sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Uma verdade....




"As vezes,

nossa vida é colocada de cabeça para baixo,

para que possamos aprender

a viver de cabeça para cima".

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Tensionar os músculos ajuda a controlar impulsos de comer doces, diz estudo


Da próxima vez que uma torta de brigadeiro ameaçar a sua dieta, tente apertar os punhos com força. Os músculos tensionados, sejam da mão, do braço ou da perna, parecem ter um efeito positivo no autocontrole das pessoas, segundo um estudo publicado no Journal of Consumer Research realizado em parceria entre as universidades de Cingapura e Chicago.

Os pesquisadores colocaram um grupo de pessoas em situações que desafiavam o autocontrole e orientaram parte delas a tensionar os músculos frente às dificuldades. Os participantes tiveram de suportar dor, beber um remédio de péssimo gosto e resistir a tentações alimentares. Em todas as situações, aqueles que forçaram punhos ou panturrilhas tiveram maior controle sobre si mesmos do que os que não o fizeram.

Segundo os autores, Iris Hung e Aparna Labroo, a prática se provou eficaz também no momento de receber más notícias e provou uma relação direta entre o corpo e a mente. “Essas ações corporais podem servir como recrutas do autocontrole e melhorar o bem-estar dos consumidores”, escreveram. Ideal, por exemplo, para quem manda um sms desaforado para alguém sabendo que vai se arrepender depois.

Houve, no entanto, duas ressalvas no estudo. O truque só é eficaz quando realizado no momento da decisão - treinar previamente só vai deixá-la cansada. Além disso, a prática só é efetiva quando a decisão está de acordo com os valores da pessoa. Vale tentar, portanto, se você está certa de que o remédio vai melhorar sua saúde ou que comer a salada de frutas no lugar da torta vai trazer os resultados que procura.

Fonte: http://revistamarieclaire.globo.com

Cães de raças misturadas se popularizam nos EUA

A cantora Milley Cirus sai para passear com seu Maltipoo
Crédito: Reprodução/ Daily Mail

A lista de raças de cachorros acaba de ganhar novos integrantes. São eles: Maltipoo, Poochon, Labradoodle e Puggle. De acordo com o jornal Daily Mail , na verdade, as raças não são novidade, o que houve foi o cruzamento delas a fim de criar cães misturados. Os chamados “designer dogs” estão se tornando uma verdadeira febre nos Estados Unidos e têm como principal vantagem unir as melhores características de cada raça.
O Labradoodle, por exemplo, é o cruzamento entre o Labrador e o Poodle, enquanto o Maltipoo, é a mistura de Maltês com Poodle. Já o Poochon é o resultado entre o Poodle e o Bichon Frisé, enquanto o Puggle é a mistura de Pug com Beagle.
Segundo a publicação esses bichinhos têm se popularizado principalmente entre as celebridades como Sylvester Stallone, Milley Cirus, Uma Thurman e Julianne Moore. A novidade fez com que o público em geral também se interessasse e investisse em um exemplar. Não é à toa que as empresas de plano de saúde para pets já registraram um aumento considerável no número desses animais.
De acordo com a PetPlan o queridinho entre as novas raças é o Maltipoo seguido pelo Labradoodle. Curiosamente, boa parte dos cruzamentos envolvem poodles devido à inteligência e seu pelo lanoso, que dificilmente causa alergia nos donos.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Mais pets e menos crianças no Japão



Há anos a população japonesa está diminuindo e envelhecendo. E neste ano, de acordo com dados do Ministério de Assuntos Internos e Comunicação, o país bateu recorde ao registrar 29 milhões de pessoas com mais de 65 anos. Já o número de crianças com menos de 15 anos tem caído durante 28 anos consecutivos. E, agora, também atingiu o recorde mais baixo, com 17 milhões, em um país que totaliza 128 milhões de pessoas.
Nesse sobe e desce de dados nipônicos, um vem chamando a atenção: o aumento do número de bichos de estimação. Em 2008, o arquipélago contabilizava 26,8 milhões de pets, o que representa um acréscimo de 5,1% em relação a 2007, de acordo com estatísticas da Associação de Alimentos para Pets do Japão. Segundo um relatório do Instituto de Pesquisa Yano, nos últimos seis anos a indústria do segmento – que movimenta cerca de 13 bilhões de dólares e inclui comida, roupas, hotéis e seguros – registrou crescimento de 15%.

