sábado, 12 de julho de 2014

Grupo Gatos de Rua de Iwata



Olá Amigos e Amigas!!!
Hoje eu venho dedicar esta postagem ao Grupo "Gatos de Rua de Iwata".
É um grupo de pessoas aqui do Japão que também tem como objetivo acabar com esse abandono de gatos pelas ruas...
Ainda não conheço bem o trabalho deles, mas pelo pouco que vi é muito bonito.
Apesar que de onde não é belo o trabalho de cuidar de animais de rua, não é mesmo?
Tem cada gatinho que eu juro, se pudesse enchia minha casa com todos eles rs
Resgatam bebês, mães grávidas, alguns apenas para castrar... Enfim, uma infinidade...
E é claro que precisam de ajuda financeira para arcar com os gastos, rações e muita areia para dar conta de tantos gatinhos... rs
Eu não sei se eles fazem bazares para arrecadar fundos, mas eu acredito que também o fazem, então, podem mandar aqueles presentes que nunca usaram para eles ou aquelas coisas que compraram e nunca usaram... rs
Lembrem-se que dizem que para "entrar coisas novas em nossas vidas, devemos tirar aquilo que não nos serve mais"...
Isso mesmo, vamos reciclar as coisas, as energias fazendo algo de bom para alguém!!!
Ajude com o que puder!!!

Site: http://www.anjinhosdoasfalto.com/index.html
 
E curtam as fotos de alguns dos pequeninos que foram resgatados por eles!!!





Endereço do Grupo:

〒 438-0232
Iwata-shi 
Kawabukuro 1817 3 
Haitsu Asaiama 101 

Tel: 080-3489-2975

Número da conta:

Ajudem por favor!!!
Abraços mil!!!!

PS.: Pessoal, ¥ 1.000 que seja, não vai deixar ninguém mais pobre rs e ajuda bastante!!! rs

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Tecnologia e responsabilidade






É lugar comum dizermos que vivemos em um mundo tecnológico.


Nada mais explícito e presente do que a tecnologia, nos dias atuais.

Ela abraça todas as nossas atividades, nossas relações, nosso cotidiano.

Se vamos ao banco, lá está o caixa eletrônico, o cartão magnético, a dispensar funcionários.

Se vamos viajar, são inúmeras as possibilidades de aquisição de passagem, reservas de hotéis, restaurantes, tudo à distância, sem recurso humano nenhum, apenas com o teclado e a internet a nos prover as necessidades.

Mesmo quando vamos às compras, a tecnologia lá está, a possibilitar tudo adquirirmos sem nem ao menos sair de casa.

Embora tantas facilidades, recursos e máquinas admiráveis, tudo isso é apenas tecnologia, nada mais.

Existem os arautos do mundo moderno que creem que ela possa tudo substituir.

Há os apressados que imaginam a tecnologia como a grande deusa moderna, suprindo todas as necessidades humanas, plena e satisfatoriamente.

Porém, não podemos esquecer que ela é simples instrumento que nos facilita o dia a dia, possibilitando continuarmos a viver a vida, na plenitude que ela merece.

Não há como imaginar algum aparato tecnológico a substituir o carinho de mãe, a atenção do pai, as preocupações na educação do filho.

Verdade que não são poucos aqueles que delegam o tempo precioso de convivência para os tablets, games, programas de TV.

É impensável que alguma invencionice humana possa substituir a conversa leve e solta com um amigo, a troca de ideias e a brincadeira divertida que nasce da intimidade daqueles que se querem bem.

Porém, é crescente o número dos que, por conveniência, trocam o convívio social pelos relacionamentos inventados e imaginários das redes sociais e dos bate-papos virtuais.

Se, no convívio da família, é que buscamos esteio, referência, amparo, assim como somos chamados a amparar e dar sustento, não haverá possibilidade de máquina alguma substituir essas relações, que geram crescimento e aprendizado.

Entretanto, existem os que preferem os relacionamentos à distância, dando notícias vez por outra em mensagens vazias de significado ou em encontros breves nas telas dos computadores, para logo mais desplugar-se, sem outro compromisso maior.

Pensemos que estes dias de tecnologia geram em nós a responsabilidade de bem conviver com ela.

Dar-lhe a medida adequada, a fim de se utilizar dela sem fazer-se escravo.

Ter a clara noção de sua abrangência e utilidade, mas nunca tê-la como substituta das coisas da alma e do coração.

Portanto, estes não deixam de ser dias de aprendizado, para que a tecnologia não nos embruteça, não nos torne frios ou nos tire todo o significado da existência.

Afinal, o homem tecnológico é aquele que se utiliza da tecnologia para facilitar sua vida e usa com sabedoria o tempo livre que ela lhe possibilita, para investir nas coisas que lhe são caras ao coração.

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita.
Em 5.7.2014.

