sábado, 2 de abril de 2011

Dor e tristeza no Japão













Infelizmente o clima de tristeza é grande...
Vendo estas fotos, podemos imaginar o quanto as pessoas estão sofrendo...
O país que estava começando a sair de uma crise, cai novamente e de uma maneira trágica.
Sim, eu sei, o Japão é forte, as pessoas também, tudo está aos poucos sendo reconstruído, mas não é tão fácil...
É algo que jamais iremos esquecer, pelo menos nós, que estamos aqui, tão perto desta tragédia...
Quem me conhece sabe como sou e depois de tudo isso que aconteceu e ainda está acontecendo, vejo a cada dia como somos frágeis...
Como a vida é algo tão frágil...
Não estou dizendo que vou sair por ai e viver feito um louco intensamente, porque não, eu não vou fazer isso.
O que com certeza irei fazer, é aproveitar sim, cada minuto que tenho nesta vida para tentar fazer algo de bom. Não só pelas pessoas ao meu redor, mas para mim mesmo.
Sim, porque se não estamos bem, como podemos dar algo de bom para alguém?!
Mas, cada vez mais vejo e tenho a certeza que nada de material substitui gestos de amor...
A única coisa que realmente sobrevive é o que fazemos as pessoas sentirem... Por isso, cada vez mais aprendo que temos que fazer o melhor para todos nós...
Desculpem se estou sendo melancólico ou até mesmo não escrevo muito bem, mas é uma fase difícil para a maioria de nós.
Sim, graças à Deus minha casa está inteira, não fomos atingidos nem pelo terremoto, nem pelo tsunami, mas sim, estamos sofrendo com a crise também...
Já estou parado a três semanas e talvez fique mais...
Confio em Deus, acredito que tudo tem uma razão e agradeço a Ele por estarmos todos bem por aqui...
E oro, oro  para que o sofrimento destas pessoas passe, ou pelo menos se suavize...
Abraxos à todos.

Norte de Japão se desloca até 3,5 metros após tremores


Um relatório divulgado nesta segunda-feira pelo Instituto de Pesquisas Geográficas revela que a parte norte do Japão, entre as províncias de Iwate e Fukushima, teve um deslocamento de até 3,5 metros em direção ao Oceano Pacífico. O movimento teria sido causado pelo terremoto de 9 graus na escala Richter, ocorrido no último dia 11.

Para chegar a essa conclusão, o Instituto se baseou em fotos de radar tiradas pelo satélite Daichi nos dias 15 e 20 deste mês, fazendo comparação com imagens de dezembro do ano passado.


Quando mais próximo ao epicentro do terremoto, localizado a 130 quilômetros da costa, maior foi o deslocamento. Na península de Oshika, em Miyagi, foram 3,5 metros. Em Kamaishi (Iwate), o Instituto mediu diferença de dois metros entre as fotos; em Miyako (Iwate), Higashine (Yamagata) e Date (Fukushima), um metro.

Em abril, o Instituto, localizado em Tsukuba (Ibaraki), pretende continuar com as pesquisas sobre deslocamento terrestre na região de Kanto. A intenção é de fazer um mapa geral sobre as mudanças geográficas após o maior terremoto da histórica recente do Japão.


Fonte: Alternativa Online

Militares tentam achar corpos de 16 mil desaparecidos

Japão Ground Self Defense Force busca membros para as vítimas do terremoto e do tsunami no Onagawa, Miyagi, nordeste do Japão em 25 de março de 2011.
(Reuters Kyodo)

Milhares de soldados japoneses e norte-americanos iniciaram nesta sexta-feira um vasto trabalho de busca de corpos ao longo da costa nordeste do Japão, devastada há três semanas pelo terremoto de 9 graus da escala Richter, seguido de tsunami, informou a Agência de Defesa japonesa.

As forças armadas dos dois países aliados destacaram 120 aviões e helicópteros, além de 65 navios, para procurar as 16.441 pessoas dadas como desaparecidas desde que as ondas gigantes destruíram cidades inteiras.

"Vamos nos concentrar ao longo da costa, na foz dos rios e nas zonas ainda cobertas por água do mar", explicou um responsável da Força de Autodefesa do Japão.
Fonte: Alternativa Online

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O Google lança o "+1", sua própria versão do "curtir" do Facebook


O Google lançou ontem uma nova característica social nas suas pesquisas chamada “+1″, que, segundo a companhia americana, significa “isso é legal”, mas que na verdade é como o botão “curtir” da rede social Facebook.

É assim, quando você fizer uma pesquisa, vai ter a opção de apertar um botão +1 para recomendar esse link aos seus amigos. Além disso, você vai poder ver se os seus amigos têm recomendado algum link relacionado com aquele tema.

O sistema não é aberto: exige que você tenha um perfil do Google atualizado e que esteja conectado com a sua conta para ver as recomendações dos seus amigos. O Google vai usar as pessoas que você tiver no GTalk, Gmail como se fossem seus contatos.

“Em breve nós poderíamos incorporar outros sinais, como suas conexões em redes sociais como o Twitter”, disseram na empresa.

A função vai começar a operar primeiro em inglês e as pessoas que estiverem interessadas em prová-lo imediatamente podem se inscrever para estar entre os primeiros no site experimental de pesquisas.

Trata-se de uma medida que dá mais uma indicação da importância que o social tem atingido na web. Além de servir para as recomendações, o Google pretende permitir que as pessoas coloquem +1 nos sites de notícias sem sair deles, bem como dar +1 nos anúncios publicitários.

Embora o Facebook tenha já muitas vantagens com seu botão “curtir”, o Google tem outra: que os botões +1 vão jogar um papel nos resultados da pesquisa, algo que sem dúvida vai ser atraente para os sites (e uma má notícia para as fazendas de conteúdo).

Fonte: FayerWayer