Shogo Sanjo, gerente geral da Unicharm Petcare, maior empresa do segmento pet do Japão, informa que o número de cães e gatos ingressando em uma família japonesa é o dobro dos nascimentos de bebês registrados no arquipélago. “Uma vez que a pessoa compra um cachorro ou gato, é fácil ele comprar um segundo, ou terceiro”, afirma.
Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Ichiyoshi, à medida que a população envelhece, cães e gatos passam a servir de companhia para os idosos. Na reportagem da “Bloomberg”, Kenichi Hattori, diretor de uma empresa de consultoria de negócios para pets, explica que a população japonesa está “encolhendo, ficando mais velha e as famílias estão menores. Por isso ter um bicho de estimação é uma maneira de compensar a perda que se acumula”.

Adaptações

Sempre atento, o mercado pet japonês acompanha as tendências e necessidades dos bichinhos e dos proprietários, sempre ávidos por consumo. A Unicharm Petcare tem planos para focar suas vendas em alimentos para cães e gatos acima dos 13 anos. E assim como seus donos, parece que os bichinhos têm uma boa longevidade. “A companhia está se adaptando para atender às necessidades dos proprietários de pets, como produtos para animais mais velhos ou obesos”, informa Kazuaki Hashiguchi, analista do Instituto Ichiyoshi.
A mudança baseia-se nos dados levantados pela Associação de Alimentos para Pets do Japão. Mais da metade dos cachorros e felinos do arquipélago conta com mais de sete anos, idade considerada avançada. O número deve aumentar, assim como a qualidade da ração e dos serviços para estender a expectativa de vida desses pets.
Fraldas e perfumes também devem alavancar este mercado que está cada vez mais em ascensão, acredita Hashiguchi. Apenas em 2008, o mercado de alimentos para pets deve faturar 284.9 bilhões de ienes (cerca de 3 bilhões de dólares). Já produtos para embelezamento, coleiras e roupas estimam lucrar 159 bilhões de ienes (aproximadamente 1,8 bilhões de dólares).

Parafusos absorvíveis substituem titânio em implantes


Não apenas os esportistas, mas qualquer um pode sofrer uma ruptura de ligamento. Quando o ligamento é danificado, é necessário fazer uma cirurgia para restaurar a junta. Nos atuais procedimentos cirúrgicos, o ligamento é substituído e fixado ao osso por meio de um parafuso de titânio.

O problema é que depois de certo tempo, o paciente tem que passar por uma nova cirurgia para que o parafuso metálico seja removido. Mas se depender de pesquisadores do Instituto Frauhnofer, Alemanha, isso está prestes a ser mudado. Eles desenvolveram um parafuso biocompatível e biodegradável.

Os parafusos biodegradáveis são feitos de ácido polilático, que são absorvidos pelo corpo, o problema é que após a absorção eles deixavam um buraco no osso, pois o local onde eles eram encaixados ficava oco. Para resolver esse problema foi acrescido na composição hidroxiapatita, uma espécie de cerâmica similar ao mineral constituinte dos ossos. Isso faz com que o osso cresça e ocupe o lugar do implante conforme os demais componentes são absorvidos.

Esse novo procedimento diminui o tempo de recuperação dos pacientes e é muito mais ecológico e saudável.

Actroid-F – Uma perfeita enfermeira robô


Podem ficar horas olhando a foto superior até perceber que é um robô. Neste caso estamos falando da nova Actroid-F, um robô extremamente realista que pode imitar expressões faciais e movimentos de cabeça com uma precisão impressionante (podem ver o vídeo depois).

O robô foi fabricado pelas empresas Kokoro e ATR, e pensaram em usar a máquina para observar as reações dos pacientes no hospital. Segundo eles os doentes poderiam se sentir mais seguros se tem alguém olhando para eles.

Pois é, uma enfermeira que não cura, apenas olha e tranqüiliza…
Vejam agora o vídeo: