quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O farol


Em meio ao mar, surge a construção de pedras, solene. É um farol, destinado a orientar o rumo dos viajores, nas noites escuras.

Quem quer que viaje em alto mar se sente seguro quando, em meio à escuridão, vê surgir o farol.

Ele está lá para servir, para advertir, para salvar.

A sua luz se projeta a distâncias enormes e, espancando a escuridão, permite que os que navegam possam perceber a proximidade dos recifes, os perigos imersos na noite.

O mar investe contra ele, noite e dia. Lança sobre ele as suas ondas, com furor. Vagas enormes lambem as pedras que se erguem, majestosas.

No fluxo e refluxo das ondas, o farol continua a iluminar, imperturbável.

Seu objetivo é servir. Noite após noite, ele estende a sua luz. Não se incomoda com os continuados e perigosos golpes que o mar lhe desfere.

Se, em algumas noites, ninguém se aproxima, desejando a sua orientação, também não se perturba.

Solitário, ele lança sua luminosidade, sem se preocupar com o isolamento.

Ele continua a postos para qualquer eventualidade, quando a necessidade surja, quando alguém precise dele.

* * *

No mar das experiências em que nos encontramos, aprendamos a trabalhar e cooperar, sem desânimo.

Permaneçamos sempre a postos, prontos a estender as mãos a quem necessite. Poderá ser um amigo, um irmão ou simplesmente alguém a quem nunca vimos.

Com certeza não solucionaremos todos os problemas do mundo. No entanto, podemos contribuir para que isso aconteça.

Se não podemos impedir a guerra, temos recursos para evitar as discussões perturbadoras que nos alcançam.

Se não conseguimos alimentar a multidão esfaimada, podemos oferecer o pão generoso para alguém.

Se não dispomos de saúde para doar aos enfermos, podemos socorrer alguém que sofre dores, oferecendo a medicação devida. Talvez possamos ser o intermediário entre o doente e o hospital, facilitando-lhe o internamento.

Se não podemos resolver a questão do analfabetismo, podemos criar condições propícias para que alguém tenha acesso à escola.

Mais do que isso. Podemos nos interessar pelos filhos dos que nos servem, buscando saber se não lhes faltam cadernos e livros, para a continuidade dos estudos básicos.

Enfim, o importante é continuarmos a fazer a nossa parte, contribuindo com a claridade que possamos projetar, por mínima que seja.

Imitemos o farol em pleno mar. Aprendamos a fazer luz.

* * *

A maior glória da alma que deseja ser feliz é transformar-se em luz na estrada de alguém.

O raio de luz penetra a furna, levando claridade. Estende-se sobre o vale sombrio e desata o verdor da paisagem.

Atinge a gota d'água e a transforma em um diamante finíssimo.

Viaja pelo ar e aquece as vidas.

Como a luz, podemos desfazer sombras nos corações e drenar pântanos nas almas. Podemos refazer esperanças e projetar alegrias.

Enfim, como raios de luz espalhemos brilho e calor, beleza, harmonia e segurança.



Redação do Momento Espírita, com base nos caps. 19 e 20, do livro Rosângela, pelo Espírito homônimo, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter e no cap. CLVI, do livro Vida feliz, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

Em 18.01.2012.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Cães entendem humanos como se fossem bebês, diz estudo


 Muitas pessoas conversam com seus cachorros como se estivessem se dirigindo a seus filhos. Agora, um novo estudo relata que esses animais têm uma compreensão de uma criança de seis meses a um ano de idade, sendo capazes de compreender a comunicação humana e interpretar intenções de forma correta.


Pesquisadores da Hungria, que publicaram o estudo na revista "Current Biology", mostraram dois vídeos a um grupo de cães.

No primeiro, uma mulher diz "olá, cão", enquanto olha diretamente para a câmera. A mulher então se vira em direção a um contêiner, e o cão segue seu olhar.

Pesquisadores da Hungria dizem que compreensão de cão é equivalente a bebês de seis meses a um ano de idade


No entanto, quando a mulher olha para baixo, e não para a câmera, e pronuncia a mesma frase, o cão não segue seu olhar subsequente.

Para os estudiosos, os cães captam a diferença sutil no comportamento da mulher nas duas situações, diz Adam Miklosi, biólogo comportamental da Universidade Eotvos Lorand de Budapeste, na Hungria, e um dos autores da pesquisa.

O estudo mostra que os cães são capazes de "ler" o comportamento humano, acredita o pesquisador, como os humanos em sua primeira infância.

"Os cães são funcionalmente similares a um bebê", compara Miklosi. "Não saibamos como a mente canina lida com o problema, mas deve ser provavelmente uma maneira diferente do bebê".

Os cães presumivelmente adquiriram esta habilidade após gerações de domesticação. "Estar numa família humana confere aos cães a habilidade de interagir de forma humana", diz Miklosi.

"Você realmente pode tratar seu cão como uma espécie de bebê, coisa que não faria com um bode ou outro animal doméstico", explica.

