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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Resultado de um escritório cheio de gatos: diminui o estresse e aumenta produtividade


Isso mesmo, imaginem um escritório com gatos passando por todos os lugares, embaixo das mesas, pelos nossos pés e subindo nas prateleiras.

Isso já é uma realidade em uma cidade que talvez não esperássemos que tivesse uma iniciativa como essa: Tóquio. Por ser uma cidade super povoada e com pouco espaço para bichos de estimação e muita restrição a criação de pets em apartamentos, talvez esse não seria o primeiro nome que pensaríamos para abrigar essa postura.

Mas, acreditando em uma resposta positiva dos funcionários, uma empresa japonesa implantou a ideia de permitir que seus colaboradores possam interagir com animais de estimação com mais frequência: um local de trabalho povoado de felinos.



Os escritórios da Ferray Corporation, uma empresa de soluções de internet, tem hoje nove adoráveis gatos resgatados que estão autorizados a circular livremente durante todo o dia. O mais bacana é que os funcionários tem relatado diminuição do nível de stress desde que os bichanos estão na área.

É claro que um monte de gatos andando solto na empresa não livra a empresa de imprevistos, como desligar computadores, riscar a parede, rasgar papéis ou ainda atrapalhar a digitação enquanto eles insistem em deitar em cima do teclado do computador.

Até a comunicação entre os colaboradores melhorou, pois eles tem assunto de sobra pra falar relacionado aos bichanos! E consequentemente todos os outros assuntos fluem mais facilmente. 


E se algum funcionário quiser adotar um felino, a empresa ainda banca um “vale-gato” no valor equivalente a R$ 110 para cobrir as despesas do animal.

E a empresa admite: a qualidade mais destacada dos candidatos para trabalhar por lá é amar os gatos, e depois as outras competências.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Metal lendário de Atlântida é encontrado em navio naufragado na Sicília


Segundo Platão, o oricalco era extraído somente das minas perdidas de Atlântida 
(Foto: Reprodução)

Platão descreve Atlântida em seu diálogo Crítias como um lugar que “cintila com a luz vermelha do oricalco”, metal que segundo o filósofo revestiria todo o interior do templo de Poseidon na lendária ilha. O pensador grego acrescenta ainda que a substância seria a segunda mais valiosa, atrás apenas do ouro, e que só podia ser extraída das minas localizadas no território perdido.

Se ele vem ou não de Atlântida obviamente não se sabe, mas o fato é que até hoje apenas pequenas quantidades de oricalco haviam sido encontradas. Surpreendentemente, mergulhadores da Sicília acabam de descobrir 39 barras compostas pela misteriosa liga em um navio que naufragou por volta do ano 550 a.C. na região de Gela, no sul da ilha italiana.

Equipe de mergulhadores que localizou a embarcação naufragada 
(Foto: Reprodução)

“Nada similar jamais havia sido encontrado”, disse Sebastiano Tusa, da agência marítima local, ao Discovery News. “Nós conhecíamos o oricalco de textos antigos e de alguns objetos ornamentais”, conta. Entre os estudiosos, o consenso é que se tratava de uma liga metálica semelhante ao bronze, obtida através da reação entre minério de zinco, carvão e cobre. Mas sua composição, bem como sua origem, continuam incertas e sendo debatidas por estudiosos.

Os gregos antigos acreditavam que a invenção desta liga específica remetia ao herói mitológico Cadmo, e grande parte da fama e do mistério que perduram até hoje se devem justamente a Platão, que no século IV a.C. incluiu a substância na obra Crítias e a relacionou com a Atlântida.

Navio que carregava o oricalco e naufragou a 300 metros do porto de Gela há 2600 anos 
(Foto: Reprodução)

A embarcação que carregava a valiosa carga parece até ter recebido alguma espécie de maldição dos deuses antigos: após partir de alguma suposta localidade da Grécia ou Ásia Menor, o naufrágio ocorreu quando estava a meros 300 metros do porto de Gela, devido a uma tempestade.

Depois de analisadas com uma técnica chamada de fluorescência de raios X, as 39 barras revelaram ser compostas por 75-80% de cobre, 15-20% de zinco e também por pequenas quantidades de níquel, chumbo e ferro. De acordo com Sebastiano Tusa, a descoberta chama a atenção para a importância da cidade no cenário econômico e cultural do Mediterrâneo da época. “O achado confirma que cerca de um século após sua fundação em 689 a.C., Gela veio a se tornar uma cidade rica, com oficinas de artesanato especializadas na produção de artefatos valiosos”, afirma.


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Barba da famosa Máscara de Tutankamon foi quebrada


A máscara do faraó Tutankamon, um dos mais belos e conhecidos símbolos da cultura egípcia antiga, foi danificada no Museu Egípcio do Cairo. De acordo com seus conservadores, a barba azul e trançada da máscara funerária foi quebrada e grudada às pressas com massa epóxi (sim, a mesma usada para artesanato e em consertos rápidos domésticos).

O incidente aconteceu no ano passado e há relatos diferentes sobre como a barba foi quebrada: há conservadores que dizem que ela foi derrubada enquanto estava sendo higienizada e outros dizem que ela foi removida pois já estava solta. No entanto, eles concordam que receberam ordens de arrumar a máscara rapidamente e que isso foi feito de forma imprópria.


"Esse material é irreversível - o epóxi tem uma propriedade alta de se fixar em metal ou pedra, mas não é ideal para um objeto tão incrível como a máscara de ouro de Tutancâmon", disse um dos conservadores, que quis se manter anônimo, à agência AP. Por isso a máscara revelaria uma falha entre a face e a barba, onde foi fixada. "Há uma camada amarelada transparente", afirmou.

A indústria do turismo no Egito já foi considerada um dos pilares da economia do país, mas se recupera desde os tumultos em 2011 que levaram à queda do autovrada Honsni Mubarak. E, apesar de existir planos de abrir novas exposições para atrair turistas, o governo egípcio não investiu no Museu do Cairo desde sua construção em 1902.

