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sábado, 27 de julho de 2013

10 Sorvetes Estranhos do Japão


Segundo dizem, o Japão é o país onde mais se concentra sabores exóticos e bizarros de sorvetes. Dando uma pesquisada, pudemos encontrar uma série de sorvetes realmente muito estranhos. Já experimentou sorvete de peixe? E de lula? E de viagra? Confira abaixo alguns dos sorvetes mais bizarros no Japão.


* Em Tóquio, tem um restaurante de “Ramen”, chamado Kikuya, que oferece um menu de pratos bizarros com ramen, incluindo um sorvete, onde se mistura baunilha, ramen, ovo, iogurte e chocolate...


* Sorvete de carvão… deve ser saboroso não é mesmo?!


* Em um restaurante com especialidade em curry, perdido em algum lugar no Japão, tem no menu um sorvete que vai cenoura e curry… Será que é bom?


* Peixe e sorvete é bom… mas a mistura deles não sei não… O que você acha?


* Ta aí outra combinação não muito amistosa… Chá verde e feijão azuki…Argh!!!


* Depois do sorvete de peixe, esse daqui já nem surpreende tanto: Sorvete de lula.


* Não, não é sorvete de carvão… esse é feito de sementes de sésamo preta! Dizem que é afrodisíaco… porém a aparência não é das melhores.


* Aí está uma forma de incentivar as crianças a comerem mais salada: Sorvete salada, com direito a pepino, tomate entre outros legumes.


* Quando a gente pensa que já viu de tudo é aí que vemos que ainda não vimos nada… Sorvete de viagra natural existe e tem no Japão.


* Já que tem de peixe, lula, carvão, feijão azuki, entre outros sabores exóticos, por que não de carne de cavalo? Acho que esse é um dos mais bizarros postados aqui.

O que você achou dos sabores do sorvete? Teria coragem de experimentar? \(^_-)/ Se gostou da postagem comente e compartilhe nas redes sociais para seus amigos!


sexta-feira, 26 de julho de 2013

Amar é uma decisão


Um homem foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que estava passando por muitas dificuldades em seu casamento. Falou-lhe que já não amava sua mulher e que pensava em separação...

O sábio o escutou, olhou-o nos olhos e disse-lhe: Ame-a!

Mas já não sinto nada por ela! Retrucou o homem.

Ame-a! Disse-lhe novamente o sábio.

Diante do desconcerto do homem, depois de um breve silêncio, o sábio lhe disse o seguinte:

Amar é uma decisão. É dedicação e entrega. É ação...

Portanto, para amar é preciso apenas tomar uma decisão.

Quando você se decide a cultivar um jardim, você sabe que é necessário preparar o terreno, semear, regar, esperar a germinação e a floração.

Você sabe que haverá pragas, ervas daninhas, tempos de seca ou de excesso de chuva, mas se você está decidido a ter um belo jardim, jamais desistirá, por maiores sejam as dificuldades.

Assim também acontece no campo do amor. É preciso dedicação, cuidado, espera.

Assim, se quiser cultivar as flores da afeição, dedique-se. Ame seu par, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afeto e ternura, admire-o e compreenda-o...

Isso é tudo...

Apenas ame!

* * *

O amor é lei da vida. Se não houvesse amor, nada faria sentido.

Busquemos, então, meditar sobre o que temos e o que não temos, sobre quem somos e sobre quem não somos, a respeito do que fazemos e do que não fazemos, guardando a convicção de que, sem a presença do amor naquilo que temos, no que fazemos e no que somos, estaremos imensamente pobres, profundamente carentes, desvitalizados.

A inteligência sem amor nos faz perversos.

A justiça sem amor nos faz insensíveis e vingativos.

A diplomacia sem amor nos faz hipócritas.

O êxito sem amor nos faz arrogantes.

A riqueza sem amor nos faz avaros.

A pobreza sem amor nos faz orgulhosos.

A beleza sem amor nos faz ridículos.

A autoridade sem amor nos faz tiranos.

O trabalho sem amor nos faz escravos.

A simplicidade sem amor nos deprecia.

A oração sem amor nos faz calculistas.

A lei sem amor nos escraviza.

A política sem amor nos faz egoístas.

A fé sem amor nos torna fanáticos.

A cruz sem amor se converte em tortura.

A vida sem amor... bem, sem amor a vida não tem sentido...

* * *

As flores que espalham aromas nos canteiros são mensageiras do amor de Deus falando nos jardins...

Os passarinhos que pipilam nos prados e cantam nos ramos são a presença do amor de Deus transparecendo nos ninhos...