Fonte: Momento Espírita

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Pedido de Ajuda aos Gatos de rua do Japão


 (foto tirada do perfil da Neusa Gonçalves)

Infelizmente no mundo todo há animais abandonados pelas ruas...
Em alguns países, mais, em outros menos...
Apesar do Japão ser um país de primeiro mundo, existe muitos gatinhos abandonados pelas ruas...
Não vemos cachorros abandonados pelas ruas, isso é verdade.
Mas, isso só acontece, porque são deixados nas prefeituras ou nos zoológicos das cidades e depois vão para a camara de gás.
Vejam estas postagens aqui do blog:




(foto tirada do perfil da Neusa Gonçalves)

Já os gatinhos, ficam espalhados pelas ruas.
Como sabem, o Hiro, novo membro da nossa família, foi encontrado em uma praça, como vários outros que são adotados por várias pessoas.
Muitos são achados ainda bebês, como aconteceu comigo mesmo e podem conferir nesta postagem neste link GATOS ABANDONADOS NAS RUAS DO JAPÃO.
Eu realmente não tive tempo para cuidar dos pequeninos e apesar deles não terem sobrevivido, quem cuidou deles foi a Fabi, da cidade de Toyota.
A Fabi na verdade, ajudou a Neusa, uma pessoa de muita luz, que faz um trabalho muito lindo em Shizuoka-Ken, na cidade de Kosai.
A Neusa (clique aqui para ver o perfil no facebook), me ajuda com conselhos desde que achei o Hiro no parque rs. Ela me atura a quase um ano!!! rs

 (foto tirada do perfil da Neusa Gonçalves)

Ela resgata gatinhos das ruas e cuida deles com muito amor e carinho, com ajuda de amigos e família.
Tenta achar um lar definitivo para esses pequenos e fica com aqueles que não conseguem.
Tudo isto gera um gasto imenso... Acho que podem imaginar...
E por isso venho aqui hoje, pedir para quem pode ajudar.
Pode ser através de ração, areia, dinheiro... Enfim, o que puderem...
Até coisas que ganhamos e não usamos podemos mandar para ela vender em bazares que faz para arrecadar dinheiro.
Porque aceitando ou não a ideia, gatos não vivem apenas de ração rs, precisam tomar vacinas e etc.
Ainda mais aqueles que chegam da rua, passam por exames de aids felina, leucemia e etc...
Por isso, quem puder ajudar com qualquer coisa ou quantia, Nós, Os Cachorros e a Neusa e os Gatinhos e Gatinhas, agradecem!!!

Quem puder ajudar com dinheiro, eis os dados da conta bancária:


 Quem quiser ajudar com rações, areia ou outra coisa eis o endereço:

〒 431-0303
SHIZUOKA-KEN KOSAI-SHI
ARAI-CHO
HAMANA 2109-1

Conto com vocês!!!
Ah! Quem não puder ajudar com algo, pode pelo menos divulgar esta postagem, quem sabe assim chegue a alguém que possa, né?!
Obrigado!!!!
Abraços mil!!!

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Obrigado as duas amigas, Neusa e Sílvia!!!


Desde quarta-feira passada as coisas por aqui andam bem corridas rs
Sem tempo nem para pensar...
Por isso peço desculpas, mas não tive como agradecer antes!!!
Semana passada chegou aqui em casa uma caixa com uma doação/ajuda de duas amigas queridas, a Neusa (clique aqui para ver o perfil no Facebook) e a Silvia (clique aqui para ver o perfil no Facebook).
Neusa eu conheço a quase 20 anos rs e a Silvia foi apresentada pela Neusa e nos conhecemos a um ano mais ou menos.
Quero agradecer de coração a ajuda das duas!!!
As crianças com certeza amaram!!! rs
Beijos e que Deus as abençoe!!!


sexta-feira, 4 de julho de 2014

A História da Cebola


As cebolas são pequenas e seus tecidos deixam pouco ou nenhum rastro, por isso não há nenhuma opinião conclusiva sobre o local exato e tempo do seu surgimento. Muitos arqueólogos, botânicos e historiadores de alimentos acreditam que as cebolas tenham origem na Ásia Central. Outra pesquisa sugere que cebolas apareceram primeiro no Irã e no Oeste do Paquistão.

Presume-se que nossos ancetrais descobriram e começaram a comer cebolas selvagens muito cedo - muito tempo antes do cultivo ou até mesmo da invenção da escrita. Muito provavelmente, este humilde vegetal foi básico na dieta pré-histórica.