A notícia da quebra da máscara de Tutancâmon surge enquanto a pirâmide mais antiga do Egito pode estar sendo destruída pela empresa que deveria restaurá-la.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

O perigo de se compartilhar denúncias de maus-tratos a animais nas redes sociais


Entre as postagens mais comuns encontradas nos perfis em redes sociais estão as que se referem a denúncias de supostos casos de maus-tratos a animais. Esse tipo de postagem causa indignação entre os internautas e geralmente vem acompanhado de imagens ou vídeos para tentar comprovar a agressão – e é comum que muitos internautas passem a "caçar" o suposto agressor. A mobilização é tanta que, em poucas horas, a repercussão desse tipo de conteúdo é capaz de atingir milhares de compartilhamentos. E dependendo da maneira que a postagem é feita, alguns internautas podem acabar incitando mais violência na tentativa de clamar por justiça.

Na semana passada, estava sendo compartilhada uma foto, endereço e telefone de uma suposta agressora de um cão numa cidade no interior do Rio Grande do Sul. De acordo com a postagem, o animal teria sido morto a pauladas. Além dos dados pessoais da suposta autora do crime, também havia sido criada uma fan page com o nome dela e um evento com a intenção de promover uma manifestação no endereço que estava sendo divulgado. A postagem não possuía nenhuma referência a uma fonte confiável e, mesmo assim, a fan page já contava com mais de dois mil participantes. Nela era possível identificar dezenas de comentários incitando a violência, inclusive propondo que a acusada recebesse o mesmo tipo de tratamento que teria levado à morte o animal.

Para demonstrar como os usuários geralmente não se preocupam em checar a informação antes de repassá-la, criei um post contendo uma história de maus-tratos, adicionei uma foto pessoal de quando era adolescente e mais duas imagens diferentes obtidas na internet de um cão que havia sido atropelado. Sem fornecer mais detalhes, fiz a publicação na rede social. Após trinta minutos, a postagem já havia recebido dezenas de comentários ofensivos e compartilhamentos.

A maioria dos comentários possuíam o mesmo tom nos xingamentos, inclusive um deles continha ameaça de morte. O post foi removido e, em seguida, publicada uma nota de esclarecimento sobre a intenção da postagem para que ele servisse de alerta sobre os perigos que compartilhamento desse tipo podem oferecer.


Os riscos são ainda maiores quando boatos publicados na internet causam a comoção de populares, pois alguns deles podem querer fazer justiça por conta própria. Foi isso que aconteceu em Guarujá (SP), em maio de 2014. O incidente não envolve o boato de maus-tratos a animais, mas o de sumiço de crianças para serem usadas em rituais de magia negra. A história era falsa, repleta de inconsistências, mas não foi o suficiente para impedir que uma dona de casa foi morta após ter sido confundida com uma imagem postada num boato em uma rede social no litoral paulista. Independente do tipo de atrocidade relatada no boato, as manifestações dos internautas se assemelham. E, por isso, o risco de que pessoas possam ser agredidas por populares.

Seguem algumas dicas de como confirmar se uma denúncias de maus-tratos é verdadeira antes de passá-la adiante:

Como saber se uma postagem denunciando maus-tratos é verdadeira?

Não existe uma única fórmula que garanta a veracidade da postagem, principalmente se ela não possuir qualquer referência que possa ser verificada. Os internautas geralmente leem o conteúdo da postagem e o compartilham sem ter feito algum tipo de checagem. Quando isso acontece, alguns amigos podem tomar o post como sendo verdadeiro só pelo fato dele ter sido compartilhado por um amigo em que eles confiam.
Qualquer pessoa pode criar um perfil falso, postar um boato e fazer uma referência a alguém que queira prejudicar. O ideal não é compartilhar nas redes sociais, mas denunciar às autoridades.

Como denunciar um caso de maus-tratos a animais?

Qualquer ato de maus-tratos envolvendo um animal deverá ser denunciado na Delegacia de Polícia. É recomendável que, em situações em que o caso esteja ocorrendo, a Polícia Militar seja acionada imediatamente através do número 190.

Existem inúmeras entidades sem fins lucrativos espalhadas pelo Brasil que atuam em defesa dos animais auxiliando no encaminhamento de denúncias envolvendo maus-tratos. Mas o leitor também pode denunciar por conta própria, segue abaixo os passos a serem seguidos para denunciar os maus-tratos a animais conforme sugestão publicada no site da PEA (Projeto Esperança Animal):

1– Certifique-se de que a denúncia é verdadeira. Falsa denúncia é crime conforme artigo 340 do Código Penal Brasileiro.
2– Tendo certeza de que a denúncia procede, tente enquadrar o “crime” em uma das leis de crimes ambientais.
3– Então, você pode elaborar uma carta explicando a infração ao próprio infrator e dando um prazo para que a situação seja regularizada. Se for situação flagrante ou emergência chame o 190.

O que deve conter a carta:

– Data e local do fato
– Relato do que você presenciou
– O nº da lei e o inciso que descreva a infração
– Prazo para que seja providenciada a mudança no tratamento do animal, sob pena de você ir à delegacia para denunciar a pessoa responsável
Clique aqui e veja um modelo da carta

Se for o caso de ligar para o 190 diga exatamente: - Meu nome é “XXXXX” e eu preciso de uma viatura no endereço “XXXXX” porque está ocorrendo um crime neste exato momento.

Provavelmente você será questionado sobre detalhes do crime, diga: - Trata-se de um crime ambiental, pois “um(a) senhor(a)” está infringindo a lei “XXXXX” e é necessária a presença de uma viatura com urgência.

4– Sua próxima preocupação é com a preservação das provas e envolvidos. Se possível, não seja notado até a chegada da polícia, pois um flagrante tem muito mais validade nos processos judiciais.

5– Quando chegar a viatura, apresente-se com calma e muita educação. O policial está acostumado a lidar com crimes muito graves e não deve estar familiarizado sobre as leis ambientais e de crimes contra animais.

6– Neste momento, você deverá esclarecer ao policial como ficou sabendo dos fatos (denúncia anônima ou não), citar qual lei o agressor está infringindo e entregar uma cópia da lei ao policial.

7– Após isso, seu papel é atuar junto com o policial e conduzir todos à delegacia mais próxima para a elaboração do TC (Termo Circunstanciado).

8– Ao chegar à delegacia, apresente-se ao delegado. Conte detalhadamente tudo o que aconteceu, como ficou sabendo, o que você averiguou pessoalmente, a chegada da viatura e o desenrolar dos fatos até aquele momento. Cite as leis que foram infringidas e entregue uma cópia ao delegado (Isso é muito importante).

