de se perguntar: Estamos às portas da Nova Jerusalém ou no começo de um novo fim?
“Na condição de espíritas-cristãos encarnados e desencarnados, pensemos no futuro da Humanidade em termos de evolução, otimismo, confiança, progresso. De todas as
calamidades, a civilização sempre surgiu em novos surtos de força para o burilamento geral, ao influxo da Providência Divina, ainda mesmo quando pareça o contrário.”
30. Habitantes de outros orbes conhecem a Humanidade terrena, sua história, ostumes,
etc.?
“Sim.”
31. Diante dos progressos alcançados pela Ciência, conseguirá o homem aportar a
outros corpos de nosso sistema solar?
“Ninguém pode traçar fronteiras às conquistas da Ciência humana. Quanto mais
dilatados o serviço e a fraternidade, a educação e concórdia na Terra, maiores as possibilidades do homem nas conquistas do Espaço Cósmico.”
32. Se a Ciência humana se servir de seus recursos, pondo em risco a estabilidade do
Planeta, é de se esperar esteja a Humanidade da Terra sujeita a uma intervenção direta da parte de outros planetas?
“Nossa confiança na Sabedoria da Providência Divina deve ser completa. Ainda mesmo que a Terra se desintegrasse numa catástrofe de natureza cósmica, Deus e a Vida
não deixariam de existir. Uma cidade arrasada num cataclismo não significa a destruição de um povo inteiro.
Justo que, em nos considerando coletivamente, temos feito por merecer longas aflições e duras provas na Terra, entretanto, diante da Infinita Bondade, devemos afastar quaisquer ideias sinistras da cabeça popular carecedora de harmonia e
esperança para evoluir e servir. Amemo-nos uns aos outros.
Realizemos o melhor ao nosso alcance. Convençamo-nos de que o bem vive para o mal como a luz para a sombra. Edifiquemos o mundo melhor, começando em nós mesmos, e confiemos na palavra fiel do Cristo, que prometeu amparar-nos e auxiliarnos
“até o fim dos séculos”. E, assim nos exprimindo, não nos propomos afirmar que, a
pretexto de contar com Jesus, podemos andar irresponsáveis ou desatentos.
Não. Forçoso trabalhar e cumprir as obrigações que a vida nos trace, a fim de sermos amparados e auxiliados por Ele, sejam quais forem as circunstâncias.”
Extraído do Anuário Espírita 2009 - IDE - Araras - SP
1. Qual a quantidade aproximada de habitantes espirituais – em idade racional – que se desenvolvem, presentemente, nas circunvizinhanças da Terra?“Será lícito calcular a população de criaturas desencarnadas em idade racional, nos círculos de trabalho, em torno da Terra, para mais de vinte bilhões, observando-se que alta percentagem ainda se encontra nos estágios primários da razão e sendo esse
número possível de alterações constantes pelas correntes migratórias de espíritos em
trânsito nas regiões do Planeta.”
2. A quantidade de espíritos que vivem nas diversas esferas do nosso Planeta tende,atualmente, a aumentar ou a diminuir?
“Qual acontece na Crosta Planetária, as esferas de trabalho e evolução que rodeiam a
Terra estão muito longe de quaisquer perspectivas de saturação, em matéria de
povoamento.”
3. Considerando-se que as criaturas dos reinos vegetal e animal, deste e de outrosplanos, absorvem elementos de economia planetária, pergunta-se: O nosso planeta
dispõe de recursos para a manutenção e sustentação de uma comunidade de número
ilimitado de indivíduos ou a despensa celeste do nosso domicílio cósmico se destina a uma sociedade de proporções limitadas, ainda que de dimensões desconhecidas?
“Certo, nos limites do orbe terreno, não é justo conceituar os problemas da vida física fora de peso e medida, entretanto é preciso considerar que as ciências aplicadas à técnica, à indústria e à produção, nos vários domínios da natureza, assegurarão conforto e sustento a bilhões de espíritos encarnados na Terra, com os recursos existentes no Planeta, por muitos e muitos séculos ainda, desde que o
homem se disponha a trabalhar.”
4. Espíritos originários da Terra, têm emigrado, nos últimos séculos, para outrosorbes?
“Seja de modo coletivo ou individual, em todos os tempos, Espíritos superiores têm
saído da Terra, no rumo de esferas enobrecidas, compatíveis com a elevação que
alcançaram. Quanto a companheiros de evolução retardada, principalmente os que se
fizeram necessitados de corretivo doloroso por delitos conscientemente praticados, em muitos casos, sofrem temporária segregação em planos regenerativos.”
