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quarta-feira, 28 de março de 2012

Que significa morrer


O ataúde parecia guardar impassível aquilo que era o significado de boa parte de sua vida.

Ao mirar o corpo inerte, não conseguia conceber como poderia jazer ali a razão de suas alegrias, a fonte de suas mais nobres inspirações, o reduto dos seus sentimentos mais profundos.

A morte roubara-lhe de maneira infame quem lhe fora tesouro dos mais valiosos, ao longo de boa parte de sua vida. O amor de sua vida jazia ali.

Percebendo-lhe os tormentos que lhe vinham na alma, refletidos no olhar aprofundado pela dor, velho amigo acercou-se-lhe, indagando:

Admirando a estupidez da morte, meu amigo? A pergunta foi de tal forma inesperada, inusitada mesmo, que ele teve que refletir um tanto.

De fato, se fosse resumir seus sentimentos, era isso mesmo que ele pensava... A morte não é nada mais do que o momento mais estúpido da vida.

Mas, antes que pudesse concatenar algo para responder ao amigo, esse de imediato retomou a fala.

A morte pode nos parecer estúpida ou pode nos parecer lógica e racional, meu amigo. Depende de como você entende a vida.

Se vendo esse corpo inerte à sua frente, você conclui que aqui também está toda a fonte de seu afeto, o motivo de suas alegrias, a inteligência que você admira, ou o coração afetuoso que você aprendeu a amar, a vida é realmente uma tolice.

Se pensar assim, pode concluir que na vida aprendeu a amar células, a admirar secreções glandulares, a se apaixonar por sinapses cerebrais.

E como tudo que é feito de matéria, um dia perece e se transforma. É o que está acontecendo com o corpo que ora você enxerga.

Porém, se você consegue ver além do que seus olhos podem, e conseguir chegar onde sua razão melhor entende, verá que tudo aquilo que você aprendeu a amar teve morada neste corpo, mas não lhe pertencia, nem era fruto de suas atividades corporais.

Como o verdadeiro amor não se atém na forma, mas mergulha além daquilo que conseguimos ver, é essa a verdadeira fonte de nosso amor.

E a fonte desse amor continua vivendo, somente que agora apartado de um corpo que o acompanhou ao longo dessa existência. Chama-se Espírito imortal.

Quer dizer que voltaremos a nos encontrar? Redarguiu titubeante, entre a esperança e a incerteza.

Mas é claro, respondeu o amigo. Afinal, o amor desconhece o tempo e a distância.

Se alguns são chamados antes para o retorno ao lar, os que nos amam, justamente por nos amarem, estarão a aguardar o dia do reencontro, quando nós mesmos iremos aportar do lado de lá da vida.

E as dificuldades, doenças ou limitações daqui, lá já não mais se farão presentes, permitindo que as relações de afeto e carinho se façam mais amplas e plenas.

Assim meu caro, concluiu o amigo solícito, derrame suas lágrimas apenas pelas saudades naturais que irá sentir. Mas não dê a elas o peso da revolta ou da incompreensão para com os desígnios da vida, que são sempre sábios e acertados.

Aguarde, na paciência do coração daqueles que verdadeiramente amam, o dia em que novamente poderá estar estreitando o carinho e o amor com os que compartilhou tais expressões, ao longo de toda esta existência.

Lembre que além do corpo está o Espírito imortal.



Redação do Momento Espírita.
Em 10.03.2012.

Jô!!!! Feliz Aniversário!!!!


Queria Amiga Jô,

Parabéns!!!!!!!

Quero no dia que te pertence, te dizer que a vida só vale a pena ser vivida, quando somos lembrados pelo que somos, pelo que representamos na vida das pessoas que nos cercam (fisicamente ou virtualmente, no meu caso, rs), e hoje eu me lembrei de você.

Afinal, você sabe conquistar o bem querer de todos que convivem contigo e aniversário é uma comemoração que não pode e nem deve passar em branco, devemos pedir a Deus toda paz, serenidade e tranqüilidade, para viver cada instante com alegria e vigor.

