quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Desapego


Vivemos uma época de celebridades, apelos fáceis à riqueza, ao consumismo, às paixões avassaladoras. Transitamos aturdidos por um mundo em que o destaque vai para aquele que mais tem.

E a todo instante os comerciais de televisão, os anúncios nas revistas e jornais, os outdoors clamam: Compre mais. Ostente mais. Tenha mais e melhores coisas.

É um mundo em que luxo, beleza física, ostentação e vaidade ganharam tal espaço que dominam os julgamentos.

Mede-se a importância das pessoas pela qualidade de seus sapatos, roupas e bolsas.

Dá-se mais atenção ao que possui a casa mais requintada ou situada nos bairros mais famosos e ricos.

Carros bons somente os que têm mais acessórios e impressionam por serem belos, caros e novos. Sempre muito novos.

Adolescentes não desejam repetir roupas e desprezam produtos que não sejam de grife. Mulheres compram todas as novidades em cosméticos. Homens se regozijam com os ternos caríssimos das vitrines.

Tornamo-nos, enfim, escravos dos objetos. Objetos de desejo que dominam nosso imaginário, que impregnam nossa vida, que consomem nossos recursos monetários.

E como reagimos? Será que estamos fazendo algo – na prática – para combater esse estado de coisas?

No entanto, está nos desejos a grande fonte de nossa tragédia humana. Se superarmos a vontade de ter coisas, já caminhamos muitos passos na estrada do progresso moral.

Experimente olhar as vitrines de um shopping. Olhe bem para os sapatos, roupas, joias, chocolates, bolsas, enfeites, perfumes.

Por um momento apenas, não se deixe seduzir. Tente ver tudo isso apenas como são: objetos.

E diga para si mesmo: Não tenho isso, mas ainda assim eu sou feliz. Não dependo de nada disso para estar contente.

Lembre-se: é por desejar tais coisas, sem poder tê-las, que muitos optam pelo crime. Apossam-se de coisas que não são suas, seduzidos pelo brilho passageiro das coisas materiais.

Deixam para trás gente sofrendo, pessoas que trabalharam arduamente para economizar...

Deixam atrás de si frustração, infelicidade, revolta.

Mas, há também os que se fixam em pessoas. Veem os outros como algo a ser possuído, guardado, trancado, não compartilhado.

Esses se escravizam aos parceiros, filhos, amigos e parentes. Exigem exclusividade, geram crises e conflitos.

Manifestam, a toda hora, possessividade e insegurança. Extravasam egoísmo e não permitem ao outro se expressar ou ser amado por outras pessoas.

É, mais uma vez, o desejo norteando a vida, reduzindo as pessoas a tiranos, enfeiando as almas.

Há, por fim, os que se deixam apegar doentiamente às situações.

Um cargo, um status, uma profissão, um relacionamento, um talento que traz destaque. É o suficiente para se deixarem arrastar pelo transitório.

Esses amam o brilho, o aplauso ou o que consideram fama, poder, glória.

Para eles, é difícil despedir-se desse momento em que deixam de ser pessoas comuns e passam a ser notados, comentados, invejados.

Qual o segredo para libertar-se de tudo isso? A palavra é desapego. Mas... Como alcançá-lo neste mundo?

Pela lembrança constante de que todas as coisas são passageiras nesta vida. Ou seja: para evitar o sofrimento, a receita é a superação dos desejos.

Na prática, funciona assim: pense que as situações passam, os objetos quebram, as roupas e sapatos se gastam.

Até mesmo as pessoas passam, pois elas viajam, se separam de nós, morrem...

E devemos estar preparados para essas eventualidades. É a dinâmica da vida.

Pensando dessa forma, aos poucos, a criatura promove uma autoeducação que a ensina a buscar sempre o melhor, mas sem gerar qualquer apego egoísta.

Ou seja, amar sem exigir nada em troca.



Redação do Momento Espírita.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 6, ed. Fep.
Em 30.7.2013.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

22 lugares incríveis que são difíceis de acreditar que realmente existam - Parte 02

Fields of Tea, China

Image credits: unknown

Tianzi Mountains, China

Image credits: Richard Janecki

Hang Son Doong, Vietnam

Image credits: Carsten Peter

Shibazakura Flowers, Takinoue Park, Japan

Image credits: kimi-tourguide.blogspot.com

Antelope Canyon, USA

Image credits: CSMphotography

Lake Hillier, Australia

Image credits: Ockert Le Roux

Lake Retba, Senegal

Image credits: buzzfeed

Lavender Fields, UK and France


Image credits: Antony Spencer | Erasmus T

Canola Flower Fields, China



Image credits: +Lanzi

Mount Roraima, South America

Image credits: imgur.com | Uwe George

Zhangye Danxia Landform, China

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O céu está na alma


A crença mais difundida entre os homens identifica o céu como um local determinado no espaço.

Para lá seguiriam as almas dos eleitos.

O aspecto e o conteúdo desse lugar refletem ideais de prazer material das diversas culturas existentes na Terra.

Algumas dessas culturas afirmam que cada homem terá diversas virgens à sua disposição.

Outras sustentam que o paraíso é repleto de anjos tocando harpas.

Em eterna contemplação, as almas se refestelariam no ócio.

Tais concepções refletem o desejo de saciar inúmeros vícios, como gula, preguiça e sensualidade.

Contudo, não é possível conceber que almas sublimes encontrem alegria em nada fazer ou em satisfazer paixões.