5. Espíritos originários de outras plagas costumam estagiar na Terra em encarnações
de exercício evolutivo?
“Isso acontece com frequência, de vez que muitos espíritos superiores reencarnam
no planeta terrestre a fim de colaborarem na educação da Humanidade, e criaturas
inferiores costumam aí sofrer curtos ou longos períodos de exílio das elevadas comunidades a que pertencem, pela cultura e pelo sentimento, porquanto a queda moral de alguém tanto se verifica na Terra quanto em outros domicílios do Universo.
6. Considerando-se a enorme distância geométrica existente entre dois ou mais orbesde um sistema solar ou entre dois ou mais sistemas solares, pergunta-se:
a – os espíritos, em seu desenvolvimento evolutivo, ligam-se, necessariamente, a
determinados orbes?
b – na imensidão dos espaços que separam dois ou mais corpos celestes vivem, também, inteligências individuais?
“a) Em seu desenvolvimento, sim, qual acontece com a pessoa que em determinada fase de experiência física se vincula, transitoriamente, a certa raça ou família.
b) Isso é perfeitamente compreensível; basta lembrar os milhares de criaturas que
atendem os interesses de um país ou de outro nas extensões do oceano.”
7. Quais os processos de locomoção utilizados nas migrações interplanetárias, considerando-se a possibilidade de migrações de entidades de categoria até mesmocriminosa, como parece ser o caso dos imigrantes do Sistema Planetário de Capela?
“Esses processos de locomoção, no plano espiritual, são numerosos. A técnica não se
relaciona com a moral. Os maiores criminosos do mundo podem viajar num jato, sem que isso ofenda os preceitos científicos.”
8. Onde começa o Umbral?
“A rigor, o Umbral, expressando região inferior da espiritualidade, pelos vínculos que possui com a ignorância e com a delinquência, começa em nós mesmos.”
9. Onde se situa “Nosso Lar”?
“Não possuímos termos terrestres para falar em torno da geografia no plano espiritual, mas podemos informar que as primeiras fundações da cidade “Nosso Lar” por espíritos pioneiros da evolução brasileira, se verificaram no espaço do território conhecido como Estado da Guanabara.”
SEXO
10. Por que a disciplina sexual é recomendada pelo Plano Espiritual Cristão?“Claramente que a disciplina sexual é recomendável em qualquer plano da vida, para
que a degradação não arruíne os valores do espírito.”
11. Há alguma relação entre sexo e mediunidade?
“Tanto quanto a que existe entre mediunidade e alimentação ou mediunidade e trabalho, relações estas nas quais se pede equilíbrio.”
12. As funções reprodutoras do sexo se destinam, somente, da vida na Terra?
“Em muitos outros orbes, compreendendo-se, porém, que mundos existem nos quais as
funções reprodutoras não são compreensíveis, por enquanto, na terminologia terrestre.”
13. Espíritos sensuais mantêm atividades de natureza sexual após a desencarnação?
“Aos milhões, reclamando educação dos recursos do sentimento e das manifestações
afetivas, como acontece nos caminhos da Humanidade.”
14. Os perispíritos das entidades espirituais, que se localizam nas vizinhanças da
Terra, conservam o órgão do aparelho sexual humano?
“Sim, e por que não? O órgão sexual é tão digno quanto os olhos e, como não se deve
atribuir aos olhos os horrores da guerra, o órgão sexual não pode ser responsável pelo vício.”
15. Os espíritos conservam, para sempre, as condições de masculino e feminino?“Respondamos com os orientadores espirituais de Allan Kardec que, na questão
número 201, de O Livro dos Espíritos afirmaram, com segurança, que o espírito tanto
reencarna no corpo de formação masculina quanto no corpo de formação feminina.”
16. Como explicar os homossexuais?
“Devemos considerar que o espírito reencarna, em regime de inversão sexual, como
pode renascer em condições transitórias de mutilação ou cegueira. Isto não quer dizer que homossexuais ou intersexos estejam nessa posição, endereçados ao escândalo e à viciação, como aleijados e cegos não se encontram na inibição ou na sombra para serem delinquentes. Compete-nos entender que cada personalidade humana permanece em
determinada experiência, merecendo o respeito geral no trabalho ou na provação em que estagia, importando anotar, ainda, que o conceito de normalidade e anormalidade são relativos. Lembremo-nos de que, se a cegueira fosse a condição da maioria dos espíritos reencarnados na Terra, o homem que pudesse enxergar seria positivamente considerado minoria e exceção.”
17. Se vivemos tantas vezes, participando da formação de casais frequentemente
diversos, como explicar o ciúme?