As ondas gigantescas, que se arrebentam nas praias, mostram o amor de Deus engrandecendo-Se no mar, tanto quanto o filete transparente de águas cantantes, que beija a face da rocha, canta o amor de Deus, jorrando suave pela fenda singela.

A fera que ruge na selva, quanto os astros que giram na amplidão enaltecem o amor Divino, enquanto falam dessa cadeia que une os seres e as coisas da Casa de Deus.

A criança que sorri, feliz, quanto aquela que chora, no regaço materno ou num leito hospitalar, igualmente, reflete o amor distendendo esperança, conferindo oportunidades aos Espíritos, como dádivas de Deus.

O homem sábio, pelos conhecimentos que lhe robustecem o cérebro, e aquele que se enobrece no trabalho do bem, pela luz que lhe emana do íntimo, apresentam o amor de Deus, alevantando a vida.

Essas e outras facetas do amor é que fazem com que a vida tenha sentido...



Redação do Momento Espírita, com base em
história de autoria ignorada e no cap. 22 do livro
Rosângela, pelo Espírito Rosângela, psicografia de Raul
Teixeira, ed. Fráter.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no
CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.
Em 15.7.2013.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

33 casos de irregularidades são descobertos em cartões de residência para estrangeiros


De acordo com dados do Departamento de Imigração do Ministério da Justiça, pelo menos 33 casos de falsificação em cartões de residência emitidos a estrangeiros que estão no Japão há 3 meses ou mais foram detectados.

Eles incluem incidentes em que residentes estrangeiros estavam portando cartões falsificados ou cartões com nomes de outras pessoas. Alguns desses estrangeiros haviam usado a documentação falsa para trabalhar horas a mais que o permitido em seus atuais status de residência.

O novo sistema de cartão de residentes para estrangeiros, o Zairyu Card, foi introduzido no dia 9 de julho do ano passado.
O novo sistema de cartão de residentes para estrangeiros foi introduzido no dia 9 de julho de 2012.

A polícia disse que está aumentando o alerta sob a situação.

O novo sistema de cartão de residência para estrangeiros, o Zairyu Card, foi introduzido no dia 9 de julho do ano passado.

Os cartões possuem uma foto do portador e informações sobre status de residência, quanto tempo pode permanecer no país e qual trabalho e quantas horas pode trabalhar.

Cerca de 1.105 milhões de cartões foram emitidos em um período de 10 meses após o novo sistema ter entrado em vigor.

Os 33 casos foram descobertos até maio. Muitos dos cartões falsificados foram detectados facilmente, disseram oficiais da imigração. No entanto, nenhuma falsificação sofisticada, como por exemplo circuito integrado de chip, foi encontrada.

Acredita-se que muitos dos portadores dos cartões falsificados estavam com seus vistos expirados. Mas, em alguns casos, estrangeiros com status de residência legal foram encontrados com cartões falsificados, muitos dos quais afirmavam que o portador era residente permanente no Japão, mencionou um executivo da polícia.

A lei de controle de imigração limita a quantidade máxima de horas e os tipos de trabalho que os residentes estrangeiros podem executar, dependendo de seus status de residência. Contudo, não há tais restrições para residentes permanentes.

Aparentemente, estrangeiros portadores de cartões que mostravam condições de residentes permanentes estavam usando o documento para trabalhar horas a mais que o permitido em seus atuais status de residência, disse um oficial da polícia.

Para alertar o empregadores, o website do Departamento de Imigração demonstra como detectar cartões de residência falsificados, noticiou a Japan Times.

Compartilhe com todos!

Fonte: Portal Mie

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Opção importante


Você já estourou pipoca que não tenha sido no micro-ondas? Se já o fez, deve ter observado a bela transformação do milho duro em pipoca macia.

Imagine o milho, fechado dentro da panela, sentindo cada vez mais o ambiente ficar quente. Deve pensar que a sua hora chegou: vai morrer.

Dentro de sua casca dura, fechado em si mesmo, ele não pode supor destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. Não faz ideia do que é capaz.

Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece e ele aparece como uma outra coisa, completamente diferente: pipoca branca e macia.

* * *

Podemos nos comparar ao milho de pipoca. Somos criaturas duras, quebra-dentes, insensíveis, incompreensíveis. Tantas vezes, com uma visão distorcida da vida, sem valores reais.

Também passamos por transformações quando passamos pelo fogo. É a dor. São situações que nunca imaginamos vivenciar. Pode ser um fogo de fora: um amor que se vai, um filho que adoece gravemente, o emprego perdido, a morte de um amigo, de um irmão.

Pode ser um fogo de dentro, cuja causa demoramos para descobrir e que nos atormenta por largo tempo: medo, ansiedade, depressão, pânico.

