quinta-feira, 23 de julho de 2009

Torta de ricota, espinafre e ervas


Ingredientes:

400g de massa podre com folhas de manjericão (Vide receita à cima)
20g de farinha para abrir
1 alho poró
500g de espinafre
1 maço grande salsinha
6 galhos de hortelã
1 maço de cebolinha
3 dentes de alho
50g de manteiga + 20g para a formas
250g de ricota
3 ovos
100ml de creme de leite
sal e pimenta

Modo de Preparo:

Abra a massa sobre uma superfície enfarinhada, pique com a ponta de um garfo e forre a forma.
Lave e limpe o alho poró, corte em rodelas finas. Lave e separe as folhas do caule do espinafre, escorra-as bem e pique-as. Pique as folhas de hortelã, a salsinha e a cebolinha. Descasque os dentes de alho e amasse-os.
Em uma panela, derreta a manteiga em fogo brando. Quando ele estiver derretido, adicione o alho poró e o alho picado. Deixe cozinhar sem dourar. Adicione o espinafre e, quando este tiver diminuido de volume, coloque as ervas e aumente o fogo para evaporar todo o líquido da panela. Retire do fogo e deixe esfriar.
Preaqueça o forno à 210C. Em um processador de alimentos, bata os ovos, a ricota esmigalhada e o creme de leite até que a mistura fique homogênea. Misture ao refogado de verduras, tempere com sal e pimenta e distribua essa cobertura sobre a massa. Asse até que a massa doure e a cobertura fique firme.

Torta Cremosa de Palmito


Ingredientes:

Para a massa:
1/2 kilo de trigo
01 x (chá) de leite morno
01 colher (café) de açúcar
01 colher (café) de sal
15 gr de fermento biológico
01 ovo
01 colher (sopa) de margarina


Para o recheio:
02 colheres (sopa) de massa de tomate
01 vidro de palmito
01 colher de amido de milho
sal, pimenta do reino, cheio verde à gosto
01 cebola média picadinha
02 dentes de alho picadinhos
02 colher (sopa) de azeite


Modo de Preparo:

Massa:
Dissolva o fermento com 01 colher (café) de açúcar, até que vire
líquido.
Junte o leite morno, 01 colher (sopa) de margarina, 01 colher
(café) de sal e 01 punhado cheio de trigo. Mexa essa mistura com
uma colher, após algumas mexidas coloca-se o ovo e o restante do
trigo. Sove a massa até que não grude mais nas mãos. Coloque a
massa numa tigela e envolva com um pano de prato a tigela e e
coloque dentro de uma sacolinha plástica. Deixe descansar por 30
min.

Recheio:
Pica em cubinhos o palmito e refogue com o azeite, cebola, alho,
pimenta, cheio verde, massa de tomate e deixe cozinhas por alguns
minutos.
Enquanto isso dissolva 01 colher (sopa) de amido de milho na água
do palmito e despeje essa mistura junto ao refogado. Deixe ferver
até ficar cremoso.

Montagem:
Unte e enfarinhe uma forma de aro removivel.
Divida a massa em duas partes iguais. Abra com um rolo uma das
partes e coloca na forma, deixando as bordas da forma toda
coberta. Despeje o creme de palmito e cubra com a outra parte da
massa.
Pincele gema de ovo por cima da torta. Coloca-se no forno médio
por 20 min ou até que esteja douradinha a massa.

Loiras na escola


Havia 3 loiras na sala de aula numa escola do interior....

O professor pergunta para a primeira:
- Magnólia, diz um verbo.
A loira pensa, pensa, pensa e diz:
- Bicicreta.
O professor diz:
- Não é bicicreta, é bicicleta e bicicleta não é verbo.
Então ele pergunta para segunda:
- Alcinéia, me diz um verbo.
Ela pensa, pensa, pensa e diz: -
- Prastico.
O professor irritado diz:
- Não é prastico,é plástico e plástico não é verbo.
Então ele pergunta para a terceira:
- Andréa, me diz um verbo.
Essa nem pensa e diz:
- Hospedar!
O professor diz:
- Até que enfim uma loira inteligente; agora me diga uma frase com o verbo que você escolheu!

A loira enche o peito de coragem e manda bala:

- HOSPEDAR DA BICICRETA É DE PRASTICO.

Templo japonês acende 30 mil lanternas


Mais de 30 mil lanternas foram acesas no santuário de Yasukuni, em Tóquio, durante o Festival Mitama.