“O ciúme é característico de nossa própria animalidade primitiva, sombra que a educação dissipará.”
18. O espírito desencarnado também está sujeito a crises prolongadas de ciúme?
“Como não? A desencarnação é um acidente no trabalho evolutivo, sem constituir
por si qualquer solução aos problemas da alma.
19. Como explicar a paixão que, tantas vezes, cega o indivíduo? (A paixão é,
somente, uma doença humana?)
“Ainda aqui, animalidade em nós é a explicação.”
20. O adultério é, sempre, causa de conflitos, quando da volta dos cúmplices ao
Plano Espiritual?
“Sim.”
REENCARNAÇÃO21. A reencarnação é lei imperativa em todos os orbes do Universo?
“Mais razoável dizer que a reencarnação é princípio universal, compreendendo-se que
existem esferas sublimes nas quais a reencarnação, como recurso educativo, já
atingiu características inabordáveis ao conhecimento humano atual.”
22. Se a Medicina da Terra aumentar – num futuro não muito distante – a média da
vida humana na Crosta, do ponto-de-vista educacional, uma única existência, de 500
anos, por exemplo, bastaria para libertar o espírito das necessidades da escola terrena?
“Cabe-nos aguardar o apoio mais amplo da Medicina à saúde humana, com vista à
longevidade, entretanto, em matéria de libertação espiritual, o problema se relaciona com a vontade acima do tempo. Quando a pessoa se decide ao burilamento próprio, com ânimo e decisão, a existência física de cinquenta anos vale muito mais que o tempo correspondente a cinco séculos, sem orientação no aprimoramento moral de si mesma.”
23. É de esperar-se que nos próximos milênios, quando a Terra se tornar um centrode solidariedade e de cultura, seja dispensado o processo de reencarnação, como elemento indispensável de experiências e estudos?
“Digamos, com mais propriedade, que o espírito, alcançando a sublimação, não mais
se encontra sujeito ao processo de reencarnação, por medida educativa, conquanto prossiga livre para reencarnar, como, onde e quando deseje, em auxílio voluntário aos semelhantes.”
24. A duração média de vida dos encarnados racionais de outros orbes, corresponde à terrena?
“Não. Essas etapas de tempo variam de mundo a mundo.”
25. Todas as reencarnações, mesmo as dos indivíduos vinculados a condições inferiores, são objeto de um planejamento detalhado, por parte dos administradores
espirituais?
“Há renascimentos quase que automáticos, principalmente se a criatura ainda permanece fronteiriça à animalidade, entendendo-se que quanto mais importante o
encargo do espírito a corporificar-se, junto da Humanidade, mais dilatado e complexo o planejamento da reencarnação.”
26. As organizações espirituais que pautam as suas atividades dentro deprogramas alheios aos princípios cristãos também procedem a execuções de programas
para a reencarnação de tarefeiros determinados em suas organizações?
“Sim.”
27. Reencarnações de espíritos de ordem superior, presididas por espíritos elevados, em meio inferior, estão sujeitos a represálias da parte de organizações espirituais interessadas na ignorância humana?
“Natural que assim seja. Recordemos o próprio Jesus.”
transformar-se num instrumento das trevas, é de se perguntar se um espírito encarnado sob os vínculos de organizações ainda não
cristianizadas no Espaço, pode, também, transformar-se num instrumento ostensivo do
programa do bem?
“Perfeitamente. Assim ocorre porque o íntimo de cada um prevalece sobre o rótulo
que caracterize a pessoa no ambiente humano.
29. Sabemos que outras civilizações terrenas se desfizeram em épocas remotas.
Diante do perigo atual de uma conflagração atômica, é de se perguntar: Estamos às portas da Nova Jerusalém ou no começo de um novo fim?
“Na condição de espíritas-cristãos encarnados e desencarnados, pensemos no futuro da Humanidade em termos de evolução, otimismo, confiança, progresso. De todas as
calamidades, a civilização sempre surgiu em novos surtos de força para o burilamento geral, ao influxo da Providência Divina, ainda mesmo quando pareça o contrário.”
30. Habitantes de outros orbes conhecem a Humanidade terrena, sua história, ostumes,
etc.?
“Sim.”
31. Diante dos progressos alcançados pela Ciência, conseguirá o homem aportar a
outros corpos de nosso sistema solar?
“Ninguém pode traçar fronteiras às conquistas da Ciência humana. Quanto mais
dilatados o serviço e a fraternidade, a educação e concórdia na Terra, maiores as possibilidades do homem nas conquistas do Espaço Cósmico.”
32. Se a Ciência humana se servir de seus recursos, pondo em risco a estabilidade doPlaneta, é de se esperar esteja a Humanidade da Terra sujeita a uma intervenção direta da parte de outros planetas?
“Nossa confiança na Sabedoria da Providência Divina deve ser completa. Ainda mesmo que a Terra se desintegrasse numa catástrofe de natureza cósmica, Deus e a Vida
não deixariam de existir. Uma cidade arrasada num cataclismo não significa a destruição de um povo inteiro.
Justo que, em nos considerando coletivamente, temos feito por merecer longas aflições e duras provas na Terra, entretanto, diante da Infinita Bondade, devemos afastar quaisquer ideias sinistras da cabeça popular carecedora de harmonia e
esperança para evoluir e servir. Amemo-nos uns aos outros.
Realizemos o melhor ao nosso alcance. Convençamo-nos de que o bem vive para o mal como a luz para a sombra. Edifiquemos o mundo melhor, começando em nós mesmos, e confiemos na palavra fiel do Cristo, que prometeu amparar-nos e auxiliarnos“até o fim dos séculos”. E, assim nos exprimindo, não nos propomos afirmar que, a
pretexto de contar com Jesus, podemos andar irresponsáveis ou desatentos.
Não. Forçoso trabalhar e cumprir as obrigações que a vida nos trace, a fim de sermos amparados e auxiliados por Ele, sejam quais forem as circunstâncias.”
Extraído do Anuário Espírita 2009 - IDE - Araras - SP quinta-feira, 19 de novembro de 2009
A fábula do Porco-espinho

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha:
Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.
Moral da HistóriaO melhor do relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.
Como lidar com pessoas difíceis no trabalho: veja dicas de consultor

"Pessoas consideradas difíceis estão por toda parte. Há as falantes demais, as inoportunas, fofoqueiras, intrometidas, egocêntricas, nervosas em excesso, explosivas, que nunca estão erradas. Lidar com elas, no dia-a-dia, é um grande exercício de tolerância e conhecimento dos próprios limites", afirma o psicólogo e consultor organizacional Rogerio Martins, da Persona Consultoria e Eventos.
Para conviver em harmonia com pessoas "difíceis", é necessário saber, primeiramente, quais são seus próprios limites. Até que ponto você é capaz de suportar certos comportamentos? Qual seu nível de tolerância para determinadas ações? Analise como você se comporta. Há pessoas que entram em colapso nervoso, quando o chefe ou os colegas de trabalho que não respeitam limites exercem intensa pressão.
Passo 2
O segundo passo é compreender o que motiva o comportamento alheio. Analise por que o outro age daquela determinada forma. Em alguns casos, segundo o psicólogo, trata-se de um sintoma de carência, de necessidade de chamar atenção.Ele dá outro exemplo: "uma pessoa que fala o tempo todo e se comporta de maneira intrometida revela imaturidade. Ela tem atitudes de criança e é preciso colocar limites. Informe que ela está atrapalhando, mas de forma que ela compreenda e não se sinta ofendida. Aliás, colocar limites serve para a maioria dos comportamentos considerados difíceis. É preciso impor certos limites, agindo de modo assertivo, ou seja, apontando o que incomoda ou atrapalha nas atitudes do outro".
Mas lembre-se de fazer isso de modo que o outro possa refletir sobre a atitude, em um local e momento adequados. Preferencialmente, não na frente dos outros nem logo após uma atitude inoportuna.
Se o caso for mais grave...
Se o caso for mais grave e estiver prejudicando o andamento das atividades, de forma que ter uma conversa séria com o colega não bastou, o melhor é conversar também com a chefia imediata. Aponte, com exemplos de situações concretas, o quanto o comportamento da pessoa em questão está influenciando na produtividade.O caso pode ser ainda pior quando a pessoa difícil é o próprio chefe. Muitas pessoas em cargo de liderança utilizam o poder do cargo para agir de forma desmedida e isso já rende inúmeros processos de assédio moral.
"Caso o problema esteja na chefia, também vale a pena conversar com a pessoa em questão. Uma relação profissional deve ser pautada pela maturidade para dar e receber feedback. Todavia, se perceber que não há espaço para apontar críticas ou elogios, é o momento de procurar outra oportunidade", recomenda Martins."Por mais difícil que seja a recolocação em determinados áreas, ninguém deve se sentir desrespeitado ou humilhado em função de outros. É preciso ter coragem para assumir riscos. Para isso, é preciso ter consciência do que se quer, buscar o entendimento, agir com assertividade e, em último caso, arriscar novas oportunidades", finaliza.

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