Muita gente desconfia que os cachorros sentem o que humanos sentem. Costumam dizer: "são apenas animais".
Pois a Ciência acaba de comprovar que eles têm sentimentos iguais às pessoas.
Saudade, depressão, alegria, tristeza, raiva, amor- sim, eles são capazes de sentir tudo isso da mesmíssima forma que nós!
Gregory Berns, professor de neuroeconomia da Emory University, nos EUA, passou anos da sua vida pesquisando sobre o cérebro desses animais, realizando inúmeros experimentos com eles.
Um deles consistia em fazer uma ressonância magnética em um cachorro. A tarefa foi praticamente impossível de ser realizada, mas após semanas de tentativas para que o cachorro ficasse quietinho durante o exame, ele obteve os resultados.
Berns comprovou, então, que eles usam a mesma parte do cérebro humano para situações prazerosas.
O estudo afirma que os cachorros possuem o mesmo nível de emoção de uma criança, ou seja, o sentimento é puro e sincero.
Portanto, da próxima vez que você fizer algo para o seu cão, fique sabendo que seus sentimentos são tão reais quanto os seus!
Um cachorro que perdeu tudo abraça um bichinho de pelúcia para se confortar. Ele perdeu sua casa, sua família, e um lugar seguro para viver. Ele tem lutado diariamente para continuar sobrevivendo.
Todos os dias, dezenas de voluntários saem às ruas para ajudar animais abandonados. Mas essas pessoas também necessitam de ajuda externa para prover, pelo menos, água e comida a todos eles.
Este cachorro na foto é apenas um entre milhares.
O fotógrafo da imagem desabafou em sua rede social:
"Quando eu vi esse cachorro deitado e dormindo com um ursinho de pelúcia eu achei muito fofo. Mas a realidade veio à tona no momento em que bati a foto. Aqui está um cachorro de rua buscando conforto em um ursinho. Este cachorro partiu meu coração. E ele é a imagem de uma triste realidade". O cachorro da foto não foi resgatado, pois os voluntários jamais foram capazes de encontrá-lo.
Mas esse cão é como muitos outros. E essa foto, por mais triste que seja, é poderosa. Serve para mostrar que esses animais só estão em busca daquilo que é necessário: o amor, um abraço de conforto real, à espera de serem encontrados.
Se você também concorda que a adoção de animais é sempre a melhor opção para alguém em busca de uma companhia de estimação, não se esqueça de compartilhar este artigo com seus amigos.
Mas pode ter certeza que estou com você em espírito e pensamento,
Pois jamais poderei esquecer de você,
Minha amiga querida.
Espero que você jamais se esqueça de mim também,
Mas se algum dia isso acontecer,
Não te culparei, amiga.
Mas saiba que eu realmente penso em você
Com frequência e com carinho,
Desejando poder estar perto de você.
Nesse aniversário, eu espero
Que você esteja rodeada de seus amigos
E de seus familiares.
E que eles demonstrem te amar e te apoiar
Da mesma forma que você os ama e os apoia.
Feliz aniversário, minha querida amiga.
Que Deus continue a te guiar
E a te soprar boa sorte.
Beijos mil!!!
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Para quem não sabe, conheci a Maure quando eu tinha 14 anos...
Chamo-a de Manona (uma mistura das palavras MANA e MADONNA).
Sabe, eu amo demais essa mulher. Tenho um carinho, um respeito, uma admiração sem fim por essa alma iluminada que Deus colocou em minha caminhada aqui na Terra.
Eu a admiro muito por sua história de vida... Ela superou obstáculos enormes, sempre com um sorriso no rosto, sempre com uma palavra amiga, mesmo estando com o coração cheio de feridas...
É uma das mulheres que eu mais admiro no mundo!!!
E não tinha como não estar desejando um FELIZ ANIVERSÁRIO, né?!
Jamais esquecer das pessoas que amamos, mesmo que não estejamos perto fisicamente delas...
