quarta-feira, 8 de junho de 2016

3 bebidas para desintoxicar o organismo e tratar o fígado gordo


Alimentos processados, como os fast-foods, podem gerar uma série de problemas de saúde.

O fígado é o que mais sofre quando consumimos esses industrializados.

Comprometido, o órgão acaba não funcionando como deveria, o que sobrecarrega todo o organismo, causando muitos distúrbios e doenças.

Para resolver o problema, basta uma boa receita de desintoxicação.

Por isso, ensinaremos, neste post, a fazer três bebidas eficazes na limpeza do organismo.

1.Bebida de açafrão

Ela desintoxica o fígado, elimina as toxinas do intestino e previne cálculos biliares.

INGREDIENTES

1/2 colher (chá) de açafrão em pó ou ralado

1/2 colher (chá) de gengibre ralado

1 limão (espremido)

1/2 xícara de água

3_bebidas_-_desintoxicar_e_figado_gordo.jpg

MODO DE PREPARO

Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba.

2. Chá verde

Ele é poderosíssimo na hora de desintoxicar o corpo, graças aos seus antioxidantes.

INGREDIENTES

Sumo de meio limão

1/2 xícara de chá verde (frio)

1 banana

MODO DE PREPARO

Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata.

3. Suco de pepino, maçã, limão e salsa

Além de eliminar as toxinas, nos ajuda aumentando a nossa disposição.

INGREDIENTES

Metade de um pepino médio (sem a casca)

O suco de 1 limão espremido na hora

1 punhado de salsinha

1 maçã (sem casca se não for orgânica)

1/2 copo de água

MODO DE PREPARO

Coloque todos os ingredientes num liquidificador e faça seu suco natural.

Beba imediatamente para desfrutar melhor dos benefícios.

Repita o procedimento 2 ou 3 vezes ao dia, bebendo apenas um copo de cada vez.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui o trabalho de um especialista. Consulte sempre seu médico.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Raças de Gato: Bengal – Gato de Bengala


O Bengal é uma raça relativamente recente, descendente direto do leopardo asiático, ou gato-leopardo. O leopardo asiático é um gato selvagem encontrado principalmente no sudeste da Ásia. Também conhecido como Gato de Bengala, trata-se de uma raça híbrida, que tem uma aparência selvagem devido as suas origens, mas, ao mesmo tempo, apresenta o temperamento gentil dos gatos domésticos.

História da raça Bengal – Gato de Bengala

A primeira notícia que se teve do cruzamento de um gato doméstico com um leopardo asiático, foi através de uma publicação em uma revista científica belga, no ano de 1934. Algumas anos mais tarde, um artigo japonês sobre gatos domésticos foi publicado sobre um exemplar que foi mantido como animal de estimação. Mesmo após tornar-se uma raça relativamente popular, contando com mais de 60 mil registros, nem todas as associação e clubes felinos aceitam o Bengal como raça, pois muitas dessas entidades não aceitam o registros de animais híbridos.

Descrição e aparência da raça Bengal – Gato de Bengala

O Bengal, também conhecido como Gato de Bengala, é um gato de tamanho médio a grande, musculoso, robusto, apresentando formato de corpo alongado. Os olhos do gato Bengal são grandes, ligeiramente oblíquos e tem formato ovalado. Todas as cores são aceitas, com exceção do azul e do azul-claro. A cauda do Bengal apresenta comprimento médio, larga na base, afilando em direção a ponta. A pelagem da raça é curta, muito macia, abundante, brilhante e sedosa.

Apresentando um tamanho de médio a grande, o Bengal é uma raça com peso entre 5,5 a 9 Kg, pelo curto e estrutura óssea forte. A cabeça da raça Bengal é relativamente grande, ligeiramente mais longa do que larga e com contornos arredondados. As orelhas tem tamanho pequeno, são arredondadas na ponta e pontiagudas. De perfil, a cabeça apresenta uma ligeira curvatura da fonte até à cana do nariz. As maçãs do rosto são elevadas e destacadas e o focinho é largo e cheio.