A maioria dos pesquisadores concordam que a cebola vem sendo cultivada há cinco mil anos ou mais. Considerando que as cebolas cresceram selvagens em várias regiões, elas provavelmente foram consumidos por milhares de anos e foram “domesticadas” simultaneamente no mundo inteiro. Cebolas podem ser uma das culturas mais antigas porque eram menos perecíveis que outros alimentos, eram transportáveis, de fácil crescimento e podiam ser cultivadas em uma grande variedade de terras e climas. Além disso, a cebola era útil para sustentar a vida humana. Cebolas preveniram a sede e poderiam ser desidratadas e preservadas para consumo posterior, quando comida fosse escassa.

Enquanto o lugar e a época da origem da cebola ainda são um mistério, há muitos documentos antigos que descrevem sua importância como alimento e seu uso em arte, medicina e mumificação.

Cebolas já cresciam em jardins chineses há cinco mil anos e também são citadas em algumas das escritas Védicas mais antigas da Índia. No Egito, as cebolas já eram consumidas em 3.500 A.C. Há evidência que os sumérios cultivavam cebolas já em 2.500 A.C. Um texto sumério de aproximadamente 2.500 B.C. narra alguém arando o canteiro de cebolas do governo de uma cidade.

No Egito, cebolas eram de fato um objeto de adoração. A cebola simbolizava eternidade dos egípcios, que enterravam cebolas junto com seus Faraós. Os egípcios viam vida eterna na anatomia da cebola por causa de sua estrutura de “círculos-dentro-de-círculos”. Pinturas de cebolas podem ser vistas nas paredes internas das pirâmides e nas tumbas do Velho e do Novo Reinados. A cebolas são mencionadas como oferendas de funerais, são descritas nas mesas dos grandes banquetes - cebolas grandes, descascadas e esbeltas - e são mostradas nos altares dos deuses.


Freqüentemente são vistas pinturas de sacerdotes com cebolas nas mãos ou cobrindo altares com suas folhas ou raízes. Em múmias, freqüentemente são achadas cebolas nas regiões pélvicas do corpo, no tórax, achatadas contra as orelhas e na frente aos olhos. Foram achadas cebolas florescentes no tórax, nas solas dos pés e ao longo das pernas. Rei Ramses IV que morreu em 1160 A.C., foi enterrado com cebolas nas órbitas oculares. Alguns egiptólogos teorizam que cebolas podem ter sido usadas porque acreditava-se que seu cheiro forte e/ou poderes mágicos incitariam o morto a respirar novamente. Outros egiptólogos acreditam que era porque cebolas já eram conhecidas pelas suas qualidades antissépticas, o que era interpretado como mágico e útil na vida após a morte.

No Velho Testamento, Números 11:5, as crianças de Israel lamentaram a dieta escassa obrigada pelo Êxodo: “Lembramo-nos dos peixes que, no Egito, comíamos de graça; dos pepinos, dos melões, dos alhos silvestres, das cebolas e dos alhos.”

Na Índia já no sexto século antes de Cristo, o famoso tratado médico Charaka - Sanhita celebra a cebola como medicamento - um diurético, bom para digestão, o coração, os olhos e as juntas.

Igualmente, Dioscorides, médico grego no primeiro século depois de Cristo, descobriu vários usos medicinais das cebolas. Os gregos usavam cebolas para fortalecer os atletas para os Jogos Olímpicos. Antes de competição, atletas consumiriam libras de cebolas, bebiam suco de cebola e esfregavam cebolas nos corpos.

Os romanos comiam cebolas regularmente e levaram-nas em viagens para suas províncias na Inglaterra e Alemanha. Plinio o Ancião, agudo observador romano, descreveu as cebolas e repolhos Pompeia. Antes que fosse morto pelo Vesúvio, Plinio o Ancião catalogou as convicções romanas sobre a eficácia da cebola em curar problemas de visão, induzir o sono, curar feridas da boca, mordidas de cachorro, dores de dente, disenteria e lumbago. Pesquisadores da Pompeia soterrada acharam jardins onde, da mesma maneira que Plinio tinha dito, as cebolas tinham crescido. Os bulbos tinham deixado cavidades denunciadoras no chão.


Apicius, o gourmet romano, escreveu um dos primeiros livros de receitas (datados do oitavo e nono séculos depois de Cristo), incluindo muitas referências a cebolas.

Antes da Idade Média, os três legumes principais de culinária européia eram feijões, repolho e cebolas. Além de servir como uma comida para pobres e ricos, eram prescritas cebolas para aliviar dores de cabeça, mordidas de cobra e perda de cabelo. Elas também eram usadas como pagamentos de aluguéis e presentes de casamento.