O que caracteriza os grandes homens é a sua dignidade e o seu incansável labor em favor dos semelhantes.

Não é crível que a morte física os degenere.

E que a partir dela se tornem rematados desocupados cheios de vícios.

Consequentemente, o paraíso não pode ser um local de ócio e desfrutes.

Na verdade, o céu não é um lugar delimitado.

A evolução científica evidencia a impossibilidade dele se situar no alto das nuvens, como durante certo tempo se concebeu.

O homem gradualmente explora recantos cada vez mais longínquos, sem perigo de encontrá-lo.

Tendo em mente que o que sobrevive à matéria é o Espírito, suas recompensas e penúrias devem ser todas imateriais.

A rigor, o céu é um estado de consciência.

Não é preciso desencarnar para estar no céu ou no inferno.

Cada homem traz, nas profundezas do próprio ser, a grandeza ou a miséria resultantes de seus atos.

Um homem honrado experimenta plenitude interior onde quer que se encontre.

Já um celerado permanece em sobressalto mesmo no mais luxuoso dos palácios.

O céu é um estado de harmonia com as Leis Divinas.

Tais Leis são reveladas pela natureza e encontram-se inscritas na consciência de cada ser.

A semelhança em face da dor, da doença e da morte revela que todos os homens são essencialmente iguais.

As diferenças de caracteres refletem o bom ou mau aproveitamento das anteriores encarnações.

Todos os Espíritos foram criados em estado de total simplicidade.

E todos fatalmente se tornarão anjos de amor e sabedoria.

As desigualdades são transitórias e retratam o esforço individual.

Quem gastou bem o tempo acumulou tesouros intelectuais e morais.

Aquele que se permitiu viver na leviandade ressente-se das oportunidades que desperdiçou.

Os vícios e paixões que porta são a herança que preparou para si.

A igualdade essencial dos seres indica um dever de solidariedade.

O homem mais avançado precisa auxiliar os que seguem na retaguarda.

Trata-se de um dever elementar de humanidade, não de um favor.

Esse auxílio não se cinge a esmolas, muitas vezes humilhantes.

Nem reflete conivência com equívocos.

A criatura consciente necessita dar exemplos de dignidade e trabalho.

Também precisa demonstrar compaixão com os semelhantes.

Auxiliá-los a perceber os próprios equívocos e a repará-los.

Quem é honesto, trabalhador e solidário realiza a tarefa que lhe cabe no concerto da vida.

Harmoniza-se com sua consciência e vive em estado de plenitude.

Acerta-se com o passado e descobre a alegria que é trazer uma larga faixa de céu no coração.



Redação do Momento Espírita.
Em 31.7.2013.

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Essa redação de hoje é dedica a uma pessoa especial, a minha querida amiga Mari.
Hoje é aniversário dela!!!

Mari,

Feliz Aniversário!!!

Felicidades!!!

domingo, 4 de agosto de 2013

22 lugares incríveis que são difíceis de acreditar que realmente existam - Parte 01

Tunnel of Love, Ukraine

Image credits: Oleg Gordienko


Tulip Fields in Netherlands

Image credits: Allard Schager

Salar de Uyuni: One of the World’s Largest Mirrors, Bolivia


Image credits: dadi360

Hitachi Seaside Park, Japan

Image credits: nipomen2 | sename777

Mendenhall Ice Caves, Juneau, Alaska

Image credits: Kent Mearig

Red Beach, Panjin, China

Image credits: MJiA

Bamboo Forest, Japan

Image credits: Yuya Horikawa | Tomoaki Kabe

Street in Bonn, Germany

Image credits: Adas Meliauskas

Naica Mine, Mexico

Image credits: nicole_denise

Wisteria Flower Tunnel in Japan


Image credits: imgur.com | mindphoto.blog.fc2.com

Black Forest, Germany

Image credits: andy linden

sábado, 3 de agosto de 2013

Gatinha para adoção - Japão, Aichi-Ken, Nagoya-Shi


A mais ou menos um mês, todos os dias ao atravessar uma praça para chegar ao trabalho, encontrava uma gatinha pequenina e muita linda.
A pequena sempre vinha ao meu encontro, desde o começo.
Comecei a levar ração para ela todos os dia.
Mas, sempre que passava era a mesma coisa, ela me via e vinha correndo e miando para meu lado.
Nesta sexta-feira eu não tive coragem de deixá-la sozinha e abandonada...
Peguei ela no colo, passei no home center ao lado da praça e comprei algumas coisas que eram necessárias e liguei para um amigo nos buscar.
Agora ela está aqui em casa, mas como já tenho os três pequeninos, não posso ficar com ela...
Quem estiver no Japão e quiser adotar ela ou souber de alguém que queria, por favor entre em contato conosco.
Obrigado.

Ah! Ela é meiga e carinhosa.


Terremoto 03/08/2013 - AICHI KEN, SHIZUOKA KEN, GIFU KEN e NAGANO KEN


Hoje, 3 de agosto de 2013, as 09:56 horas houve um terremoto na região de Shizuoka e Aichi.
A escala foi de número 5,1.


平成25年08月03日09時59分 気象庁発表
03日09時56分頃地震がありました。
震源地は遠州灘(北緯34.6度、東経137.5度)で、
震源の深さは約40km、地震の規模(マグニチュード)は5.1と推定されます。
各地の震度は次の通りです。
なお、*印は気象庁以外の震度観測点についての情報です。