9– No caso de animais mortos ou provas materiais é necessário encaminhar para algum Hospital Veterinário ou Instituto Responsável e solicitar laudo técnico sobre a causa da morte, por exemplo. Peça isso ao delegado durante a elaboração do TC. É preciso paciência, pois todo esse procedimento pode levar horas na delegacia, mas é o primeiro passo para a aplicação das leis e depende exclusivamente da sociedade.

10– Nuca esqueça de andar com cópias das leis (imprima várias cópias). Aqui você pode acessar as leis.

14– Siga exatamente esse roteiro ao chamar uma viatura e tenha certeza que o assunto será devidamente encaminhado. Se a polícia não atender ao chamado, ligue para a Corregedoria da Polícia Civil e informe o que os policiais disseram quando se negaram a atender. Mencione a Lei 9605/98.

Os casos de maus-tratos a animais podem ser coibidos sem que para isso seja preciso transgredir a lei e, principalmente, correr o risco de que uma tragédia ainda maior aconteça devido ao compartilhamento irresponsável. Se o objetivo é ajudar, procure as autoridades, mas jamais compartilhe informações pessoais de terceiros.

Fonte: G1

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Saiba sobre férias remuneradas no Japão



Um direito obrigatório ao trabalhador no Japão, as férias remuneradas (nenji yuukyuu kyuuka, 年次有給休暇) possuem regras muito claras que valem para todas as empresas no país e para todos os tipos de empregados, sejam japoneses ou estrangeiros.
A falta de conhecimento sobre as normas e a incapacidade de cobrar o direito na empresa faz com que muitos funcionários acabem descansando bem menos do que o que é garantido pela lei.
Primeiramente, o trabalhador no Japão tem direito a uma folga por semana, que não necessariamente é concedida aos fins de semana. Quando essa folga não ocorre, a empresa precisa garantir ao menos 4 dias de descanso ao mês para se manter dentro do que é determinado pela lei.
Já as férias remuneradas são um direito concedido a partir de seis meses de trabalho e todos os empregados com mais 80% de frequência possuem direito ao descanso de 10 dias.
O período de férias pode acumular por dois anos, porém, ao fim do prazo, o trabalhador perde o direito ao descanso de um ano se não usufruir do benefício. Todas as informações referentes as leis trabalhistas são divulgadas pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem Estar Social.

Remuneração

No período de férias, o trabalhador deve receber o salário normalmente, sem inclusão de horas extras. O pagamento segue de acordo com o contrato da empresa, independente do funcionário trabalhar todos os dias da semana ou com uma frequência menor.
Qualquer desconto salarial durante este período está em desacordo com a legislação e o trabalhador deverá cobrar os direitos.
Já o período de férias não ocorre em uma época específica do ano, o que significa que o trabalhador precisa entrar em acordo com a empresa. Ao solicitar o período de descanso, é preciso ver com a companhia se é possível descansar nas datas desejadas. Em caso de picos ou de outros funcionários tirarem férias ao mesmo tempo, é preciso entrar em acordo para que as férias não prejudiquem a produção.

Férias por tempo de trabalho

No primeiro ano de trabalho, o funcionário poderá tirar 10 dias, sendo que o direito é concedido a partir de seis meses. Nos três primeiros anos, o funcionário ganha um dia de folga a mais por ano. Depois de três anos e seis meses na empresa, o ganho de folga anual passa para dois dias até completar 20 dias de férias com seis anos e meio de trabalho.

Regras para jornadas menores

Para quem possui jornadas menores de trabalho por semana e tenha um período semanal inferior a 30 horas, a regra é um pouco diferente e o tempo de férias também é mais curto. Neste caso, o máximo de tempo de férias remuneradas obtido após 6 anos e meio de trabalho é de 15 dias (para quem trabalha quatro dias na semana).
Com jornada de quatro dias semanais pode-se tirar sete dias no primeiro ano e ganha um dia de folga a mais por ano até completar 3,6 anos de trabalho. Após esse período, o trabalhador ganha dois dias de folga por ano até completar 15 dias de férias com 6 anos e meio de trabalho.
Para quem trabalha três dias semanais, o direito a férias no primeiro ano é de cinco dias, o aumento anual é o mesmo e, ao completar 6 anos e meio de trabalho, o funcionário passa a folgar 11 dias por ano.
Com dois dias de trabalho na semana a folga no primeiro ano é de três dias e o máximo de férias a receber é de sete dias após 6 anos e meio. Já para os trabalhadores com apenas um dia na semana a folga no primeiro ano é de um dia e o máximo de férias concedido é de três dias a partir de 4 anos e meio de trabalho.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Mc Donald’s Japão: baratas, dentes e outros objetos encontrados nos lanches



Este outro caso de dente encontrado dentro do lanche, ocorreu em setembro de 2014 na cidade de Kushiro (Hokkaido). A cliente disse que estava comendo o hambúrguer quando de repente sentiu que havia mordido algo duro, ao verificar, encontrou 3 pedaços de algo branco, que através de análises foram comprovados que eram pedaços de dente.
resultado da analise-up

Esta cliente percebendo que esses pedaços de dente não eram seus, logo ligou para a loja onde havia comprado o lanche, em seguida o gerente foi até sua casa e constatou o ocorrido, confirmando que o que foi encontrado era sem dúvida pedaços de dente.

Ela se propôs a ir ao dentista para trazer um atestado médico provando que esses pedaços de dente não eram dela.

A rede de lanches Mc Donald’s confirmou o fato ocorrido e que também informou o resultado das análises do material para esta cliente, mas não soube provar como esses pedaços de dente foram parar dentro de um dos hambúrgueres.

Em entrevista à rede Asahi, a empresa afirma que cerca de 12 casos de objetos estranhos foram encontrados pelo país.



Fonte: Porta Mie

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Eu vou ser bem sincero, conheço várias pessoas que já trabalharam e/ou trabalham no ramo de alimentação e ouvi casos bizarros...
Infelizmente acontece mesmo...


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Agência Meteorológica alerta para forte tempestade de neve e vento em todo o Japão


A Agência Meteorológica do Japão divulgou a previsão de ventos fortes e tempestade de neve em todo os país até quinta-feira (18). O mau tempo dos próximos dias poderá causar avalanches em regiões montanhosas, devido ao acúmulo de neve dos dias anteriores, e transtornos no transporte público.

Segundo a agência, duas massas de baixa pressão irão convergir nesta quarta-feira, causando fortes ventos e queda na temperatura em todo o Japão. Para esta quarta-feira, a previsão é de neve para todo o país.