Na América do Norte, os primeiros peregrinos trouxeram cebolas com eles no Mayflower. Porém, eles descobriram que os índios americanos nativos já usavam cebolas selvagens de uma grande variedade de modos, comendo-as cruas ou cozidas, como tempero ou legume. Tais cebolas também eram usadas em xaropes, como cataplasmas, como ingrediente em tinturas e até mesmo como brinquedos.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Hiro Chan, o novo membro da família, Nós, Os Cachorros


rs.
Só rindo mesmo!!!
Só hoje percebi que nunca escrevi aqui sobre o Hiro Chan... rs
Então vamos lá... rs
Em julho do ano passado, eu estava trabalhando de dia..s
Tirando um pouco de folga da noite, pois estava muito estressado rs
Eu pegava trêm para trabalhar e atravessava uma praça para chegar ao trabalho.
Um dia, passei e senti algo na minha perna e levei um susto!!! rs


Não é que era um gatinho, todo branco que tinha saído de um arbusto?!
É claro que não resisti e brinquei um pouco com o pequeno, mas logo fui trabalhar.
No dia seguinte a mesma coisa: o pequeno sai do arbusto e vem brincar comigo.


Passaram os dias e vejo que o pequeno continua ali e comecei a levar ração para ele, de cachorro, mas estava levando... rs
Ele sempre que me via, vinha ao meu encontro e eu dava a ração e brincava um pouco com ele.
Um dia, uma senhora japonesa viu ele no meu colo e se espantou, falou que sempre tentava pegar ele, mas ele fugia rs
Disse que levava atum em lata para ele, mas que ele não saia do arbusto de jeito nenhum rs
Eu me senti rs, pois ele sempre vinha ao meu encontro.
Um dia, estava uma tempestade daquelas, estava passando um tufão, então, muito vento, muita chuva...
Eu sai correndo do trabalho para a estação, pois o guarda-chuva de nada adiantava...
Quando passei pela praça, não é que o bichano veio atrás de mim?!
Fiquei com dor no peito, mas não podia fazer nada...


No dia seguinte, pedi para sair mais cedo, pois era sexta e queria ir a uma reunião numa casa espírita que tinha conhecido.
Como estava meio atrasado, corri de novo para não perder o trem e não é que o bichano correu atrás de mim de novo?!
Mas, nesse dia eu estava com a conciência tão pesada do dia anterior, que não resisti e parei para dar atenção ao pequeno rs
Como sempre, sentei no chão e ele já veio para meu colo se roçando todo rs
Liguei para várias pessoas perguntando se ninguém o queria, mas sem sucesso rs
Bom, não teve outra, passei no Cainz Home (home center), comprei comida para ele, banheiro e mandei mensagem no celular do meu amigo Arley que trabalha comigo para que assim que saísse do trabalho, NOS levasse para minha casa rs
Pois é, não dava para deixar aquele pequeno lá... rs
Meu amigo me achou doido como sempre rs
Bom, como ele é um gato e veio da rua e poderia ter doenças, deixei ele na cozinha rs
Mas, ele não me deixava em paz!!!


Ficou grudado o tempo todo comigo, tanto que dormi na cozinha junto a ele!!! rs
Mas, o mais interessante rs, é que eu até então, chamava ele de LINDA, pois não vi nada "ali em baixo" e ele fazia xixi sentadinho como uma cachorrinha... rs Para mim, era fêmea...
Os cachorros estavam todos curiosos, mas não deixei ele chegar perto, até mesmo porque ele ficou bem arisco...


No dia seguinte fomos a clínica Veterinária...
O médico examinou e me falou que era um MENINO... até me mostrou no "negócio" dele, porque eu não acreditava... kakakakakkaka
Rimos muito!!!
Ai ele me falou que ele tinha por volta de apenas 4 meses... rs
Vacinas, exames e voltamos para casa!!!
E eu tentando achar com amigos e amigas uma pessoa para ficar com ele.
Deixei a porta da cozinha aberta, porque estava muito quente em pleno verão japones e como as crianças teriam que conviver um tempo juntas, tinham que se entender...
Logo no sábado ele, Hiro, foi para a sala e já deitou na cama, claro que depois de um belo banho, pois estava imundo!!! rs


Deitou bem no meio da cama e colocou, digamos assim, os cachorros todos num cantinho da sala... kakakakaka Dominou geral!!!


No domingo, fez amizade com o Cão, claro!!! O Cão tinha que ser o primeiro a conquistar a amizade dele!!!
Só sei que na terça-feira, todos já estavam entrosados, dormindo junto e Pingo e Hiro só sabiam é brincar um com o outro!!!
Nesse tempo, dias, nasceu o filho de um grande e querido amigo.
O bebê estava com problemas de saúde e sem entrar em muitos detalhes ou nenhum digamos assim, eu fiz uma promessa.
Não sou muito de promessas, mas o amigo é grande amigo e o bebê já era um sobrinho mais que amado.
O menino ficou bom e assim, o Hiro ficaria aqui em casa como pagamento da promessa!!!
Fez um ano em abril (data estipulada pelo médico veterinário) e já está conosco a 11 meses, nos dando muito amor e alegria!!!
Mas, depois escrevo o que ele andou aprontando no começo... rs