domingo, 7 de julho de 2013

Para o resto de nossas vidas


Existem coisas pequenas e grandes, coisas que levaremos para o resto de nossas vidas.

Talvez sejam poucas, quem sabe sejam muitas, depende de cada um, depende da vida de cada um de nós.

Levaremos lembranças, coisas que sempre serão inesquecíveis para nós, coisas que nos marcaram e irão nos marcar, que irão mexer com a nossa existência em algum instante.

Provavelmente iremos pela vida afora colecionando essas ocorrências, colocando em ordem de grandeza cada detalhe que nos foi importante, cada momento que interferiu em nossos dias, que deixou marcas; cada instante que foi cravado no nosso peito como uma tatuagem.

Marcas, isso, serão marcas. Umas mais profundas, outras superficiais, porém, com algum significado também.

Serão detalhes que guardaremos dentro de nós e que se contarmos para terceiros, talvez não tenham a menor importância, pois só nós saberemos o quanto foi incrível vivê-los.

Poderá ser uma música, quem sabe um livro, talvez uma poesia, uma carta, um e-mail, uma viagem, uma frase que alguém tenha nos dito num determinado momento.

Poderá ser um raiar de sol, um buquê de flores que se recebeu, um cartão de Natal, uma palavra amiga num momento preciso.

Talvez venha a ser um sentimento que foi abandonado, uma decepção, a perda de alguém querido, um certo encontro casual, um desencontro proposital.

Quem sabe uma amizade incomparável, um sonho que foi alcançado após muita luta, um que deixou de existir por puro fracasso. Pode ser simplesmente um instante, um olhar, um sorriso, um perfume, um beijo.

Para o resto de nossas vidas levaremos pessoas guardadas em nossas memórias.

Umas porque nos dedicaram um carinho enorme, outras porque foram objeto do nosso amor e, ainda outras por terem nos magoado profundamente – essas que aguardam nosso perdão.

Lá na frente é que poderemos realmente saber a qualidade de vida que tivemos, a quantidade de marcas que conseguimos carregar conosco e a riqueza que cada uma delas guardou dentro de si.

Bem lá na frente é que poderemos avaliar do que exatamente foi feita a nossa vida, se de amor ou de rancor, se de alegrias ou de tristezas, se de vitórias ou derrotas, se de ilusões ou de realidades.

Pensemos sempre que hoje é só o começo de tudo, e que se houver algo de errado, ainda está em tempo de ser mudado, e que o resto de nossas vidas de certa forma ainda está em nossas mãos.

* * *

A vida não é uma correnteza bravia que nos leva adiante, ou, pelo menos, não deveria ser.

Precisamos saber que estamos no comando de nossa embarcação, e que somos nós que escolhemos as direções, as velocidades, os destinos.

Não nos deixemos levar pelo transcorrer dos dias. Não deixemos a vida passar por nós e, sim, passemos pela vida, conscientes de tudo, do que devemos fazer, de quem precisamos amar, de quem precisamos perdoar.

A vida não é uma correnteza bravia que nos leva adiante, é o rio que vislumbramos do alto da cabine de comando de nosso Espírito, o rio que devemos percorrer empregando todo o nosso esforço.



Redação do Momento Espírita, com base
em artigo de autoria desconhecida.
Em 26.6.2013.

sábado, 6 de julho de 2013

O Dachshund


Dachshund ou Teckel (em alemão: Dackel) é uma raça de cães oriunda da Alemanha. Esta raça está inserida em grupo próprio da FCI devido a sua grande variedade de tamanho e pelagem: standard, Anão e Kaninchen; pelo longo, curto e duro. É descrito como caçador de toca, de olfato bastante apurado, que lhe permite seguir pistas facilmente, o que o torna eficaz em ataques surpresas a presas pequenas. É dito ainda um bom sabujo, capaz de perseguir animais maiores já que, apesar das pernas curtas, é leve.
Historicamente é uma raça antiga, que, segundo alguns historiadores, data de cinco mil anos, em vista de imagens semelhantes a seu físico terem sido encontradas na tumba de um faraó. De qualquer forma, é sabido que os cães modernos foram desenvolvidos por caçadores alemães, que buscavam um cão ágil, resistente e pequeno o bastante para entrar em tocas de texugos, lebres e coelhos. O resultado foram nove diferentes padrões. Levados à Inglaterra, fizeram parte da corte inglesa, o que os popularizou ainda mais. Seu físico não é mais medido através do peso, mas sim pelo perímetro de seu tórax, o qual varia de 30 cm até o superior a 35 cm. Sua personalidade, enquanto cão de caça, é dita valente e destemida; já como cão de companhia, é conhecido por sua esperteza, inteligência e energia para brincadeiras. Sua expectativa de vida é uma das mais altas no mundo canino, superior a doze anos, embora não seja raro ver exemplares passando dos vinte.