Confira a previsão de neve para esta quarta-feira:

Hokuriku: 100 cm
Hokkaido: 80 cm
Kanto Koshin: 70 cm
Tokai, Tohoku, Chugoku: 60 cm
Kinki (norte): 50 cm
Toda a região Oeste: 10 ~ 30cm



segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Especialistas em vulcões preveem grande erupção no Japão

Um novo estudo realizado por vulcanólogos no Japão prevê que uma massiva erupção vulcânica poderá acontecer sem aviso prévio.

O icônico Monte Fuji

Há aproximadamente 3 meses, o Monte Ontake, localizado entre Gifu e Nagano, levou a vida de 57 pessoas após uma erupção.

Agora, os especialistas estão atentos e preocupados com a ocorrência de mais erupções vulcânicas, e que podem ser ainda mais fatais.

De acordo com Yoshiyuki Tatsumi, vulcanólogo da Universidade de Kobe e que analisou dados históricos sobre atividades vulcânicas, a prevista erupção poderá deixar 95 por cento do arquipélago japonês inabitável.

Estatísticas mostram que o Japão tem 1 por cento de probabilidade de sofrer uma grande erupção vulcânica nos próximos 100 anos.

“Uma massiva erupção pode ocorrer em qualquer dia, ou mesmo amanhã”, disse Tatsumi.
Especialistas em vulcões preveem grande erupção no Japão

Caso ocorrer uma massiva erupção vulcânica, 95% do arquipélago poderá ficar inabitável

A última vez que o Japão estava sob uma situação similar foi em 1995, quando tinha 1 por cento de probabilidade de ser atingido por um terremoto. Foi então que um tremor de 7.2 graus destruiu metade da cidade de Kobe, deixando mais de 6 mil mortos.

Com 100 vulcões ativos, o Japão é densamente povoado e está localizado no Círculo de Fogo do Pacífico, uma área onde há um grande número de terremotos e forte atividade vulcânica.

“Estamos sempre nos preparando para possíveis erupções”, disse Hana Kazuya, que faz parte de uma força-tarefa no Monte Fuji.

“Caso o Monte Fuji entrar em erupção, alto-falantes irão emitir ordens de evacuação para mais de 1 milhão de pessoas”, disse Kazuya.

Fonte: The Weather Network e Portal Mie
Imagem: Bank Image


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Japão promove “trabalho escravo” em massa com programas de treinamento para estrangeiros


Uma matéria publicada pela agência de notícias AFP revela o lado obscuro da fome do Japão por mão-de-obra barata. Os programas de “treinamento” oferecidos pelo governo japonês à estrangeiros, principalmente asiáticos, está sendo fortemente criticado por especialistas por promover o chamado “trabalho escravo moderno”.

A matéria relata a dura vida de um agricultor chinês que veio ao Japão para trabalhar como “aprendiz” em demolições. “A primeira palavra que ouvi de meus colegas japoneses foi baka.” disse o agricultor chinês em entrevista à AFP.

“A primeira palavra que ouvi de meus colegas japoneses foi baka. Estou exausto fisicamente e mentalmente.”

Assim como os outros 50 mil chineses que se inscreveram no programa de treinamento gerido pelo governo japonês, ele esperava voltar ao seu país com dinheiro no bolso e uma formação profissional que lhe permitiria melhorar de vida, mas a realidade é bem diferente do planejado. “Estou exausto fisicamente e mentalmente.” desabafou ele ao repórter.

O maior problema do agricultor chinês não é a intimidação por parte de seus colegas japoneses, nem o trajeto de duas horas entre seu alojamento e local de trabalho, que consiste basicamente em demolir prédios antigos. O seu maior desafio é pagar a dívida de mais de ¥1 milhão, valor oferecido como adiantamento para o pagamento de despesas de viagem e outras “taxas” cobradas pelos intermediários. O empréstimo transformou-lhe em um “escravo” virtual para a industria da construção civil do Japão. “Não posso simplesmente largar tudo aqui e voltar para a China antes de pagar minha dúvida.” disse ele.

O Japão está desesperadamente a procura por trabalhadores pagantes de impostos para financiar as pensões e os cuidados de saúde para a sua crescente população idosa, mas a sua constituição é “alérgica” à imigração. As barreiras imigratórias impostas por políticos conservadores e pela sociedade fechada, dá liberdade para que programas apelativos de recrutamento de estrangeiros, como os oferecidos atualmente para país asiáticos, sejam a solução mais confortável do governo para suprir a demanda de trabalhadores e contribuintes.

“A questão não é se iremos aceitar imigrantes ou não. Eles já estão aqui, desempenhando um papel vital em nossa sociedade.”

“Esse programa de treinamento é um sistema de trabalho escravo. Você não pode simplesmente sair e ir embora. É um sistema de tráfico de seres humanos, de trabalho forçado.” disse Ippei Torii, diretor da Rede de Solidariedade com os imigrantes do Japão, um grupo não-governamental que apoia os trabalhadores estrangeiros. “A questão não é se vamos aceitar imigrantes ou não. Eles já estão aqui, desempenhando um papel vital em nossa sociedade.” completou ele.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

JAPÃO: MULHER PULA EM TRILHOS DE TREM EM OSAKA E DESAPARECE


Um evento estranho e misterioso ocorreu 16 de novembro de 2014 em uma estação de trem em Osaka. O condutor de um trem e várias pessoas esperando na plataforma, viram algo inacreditável e inexplicável. Uma mulher tentou cometer suicídio pulando de repente entre os trilhos do trem, mas para surpresa de todos, o corpo não foi encontrado. O que aconteceu? Como explicar tal evento?

O condutor do trem disse ter parado o mais rápido possível, mas não foi capaz de evitar uma colisão com a mulher que acabou sob o trem entre os gritos de terror. O homem diz com a absoluta certeza que viu a mulher desaparecer diante de seus olhos e ainda incrédula, caiu para tentar encontrar o corpo. Várias pessoas que estavam no local confirmaram à polícia que viu a mulher atirar-se entre as faixas, vendo de repente ela desaparecer.

Todos na estação agiram imediatamente para tentar salvar a mulher, mas a confusão e medo aumentaram, quando encontraram nenhum vestígio, nem mesmo uma gota de sangue. O que aconteceu com o corpo?

O Corpo de Bombeiros de Osaka sequer levantou o trem com um guindaste só para ver se havia traços da mulher, mas ninguém jamais encontrou nada, nem mesmo um fragmento do vestido.

