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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Pesquisa revela detalhes do assassinato do faraó Ramsés III


Pesquisadores egípcios descobriram novos detalhes da teia conspiratória que levou à morte do faraó Ramsés III, por volta de 1155 a.C.

De acordo com os resultados da pesquisa feita na tumba do regente, Ramsés III teria sido atacado por diversos assassinos, tendo seu dedão arrancado por um golpe de machado, além de ter sido degolado. “A forma como os ossos remanescentes do dedo arrancado ficaram indica que uma arma diferente foi usada”, diz Sahar Saleem, radiologista da Universidade de Cairo.

Então, deve ter sido um assassino com um machado ou com uma espada. Ele atacou o faraó de frente. Outro, com uma faca ou uma adaga, atacou Ramsés III pelas costas ao mesmo tempo”, detalha o pesquisador.

Ao lado de Zahi Hawass, renomado historiador e ex-Ministro de Antiguidades do Egito, Saleem está reunindo evidências para tentar detalhar os momentos finais do faraó. Neste ano, os dois lançam o livro “Scanning the Pharaohs”.

Além de Ramsés III, a dupla estudou outros farós que reinaram entre os anos 1543 a.C. e 1064 a.C., como Hatchepsut, Tutmés III, Tutancâmon e Seti I.

Crise familiar

Os estudos na tumba do faraó Ramsés III jogaram luz sob as conspirações que envolveram a morte do líder. Um documento encontrado pela dupla, conhecido como Papiro Judicial de Turin, descreve como a Rainha Tiy, uma das esposas do faraó, planejou sua morte para que seu filho Pentawer assumisse o trono. De acordo com a linha sucessória, Ramsés IV, filho do líder egípcio com outra esposa, seria o novo faraó, caso seu pai morresse.

Até a revelação feita pelo historiador e pelo radiologista, acreditava-se que Ramsés III havia sido atacado na surdina por assassino. Hoje, sabe-se que houve luta e que foi preciso mais de um mercenário para dar cabo da vida do faraó.

“Os embalsamadores que ficaram responsáveis pela mumificação do faraó criaram uma prótese perfeita para o dedo arrancado do líder, dificultando esta descoberta”, explica Saleem. Ramsés IV assumiu o trono após a morte do pai e destacou uma equipe de 12 juízes para investigar o assassinato que aconteceu dentro do palácio.

As investigações da dupla egípcia também mostraram que Pentawer ficou bastante decepcionado por não assumir o trono e tentou fugir de uma possível punição. Segundo a pesquisa, foram encontradas evidências de que Pentawer se enforcou, já que o pescoço de seu corpo mumificado estava com marcas profundas.

Fonte: Revista Galileu

quinta-feira, 19 de março de 2015

Eletricidade sem fio: japoneses transmitem energia pelo ar a 55 metros de distância


Cientistas japoneses deram um grande passo no avanço da tecnologia de transmissão de energia elétrica. Pela primeira vez, foi possível transmitir energia elétrica sem fio para um ponto alvo através de microondas.

Pesquisadores da Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA), conseguiram transmitir 1,8 quilowatts de energia através do ar para um ponto fixo a 55 metros de distância, disse um porta-voz da agência à AFP.

“A experiência bem sucedida pode pavimentar o caminho para a coleta de energia solar inesgotável no espaço e transmitir para a Terra.”, disserem os pesquisadores da JAXA.

A Estação Espacial Internacional e outros satélites são capazes de coletar energia solar para funcionamento de suas operações. O principal benefício da geração de energia solar no espaço é a disponibilidade permanente, independentemente das condições climáticas.

Fonte: IPC Digital

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Funções secretas do seu celular que você não sabia


Emergência I

O número universal de emergência para celular é 112!
Se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112 e o celular irá procurar conexão com qualquer operadora possível para enviar o número de emergência para você, e o mais interessante é que o número 112 pode ser digitado mesmo se o teclado estiver travado.
Experimente!

Emergência II

Você já trancou seu carro com a chave dentro? Seu carro abre com controle remoto? Bom motivo para ter um celular. Se você trancar seu carro com a chave dentro e a chave reserva estiver em sua casa, ligue pelo seu celular, para o celular de alguém que esteja lá. Segure seu celular cerca de 30 cm próximo à porta do seu carro e peça que a pessoa acione o controle da chave reserva, segurando o controle perto do celular dela. Isso irá destrancar seu carro, evitando de alguém ter que ir até onde você esteja, ou tendo que chamar socorro. Distância não é impedimento. Você pode estar a milhares de quilômetros de casa, e ainda assim terá seu carro destrancado.