Temperamento da raça Bengal – Gato de Bengala

O temperamento do Bengal assemelha-se ao de qualquer outra raça. No entanto, como trata-se de um animal híbrido, somente após a terceira geração que o Bengal adquire um temperamento mais suave, e próximo ao dos gatos domésticos. Em geral, os animais pertencentes às primeiras três gerações (F1-F3) são reservados para fins reprodutivos, e somente os exemplares da quarta geração em diante (F4) são mantidos como animais domésticos.

Fonte: Blog Do Gato

segunda-feira, 6 de junho de 2016

4 simples remédios caseiros para rachaduras nos pés


O número de pessoas com rachaduras nos pés parece ser cada vez maior.

O que causa o problema?

Nossos pés são vítimas de ressecamentos e necessitam de muitos cuidados.

E fatores como alergias a sandálias de plástico ou produtos químicos podem ocasionar rachaduras tão intensas que chegam a doer e sangrar.

Quem sofre com esse problema sonha com pés macios e suaves.

Uma corrente de médicos naturalistas defende a tese de que, por trás do problema, podem estar questões mais sérias de saúde, como alterações na tireoide e excesso de acidez no sangue.

Enfim, seja qual for o motivo, este é um problema muito chato e comum.

Ainda bem que podemos resolvê-lo facilmente com estas excelentes caseiras:

1. Leite e bicarbonato de sódio

Nesta receita, você vai utilizar 2 ou 3 copos de leite e um pouco de bicarbonato de sódio.

Coloque o leite para esquentar (o leite também pode ser em pó).

Em seguida, despeje-o na bacia que vai colocar seus pés.

Mergulhe os pés no leite por 5 minutos.

Feito isso, jogue nos pés (com eles ainda mergulhados no leite) um pouco bicarbonato de sódio e massageie-os levemente.

Descanse os pés no leite por mais 5 minutos.

Depois, é só enxugá-los com uma toalha.

2. Pasta de arroz

Moa um punhado de arroz até obter uma farinha fina e adicione algumas colheres de mel e vinagre de maçã o suficiente para obter uma pasta grossa.

Para moer o arroz, basta colocar num pacotinho e bater com o martelo até virar pó ou bater no liquidificador.

Se as rachaduras forem muito profundas, adicione uma colher de azeite de oliva.

Mergulhe os pés em água morna por 20 minutos e faça uma massagem suave com essa pasta.

Pode deixar a pasta nos pés, só tire o excesso.

Se o pé estiver com a pele muito grossa, à medida que for sarando, dá para ir lixando até que fique fininho e curado.

3. Mel e azeite

Você vai precisar de um xícara de mel, duas colheres (sopa) de azeite de oliva e de água morna.

Coloque uma quantidade de água morna numa bacia - de maneira que seja possível cobrir os pés.

Acrescente o mel e o azeite na água e misture.

Mergulhe os pés na água por 20 minutos e depois massageie.

Caso a pele esteja muito grossa, à medida que for sarando, você pode lixar para deixar o calcanhar mais fino.

4. Mel e óleo de coco

Misture duas colheres (sopa) de mel e duas colheres (sopa) de óleo de coco.

Adicione umas gotinhas de óleo essencial de lavanda (vende-se em lojas de produtos naturais; mas, se não encontrar, faça mesmo sem este ingrediente).

Misture bem tudo e aplique nos pés.

Calce um par de meias ou envolva os pés com papel-filme.

Faça isto sempre à noite, durante dez dias ou até que melhore por completo.

Depois, faça manutenção preventiva, aplicando duas vezes por semana.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.