Um membro do pessoal da estação confirmou que havia testemunhado a cena e viu a mulher cometendo suicídio. O motorista ainda está abalada com o que aconteceu e não pode dar uma explicação racional. A notícia fez as rondas no Japão e suposições mesmo o mais ficção científica tomaram conta: Onde está a mulher? Foi para outra dimensão?

Pessoas, falam de incidentes misteriosos que ocorreram dentro da estação,em 15 de novembro no período da manhã (um dia antes do acidente), algumas testemunhas afirmaram ter visto uma mulher salto sobre a pista e, em seguida, desaparecer no ar e tudo isso diante de seus olhos. A polícia não quis admitir essa história, de modo a não causar pânico entre a população, mas as testemunhas são diferentes e a história é perturbadora.

O que aconteceu com o corpo? Quem era realmente ela? Testemunhas já se depararam com o espírito de uma garota morta em tais circunstâncias? A viagem no tempo? A explicação racional para o momento não existe.

PHOENIX LENDAS & MISTÉRIOS


sábado, 22 de novembro de 2014

Ex-funcionário de pet shop é preso por jogar mais de 70 corpos de cães mortos em Tochigi



A polícia da cidade de Nasushiobara prendeu um ex-funcionário de um pet shop por jogar mais de 70 corpos de cachorros mortos em rios e montanhas da região.

O suspeito, identificado como Masaki Kimura, 39, foi preso acusado de violar os direitos dos animais e leis ambientais. O curioso, é que o próprio autor dos crimes se apresentou voluntariamente ao posto policial em Utsunomiya no dia 11 de novembro.

O caso veio à tona no dia 31 de outubro quando 45 corpos de pequenos cachorros foram achados no rio Kinu em Utsunomiya. Alguns dias depois, no dia 5 de novembro, oito cachorros ainda com vida e 19 mortos foram achados nas montanhas perto de Nakagawa.

Após sua prisão, Kimura disse às autoridades que pagou um milhão de ienes para um criador de cães em Aichi pelos animais, todos de pequeno porte, e sua intenção era de revender os cachorros.

Contudo, quando Kimura transportava os animais em jaulas de madeira, muitos deles morreram. “Eu não sabia o que fazer, então joguei os corpos” disse ao ser interrogado pela polícia.

Fonte: IPC Digital

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Prejudicados por novas leis, criadores podem ter abandonado cães


Criadores com problemas financeiros são suspeitos de abandonarem um grande número de cães em vários lugares do Japão.

Mais de 40 cães de raças pequenas foram encontrados mortos em 31 de outubro no rio Kinugawa, na cidade de Sakura, em Tochigi. Uma semana depois, 27 cães foram encontrados mortos em um penhasco em Nakagawa, também em Tochigi. Casos semelhantes foram reportados em Yamanashi, Saitama, Gunma e Saga. Até agora, já foram encontrados 218 cães mortos ou doentes por todo o país.

De acordo uma nova lei sobre o bem-estar dos animais, as prefeituras locais estão autorizadas a recusar novos pedidos de registro de animais. Essa alteração busca evitar que as pessoas comprem animais por impulso e os criem de forma irresponsável, o que também tem sido um duro golpe para muitos criadores.

Outra lei que foi revisada recentemente estipula que os animais devem ser comercializados cara a cara, numa tentativa de impedir vendas feitas pela internet.

Essas medidas podem ter levado criadores e vendedores a abandonarem e matarem os animais.

Fonte: IPC Digital

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

27 cães de raça são encontrados mortos em Tochigi


Vinte e sete cães foram encontrados mortos em um penhasco na cidade de Nakagawa, em Tochigi, por volta das 10h30 da manhã de quarta-feira. A descoberta foi feita uma semana após 42 cadáveres de cães de pequeno porte terem sido encontrados em um rio na cidade de Sakura, a 20 quilômetros de Nakagawa.

De acordo com a polícia, os 27 cães eram das raças chihuahua, dachshund e poodle toy. Assim como no caso da semana passada, nenhuma das carcaças mostravam sinais de violência. Um dos animais vestia uma roupa vermelha e nenhum deles estava com coleira.

Fonte: Yomiuri Online e IPC Digital

terça-feira, 30 de setembro de 2014

31 mortos encontrados em monte Ontake


Enquanto o vulcão do monte Ontake continua expelindo muita fumaça e cinzas, as equipes de socorro das Forças de Autodefesa e da polícia continuam suas buscas por montanhistas.
Hoje foram encontradas 31 pessoas mortas próximas ao cume do monte, e várias delas estavam quase enterradas pelas cinzas. Ainda não se sabe o sexo e idade das vítimas.
A mídia japonesa divulgou que os montanhistas foram encontrados em estado de "parada cardíaca" (shimpaiteishi - 心肺停止) , usando um termo normalmente usado antes de os médicos atestarem oficialmente a morte.


"Confirmamos que 31 pessoas em parada cardíaca foram encontradas perto do cume", disse um porta-voz da polícia da província de Nagano à agência de notícias AFP, sem dar mais detalhes.
As equipes de resgate estavam conseguiram retirar quatro deles em helicóptero, mas o resto ainda não pode ser retirado do local.
Cerca de 550 soldados das forças de autodefesa, policiais e bombeiros participam desta grande operação para tentar salvar as dezenas de montanhistas que ainda não conseguiam descer.
As cinzas formaram uma camada de até 20 centímetros de profundidade, cobrindo uma grande área do vulcão, e forçando cerca de 150 pessoas a buscar refúgio em abrigos espalhados pelo no monte.
O monte Ontake é muito popular entre os montanhistas, principalmente no final de setembro, quando a mudança das folhas de outono transformam a paisagem em um cenário espetacular.
Colunas de fumaça branca espessa ainda estão sendo expelidas pelo vulcão, e acredita-se que um total de mais de 42 pessoas estejam feridas.


As pessoas que desceram do vulcão relatam cenas de horror, com chuvas de pedras e cinzas deixando o ar quase impossível de se respirar.
Um vídeo feito por um montanhista dentro de uma cabine logo após a erupção e mostrado na NHK, revelou os gritos de montanhistas aterrorizados com as pedras caindo e batendo nos telhados e paredes.
A Agência Meteorológica prevê novas erupções e adverte que detritos vulcânicos pode cair em um raio de quatro quilômetros do centro do monte, e alerta que uma nova erupção pode quebrar janelas a quilômetros de distância.
A última erupção significativa do Monte Ontake foi em 1979, quando expulsou mais de 200.000 toneladas de cinzas, segundo a imprensa local. Houve uma erupção mais moderada em março de 2007.