Emergência III *3370#

Vamos imaginar que a bateria do seu celular esteja fraca. Pra ativar, pressione as teclas: *3370#
Seu celular irá acionar a reserva e você terá de volta 50% de sua bateria. Essa reserva será recarregada na próxima vez que você carregar a bateria.

Emergência IV *#06#*

Para conhecer o número de série do seu celular, pressione os seguintes dígitos: *#06#* Um código de 15 dígitos aparecerá. Este número é único. Anote e guarde em algum lugar seguro. Se seu celular for roubado, ligue para sua operadora e dê esse código. Assim eles conseguirão bloquear seu celular e* o ladrão não conseguirá usá-lo de forma alguma*. Talvez você fique sem o seu celular, mas pelo menos saberá que ninguém mais poderá usá-lo.”

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Resultado de um escritório cheio de gatos: diminui o estresse e aumenta produtividade


Isso mesmo, imaginem um escritório com gatos passando por todos os lugares, embaixo das mesas, pelos nossos pés e subindo nas prateleiras.

Isso já é uma realidade em uma cidade que talvez não esperássemos que tivesse uma iniciativa como essa: Tóquio. Por ser uma cidade super povoada e com pouco espaço para bichos de estimação e muita restrição a criação de pets em apartamentos, talvez esse não seria o primeiro nome que pensaríamos para abrigar essa postura.

Mas, acreditando em uma resposta positiva dos funcionários, uma empresa japonesa implantou a ideia de permitir que seus colaboradores possam interagir com animais de estimação com mais frequência: um local de trabalho povoado de felinos.



Os escritórios da Ferray Corporation, uma empresa de soluções de internet, tem hoje nove adoráveis gatos resgatados que estão autorizados a circular livremente durante todo o dia. O mais bacana é que os funcionários tem relatado diminuição do nível de stress desde que os bichanos estão na área.

É claro que um monte de gatos andando solto na empresa não livra a empresa de imprevistos, como desligar computadores, riscar a parede, rasgar papéis ou ainda atrapalhar a digitação enquanto eles insistem em deitar em cima do teclado do computador.

Até a comunicação entre os colaboradores melhorou, pois eles tem assunto de sobra pra falar relacionado aos bichanos! E consequentemente todos os outros assuntos fluem mais facilmente. 


E se algum funcionário quiser adotar um felino, a empresa ainda banca um “vale-gato” no valor equivalente a R$ 110 para cobrir as despesas do animal.

E a empresa admite: a qualidade mais destacada dos candidatos para trabalhar por lá é amar os gatos, e depois as outras competências.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Tecnologia e responsabilidade






É lugar comum dizermos que vivemos em um mundo tecnológico.


Nada mais explícito e presente do que a tecnologia, nos dias atuais.

Ela abraça todas as nossas atividades, nossas relações, nosso cotidiano.

Se vamos ao banco, lá está o caixa eletrônico, o cartão magnético, a dispensar funcionários.

Se vamos viajar, são inúmeras as possibilidades de aquisição de passagem, reservas de hotéis, restaurantes, tudo à distância, sem recurso humano nenhum, apenas com o teclado e a internet a nos prover as necessidades.

Mesmo quando vamos às compras, a tecnologia lá está, a possibilitar tudo adquirirmos sem nem ao menos sair de casa.

Embora tantas facilidades, recursos e máquinas admiráveis, tudo isso é apenas tecnologia, nada mais.

Existem os arautos do mundo moderno que creem que ela possa tudo substituir.

Há os apressados que imaginam a tecnologia como a grande deusa moderna, suprindo todas as necessidades humanas, plena e satisfatoriamente.

Porém, não podemos esquecer que ela é simples instrumento que nos facilita o dia a dia, possibilitando continuarmos a viver a vida, na plenitude que ela merece.

Não há como imaginar algum aparato tecnológico a substituir o carinho de mãe, a atenção do pai, as preocupações na educação do filho.

Verdade que não são poucos aqueles que delegam o tempo precioso de convivência para os tablets, games, programas de TV.

É impensável que alguma invencionice humana possa substituir a conversa leve e solta com um amigo, a troca de ideias e a brincadeira divertida que nasce da intimidade daqueles que se querem bem.

Porém, é crescente o número dos que, por conveniência, trocam o convívio social pelos relacionamentos inventados e imaginários das redes sociais e dos bate-papos virtuais.

Se, no convívio da família, é que buscamos esteio, referência, amparo, assim como somos chamados a amparar e dar sustento, não haverá possibilidade de máquina alguma substituir essas relações, que geram crescimento e aprendizado.

Entretanto, existem os que preferem os relacionamentos à distância, dando notícias vez por outra em mensagens vazias de significado ou em encontros breves nas telas dos computadores, para logo mais desplugar-se, sem outro compromisso maior.

Pensemos que estes dias de tecnologia geram em nós a responsabilidade de bem conviver com ela.

Dar-lhe a medida adequada, a fim de se utilizar dela sem fazer-se escravo.

Ter a clara noção de sua abrangência e utilidade, mas nunca tê-la como substituta das coisas da alma e do coração.

Portanto, estes não deixam de ser dias de aprendizado, para que a tecnologia não nos embruteça, não nos torne frios ou nos tire todo o significado da existência.

Afinal, o homem tecnológico é aquele que se utiliza da tecnologia para facilitar sua vida e usa com sabedoria o tempo livre que ela lhe possibilita, para investir nas coisas que lhe são caras ao coração.

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita.
Em 5.7.2014.

Fonte: Momento Espírita

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Nove coisas que desaparecerão futuramente de nossas vidas.

1. O Correio


Prepare-se para imaginar um mundo sem Correios. Eles estão afundando tanto em problemas financeiros que provavelmente não há maneira de sustentá-los a longo prazo. E-mail, FedEx, DHL e UPS têm praticamente dizimado a receita mínima necessária para manter os Correios vivos. A maioria do que você recebe pelo correio todos os dias é ”lixo” e contas.

2. O cheque


A Grã-Bretanha já está preparando o terreno para acabar com o cheque até 2018. O processamento de cheques custa bilhões de dólares por ano ao sistema financeiro. Cartões plásticos e transações on-line vão levar à eventual extinção do cheque. Isto joga direto para a morte dos Correios. Se você nunca pagar suas contas pelo correio e nunca receber os boletos pelo correio, os Correios absolutamente estarão fora do negócio.

3. O jornal


A geração mais jovem simplesmente não lê jornal. Eles certamente não assinam um jornal impresso que lhes seja entregue. Isso pode acontecer como foi com o leiteiro e o tintureiro. Quanto a ler o jornal on-line, prepare-se para pagar por isso. O aumento dos dispositivos móveis de Internet e e-readers tem motivado todos os jornais e editoras de revistas para formar alianças. Eles reuniram-se com a Apple, Amazon, e as grandes empresas de telefonia celular para desenvolver um modelo de serviços de assinatura paga.

4. O livro


Você diz que nunca vai desistir do livro físico que você segura em sua mão e vira as páginas. Eu disse a mesma coisa sobre o download de música do iTunes. Eu queria que meu CD tivesse cópia impressa. Mas eu rapidamente mudei de ideia quando eu descobri que eu poderia obter álbuns pela metade do preço sem sair de casa para conseguir a última música. A mesma coisa vai acontecer com os livros. Você pode navegar em uma livraria on-line e até mesmo ler um capítulo pré-visualizado antes de comprar. E o preço é menos da metade de um livro real. E pensar na conveniência! Uma vez que você começar movendo os dedos na tela em vez do livro, você vai se achar perdido na história, e não pode esperar para ver o que acontece a seguir, e você se esquece de que está segurando um gadget em vez de um livro.

5. O telefone fixo


A menos que você tenha uma família grande e faz muitas chamadas locais, você não precisa mais do telefone fixo. A maioria das pessoas o mantém simplesmente porque sempre o tiveram. Mas você está pagando encargos duplos para este serviço. Todas as empresas de telefonia celular permitem chamar os clientes do mesmo provedor de celular sem nenhum custo adicional.