sexta-feira, 3 de junho de 2016

Dr.Google: cuidado com o seu uso


Nos dias de hoje, todos os profissionais, especialmente os da área da saúde, sofrem do mal do Dr. Google. Você deve estar se perguntando o que é este mal, certo? Não é necessariamente algo ruim, pode até ter efeitos positivos e importantes se bem utilizado. Atualmente, como a grande maioria da população, especialmente a mais jovem, tem acesso à internet, sempre que surge uma dúvida, antes mesmo de procurar um profissional de saúde, o internauta não resiste e dá uma “checadinha” nas ferramentas de busca da internet, sendo que a mais procurada é o Google, na tentativa de antecipar esclarecimentos sobre a doença ou distúrbio que o animal está apresentando.
A questão é que a população leiga não tem como absorver (no sentido de compreender) as informações ali contidas de forma clara e objetiva criando, na maioria das pessoas que têm este hábito, uma condição de importância para o problema que pode ser aquém do que deveria ter em relação à situação. É comum chegar ao consultório proprietários de animais transtornados porque tiveram acesso à informações inadequadas de uma doença que, muitas vezes, nem tinha tanta gravidade. O inverso também pode acontecer, ou seja, donos de pets podem deixar de levar seu animal ao médico veterinário por terem buscado na internet os sintomas e associarem com doenças que julgam pouco importantes.
O problema do Google Geral, como também pode ser chamado, é que nem sempre as informações que aparecem em sua tela são de qualidade ou confiáveis, pois a internet aceita tudo, não possui um filtro de informações. Quanto ao Google Acadêmico a situação é pior, pois ainda que as informações sejam confiáveis, são acessadas através de trabalhos ou publicações científicas, sendo que estes exigem uma análise muito técnica para a sua compreensão. Para um leigo, o acesso a tais textos pode levar a um julgamento ou ideia equivocada sobre o tema em questão.

E quanto ao lado bom, existe?
Sim, existe. Atualmente os profissionais têm que estar não somente bem formados com relação às suas especialidades, mas também informados e atualizados, pois com certeza o cliente internauta, assim que puder, vai testar o seu conhecimento. Por isso, meu conselho é: se seu pet está doente ou com alguma alteração de comportamento, corra para um médico veterinário e não confie apenas na internet para dar o diagnóstico da doença de seu animal. Afinal, sua responsabilidade é grande, e pode lhe custar uma vida! Pense nisso.

Dr. Marcos Eduardo Fernandes
Médico veterinário homeopata
www.marcosfernandes.vet.br
meduardo@usp.br
CRMV- SP 7.287

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Raças de Gato: Azul Russo


O Azul Russo, conhecido nos país de língua inglesa como Russian Blue, é, como o próprio nome sugere, uma raça de origem russa, desenvolvida principalmente na Rússia e na Escandinávia. Não deve ser confundido com os azuis ingleses, que são na verdade, uma variação de pelagem azul do British Shorthair.

História da raça Azul Russo

O Azul Russo é uma raça natural que pode ter se originado no porto de Arkhangelsk, na Rússia. Acredita-se que os marinheiros levaram os Azuis Russos das Ilhas Arcanjo para a Inglaterra e Norte da Europa na década de 1860. A primeira vez que foi visto fora da Rússia foi em 1875 no Palácio de Cristal, na Inglaterra. Nas exposições de beleza, o Azul Russo competia em uma classe que incluia todos os outros gatos azuis até 1912 e, a partir de então lhe foi atribuída sua própria classe.

A raça foi desenvolvida principalmente na Rússia e na Escandinávia até depois da Segunda Guerra Mundial. Antes disso, a falta de Azuis Russos levou a cruzamentos com os gatos Siameses. Apesar dos Azuis Russos estarem nos Estados Unidos antes da guerra, foi apenas no período pós-guerra que os criadores criaram o moderno Azul Russo que é conhecido hoje. Isso foi feito através da combinação das linhagens dos azuis escandinavos e azuis ingleses. Hoje em dia, os siameses não são mais necessários para originar a raça. Infelizmente para os criadores dos gatos de pelo curto de cor cinza ou azul, gatos dessa cor são mais frequentes em raças mistas. Durante os anos 1970, um Azul Russo branco (o chamado Russo Branco) foi criado pelo australiano Mavis Jones através do cruzamento de um Azul Russo com um gato doméstico branco. No final de 1970, os russos brancos e russos cores pretas foram aceitos por criadores de gatos na Austrália como gatos russos (em classes diferentes). No entanto, na América do Norte, a Cat Fanciers Association não reconhece estas variações do Azul Russo.

Descrição e aparência da raça Azul Russo


De olhos verdes brilhantes, quase sempre de tonalidade escura, o Azul Russo é uma raça de gato de tamanho médio, podendo pesar entre 3,5 e 7 kg quando adulto. Em geral, os machos são um pouco maiores do que as fêmeas. Azuis Russos apresentam pelo curto, geralmente tem olhos verdes e tem sido utilizados de forma limitada para criar outras raças (como por exemplo o Havana Brown) ou alterar raças existentes (como o Nebelung).