Fonte: Alternativa Online

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Cobra píton de 2 metros é jogada viva


Uma cobra píton de 2 metros foi encontrada viva dentro de um saco para lixo queimável em Yamaguchi (capital da província de mesmo nome), informou o jornal Asahi neste sábado.

Um coletor achou a cobra ao recolher sacos de lixo que estavam em um depósito apropriado usado pelos moradoras das proximidades, na tarde de sexta-feira. Ele avisou o Departamento de Limpeza Pública da cidade, que por sua vez acionou a polícia.

A cobra píton, de 10 quilos, foi transportada para o zoológico Tokuyama, em Shunan (Yamaguchi). Essa espécie não é venenosa e pode ser adquirida em lojas especializadas que vendem bichos exóticos sob licença.

A polícia iniciou uma investigação para tentar descobrir quem jogou a cobra viva como se fosse lixo. O responsável poderá ser processado com base em uma lei que garante proteção a certos tipos de animais.

Foto: Polícia de Yamaguchi
A cobra píton de 2 metros jogada viva agora está em um zoológico de Yamaguchi

Fonte: Alternativa Online

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Olha, sinceramente, espero que a polícia descubra e puna esta pessoa que fez isso, porque é um absurdo...

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Depoimento de um Homem que Sacrifica Animais em São Paulo


Hoje, navegando pelo Facebook, li num perfil o texto que a seguir.
Eu realmente não sei se é um depoimento verdadeiro, um texto fictício...
O que sei é que infelizmente é realidade o fato de tantos animais serem sacrificados devido ao desleixo e irresponsabilidade da sociedade.
Eu fico perplexo muitas vezes com algumas pessoas, porque no Brasil a castração muitas vezes é gratuita, totalmente diferente de 90% dos países à fora...
Eu fico impressionado como o povo brasileiro muitas vezes reclama de tudo, sendo que tem de forma gratuita até a vacina anti-rábica...
Podemos evitar que animais sejam sacrificados desde que tenhamos o mínimo de responsabilidade a amor ao próximo!!!
Sim!!! Ao próximo ser vivo!!!
Mas, às vezes fico pensando como esperar algo bom de pessoas que matam seus semelhantes, espancam, abortam...
Enfim, às vezes desanima, mas sei, tenho Fé em Deus e na humanidade, que um dia, a Terra será um lugar diferente...
Leiam o texto:


Sei que vocês odeiam textos grandes, mas ler ou não vai da vontade de cada um. Este é um depoimento de um homem que sacrifica animais para o centro de controle de zoonoses de SP. Não tem como não ficar chocado.

"Sim, eu mato cachorros e gatos pra ganhar dinheiro. Eu trabalho no centro de controle de zoonoses em São Paulo. Eu, com 32 anos, trabalhando há 6 anos assim. Não há muito trabalho aqui, e trabalhando como funcionário público, ganho benefícios e garantias que pessoas igual a mim, apenas com o ensino médio concluído, precisam. Eu sou a pessoa que vocês falam que é horrível.

Eu sou aquele que coloca cachorros e gatos em câmaras de gás e faz eles sofrerem. Eu sou aquele que coloca os cadáveres deles em sacolas plásticas, cheirando a monóxido de carbono. Mas eu também sou aquele que odeia o meu trabalho, e odeia o que eu tenho que fazer.

Primeiro de tudo, pra todas essas pessoas que estão me julgando por aí: Por favor, não. Deus está me julgando, e eu sei que vou pro inferno. Sim, eu vou pro inferno. Não vou mentir, é ruim, frio e doentio o que eu faço. Me sinto como um Serial Killer. Se a lei obrigasse aos donos a castração e vacinação dos cachorros, a maioria desses cães e gatos não estariam aqui pra morrer. Eu sou o diabo, eu sei, mas quero que essas pessoas que me julgam, saibam que existe um outro lado de mim, fora o cara que mata cachorros com monóxido de carbono.

Geralmente, as câmaras funcionam às sextas-feiras.

Sexta é o dia que as pessoas mais gostam, geralmente. Eu odeio esse dia, e sempre desejo que o tempo pare em alguma quinta à noite. Vou contar o que eu faço um dia antes da sexta-feira.
Quinta de noite, quando mais ninguém está nas ruas, eu e um amigo vamos em algum fast food 24 horas e compramos 50 reais do hambúrguer mais barato. Eu não sou autorizado à alimentar os cachorros quinta-feira, pois além de fazer sujeira, é um desperdício, já que eles vão morrer no dia seguinte.

Então, quinta de noite, eu entro no centro de controle de zoonoses, e vou para onde os cachorros estão presos. Abro as celas/gaiolas, e deixo todos saírem.

Eu nunca fui mordido, em todos esses anos fazendo isso, e os cachorros nunca pularam em cima da comida, ou morderam uns aos outros. Meu amigo e eu abrimos cada hambúrguer, e deixamos os cachorros magros (todos eles) comerem.

Eles engolem a comida tão rápido, que é difícil acreditar que eles conseguiram sentir o gosto. Os rabos balançam rápidos e fortes. Alguns dos cachorros nem querem saber da comida; apenas viram a barriga pra cima e ficam esperando por carinho. Eles começam então a correr, pular e lamber eu e o meu amigo, então voltam pra comida, e depois voltam pra mim e meu amigo. Dá pra perceber nos olhos deles, que estão cheios de confiança e esperança em nós (presos há tanto tempo, acham que vão sair agora). Quando acaba a comida, é hora de brincar um pouco com eles. Eu e o meu amigo sentamos no chão sujo, cheio de urina, restos de comida e poeira; e deixamos os cachorros pularem na gente. Eles lambem a gente, brincam uns com os outros, e latem. Mas é aquele latido de felicidade sabe?

Eu olho nos olhos de cada cachorro, e dou um nome pra cada um. Eles não vão morrer sem um nome. Dou pra cada cachorro 5 minutos de atenção individual. Eu falo com eles, e peço desculpas pelo o que vou fazer no próximo dia. Isso deve confundir a cabeça deles. “Desculpa, eu vou te matar”. Sim, eles entendem.