6. Música


Esta é uma das partes mais tristes da história da mudança. A indústria da música está morrendo uma morte lenta. Não apenas por causa de downloads ilegais. É a falta de oportunidade para a nova música inovadora chegar às pessoas que gostariam de ouvi-la. A ganância e a corrupção é o problema. As gravadoras e os conglomerados de rádio estão simplesmente se auto-destruindo. Mais de 40% das músicas compradas hoje são "Itens de Catálogos", o que significa a música tradicional com a qual o público está familiarizado. Os mais antigos artistas consagrados. Isto também é verdade no circuito de concertos ao vivo. Para explorar este tema fascinante e perturbador ainda, confira o livro, "Appetite for Self-Destruction", de Steve Knopper, e o documentário em vídeo, "Antes que a música morra."

7. Televisão


As rendas das redes tem caído drasticamente. Não apenas por causa da economia. As pessoas estão assistindo TV e filmes transmitidos a partir de seus computadores. E elas estão jogando e fazendo muitas outras coisas que ocupam o tempo que costumava ser gasto assistindo TV. Shows de horário nobre degeneraram abaixo do menor denominador comum. Taxas de TV a cabo estão subindo rapidamente e os comerciais rodam a cada 4 minutos e 30 segundos. Eu digo boa viagem para a maior parte de tudo isso. É hora das companhias de cabo serem postas para fora de nossa miséria. Deixem as pessoas escolher o que querem assistir on-line e através de Netflix.

8. As coisas que você possui


Muitos dos bens que usamos e possuimos nós não poderemos realmente possui-los no futuro . Eles podem simplesmente residir na "nuvem ". Hoje o seu computador tem um disco rígido e armazena suas fotos, músicas, filmes e documentos. O software está em um CD ou DVD, e você sempre pode reinstalá-lo se for necessário. Mas tudo isso está mudando. Apple, Microsoft e Google estão terminando seus últimos "serviços em nuvem". Isso significa que quando você ligar o computador, a Internet vai ser incorporada ao sistema operacional. Assim, o Windows, o Google, e o Mac OS serão vinculados diretamente para a Internet. Se você clicar em um ícone, ele vai abrir algo na nuvem Internet. Se você salvar alguma coisa, ela será salva para a nuvem. E você pode pagar uma taxa de assinatura mensal para o provedor de nuvem. Neste mundo virtual, você pode acessar a sua música ou os seus livros, ou qualquer coisa do gênero a partir de qualquer computador portátil ou dispositivo portátil. Essa é a boa notícia. Mas, se você realmente possui alguma dessas "coisas" tudo será capaz de desaparecer a qualquer momento em um grande "Poof ". Será que a maioria das coisas em nossas vidas é descartável e caprichosa? Isso faz você querer correr para o armário e retirar o álbum de fotos, pegar um livro da prateleira, ou abrir uma caixa de CD e apertar a inserção.

9. Privacidade


Se já houve um conceito que podemos olhar para trás com nostalgia seria a privacidade. Isso acabou. Ela se foi há muito tempo de qualquer maneira. Há câmeras na rua, na maior parte dos edifícios, e até mesmo em seu computador e celular. Mas você pode ter certeza que 24 horas por dia, 7 dias na semana, "Eles" sabem quem você é e onde você está, até as coordenadas GPS, e o Google Street View. Se você comprar alguma coisa, o seu hábito é colocado em um zilhão de perfis e os seus anúncios serão alterados para refletirem os hábitos. "Eles" vão tentar levá-lo a comprar algo mais. Uma e outra vez. Tudo o que tivermos perdido e que não pode ser alterado são "Memórias"... E então, provavelmente, o Alzheimer vai tirar isso de você também!



segunda-feira, 27 de maio de 2013

Cães amputados ganham patas protéticas e voltam a andar novamente


Martin Kaufmann, fundador da clínica veterinária OrthoPets, ajudou vários animais a recuperar seus movimentos após terem alguns membros de seu corpo amputados.

Nas imagens divulgadas em fevereiro deste ano, Kaufmann foi fotografado no momento em que colocava as próteses em alguns cães.

Um deles é o Naki'o. Ele foi clicado correndo e pulando com as patas artificiais. O cãozinho havia perdido seus membros devido a queimaduras após ser abandonado no Colorado, nos Estados Unidos.

O cão Snow também ganhou uma patinha nova.

Fonte: F5







terça-feira, 23 de abril de 2013

Nova tecnologia pode aposentar as tradicionais senhas


As tradicionais senhas, que servem para comprovar e tornar nossa identidade na vida digital mais segura, podem estar com seus dias contados, tudo porque pesquisadores da Universidade de Berkeley criaram um tipo de tecnologia que pode aposentar tais senhas, tornando o funcionamento do cérebro de uma pessoa em algo similar a uma identidade biométrica, como a impressão digital e a íris.

Os padrões de ondas produzidas pelo funcionamento do cérebro de uma pessoa são únicos, assim como diversas características físicas dos nossos corpos, e o que os cientistas fizeram foi adaptar o uso desse tipo de assinatura neural, criando um sistema que usa os padrões gerados pela mente do usuário como critério na hora de dar acesso a algum recurso, ou seja, o pensamento acaba virando uma senha.

Para funcionar, o sistema usa um tipo de headset, um aparelho criado em Berkeley que conta com um eletrodo, que monitora os padrões das ondas cerebrais em tempo real, que nada mais é do que um aparelho de eletroencéfalograma, só que bem mais simples do que os usados em centros de diagnóstico de grandes hospitais. Através do Bluetooth, o sistema se conecta a um computador, e se os padrões neurais forem compatíveis com a identidade do usuário, a máquina permite o acesso.

O aparelho que lê as ondas cerebrais, custa apenas US$ 100 (aproximadamente R$ 200), e faz da tecnologia algo possível a curto prazo, precisando apenas aprimorar ainda alguns pontos, o uso do headset para fazer um simples login, por exemplo, não é a solução ideal, assim como o nível de precisão do sistema, também precisa ser melhorado, hoje consegue acertar 99% na hora de determinar a identidade de um usuário a partir das suas ondas cerebrais.

O que se pode esperar é que em breve, já se possa, com um simples celular perscrutar pensamentos, usando sensores em fones de ouvido, por exemplo, para determinar se o usuário é ele mesmo, dando acesso ao sistema do aparelho, bem como aos logins em redes sociais e serviços diversos na internet. Outros usos da tecnologia podem fazer com que credenciais corporativas sejam legadas aos funcionários de uma empresa a partir do seu padrão de pensamentos.

Via Extreme Tech

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Fotógrafo se especializa em fotos macro de olhos de insetos


As formas e cores diferentes dos olhos dos insetos fascinam o fotógrafo polonês Ireneusz Irass Waledzik, que decidiu se especializar em registar essa diversidade em imagens macro.

Ampliados, esses insetos ganham uma dimensão que os aproxima das imagens mais tradicionais de alienígenas de olhos grandes.

Waledzik se diz um amante da fotografia macro. 'Eu dedico bastante tempo a isso, mas ainda estou aprendendo, aperfeiçoando a técnica e a luz. As cores e as formas diferentes dos olhos de insetos me fascinam', conta.

'Esses insetos são muito vistosos. Deve ser muito importante para eles mostrar marcas brilhantes e coloridas. Eles podem ser pequenos, mas têm um grande impacto', diz Waledzik.

 Esopecie fotografada pelo polonês (Foto: Ireneusz Irass Walędzik/Caters)

Inseto fotografado por Ireneusz (Foto: Ireneusz Irass Walędzik/Caters)

 Olho em close de uma das espécies fotografadas (Foto: Ireneusz Irass Walędzik/Caters)

Fonte: G1

sábado, 12 de janeiro de 2013

Perdeu seu pet? A solução existe, são os chips, basta usar


Muitos relatos de animais perdidos em época de festas e férias, animais que fogem assustados com o barulho dos fogos, animais que se perdem durante a viagem e por ai vai.

Se todos esses animais tivessem um chip de identificação as chances deles voltarem para as suas famílias aumentariam consideravelmente, então por que não usam?

Em algumas cidades brasileiras os chips estão se tornando obrigatórios e não é só por causa da lei, existe fiscalização efetiva.

Se você ama o seu pet, dê um chip pra ele, vocês só têm a ganhar!


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Para quem não sabe, aqui em casa, o Pingo já tem!!!
Quando eu comprei ele, ela já tinha este chip.
Agora só falta a Belinha e o Cão rs

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Lato, logo existo


Ante evidências de que animais têm consciência e sofrem, é hora de o homem tratá-los com respeito. Muita saliva e tinta de teólogos, biólogos e humanistas foram gastas para sacramentar a noção de unicidade dos humanos. O conceito de que só o homem é dotado de determinadas capacidades cognitivas, fonte e seiva da linguagem, da cultura e outras habilidades igualmente exclusivas, como, por exemplo, levantar hipóteses, discuti-las e testá-las, continua incontestado. A despeito do que os animais possam criar e manipular, somos os únicos seres vivos capazes de escrever um romance, pintar uma obra-prima, inventar aparelhos engenhosos e montar um mensalão ou um cartel de drogas.

Mas não os únicos dotados de inteligência, sentimentos e outros atributos ditos humanos. Algumas espécies do reino animal também possuem consciência, reiterou um grupo de cientistas recentemente reunidos em Cambridge, na Inglaterra.

Não foi uma declaração leviana, urdida ou estimulada por alguma entidade protetora de animais, mas uma afirmativa lavrada em documento, cientificamente idôneo, apresentado no dia 7 deste mês durante a conferência anual do Francis Crick Memorial em torno das últimas pesquisas sobre o cérebro e seus mistérios.


Há muito se desconfiava que ao menos mamíferos como macacos, elefantes, cães, gatos, e criaturas do mar como golfinhos e polvos (vide Paul, o molusco alemão que previa os resultados da Copa do Mundo de 2010) são providos de consciência. Faltava o aval da ciência, que veio sob a forma de um manifesto assinado por 13 respeitáveis neurocientistas do MIT, Caltech e Max Planck Institute. Entre eles, o canadense Philip Low, criador do iBrain, dispositivo destinado a ajudar o físico Stephen Hawking a minorar as limitações que uma doença neurodegenerativa progressiva e incurável lhe impõe há mais de 40 anos.

Com o respaldo de uma década e meia de estudos do fenômeno da consciência, do comportamento animal, da rede neural, da genética e da anatomia do cérebro, cada vez mais refinados por novas tecnologias de investigação, concluiu-se que as estruturas nervosas ativadas no cérebro de um bicho assemelham-se às de um humano quando também sente prazer, medo, dor e até piedade.


O que diriam os estoicos da Grécia, Descartes e Kant? Muito influentes no mundo de guerras e incertezas em que viveram, os estoicos consideravam os animais desprovidos de inteligência e negavam, consequentemente, qualquer obrigação moral nossa com eles. Com o seu "cogito, ergo sum" (penso, logo existo), Descartes radicalizou a divisão aristotélica (razão/paixão, corpo/mente), reiterando a tese da inferioridade inata dos animais e sua absoluta e irrestrita submissão aos humanos.

David Hume fez o mesmo com o primado da razão defendido por Kant. A neurociência desempatou a contenda a favor dos que não consideram a emoção inimiga da razão, mas sua indispensável cúmplice. Testes de ressonância magnética comprovaram a falácia neurológica do dualismo cartesiano, abrindo caminho para o reconhecimento da inteligência, da sensibilidade, e da consciência proto-humana dos animais. Foi também uma vitória póstuma para os utilitaristas Jeremy Bentham e John Stuart Mill, que se preocupavam com o bem-estar dos bichos e serviram de paradigmas para o mais notável crítico da crueldade com os animais da atualidade, Peter Singer.


Em 55 a.C., o romano Pompeu patrocinou um grande espetáculo com homens e elefantes durante o qual os paquidermes, inferiorizados e encurralados na arena, tentaram e conseguiram despertar a compaixão da assistência por meio de gritos e gestos pungentes. Com pena dos elefantes, a multidão execrou Pompeu, reviravolta presenciada e comentada por Cícero. É um dos registros mais remotos de que os quadrúpedes, a seu modo, também cogitam e sabem atrair a solidariedade dos bípedes.

Elefantes são animais intensamente sociais, emotivos e solidários. Presenciei uma comovente demonstração de solidariedade e socorro a um elefante aparentemente doente por meia dúzia de outros, durante um safári fotográfico pelo Parque Nacional de Serengeti, na Tanzânia.