O Temperamento do Dachshund
Se, no início, o Dachshund era um valente e destemido caçador, hoje deixou, em grande parte, de lado suas antigas atividades e transformou-se num animal de companhia. Em função do seu tamanho é uma excelente opção para o grande número de pessoas que mora em apartamentos especialmente porque aprende com facilidade os hábitos de higiene. Adapta-se bem a locais pequenos e não é do tipo destrutivo que rói os móveis e come as roupas. Inteligente, esperto e bastante brincalhão, o Dachshund é também um excelente cão de vigia. Sempre atento, e ao menor sinal de aproximação de estranhos ele late. É um excelente companheiro para crianças e brinca mesmo depois de velho. Convive de forma tranqüila com outros animais e com outros cães mas não foge de uma briga caso seja provocado.

Alguns criadores garantem que existem diferenças de temperamento conforme o tipo de pêlo, sendo que os de pêlos curtos seriam mais sociáveis e os pêlos duros mais agitados e até mesmo um pouco mais agressivos, mas isso não é comprovado nem mesmo consta do padrão da raça.

Outra característica importante da raça é sua independência, o que lhe valeu uma injusta fama de desobediente. Na convivência em família ele é um excelente companheiro, gosta e respeita a todos, mas requer um pouquinho de pulso firme, digamos assim. Mas em compensação é um cão que pode ficar sozinho uma parte do dia sem causar transtorno, como choros ou depressão. Caso precisem passar férias em um hotel tbm não costumam causar problemas, ficam numa boa.

Lembrando: O Dachhund é dócil por natureza, e dachshunds agressivos tem desvios de temperamento, o que provavelmente veio de um mal cruzamento feito pelo criador responsável pelo acasalamento de seus pais.

Um cão pode se tornar agressivo por influencia do ambiente sim, mas é muito difícil um dachshund com uma boa genética se tornar agressivo. Temperamento é genética + ambiente.




sexta-feira, 5 de julho de 2013

Felicidade simples


O que verdadeiramente nos faz felizes? Se alguém nos fizer esta pergunta, ou se nós mesmos fizermos esta pergunta ao nosso coração, qual será a resposta?

Pensemos se o carro que temos nos faz felizes por completo. E nossa casa, ela tem a capacidade de nos fazer plenamente felizes?

Pensemos nos nossos bens materiais, na roupa cara, na conta do banco, nos adornos... Isso nos faz efetivamente felizes?

Vários pesquisadores, ao estudarem as causas da felicidade, chegam sempre a conclusões muito semelhantes.

Nossa felicidade não se constrói com o aumento do salário, com o ganhar na loteria, com algum bem caro que possamos adquirir.

Mesmo que mudemos nosso patamar de vida, que passemos a ganhar o dobro ou o triplo do salário, isso não é sinônimo de uma verdadeira felicidade.

Rapidamente nos adaptamos a um novo estilo de vida, a um novo padrão de consumo, e o que, no início, parecia ser felicidade, torna-se trivial e cotidiano.

Porém, muitos nos iludimos achando que a felicidade mora no ter, no possuir, no aparentar, no exibir.

Imaginamos que a felicidade estará naquilo que é difícil de se obter, no objeto raro, no produto caro, que sonhamos um dia possuir.

Porém, a felicidade verdadeira e perene é simples e modesta.

Se não a temos, é porque complicamos a vida, e assim não conseguimos entender e aprender como buscar a felicidade.

As moedas que compram a felicidade são apenas aquelas que conseguimos guardar no cofre do coração.