Feliz Aniversário à você com todo carinho.
Te desejo tantas e tantas coisas boas, que expressar através de simples palavras fica até difícil, mas o que importa hoje, é que é o seu dia e devemos agradecer ao Pai Celeste pela sua vida, pelas suas conquistas e pelas vitórias, que tenho certeza ainda irás conseguir.
Sorria e acredite que chegará ao final de sua caminhada com a certeza do dever cumprido.

Feliz aniversário !!!

É o desejo de seu amigo que vive na terra nipônica rs

Muitos beijos meus e lambeijocas dos pequeninos.

Momotaro


Há muito tempo, em uma vila distante, vivia um casal de simpáticos velhinhos. Num certo dia, o velhinho colhia gravetos de madeira na montanha e a velhinha lavava roupas no riacho. Enquanto esfregava as roupas, ela viu um pêssego enorme flutuando no rio e, com alguma dificuldade, conseguiu alcançá-lo.

Ela carregou o pêssego para casa, parando diversas vezes no caminho para descansar. O velhinho chegou em casa no final da tarde e ficou muito contente quando viu a enorme fruta. “Que lindo pêssego, parece delicioso!”, disse o velhinho. Quando se preparavam para fatiá-lo, o pêssego se mexeu. “Esta vivo, está vivo”, disse a velhinha.


De repente, um pequeno menino saiu de dentro. Estarrecidos, os dois ficaram olhando e examinando. Como não tinham filhos, eles ficaram muito contentes e resolveram adotar o menino. Decidiram que seu nome seria Momotaro.

O tempo passou e, quanto mais Momotaro crescia, mais saudável ficava. Numa certa noite, ele ouviu conversas sobre os Onis, monstros que atacavam as aldeias e assustavam os moradores locais. Ele ficou tão bravo que tomou uma decisão: iria à Ilha dos Onis para combatê-los.

A princípio, seus pais ficaram muito assustados, mas gostaram de ver a coragem do filho. Apesar do medo que sentiam, os velhinhos prepararam diversos bolinhos, os kibidangos, para Momotaro levar na viagem.

Na manhã seguinte, Momotaro partiu, levando consigo os kibidangos. No caminho, ele encontrou um cachorro. “Momotarosan, Momotarosan, por favor, dê-me um bolinho e eu irei com você enfrentar os Onis”, disse o cachorro. Momotaro deu-lhe um kibidango e o cachorro partiu com ele.


Mais adiante, encontraram um macaco. “Momotarosan, Momotarosan, o que você leva neste saquinho?”. “São kibidangos, os deliciosos bolinhos, os melhores do Japão”.” Pode me dar um? Assim eu irei com vocês”. E assim foi feito. Momotaro, o cachorro e o macaco seguiram o caminho juntos e, mais à frente, viram um faisão. Ele também pediu e ganhou um kibidango e assim seguiram os quatro.

Após uma longa jornada eles chegaram ao mar. Remaram e remaram, enquanto o faisão voava e indicava o caminho, pois o céu estava escuro e coberto de nuvens. Quando chegaram à ilha dos Onis, tudo parecia assustador; os portões do castelo eram grandes e escuros, havia névoa e o dia estava escuro.

O macaco, com toda sua agilidade, escalou o alto portão e o destrancou por dentro. Todos entraram no castelo e deram de cara com os horrendos Onis, que se levantaram e encararam os quatro. “Sou Momotaro e vim enfrentá-lo”. Travou-se então uma grande luta. O faisão voava e, com seu bico afiado, feria os inimigos. O cachorro corria em volta do Onis e lutava com dentadas, enquanto o macaco utilizava suas unhas.


Finalmente, após muita luta, Momotaro e seus companheiros derrotaram os Onis. “Nunca mais vamos invadir as aldeias e prejudicar os moradores, nós prometemos. Por favor, poupe nossas vidas “, disse o chefe dos Onis.

Compreensivo e bondoso, Momotaro perdoou os Onis. Em troca, o chefe ofereceu-lhe os tesouros que eles vinham roubando das aldeias. Eram moedas de ouro, pedras preciosas e outros objetos de grande valor. Momotaro retornou para casa e, quando seus pais o viram, não puderam acreditar. Ele estava salvo e carregava um grande tesouro, que foi dividido entre todos os moradores da aldeia.