Foi uma revelação, mesmo para quem, como eu, conhecia alguns dados posteriormente reunidos em Quando os Elefantes Choram (de Jeffrey Moussaieff Masson e Susan McCarthy), e havia lido as "conversas" de Konrad Lorenz com as bestas, as aves e os peixes, os ensaios de Diane Ackerman sobre as baleias, os crocodilos e outros bichos, e acompanhado pela imprensa as pesquisas de Jane Goodall com os chimpanzés, as de Dian Fossey com os gorilas e as de Sally Coxe com os socialmente exemplares macacos bonobos do Congo.


No reino da bicharada, os antropocêntricos fundamentalistas perdem todas. Até ratos de laboratório são dados a gestos de solidariedade e sacrifício, revelou faz pouco tempo uma experiência na Suíça. Muita gente ainda ignora que os porcos são muito inteligentes e sensíveis, além de limpíssimos por natureza (o primeiro editor da revista Granta, Bill Buford, cria em casa um suíno como se fosse um cachorro), e que as baleias, orcas, cachalotes e golfinhos têm o triplo das células fusiformes dos cérebros humanos. Essas células são fundamentais para o desenvolvimento da empatia.

Em 2006, descobriram no zoológico do Bronx um elefante que se reconhecia no espelho. E depois outro, e mais outro. Bichos que passam no teste do espelho, como os citados elefantes, certos primatas, golfinhos e uma espécie de pássaro chamada pica-pica, são supostamente mais próximos dos humanos e mais necessitados de nossa proteção. Foi dessa premissa que a biopsicóloga Diana Reiss, do Hunter College, partiu para sua pesquisa sobre a capacidade perceptiva e interativa de determinados mamíferos.

Reiss é uma das signatárias do Manifesto de Cambridge. Como os demais signatários, ela espera que, diante das evidências de que os animais "pensam, logo sofrem" (cogito, ergo patior?), a sociedade dos humanos passe a tratá-los com mais respeito, dignidade e carinho.


Fonte: Matéria do jornal O Estado de São Paulo de 22 de Julho de 2012 - Domingo
Autoria Sergio Augusto

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Quem me passou a dica dessa reportagem super foi minha amiga blogueira Luciana F. Damiano, 


Aproveito para dar a dica, que gosta de artesanato, vá visitar este blog...
Ela faz trabalhos maravilhosos com feltro...
Eu amo o trabalho dela, ela faz com muito amor e é muito boa no que faz!!!

Abraxos

segunda-feira, 16 de julho de 2012

ピュアクリスタル - Água filtrada para seu cachorro ou seu gato



Como sempre, as novidades para o mundo PET aqui no Japão vão sempre surgindo.
Cada dia, os "pais e ou mães" desses seres de Luz, se preocupam mais com a saúde e bem estar deles.
A novidade hoje no mercado japonês é o ピュアクリスタル (Crystal Pure ou Puro Cristal traduzindo ao "pé da letra").


Para cachorros em três tamanhos e para gatos em dois.
Este aparelho funciona da seguinte forma: através de uma "bomba de água", ele faz com que a água suba e quando desce, passa por um filtro, assim a água ficará limpa todo o tempo.


Ele funciona através de energia elétrica e para quem está preocupado com a conta, pode esquecer.
No caso do Japão, o aparelho médio e grande gasta ¥ 92 por mês e aparelho pequeno o equivalente a ¥ 58!!!
1日中使っても、電気代は1ヶ月約92円(50Hz/1kWh=25円の場合)

超小型犬用は1ヶ月約58円(50Hz/1kWh=25円の場合)


Ah! Quando você compra o aparelho, vem um filtro incluso e há o filtro separado para compra.
Claro que eu já comprei um para os pequenos aqui de casa rs...




Mais informações no site do produtor: http://www.p-crystal.jp/index.html


Vejam um vídeo:


Abraxos!!!


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Saiba o porquê dos nomes dos produtos da Apple


Ao ser questionado sobre o porquê e a forma que a empresa nomeia os seus produtos, Tim Cook, o CEO da Apple explicou que só existe a necessidade de mudar o nome quando o produto lançado tem novas características de design, o que não foi o caso do 4S, que sofreu apenas mudanças no seu interior e a inclusão do Siri, o assistente de voz. Segundo Tim, o iPhone 4S é chamado assim por ser a 4° versão do produto, e o “S” é justificado pelo Siri.