Não raro, nos lares humildes, nos ambientes de carência socioeconômica, encontramos olhares felizes, corações plenos.

Não menos frequente, vemos na opulência e na fartura de bens terrenos grassarem os desequilíbrios e dores de grande monta.

Assim, se anelamos a felicidade, devemos investir no tesouro correto.

Analisemos qual a qualidade das moedas que guardamos em nosso coração.

Percebamos quais valores estamos juntando em nossos cofres íntimos.

Serão sempre eles que nos traçarão o destino da felicidade ou da desdita.

Não falamos aqui da felicidade que imaginamos haver no riso fácil, no brilho social, no sucesso das capas de revista.

Por não se sustentarem, não preencherem a alma em plenitude, são momentos efêmeros e passageiros.

Porém, se guardamos a consciência tranquila, o olhar sereno, a espinha ereta da boa conduta, usufruiremos, certamente, da felicidade.

Mesmo sob o guante da doença, ainda que sob vendavais intensos da vida, ou mesmo quando na ausência dos amores que partem, perceberemos que os valores que guardamos no coração são nossos tesouros.

Nenhuma moeda de ouro, nenhuma grande conquista financeira, muito menos uma grande conta bancária.

Independente daquilo que temos, ser feliz é o simples resultado de como agimos e do que conquistamos para nosso coração.

Em suma, a felicidade nasce da simples equação de bem nos conduzirmos na vida, perante nós mesmos, perante nosso próximo e perante Deus.

Redação do Momento Espírita.
Em 28.6.2013.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Doenças Predispostas em Cães da Raça Dachshund


O Dachshund enfrenta alguns problemas típicos de raças de cães baixos (condrodistróficos), entre eles tendência à obesidade e problemas de coluna.

A obesidade pode ser controlada fornecendo ao cão alimentos em quantidade adequada e fornecendo uma quantidade satisfatória de exercícios.

Quanto aos problemas de coluna, que muitas vezes estão associados à obesidade, deve-se impedir que o Dachshund salte de lugares altos e/ou ande em pisos escorregadios. Entre os mais comuns estão:

  • Luxação da patela (ruptura de 1 ou dos 2 ligamentos cruzados do joelho), por predisposição genética ou por trauma.

  • Osteofitos ou bico de papagaio, causado pelo crescimento exagerado o osso nos espaços entre as vértebras.

  • Hérnia de disco – causada pela compressão da medula da coluna pelo atrito constante entre as vértebras.


Outro problema comum é a dermatite que pode ser evitada dando-se banhos somente quando for indispensável.

Temos também outros problemas que são predispostos em todas as raças e podem aparecer também no dachshund como: cálculo renal, otite, diabetes, eplilepsia, doenças cardíacas, infecções urinárias...

Alguns desses problemas são de origem genética, portanto o ideal é sempre comprar um filhote com um criador responsável, sério com a sua criação, o qual se preocupa em primeiro lugar com a saúde e a genética de seus cães. Cães saudaveis geneticamente produzem filhotes saudáveis genéticamente na maioria das vezes. Temos as doenças de origem genética que tem caráter recessivo, as quais podem ficar escondidas no gene do animal, e estas são muito bem estudadas e evitadas pelos bons criadores.


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Nosso problema sempre é o maior


Ele era jovem, bonito e herdeiro de vasta fortuna. Requisitado pelas moças, por onde quer que transitasse. Algumas, porque lhe admiravam a juventude, o cavalheirismo, a beleza.

Outras, porque nele vislumbravam a segurança econômica, que poderia ser alcançada por meio de vantajoso consórcio matrimonial.

Transcorriam felizes os dias até o momento em que um acidente lhe retirou a capacidade visual.

A revolta se instalou. Como viver sem o precioso sentido da visão?

Os médicos consultados não foram unânimes em seus prognósticos. Uns afirmaram que a questão era irreversível. Outros acenaram-lhe com a possibilidade de tornar a ver.

Como o tempo se arrastasse, sem alteração do quadro e desejando que o filho se adequasse à nova realidade, o pai contratou profissional orientadora.