Fonte : www.nihonsite.com/lendas/momo/index.cfm

Plantas que Curam: COCLEÁRIA - Cochlearia officinalis


Descrição : Da família das Crucíferas. Planta anual, de raiz fusiforme, comprida, da grossura de um lápis, tem caule ramoso desde a base, cilíndrico e glabro, folhas radicais longo-pecioladas, cordiformes, obtusís-sima, côncavas, inteiras, vernicosas e verde-escuras, caulinares alternas, as inferiores pecioladas, quase reniformes e muito obtusas, inteiras, as superiores sésseis, alongadas, irregularmente denteadas; suas flores são brancas, pedunculadas, dispostas em racimos corimbiformes na extremidade dos ramos. Seu fruto é uma síliqua 2-locular contendo inúmeras sementes. É planta essencialmente medicinal. Suas folhas, além de medicinais, são comestíveis; destiladas, fornecem óleo acre e sulfuroso, mais pesado que a água e é tão enérgico que uma só gota basta para dar o sabor e o cheiro a 500 gramas de vinho, segundo Murrai; contém ainda sulfosinapisina e cochlearina. É conhecida como poderoso antiscorbútico, sendo muito empregada em farmácia para tal fim. É também adstringente e dentrifício, excelente para combater as gengivites e as estomatites ulcerosas; é estimualnte, depurativo e muito eficaz contra os cálculos vesiculais. Contém propriedades também para o combate ao reumatismo. Antigamente, essa planta era muito frequente nas hortas. Misturava-se facilmente com as mostardas, quando faziam usos medicinais caseiros. Ultimamente vem se tornando mais rara no Brasil.
Partes utilizadas : Folhas frescas e talos.
Origem : Europa.
Habitat: E originária da Europa, Ásia e América do Norte.
História: Antes da descoberta da vitamina C já se sabia que o escorbuto era decorrente da falta de frutas e vegetais na alimentação e que a Coclearia combatia estes sintomas. Agora já se conhece a razão - a Coclearia tem a mesma quantidade de vitamina C que as laranjas frescas. Faz parte dafarmacopeia homeopática.

Princípios Ativos: ácido ascórbico, glucosídeo sulfurado (glucococlearina), isosolfocianato de butila, tanino e sais minerais.

Propriedades medicinais: adstringente, antiescorbútica, aperiente, depurativa, digestiva, diurética, estimulante, estomáquica, rubefaciente.


Indicações:
Folhas, talos e raízes em infusão: escorbuto, câncer, reumatismo, gota, inapetência, artrite e bronquite, edemas, ácido úrico, rins, digestão, estimulante da secreção gástrica.
Folhas e raízes, trituradas na forma de cataplasma : dores reumáticas, nevrálgicas e ciáticas.
Suco das folhas frescas, com suco de laranja: tônico contra a astenia.

Efeitos colaterais: Doses muito elevadas acusam irritação da mucosa do trato gastrointestinal.

Posologia: Adultos: 4g de erva folhas frescas (1 colher de sopa para cada xícara de água) em infuso ate 3 vezes ao dia, com intervalos menores que 12hs para todas as indicações; As folhas podem ser mastigadas, na quantidade indicada para o infuso, para firmar e tratar as gengivas afetadas pelo escorbuto; O suco de 1 xícara de folhas frescas poderá ser empregado para colutorio e também ser usado interna-mente, não só no escorbuto como também nas adenites e Engorgitamento viscerais e afecgoes pulmonares; Comida em saladas, junto com outras hortaliças, atua contra a inapetencia e dispepsias; Crianças tomam de 1 /3 a 1 / 2dose, de acordo com a idade; Recomenda-se tradicionalmente o uso da planta fresca, mas e encontrada a venda, desidratada rapidamente e a baixas temperaturas (para a preservação dos princípios ativos) em outros países.


http://www.plantasquecuram.com.br