Falo pra eles que logo, eles estarão em um lugar melhor, e imploro para que não me odeiem.
Falo que sei que vou pro inferno, mas que eles estarão brincando em algum lugar melhor.
Depois de uns 30 minutos, após falar com cada cachorro individualmente, coloco-os nas suas jaulas de concreto, faço um último carinho em cada um, e alguns me dão a pata. Nesse momento eu quero morrer. Eu apenas quero morrer. Fecho a porta da jaula de cada um, e peço pra eles me desculparem. Quando eu e meu amigo estamos saindo, vemos que os cachorros estão olhando pra gente, estáticos, esboçando um sorriso, creio eu. Eles vão dormir felizes, e com uma falsa sensação de segurança.

Quando saímos da sala dos cachorros, nós vamos pra sala dos gatos.

Pegamos uma caixa, e colocamos filhotes de gato, e gatas grávidas nela. Me sinto brincando de Deus, escolhendo qual vai sobreviver. Não posso tirar todos os gatos de lá, ou o meu chefe iria perceber, óbvio. Colocamos os gatos no meu carro, no banco de trás mesmo, e vamos pra uma cidade vizinha, onde os animais são mortos por injeção letal. Escolho algum bairro nobre, e deixo um ou dois gatos por vez, na esperança que alguém encontre esses gatos, e adote-os.
Quando deixo eles no chão, eles não saem correndo, como os gatos sempre fazem. Eles ficam parados, esperando que eu os coloque de volta no carro, e isso me deixa triste, já que tenho que espantar eles.
Se ninguém adotá-los, eles serão mortos por injeção letal, que não é dolorosa.

Quando termino de fazer isso, geralmente é 5 da manhã, faltando duas horas pro meu trabalho começar. Vou pra casa, tomo um banho e 4 comprimidos de Rivotril (remédio pra ansiedade). Eu não como nada, não consigo comer. É hora de colocar esses animais (e meus amigos) na câmara de gás. Coloco os meus protetores de ouvido, e quando vou pegar os cachorros, eles estão muito felizes por me ver. Meu Deus, como eu me odeio. Eles estão pensando que vamos brincar. Coloco eles em uma corrente coletiva e levo-os para a câmera de gás.

Eles sabem. Agora eles sabem. Eles conseguem sentir o cheiro do medo, eles podem sentir o cheiro da morte também. Eles começam a chorar, na mesma hora em que entram na câmara. Meu chefe fala pra colocar o máximo de animais que eu conseguir na câmara, pra economizar gás. Ele assiste. Ele sabe que eu odeio o que eu faço, e ele sabe que eu odeio ele. Eu faço o que ele manda. Ele assiste enquanto todos os cães e gatos (eles são colocados juntos) estão chorando, e depois gritando, enquanto alguns vomitam, até vir o silêncio. Esse silêncio é horrível.

Enquanto o processo acontece, eu vou pro banheiro, o mais rápido que eu posso, e fico me olhando no espelho. Tenho nojo de mim mesmo.

Eu rezo pra que nenhum tenha sobrevivido, pois ele vai ter que passar por isso de novo, caso aconteça. Coloco as luvas, abro a câmara, e sinto aquele cheiro horrível de monóxido de carbono. Pior ainda é o cheiro dos vômitos e do sangue. Coloco todos em sacolas plásticas.

“Eles estão no céu agora”, digo pra mim mesmo. Começo a limpar a sujeira, que VOCÊS fizeram. Sim, vocês. Vocês abandonaram seus cães e gatos, vocês não vacinaram eles e quando eles ficaram doentes, soltaram eles nas ruas. Vocês não castraram elas, e quando ficaram grávidas, soltaram elas nas ruas.
Vocês que pagam os impostos que mantém esse lugar. Peçam pra isso parar.

Então, não me chame de monstro. Olhe no espelho um pouco, e saiba que você também faz parte disso. Você não faz nada pra isso mudar.

Como sempre, vou tomar comprimidos pra conseguir dormir, e apagar os gritos e choros que eu sempre ouvia dos meus amigos, os cães e gatos, antes de descobrir os protetores de ouvido.
Essa é a minha vida. Não me julgue, por favor, eu faço isso o tempo inteiro."

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Japão recebe críticas da ONU após onda de xenofobia nas ruas

"Estrangeiros só poderão entrar se estiverem acompanhados de um japonês", diz a placa

Uma recente onda de casos de xenofobia tem causado grande preocupação no Japão e levou a ONU a pedir que o governo do primeiro-ministro Shinzo Abe tomasse medidas concretas para lidar com o problema.

As principais vítimas nesse incidentes têm sido comunidades estrangeiras como a de coreanos e chineses, além de outras minorias chamadas de "inimigas do Japão".

Um exemplo dos abusos é um vídeo que se tornou viral e circula pelas redes sociais. Mostra um grupo de homens da extrema-direita com megafones em frente a uma escola sul-coreana em Osaka.

Eles insultam os alunos e professores com palavrões, fazem piadas com a cultura do país vizinho e ameaçam de morte os que se atreverem a sair do prédio.

Um relatório do Comitê de Direitos Humanos da ONU encaminhado ao governo japonês, destaca a reação passiva dos policiais em manifestações deste tipo.

As autoridades têm sido criticadas por apenas observarem, sem tomarem nenhuma atitude efetiva para conter os abusos.

No final de agosto, o Comitê das Nações Unidas para a Eliminação da Discriminação Racial solicitou que o país "abordasse com firmeza as manifestações de ódio e racismo, bem como a incitação à violência racial e ódio durante manifestações públicas".

Desde 2013, o Japão registrou mais de 360 casos de manifestações e discursos racistas.

A questão ganhou os holofotes da mídia e está sendo amplamente debatida pelo partido governista, o Liberal Democrático.

Um caso que está sendo visto como teste para a Justiça japonesa nesta área é a ação movida, no mês passado, por uma jornalista sul-coreana, Lee Sinhae, contra Makoto Sakurai, presidente do grupo de extrema-direita Zaitokukai, por danos morais.


Ela quer uma indenização depois de ser "humilhada" por textos discriminatórios na internet.

"O que me preocupa é que muitos destes discursos estão deixando o anonimato da internet e já chegaram às ruas", disse Lee em uma coletiva de imprensa.

A jornalista alertou que várias crianças estão tendo contato com este tipo de pensamento e replicam no ambiente escolar, gerando casos de bullying.

Lei

No Japão, não há uma lei que proíba discursos difamatórios ou ofensivos. Para os opositores, banir os discursos de ódio pode acabar interferindo no direito das pessoas à liberdade de expressão.

