quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Homenagem a minha Amiga Aniversariante de hoje Nágela Lua!!!


Durante toda minha vida,
muitas pessoas passaram por mim,
dia após dia.
Mas somente algumas dessas pessoas,
ficarão para sempre em minha memória.

Essas pessoas são ditas amigas,
e as levarei para sempre em meu coração,
às vezes pelo simples fato de terem
cruzado meu caminho,
às vezes pelo simples fato de terem dito
uma única palavra de conforto quando eu precisei.
Às vezes por ter me dado um minuto de sua atenção,
e me ouvido falar de minhas angústias,
medos, vitórias, derrotas...

Às vezes por terem confiado em mim,
e me contado também seus problemas,
angústias, vitórias, derrotas...
Isso é ser amigo: é ouvir, é confiar, é amar.
E amigos de verdade,
ficam para sempre em nossos corações,
assim como as pegadas na alma, que são indestrutíveis.

Você minha amiga:
você é muito especial e importante para mim.
Eu te adoro muito.
Sua amizade para mim tem um valor enorme,
e nada que eu possa dizer a você,
pode ser tão especial ou mais significativo
do que sua amizade para mim.

Felicidades!!!

FELIZ ANIVERSÁRIO!!!

TE ADORO DE MONTÃO!!!

Beijos meus e lambeijocas dos seus Baixinhos.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Vídeo do Hiro Chan e Pingo brincando!!!

Esses dois mais que são irmãos agora!!! rs
Brincam o dia todo, principalmente na hora que estou dormindo... rs

Olhem isso!!!



terça-feira, 24 de setembro de 2013

AVISO

Amigos e amigas,

estou super ausente, sei bem disso!!!
Peço desculpas, mas além da falta de tempo, caiu a luz aqui em casa e depois disso meu pc está uma porcaria...
Lento pra ligar, lento para abrir qualquer coisa...
E não entendo nada dos computadores da Apple...
O meu é um Mac Mini e já tentei tudo que sabia...
Por isso, ficarei ausente durante um tempo...

Abraxos

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Mudanças


Quando eu era jovem e livre, sonhava em mudar o mundo.

Na maturidade, descobri que o mundo não mudaria.

Então resolvi transformar meus pais.

Depois de algum esforço, terminei por entender que isso também era impossível.

No final de meus anos procurei mudar minha família, mas eles continuaram a ser como eram.

Agora, no leito de morte, descubro que minha missão teria sido mudar a mim mesmo.

Se tivesse feito isso, eu teria sido capaz de transformar os que me cercam.

Então, essa mudança afetaria meus pais e, quem sabe, o mundo inteiro.

* * *

Esses dizeres foram encontrados no túmulo de um bispo anglicano do século XII, na abadia de Westminster e nos conduzem à meditação sobre como nos portamos na vida.

Somos daqueles que reclamamos que o mundo está ruim? Que não existem pessoas honestas e corretas?

Ou somos daqueles que estamos exemplificando a honestidade?

Quando alguma coisa errada é descoberta na empresa em que trabalhamos, temos a coragem de admitir que fomos nós o culpado pelo erro, ou preferimos deixar tudo por isso mesmo e que outro acabe por levar a culpa?

Se o caixa do supermercado nos dá troco a mais, temos a honradez de devolver, dizendo que ele se equivocou, ou embolsamos o dinheiro pensando que, afinal de contas, tanta gente já nos lesou em outras oportunidades?

Somos daqueles que reclamamos que o mundo não tem mais jeito? Que ninguém se importa com ninguém?

Ou somos daqueles que estamos sempre atentos, verificando como e onde podemos ajudar?

Quando andamos nos coletivos urbanos, preferimos baixar a cabeça, fingindo que não vemos nada do que está acontecendo ao nosso redor, para que não tenhamos que ceder o nosso assento?

Ou nos importamos em verificar se uma pessoa idosa, alguém obeso, com criança ao colo, entra e nos levantamos de pronto, permitindo-lhe chegar ao seu destino sem maiores dificuldades?

Quando andamos pela rua, levando a passear o nosso animalzinho de estimação, preocupamo-nos em que ele não suje as calçadas e os gramados?

Tomamos cuidado para que ele não assuste crianças e idosos que igualmente passeiam pelas ruas, aquecendo-se sob o mesmo sol?

Quando andamos de bicicleta, respeitamos os sinais de trânsito, as leis e as pessoas?

Ou, para nossa segurança, andamos pelas calçadas que é o lugar dos pedestres?

Quando não encontramos vaga para estacionar o nosso carro, procuramos um estacionamento ou preferimos, por economia e comodidade, estacionar de forma irregular, em calçadas ou filas duplas?

Pensemos nisso: nossa maneira de ser e agir contribui valorosamente para melhorar ou piorar a sociedade de que fazemos parte.

* * *

Toda a mensagem de Jesus é um convite à criatura para o seu aperfeiçoamento que, em verdade, lhe constituirá felicidade.

Antes, pois, de termos como meta modificar os que nos cercam, modifiquemos a nós mesmos, servindo de exemplo.

O esforço pela perfeição elimina projeções negativas e estabelece diretrizes de harmonia.

Quem se modifica, melhorando-se, contribui com parcela preciosa para a melhoria da sociedade.



Redação do Momento Espírita, com notas iniciais da
mensagem Mudanças, de autoria ignorada.
Em 26.7.2013.

domingo, 11 de agosto de 2013

Pequenas doações



Será que não poderíamos fazer algo mais?

Eis a questão que muitos nos fazemos, quando começamos a despertar para a importância do auxílio ao próximo.

Quando iniciamos a perceber que podemos ser instrumentos da bondade Divina no mundo, revemos nossas prioridades, revemos o uso de nosso tempo e de nossas forças.

Podemos ser muito mais úteis do que imaginamos, e cada um que finalmente se rende ao poder das ações do amor, dissipa um pouco mais as trevas ainda predominantes nos dias atuais.

* * *

Não subestimemos as chamadas "pequenas doações".

O prato que oferecemos ao necessitado será provavelmente o recurso de que precisa a fim de liberar-se dos últimos riscos da inanição.

A peça de vestuário que entregamos ao companheiro em miséria terá representado o apoio providencial com que se livrou de enfermidade grave.

A reduzida poção de remédio que conseguimos doar em favor de um doente, foi talvez o socorro que o auxiliou a desviar-se do derradeiro corredor em que resvalaria para a morte.

A visita rápida que fazemos ao enfermo pode ter sido o estímulo inesperado que o arrancou do desânimo para os primeiros passos, em demanda ao levantamento das próprias forças.

O bilhete ligeiro que endereçamos ao irmão em dificuldade, ofertando-lhe reconforto, possivelmente se transformou na âncora que lhe permitiu retomar o acesso à esperança.

O minuto de tolerância com que suportamos a exigência de uma pessoa, em difícil conversação, haverá sido aquele que a ajudou a descompromissar-se com um encontro desagradável ou com determinado acidente.

Algumas poucas frases num diálogo construtivo serão o veículo pelo qual o nosso interlocutor evitará render-se a ideias de suicídio ou delinquência.

Os nossos instantes de silêncio caridoso à frente desse ou daquele agressor, significarão o amparo que não pode descartar, a fim de aceitar a necessidade da própria renovação.

Não menosprezemos o valor das minidoações.

O nosso concurso supostamente insignificante pode ser o ingrediente complementar que esteja faltando em valiosa peça de salvação.

* * *

Doar sem doar-se é como acender um fósforo em meio a severa ventania. O calor e a luz não duram.

Entregar o coração em tudo que se dá é transformar-se em farol no alto de uma encosta ameaçadora.

Desde o dia em que, naquela beira-mar, constrói-se a torre luminosa, ninguém mais estilhaça sua embarcação nas rochas duras do sofrimento.

O mundo precisa de faróis. O mundo precisa do nosso farol.

Mesmo que confessemos que nossa luz possível ainda é pequena lanterna, isto é, não tem poder de iluminar grande porção de mar, entendamos que, mesmo assim, ela é necessária e pode ser muito útil.

Através das pequenas doações, feitas com a grandeza de um coração que deseja a felicidade do outro, iluminaremos todo o oceano e, finalmente, nos despediremos da escuridão na Terra.

Pensemos nisso. Iluminemo-nos e iluminemos.



Redação do Momento Espírita, com base no cap.26, do livro
Respostas da vida, pelo Espírito André Luiz, psicografia de
Francisco Cândido Xavier, ed. CEC.
Em 25.7.2013.