Na verdade, Cook foi questionado após uma longa discussão durante o evento de tecnologia do site All Thing Digital (da Wall Street Journal), a D10, sobre o iPhone lançado em outubro passado se chamar “4S”

Ainda, segundo ele, a Apple nomeia seus produtos de acordo com o desempenho e a forma que o produto é recebido no mercado, como é o caso dos iPods, que sempre tiveram o nome e um complemento de acordo com o lançamento.

“Muita gente me pergunta sobre os iPods, mas todo mundo conhece eles por serem um iPod. Se lançássemos, por exemplo, o iPod Shuffle como apenas Shuffle, teríamos que ficar explicando o que ele faz de diferente”.

Uma outra característica levada em conta na hora de nomear seus produtos vem da parte dos usuários, que parecem adorar quando uma determinada marca vem acrescida de um número, pois denota uma continuidade de geração, tal qual o iPhone 3GS, 4 e 4S, que à princípio seria chamado assim pela velocidade, mas depois se tornou versões do aparelho.

Já em relação ao iPad, segundo Cook, não existirá mais nomes diferentes ou versões, e isso já pode ser visto no “novo iPad”, lançado em março pela Apple, que até se o público vier a chamá-lo de iPad 3, o nome oficial é apenas iPad, e assim os Macbooks e iMacs, que não recebem nomes de versão ou qualquer outra referência.

Portanto, quem espera por um iPhone 5…tudo indica que deverá seguir a tendência e chegar às prateleiras somente como iPhone.

Fonte: FayerWayer

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terça-feira, 26 de junho de 2012

Testado com sucesso braço robótico em pacientes paralisados


Na última quarta-feira (16) foi publicado pela revista científica “Nature” o mais recente avanço no que diz respeito a interação entre cérebro e máquinas, e não é de hoje que cientistas vêm fazendo pesquisas nesse sentido, uma das áreas mais promissoras para a recuperação de pacientes com problemas de mobilidade, e os pesquisadores acabaram de dar mais um passo importante nessa direção.

Foram testados pacientes tetraplégicos, que conseguiram, apenas com o pensamento, controlar um braço robótico, lembrando que essa é a primeira vez que a técnica foi aplicada com sucesso em humanos, o controle de membros virtuais já tinha sido feito por macacos.

O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis já conduziu anteriormente essa pesquisa com macacos. Agora uma equipe internacional de cientistas, liderada por Leigh Hochberg, ligado às universidades Brown e Harvard, ambas nos Estados Unidos deram um passo além, testando em humanos.

Esse braço robótico, chamado de “BrainGate” (“portal do cérebro”, em inglês), é um exemplo do que os cientistas chamam de “interface cérebro-máquina”, no qual é colocado no cérebro do paciente um pequeno sensor, os sinais elétricos enviados pelos neurônios são levados diretamente para o aparelho, que responde aos estímulos e se movimenta.

Essa tecnologia foi testada com sucesso em duas pessoas – um homem de 66 anos e uma mulher de 58 – e nesses testes, técnicos que elaboraram o projeto acompanharam o uso em condições controladas, e calibraram o braço robótico na casa dos pacientes.

Os dois pacientes testados perderam os movimentos do corpo depois de sofrerem acidentes vasculares cerebrais (AVCs) – ela em 1996 e ele em 2006. O que se espera é que esses avanços sirvam para pacientes paralisados por diferentes motivos, desde lesões na coluna a doenças degenerativas como a esclerose lateral amiotrófica.

Fonte: FayerWayer


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sábado, 23 de junho de 2012

O crescimento do Instagram.com nas últimas semanas


A versão iPhone é muito usada, a versão Android cresce exponencialmente, mas a versão web do Instagram também tem recordes de audiência depois da compra efetuada pelo Facebook.

E isso se reflete nos números. Em março, Instagram.com tinha pouco mais de 8 milhões de visitantes únicos mensais, o número subiu em abril para 14,6 milhões, segundo números da comScore. E as razões para este aumento de quase 80% são bastante claras: o aplicativo para o Android e o anúncio da compra pelo Facebook.

Agora, embora os números são bons, provavelmente os donos da empresa estão com um ponto de interrogação em seus olhos. Qual será o futuro do Instagram agora que tem que concorrer com o Facebook Câmera?.

Será interessante analisar a situação durante este ano.

Fonte: FayerWayer

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