Mas o país é signatário da Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, que entrou em vigor em 1969, e que reconhece expressões discriminatórias como crime.

Pela Convenção, os países seriam obrigados a rejeitar todas as formas de propaganda destinadas a justificar ou promover o ódio racial e a discriminação e tomar ações legais contra eles.

Segundo as Nações Unidas, o governo japonês ainda tem muito para fazer nesta área. O comitê da ONU insistiu para que o Japão implemente urgentemente "medidas adequadas para rever a sua legislação", em particular o seu código penal, para regular o discurso de ódio.

Exclusão dos estrangeiros

Para o escritor, ativista e pesquisador norte-americano naturalizado japonês Arudou Debito, "(essas atitudes discriminatórias) têm se tornado cada vez mais evidentes, organizadas e consideradas 'normais'".

Debito coleciona, desde 1999, fotos de placas de lojas, bares, restaurantes, karaokês, muitas delas enviadas por leitores de todo o Japão, com frases em inglês - e até em português - proibindo a entrada de estrangeiros.

A coletânea virou livro, intitulado Somente japoneses: o caso das termas de Otaru e discriminação racial no Japão.

Debito se diz ainda preocupado que, com a divulgação cada vez maior dos pensamentos da extrema-direita, a causa ganhe cada vez mais "fãs".

"No Japão ainda há a crença de que é pouco provável haver o extremismo em uma 'sociedade tão pacífica'", explicou.

"Eu não acredito que seja tão simples assim. Ignorar os problemas de ódio, intolerância e exclusivismo para com as minorias esperando que eles simplesmente desapareçam é um pensamento positivo demais e historicamente perigoso."
Placa: "Somente japoneses" / Crédito: Arquivo Pessoal

Aviso em um hotel de águas termais alerta que estrangeiros não podem entrar

Brasileiros

A comunidade brasileira no Japão também é alvo constante de atitudes discriminatórias. Quarto maior grupo entre os estrangeiros que vivem no país, os brasileiros estão constantemente reclamando de abusos gerados por discriminação racial e o tema é sempre levantado em discussões com autoridades locais.

O brasileiro Ricardo Yasunori Miyata, 37, é um dos que foi à Justiça depois que o irmão foi confundido com um ladrão em um supermercado de uma grande rede, na cidade de Hamamatsu, província de Shizuoka.

"O problema foi a abordagem. O segurança chegou gritando, como se ele fosse bandido e, mesmo depois de provado que tudo não passou de um engano, ele (o segurança) justificou que faz parte da índole do brasileiro roubar e que não poderíamos reclamar pois deveríamos estar acostumado com este tipo de coisa", contou o rapaz, ainda indignado.

O caso aconteceu há quatro anos, mas até hoje Ricardo divulga a história para que outros não passem pelo mesmo constrangimento pelo qual ele e a família passaram.

"Acionamos a polícia, fizemos a reclamação na matriz da rede, procuramos um advogado e, por semanas, os gerentes do supermercado tentaram nos convencer a não entrar com processo", lembra.

Depois de três meses, foi feito um acordo. "A rede trocou a empresa que faz a segurança local, pagou todas as despesas com advogados e exigimos ainda que os gerentes pedissem desculpas em público", contou Ricardo.

Há 20 anos morando no Japão, o brasileiro lembra que antigamente a situação era bem pior. "Quando entrava brasileiro em supermercados, por exemplo, geralmente tocavam uma música brasileira. Era um sinal para avisar os funcionários de que havia estrangeiro na loja", contou.

Ricardo já foi barrado em bares e também sofreu todo tipo agressão verbal. "Esse tipo de discriminação existe, é visível e constante. Enquanto as autoridades e a própria mídia não tomarem uma posição, esses abusos vão continuar acontecendo", destacou.

Fonte: BBC

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Japão alerta sobre golpe de DVD pornô - Golpe no Japão


O Centro de Proteção ao Consumidor do Japão (Kokumin Seikatsu Center) fez um alerta sobre um golpe que tem ocorrido com certa frequência desde maio, informou a emissora NHK nesta terça-feira.

Segundo o órgão, os golpistas enviam DVDs de filmes pornográficos para um determinado endereço, sem que o morador tenha feito o pedido, e depois mandam uma fatura de até ¥600 mil. Mais de 20 denúncias foram registradas em dois meses.

Em alguns casos, os golpistas chegam a ligar na casa da vítima para exigir o pagamento, fazendo ameaças. O Centro de Proteção ao Consumidor foi consultado por homens com idades entre 30 e 60 anos que receberam os DVDs em casa.

O órgão disse que ninguém é obrigado a pagar por um produto que não pediu e aconselhou as pessoas a não entrarem em contato com os golpistas que enviaram os DVDs, mesmo que a fatura venha com um bilhete pedindo para fazer isso.

O Centro de Proteção ao Consumidor tem escritórios em todas as províncias do Japão. Os locais podem ser conferidos no endereço http://www.kokusen.go.jp/map/index.html.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Pesquisa indica que ouvir Katy Perry pode trazer felicidade


Pesquisa realizada em uma parceria do serviço de música digital via streaming Spotify e o professor de psicologia cognitiva e neurociência Jacob Jolij descobriu que ouvir Katy Perry, Coldplay e Avicii pode trazer a sensação de felicidade. Será?

O estudo as emoções sentidas entre as músicas das paradas de sucesso dos últimos 18 meses, levando em conta elementos como letra, escalas musicais e ritmo.

O ritmo da canção Birthday, de Katy Perry, encoraja o movimento, provocando sensação de felicidade. Já os acordes de Magic, do Coldplay, trazem sentimentos positivos, usados para superar o medo.

De acordo com o professor Jolij, a música pode liberar hormônios que mexem com o humor. Além de Katy Perry e Coldplay, a pesquisa contou com canções de Avicii, OneRepublic, John Legend, David Guetta e American Authors, analisando emoções felizes e as que provocam raiva e tristeza.

Veja a relação de músicas analisadas e a reação que cada um provoca:


Felicidade: Katy Perry – Birthday


Tristeza: OneRepublic – Something I Need

Otimismo: American Authors - Best Day of My Life 

Raiva: David Guetta – Bad 


Superação do medo: Coldplay – Magic 

Excitação: Avicii – Wake Me Up


Nostalgia: John Legend – All of Me

Fonte: R7