O festival dura quatro dias e celebra a vinda dos bons espíritos.

O templo é dedicado aos espíritos de samurais e soldados mortos. Em 2004, criou-se uma polêmica depois que foram descobertos que no Livro das Almas do templo havia nomes de criminosos da Segunda Guerra Mundial.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Por que sentimos enjoo quando giramos?


Porque o movimento gera um conflito interno no corpo, alterando o funcionamento do cérebro e provocando uma reação em cadeia que chega até o estômago, resultando no vômito. Na verdade, o enjoo e o vômito não acontecem por causa do giro em si, mas por causa de um mal-estar temporário chamado de cinetose. A cinetose acontece porque, ao girarmos, o cérebro recebe informações conflitantes dos olhos, responsáveis pela visão, e do ouvido interno, responsável pelo equilíbrio. Se você gira numa cadeira, por exemplo, seus olhos registram o movimento circular, mas seu ouvido interno acha que você está parado. Quando você está num barco, é o ouvido interno que sente o movimento, mas a visão, que tem como referência o bote, acha que você está parado. Aí surge a cinetose, que gera o enjoo e o vômito e não tem nada a ver com a labirintite, que gera desequilíbrio e tontura e é causada, geralmente, por alguma doença no labirinto (componente do ouvido interno). :-S

RODA VIVA
Contradição entre visão e equilíbrio engana o cérebro e provoca vômito

Nosso corpo se situa no espaço por meio de duas referências principais: a visão, captada pelos olhos, e o equilíbrio, medido pelo sistema vestibular, localizado no ouvido interno. É esse ouvido (onde também fica a cóclea, responsável pela audição) que entende a força da gravidade, por exemplo. O cérebro recebe informações das duas referências ao mesmo tempo.

Quando uma das referências contradiz a outra, o cérebro acha que tem algo errado, e manda as glândulas suprarrenais produzir hormônios de estresse, como a epinefrina e a norepinefrina, que começam a fazer a pessoa passar mal. No cérebro, as informações conflitantes fazem o centro de vômito, uma região do sistema nervoso central, trabalhar.

Conforme o centro de vômito é estimulado, a pessoa começa a passar mal para valer. Os sintomas mais visíveis são a palidez e o suor frio, além da náusea. Como essa é a mesma área do cérebro que responde à intoxicação alimentar, ela começa a preparar o corpo para chamar o hugo, contraindo músculos como o diafragma e o esôfago.

A contração dos músculos na região abdominal faz o conteúdo do estômago ser projetado para fora. Traduzindo: a pessoa vomita. Mas isso não resolve a cinetose, já que a origem do problema não está no estômago, e sim nos olhos e no ouvido interno. Como não há um meio eficiente de evitar a cinetose, ela é prevenida e tratada com remédios antivômito.

por Victor Bianchin

História e origem da Gravata


A origem da gravata data do século XVII, na França, sob o reinado de Luís XIV. Entre seus batalhões, alguns formados por mercenários, o rei empregava soldados croatas, que eram reconhecidos facilmente por um grande lenço usado ao redor do pescoço. Era o nascimento do Plastrão (gravata longa, cujas pontas se cruzam obliquamente). A palavra “gravata” é uma corruptela de “croata”.

A moda foi mais do que bem vinda, inclusive pelos cirurgiões da época que usavam colarinhos enormes. Era um alívio para eles poder operar prendendo suas golas de pontas longas com o novo laço. Logo, antes do seu modelo mais comum, a gravata surgiu como gravata borboleta, nome que vem obviamente do seu formato.

Uma curiosidade: o escritor Balzac, achava que a borboleta, além de peça do vestuário, tinha uma função importante no estado de saúde de quem a usava. Sabe-se lá por quê. Talvez por isso, exista um quadro de Manet, onde vemos uma moça nua, mas sem dispensar a gravata.

Frank Sinatra popularizou a gravata borboleta nas décadas de 40 e 50. São comuns os filmes, fotos e capas de disco onde ele aparece com uma borboleta de laço desfeito, jogada displicentemente em volta do pescoço. O mais prático da borboleta é que você nunca corre o risco de pingar molho na gravata.

Saiba tudo sobre gravatas borboletas (inclusive como dar os nós) nos sites:

http://www.tcf.ua.edu/bowtie/

http://www.shirtstore.com/acc/tie_bow.htm