Sentaro (Masatoshi Nagase) dirige uma pequena padaria que serve dorayakis - bolos recheados com pasta doce de feijão vermelho. Quando uma senhora de idade, Tokue (Kirin Kiki), se oferece para ajudar na cozinha, ele relutantemente aceita. Mas Tokue prova ter mágica em suas mãos quando se trata de fazer "AN". Graças à sua receita secreta, o pequeno negócio logo floresce e, com o tempo, Sentaro e Tokue abrem seus corações, revelando velhas feridas.
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Eu, Wilson, particularmente gostei muito do filme. Me fez pensar o quanto não sabemos sobre "os outros". Histórias de vidas sofridas, de uma forma que nunca poderíamos imaginar...
Tudo se repetia anualmente. O velho pai desejava passar o Natal com seus filhos e netos. Mandava os convites, tecia planos, fazia compras para a ceia em família.
Ano após ano, ele ficava imaginando como estariam os rostos dos filhos. Teriam envelhecido? Estariam iniciando o processo de embranquecimento dos cabelos?
E os netos? Quantos eram mesmo? Alguns, ele nem conhecia pessoalmente, ainda.
Mas, ano após ano, nos dias próximos ao Natal, começavam a chegar os e-mails ou mensagens rápidas no celular. Lacônicas sempre.
Os filhos tinham compromissos que não lhes permitiam viajar. Pediam desculpas, prometiam ir tão logo pudessem, mas agora, não seria possível.
E, o velho pai passava o Natal sozinho. Fazia a ceia, orava. Depois, punha-se a rememorar lembranças.
Bons tempos da família reunida, das crianças bulhentas, dos presentes embaixo da árvore, das preces feitas em conjunto, na Noite Santa.
Então, de repente, o convite do pai não chegou. Foi um alívio para os filhos. Afinal, não precisariam inventar desculpas ou perder tempo enviando mensagens para escusarem a ausência.
Afinal, eles estavam muito ocupados com suas carreiras, seus próprios filhos, suas finanças, seus negócios inadiáveis.
Contudo, bem próximo ao Natal, um aviso trágico surpreendeu a todos: o velho morrera.
Eles largaram tudo. Arrumaram malas, compraram passagens, levaram os filhos e se encontraram, para o velório, às portas da casa paterna.
Lágrimas estavam em todos os rostos. Arrependimento pelas tantas escusas, pelos adiamentos de uma visita, por não terem estado com ele há tanto tempo.
Abraçados, lacrimosos, entraram na casa. Na sala, no entanto, a mesa estava posta. Rica, com detalhes caprichosos.
Filhos e netos não entenderam o que estava acontecendo. E, enquanto se indagavam, uns aos outros, surpresos, surgiu o velho pai, sorridente, por detrás de uma cortina.
De que outra forma eu poderia juntar todos vocês aqui?, Perguntou.
Houve muitos abraços e os netos mais novos conheceram o avô.
Lágrimas de alegria umedeceram todas as faces.
Finalmente, a família se reuniu em torno da mesa, ruidosa, confraternizando. Os menores fizeram algazarra, os maiores disputaram essa ou aquela iguaria. Uma verdadeira festa.
* * *
Não esperemos até que seja tarde demais para ver e rever os nossos amores.
Quando eles se forem para o Além, desejaremos ouvir sua voz uma vez mais e poder abraçá-los.
Aproveitemos suas presenças enquanto estão conosco. Sejamos bons para as pessoas que amamos enquanto estamos a caminho com elas.
Não posterguemos a visita, o abraço, os beijos, o afago.
Não economizemos palavras de amor, de carinho. Sobretudo para os que já multiplicaram anos de experiências em suas vidas.
Nossos pais e avós, que tanto nos ofertaram, aguardam nossa ternura.
Uma instituição britânica informou que existem milhões de idosos que chegam a ficar até um mês sem conversar com outra pessoa.
E, no entanto, a grande maioria tem filhos e netos. Pensemos nisso.
Lembremos que quando morrerem, deixarão um grande vazio em nossas vidas. E, então, arranjaremos horas para diligenciar providências, comparecer ao velório, enterro ou cremação.
Horas, talvez dias... Por que não agora enquanto os podemos abraçar?
Redação do Momento Espírita, com base em propaganda da rede alemã de Supermercados Edeka.