A senhora, amadurecida na experiência, pacientemente foi vencendo a revolta do jovem e lhe mostrou como ele poderia se locomover pela casa, subindo e descendo as escadas, transitando de um aposento a outro.

Convidou-o a aguçar a audição e lhe demonstrou a diferença entre o ruído do café sendo despejado na xícara vazia e quando estava quase cheia.

Ensinou-o a reconhecer, pelo tato, móveis e objetos, burilando-lhe a capacidade de percepção.

Ante fracassos, pequenas quedas ou a incapacidade de realizar algo que desejava, o jovem ficava muito angustiado, em quase desespero.

Achava-se um inútil. Nessas horas, a bondosa professora lhe falava com calma, incentivando-o a tudo superar.

Irritado, ele respondia de forma grosseira e lhe dizia que para ela tudo era muito fácil, pois podia enxergar.

Sem se alterar, ela prosseguia no seu ensino.

Então, um dia, algo inusitado aconteceu. Ele percebeu um raio de sol lhe ferindo os olhos.

Infinitamente alegre, deu-se conta que voltara a enxergar. Entre gritos de alegrias, chamou o pai, o irmão, comemorando com efusivos abraços a ventura.

Por fim, lembrou-se da orientadora e correu a dar-lhe a notícia.

Então, e somente então, descobriu: aquela a quem tantas vezes ele ofendera, com palavras ásperas, dizendo que para ela tudo era fácil por poder enxergar, era uma senhora totalmente cega.

Arrependido, abraçou-a e lhe rogou perdão...

* * *

Quantas vezes teremos agido como esse jovem? Quantas vezes, em repartições públicas, teremos dito a quem nos atende que ele não pode aquilatar do nosso problema porque ele não os tem?

Quantas vezes, em ambientes hospitalares, para atendentes e enfermeiros, teremos manifestado nossa revolta, dizendo que eles não sabem o que é estar doente ou sentir dor?

Quantas vezes teremos ferido um coração em chaga viva, dizendo que ele é insensível e não pode nos entender porque nunca sofreu na vida?

* * *

Não sabemos quanta dor esconde um sorriso. O profissional de qualquer área sofre tanto ou mais do que nós mesmos.

E se não esbraveja, nem manifesta sua problemática, é porque aprendeu a se superar, para melhor servir.

Aprendeu a represar as lágrimas para enxugar o pranto alheio. Exercitou-se no suportar agruras a fim de estender o bálsamo nas alheias dores.

Pensemos nisso. As aparências nem sempre demonstram a realidade e onde pensamos que somente haja felicidade, escondem-se, por vezes, dolorosas chagas.



Redação do Momento Espírita.
Em 24.6.2013.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Cuidados Necessários para quem tem um Cachorro da Raça Dachshund


SAÚDE

Em primeiro lugar gostaria de deixar claro que um Dachshund deve ser comprado de um criador sério, responsável, o qual se preocupa em primeiro lugar com a saúde e a genética de seus cães. Isto porque este criador se preocupou desde o acasalamento em produzir filhotes saudáveis geneticamente falando. Ele se preocupou com as doenças que um Dachshund pode ter no futuro e cuidou para que o acasalamento tenha sido cuidadosamente selecionado. Assim, o criador faz um projeto de acasalamentos visando eliminar os problemas e doenças de origem genética.

Isto já é o começo para que você tenha um cãozinho saudável.

PELAGEM

O Dachshund de pêlo curto não exige muitos cuidados com escovações diárias. Uma escovação a cada 3 dias para tirar os pêlos mortos está de bom tamanho. Esta pelagem curta não exige banhos semanais, ao contrário, se dado banhos frequentes a oleosidade da pele é perdida e este cão ficará propenso a problemas de pele, como fungos, sarnas e, principalmente dermatites. O que recomendamos são banhos quinzenais. E bastante cuidado para secar bem a pelagem, principalmente em épocas mais úmidas.

O banho a seco é uma ótima opção.Pode ser dado todos os dias, é muito bom para limpar partes individualmente sujas.

Na verdade que tira a oleosidade não é a água de fato, é o shampoo e os produtos, então se quiser somente molhar o cão não tem problema também. Caso esteja calor só jogue água para refrescar.