O gato Azul Russo apresenta uma pelagem dupla, curta, macia e de cor azul-acinzentada, com sub pelo macio e suave. Devido ao tipo de pelagem mais grossa, similar a do Chartreux, o Azul Russo é tido como um gato que pode ser melhor tolerado por pessoas portadoras de alergias leves ou moderadas. Especula-se que o Azul Russo produz menos glicoproteína Fel d1, uma fonte de alergia de gato. A grossa pelagem também pode prender os alérgenos mais perto da pele do gato, o que teoricamente pode proporcionar um relacionamento menos problemático com pessoas alérgicas.

Temperamento da raça Azul Russo

O Azul Russo é um gato tranquilo, dócil e muito sensível. É considerado um gato inteligente, capaz de aprender e criar laços afetivos com seus donos. Ativo e curioso, o gato Azul Russo é brincalhão, de maneira geral gosta de brinquedos mas é um gato reservado com pessoas estranhas à família. Costuma se dar bem com outros gatos e também com outros animais de porte pequeno, como cães e furões.

É considerado um animal inteligente e curioso. Sensível às emoções humanas, gostam de brincar com uma variedade de brinquedos e desenvolver laços leais com seus entes queridos. O Azul Russo se dá bem com outros animais de estimação e crianças. São tranquilos e miam ocasionalmente. São animais limpos, que normalmente são reservados com estranhos, a menos que sejam criados em uma família ativa. Eles gostam de brincar com outros animais de pequeno porte, como cães, gatos e furões.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Higienização auricular: mais que uma prova de amor


Ter um animalzinho em casa é uma grande responsabilidade, principalmente no quesito saúde. Tanto o cachorro quanto o gato estão sujeitos a vários microrganismos que causam doenças como a otite, uma inflamação no ouvido que, quando não tratada corretamente, pode levar à surdez. Naturalmente, os ouvidos de cães e gatos apresentam bactérias e fungos que em condições normais não trazem dano algum. Mas o aumento de umidade, a falta de ventilação adequada, irritações ou traumas são fatores que contribuem para a proliferação de bactérias e fungos e, consequentemente, o aparecimento dessa inflamação. A simples limpeza pode prevenir a otite. Já nos casos mais graves, a técnica de lavagem otológica faz-se necessária. Nos casos crônicos é necessário o uso de medicação apropriada e, somente em algumas situações, a cirurgia torna-se uma opção.
Entre as causas que podem levar à otite estão o excesso de produção de cera no ouvido e também alergias e doenças de pele. Entretanto, não há motivo para pânico, pois existem alguns cuidados específicos que, se seguidos, podem prevenir e proteger nossos pets de tais problemas. São eles:

- Na hora do banho, proteja os ouvidos do seu animalzinho com um chumaço de algodão seco. O objetivo é evitar a entrada de água no conduto auditivo, ambiente ideal para proliferação de bactérias e fungos.

- Evite arrancar os pelos que nascem no interior dos ouvidos (prática comum em alguns locais de banho e tosa).

- Promova limpeza para a retirada do excesso de cera com produtos apropriados uma vez por semana ou a cada 15 dias, que pode ser realizada após o banho. A limpeza deve ser feita com a aplicação de um produto próprio para esta finalidade (um ceruminolítico), produto este que vai agir dissolvendo a cera, ajuda a reduzir a umidade, hidratando o conduto e tirando o mau cheiro; a limpeza deve ser feita 10 minutos após a aplicação do produto, com um algodão no dedo que é introduzido no canal auditivo para remover o produto e a cera dissolvida; faça suaves movimentos de rotação para a limpeza do conduto. Com algodão e o dedo você nunca machucará seu amigo. NUNCA use hastes flexíveis, porque você pode machucá-lo!

- Fique atento aos sinais iniciais da otite: coçar a região do ouvido e sacudir a cabeça com frequência.

- Consulte um veterinário que irá identificar a causa da doença e indicar uma medicação de uso tópico (no interior dos ouvidos), que pode ser complementada por medicação oral, caso seja necessário. O exame citológico é primordial para o tratamento da doença.

Dr. Aristeu Pessanha Gonçalves – Clínica, Cirurgia Geral e Saúde Pública.