Fonte: http://f5.folha.uol.com.br/

Plantas que Curam: CAFÉ - Coffea arabica


Descrição : Família das Rubiáceas. É um arbusto grande, piramidal, de caule reto, até 12m de altura, casca acinzentada e rugosa, folhas opostas, curto-pecioladas e curto-estipuladas, onduladas nas margens, verde--escuras e luzidias na página superior e um pouco esbranquiçadas na página inferior; flores brancas, ou ligeiramente róseas; o fruto é baga ovóide vermelha e depois quase preta, contendo 2 sementes cartilaginosas, convexas sobre a parte dorsal, planas e sulcadas na parte interna. O alto valor desta planta está no seu fruto. É o café, melhor dizendo, nas suas sementes, que têm formas elípticas, ovóides, achatadas ou arredondadas. Com elas se prepara a excelente bebida cujo consumo é enorme em todos os países civilizados do globo. As sementes do café contêm "cafeína", ácido café-tânico, "legumina", (caseína vegetal), glicose, clorogenato de potassa, substância graxas, dextrina, matérias azotadas, matérias minerais, essência aromática solúvel e de cheiro suave, celulose, água higroscópica, óleo essencial concreto insolúvel, cobre, litina, rubídio e ainda outro ácido vegetal indeterminado; submetidas à torrefação desenvolvem um óleo empireumático de cor parda que lhes comunica o aroma peculiar e delicioso e o tão falado paladar, os quais provêm da decomposição do clorogenato de potassa e de parte da cafeína, é o óleo essencial "cafeona" princípio excitante do sistema nervoso e também dotado de propriedades antissépticas. A cafeína exalta o sistema nervoso e o sistema muscular, aumentando a força contracto dos músculos, inclusive do coração. A própria inervação recebe o influxo direto da excitação, revelando-se por um aumento na atividade funcional das células cerebrais e medulares. O café é também útil para combater as febres intermitentes, a tifóide, a hemorragia cerebral, o estado apoplético, a embriaguez, a gota, as hérnias estranguladas, a cefalalgia, a asma, a diarreia crónica, certas amenorréias, etc. É antídoto do "ópio" e da "morfina" assim como de todos os demais alcalóides, combatendo energicamente o efeito daqueles. O café verde, assim como o valerianato de cafeína, é empregado contra a coqueluche e a oftalmia. O pó do café é usado como adubo. Contém amido, matérias azotadas, matérias graxas, matérias extrativas não-azotadas, sendo que pode e deve entrar na alimentação dos animais e das aves domésticas.

Parte utilizada: folhas, sementes.

Modo de Conservar : O fruto pode e ser utilizado quando maduro. As sementes devem ser secas ao sol. O pó de café é feito com a semente torrada e moída. O armazenamento deve ser feito em frascos de vidro ou porcelana.

Origem : Coffea, região da Etiópia e foi introduzido no Ocidente pelos árabes.


Princípios Ativos: alcalóides, inclusive os alcalóides purínicos ou xantinas (cafeína, paraxantina, teobromina, teofilina), ácidos orgânicos (ácido clorogênico, ácidos cafeico, metilúrico, vanílico, hidroxibenzoico, ferrúlico), flavonóides (caempferol, quercetol), diterpenos (cafestol, caveol), salicilatos (salicilato de metila), EDTA, ácido benzoico, derivados nicotínicos (trigonelina), óleos essenciais (ácido cinâmico, aldeído cinâmico), vitaminas (nicotinamida, ácido ascórbico, tiamina, riboflavina, caroteno), minerais (cálcio, fósforo, ferro).

Propriedades medicinais: analgésico, anti-hemorrágico, antidiarréico, antiespasmódico, antigripal, antiinflamatório, broncodilatador, cardiotônico, depurativo, desintoxicante, digestivo, diurético, estimulante, excitante, expectorante, hipoglicemiante, hipotensor, revigorante intelectual, sudorífero, tônico, vulnerário.

Indicações: aumentar o metabolismo e a lipólise, asma, aumentar a secreção de ácido clorídrico, diabetes, baixar a glicose, bronquite, cansaço mental, cefaléias de resfriados, cólicas em geral, diarréias, dilatar os brônquios, estimulante do sistema nervoso, estimulante digestivo, fadiga, febre, pneumonia, vertigens.

Contra-indicações/cuidados: não deve ser consumido por quem tem gastrite, úlcera péptica, insônia, agitação psicomotora, taquicardia e taquiarritmias.

Efeitos colaterais: as xantinas do café podem causar irritação das mucosas do estômago e das vias urinárias, insônia e palpitações.

Modo de usar: grãos secos, torrados e moídos, no preparo do cafezinho, quente ou gelado, puro, com leite, chocolate, creme, chantilly ou bebidas alcoólicas.
Em doces, balas e bolos.
- 4 gramas de grão cru fervido em um copo de água. Tomar à noite: baixar a glicose.
- chá das folhas: fadiga, cansaço mental, diarréias, cólicas em ônquios (bronquite, asma).

Aromaterapia : Estimulante, antidepressivo e revigorante nervoso.

Referência :
A Cura pelas Ervas e Plantas Medicinais Brasileiras - Ricardo Lainetti e Nei R. Seabra de Britto - Editora Ediouro. 1979.
Plantas que Curam - Cheiro de Mato. Sylvio Panizza - IBRASA. 1997.
CIAGRI - Banco de plantas medicinais, aromáticas e condimentares da Universidade do Estado de São Paulo.
Plantamed - Grande cadastro de plantas e ervas medicinais.
BALBACH, A. A. Flora Nacional na Medicina Domestica. 23'. ed. Itaquaquecetuba: EDEL, 1991. Vol.ll
CONCEIÇÃO.M. As Plantas Medicinais no Ano 2000.2'. ed. revisada .Sao Paulo: Tao, 1982.

CAVALINHA HOLANDESA - Equisetum hyemale


O chefe ideal


O relacionamento entre patrões e empregados é algo considerado nevrálgico. De um lado, os patrões apontam falhas em seus empregados, que vão desde o desinteresse pelas tarefas a executar à desonestidade.

Do outro lado, os empregados reclamam de patrões excessivamente rigorosos, exigentes, desagradáveis.

Há algum tempo, uma pesquisa realizada por um grupo especializado em consultoria empresarial, em nosso país, mostrou que 29% dos executivos e gerentes consideram o relacionamento com o seu superior o principal motivo de satisfação no trabalho.

Mais do que isso: 60% dos funcionários se declararam propensos a deixar de aceitar convites de outras empresas, para permanecer ao lado do chefe. E isso até mesmo em situações em que a oferta salarial era maior.

A razão dessa mudança no relacionamento entre chefia e subordinados está no aparecimento de um novo padrão de chefe.

Um padrão que inclui ser o chefe uma pessoa que sabe dividir os seus conhecimentos. Não é alguém que se acredite superior a todos, dono da verdade. Ao contrário, passa sua experiência, sua sabedoria aos subordinados, num incentivo a que cresçam.

Por ser um líder autêntico, não teme ser substituído e compartilha de tudo que sabe com aqueles pelos quais guarda a responsabilidade da condução e orientação.

É também uma pessoa correta e honesta que aponta os erros aos funcionários e lhes explica a forma correta de fazer. Não retira a tarefa de quem errou, ao contrário, pede que ele refaça a atividade, sob sua supervisão e orientação diretas.

Esse líder sabe fazer críticas, mas também faz elogios, atento a que todos necessitam de estímulos para melhor exercer as suas atividades.

Por conhecer o seu pessoal, incentiva a equipe a desenvolver o seu potencial, estabelecendo metas e sugerindo estratégias.

Aceita sugestões, abrindo espaços ao diálogo franco e aberto. Permite que todas as ideias sejam colocadas na mesa e, com calma, analisa uma a uma com o grupo.

O chefe ideal é, assim, um líder que sabe trabalhar em equipe, valorizando a todos e a cada um.

Por isso, para o empregado, estar subordinado a uma chefia com essas qualidades é agradável.

* * *

De todos os líderes, o maior com certeza foi o Senhor Jesus. Escolheu Seus colaboradores diretos entre as camadas simples do povo, dando especial atenção às qualidades de cada um.

Exemplificou o que esperava do grupo, trabalhando com entusiasmo e alegria. Não Se cansava de ensinar, explicar, utilizando a linguagem do entendimento geral a fim de Se fazer bem compreendido.

Quando as discussões aconteciam no grupo evitava tomar parte, guardando neutralidade, mas registrando, em seguida, as decisões daquele punhado de homens que nEle reconheciam a superioridade em todos os sentidos.

Finalmente, antes da morte, convocou-os para o serviço especial na Sua seara, levando em consideração os Seus gostos, os Seus interesses e as Suas aptidões pessoais. Por isso, os nomeou pescadores de almas, habituados que estavam ao trabalho com redes, barcos e peixes.



Redação do Momento Espírita, com base no artigo Eu adoro o meu chefe!, da revista Veja, de 19 de julho de 2000 e no artigo Liderança e autoconhecimento, da apostila do Departamento de Infância e Juventude do Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro.

Em 16.01.2012.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Macaco japonês "surfa" em javali em zoo de Tokio


A inusitada macaquice aconteceu neste sábado, e foi flagrada por visitantes do Hamura Zoo, em Tóquio.

O símio aproveitou o temperamento dócil de Shishiro, um javali com 5 anos de idade, e o transformou em prancha de surfe, para alegria dos visitantes.

Shishiro não se importou com o exibicionismo do colega de "alojamento", mas, preguiçoso, se recusou a correr ou fazer manobras ousadas.

Fonte: http://f5.folha.uol.com.br/bichos