O Dachshund de Pêlo Duro e Longo necessitam mais de escovações, principalmente o de pêlo longo, que pode até embaraçar o pêlo no caso de não ser escovado diariamente. Eles precisam de banhos mais frequentes, mas sempre de acordo com a necessidade. Não somos a favor de banhos semanais sem que o cão esteja realmente sujo ou com cheiro ruim.

Receita do Banho Seco: 90% de água, 5% de vinagre, 5% de álcool, colocar uns cravos da india ou canela em pau de um dia pra outro pra tirar o cheiro do vinagre. Molhar um pano torcer e passar em todo o pelo. Faça isso várias vezes. Depois seque com a toalha e escove! Esse banho pode ser até diário, mas 1x por semana é o suficiente ou se preferir uma solução mais forte, pode ser 1/3 de água, 1/3 de álcool, 1/3 de vinagre. Fazer o mesmo procedimento, apenas passe um pano com água limpa para enxaguar, depois seque e escove! Se for fazer diário pode fazer com a solução mais fraca!

Vc também encontra o banho seco para comprar em pet shops, mas o caseiro sai mais barato e é garantido, não tem contra indicação, pode dar todo dia se precisar.

ESPAÇO

Como todo caçador, o Dachshund tem bastante energia para ser gasta, porém é um cão pequeno e se adapta em pequenos espaços como apartamentos. Independente do local onde o cão mora, apartamento, casa ou mesmo uma chácara, os donos precisam dar atenção ao animal mesmo que seja um pequeno período do dia. Em caso de apartamentos descer no mínimo uma vez ao dia é importante para que o cão se distraia, faça as suas necessidades e brinque um pouco. Meia hora de caminhada para cães adultos sempre é bem vindo no caso do dono ter disponibilidade.

O Dachshund não exige atenção grande parte do dia, pois são muito independentes. E se distrai facilmente com um desconhecido jogando uma bolinha ou fazendo carinho. Não são cães tão dependentes do dono, e com isso ficam muito bem em hotéis caso os donos precisem viajar nas férias.

Raça apaixonada por crianças não perdem a oportunidade de correr e brincar com as crianças, independente de conhecidas. Eles são alucinados com as crianças e ficam horas na companhia delas sem perderem a paciencia com as brincadeiras as vezes brutas.

Muitos brinquedos para um filhote é essencial para que ele não mexa nas coisas da casa, principalmente na fase da troca da dentição.

É importante lembrar que o dachshund é um cão condrodistrófico (comprido e de pernas curtas) e deve-se evitar que ele suba e desca muito as escadas e pule de lugares altos. A anatomia de sua coluna facilita uma lesão com mais facilidade do que em raças que não são condrodistróficas.

SOCIABILIDADE

O dachshund se dá muito bem com outros animais, contando que estes animais não queiram brigar com ele. O dachshund não é de procurar briga mas no caso de uma provocação ele não costuma correr. Portanto para a convivência com um dachshund o ideal é um cão de raça amigável também, ou então um cão de sexo oposto ao do seu dachshund.

ALIMENTAÇÃO

Uma ração super-premium é a melhor opção para preservar a saúde nutricional de seu cãozinho. Uma boa ração proporciona uma bela pelagem, uma segurança nutricional no que se refere a vitaminas e proteínas nobres. Um cão bem alimentado dificilmente tem problemas de pele e uma doença oriunda de uma baixa de imunidade. Ração de qualidade é sinônimo de cão com boa imunidade, pelagem saudável e longevidade.

É fato que rações econômicas não tem em suas composições proteínas nobres e os nutrientes necessários para uma alimentação completa para os cães, independente da raça. Quando falamos em proteína não falamos em níveis e sim em qualidade.

Frutas e biscoitos caninos são bem vindos na complementação alimentar dos dachshund caso o dono goste de agradar.

Dachshund idosos tendem a obesidade, e isto deve ser controlado com uma boa ração ligth. Não é uma ração ruim que vai fazer ele emagrecer, e sim uma ração de qualidade que tenha os nutrientes necessários para a absorção correta para o caso da obesidade.



Lia Almeida Machado Pereira (Real Hunter Kennel)