Enquanto estamos sofrendo a ação incômoda do fogo, desejamos ardentemente que ele se apague, a fim de que tenhamos repouso das dores.

Contudo, sem tal sofrimento não acontecerá a grande transformação. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira.

São pessoas de uma mesmice e dureza assombrosas. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser está ótimo.

Por sua vez, existem pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Acham que não pode existir nada mais maravilhoso do que o jeito delas serem.

A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. Essas podem ser comparadas ao piruá, aquele milho que se recusa a estourar e fica no fundo da panela, depois do alegre estouro da pipoca.

Lamentavelmente, essas criaturas não se permitem transformar na flor branca e macia para dar alegria a alguém. Não desejam se tornar mais maleáveis, doces, amorosas.

Perdem a chance de conquistar amizades que poderiam, logo mais, se solidificar em amores para o futuro risonho.

Ser piruá ou pipoca estourada - eis uma opção. Os que desejamos ser felizes e fazer a ventura dos que nos cercam, aceitamos as lições das dores, tornando-nos mais afáveis, gentis no trato, ponderados no falar. Aprendemos a usar a empatia, a fim de compreendermos as dores alheias.

* * *

Na pauta das atividades do amigo da cruz, entre as criaturas humanas, destacam-se os seus labores junto aos padecentes de todos os matizes.

Com Ele, todo e qualquer sofrimento achará o remédio, os sofredores encontrarão o necessário amparo e a vida de todos terá a luz e o rumo dos quais careçam, para a completa ventura dos dias futuros.



Redação do Momento Espírita, com base em texto de autoria ignorada e pensamentos
finais do cap. 11, do livro Vida e mensagem, pelo Espírito Francisco de Paula Vítor,
psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Em 12.7.2013.


terça-feira, 23 de julho de 2013

Conheça um Pouco Sobre a Cadeia no Japão


A filosofia que dirige o sistema carcerário japonês é diferente da que rege todos os outros presídios ocidentais, que tentam reeducar o preso que ele se reintegre a Sociedade. O objetivo, no Japão, é levar o condenado ao arrependimento. Como errou, não é mais uma pessoa honrada e precisa pagar por isso.
“Além de dar o devido castigo em nome das vítimas, o período de permanência na prisão serve como um momento de reflexão no qual induzimos o preso ao arrependimento”, explica Yutaka Nagashima, diretor do Instituto de Pesquisa da Criminalidade do Ministério da Justiça.
Os métodos para isso são duros para olhos ocidentais, mas em nada lembram os presídios brasileiros, famosos pela superlotação, formação de quadrilhas, violência interna e até abusos sexuais.
A organização e limpeza imperam e os detentos têm espaço de sobra. Ficam no máximo seis por cela. Estrangeiros têm um quarto individual. Além disso, ninguém fica sem trabalhar e não tem tempo livre para arquitetar fugas.
O dia do preso japonês começa às 6h50min, às 8h ele já está na oficina trabalhando na confecção de móveis ou brinquedos. Só pára por 40 minutos para o almoço e trabalha novamente até as 16h40min. Durante todo este período nenhum tipo de conversa é permitido, nem durante as refeições. O preso volta à cela e fica ali até 17h25min, quando sai para o jantar. Às 8h tem que retornar ao quarto, de onde só sairá no dia seguinte.
Banhos não fazem parte da programação diária, no verão eles acontecem duas vezes por semana, no inverno apenas um a cada sete dias.
“Não pode ser diferente porque faltam funcionários, mas damos toalhas molhadas para eles limparem o corpo”, justifica-se Yoshihito Sato, especialista em Segurança do Departamento de Correção do Ministério da Justiça.
Logo ao chegar à penitenciária, os presos recebem uma rígida lista do que poderão ou não fazer. Olhar nos olhos de um policial, por exemplo, é absolutamente proibido, cigarro não é permitido em hipótese alguma, na hora da refeição o detento deve ficar de olhos fechados até que receba um sinal para abri-los.
Qualquer transgressão a uma das determinações e o detento termina numa cela isolada, apesar de oferecer tudo o que teria num quarto normal (privada, pia e cobertor), ela tem pouca iluminação, se houver reincidência na falha, será punido com algemas de couro, que imobilizam os braços nas costas elas não deixam nenhum tipo de marca, mas impedem o preso de fazer coisas básicas.
“Os policiais colocam a comida dentro da cela numa tigela, sem a ajuda das mãos, o preso tem que comer como se fosse um cachorro, também tem dificuldades para fazer as necessidades fisiológicas”, reclama Yuichi Kaido, advogado do Centro de Proteção dos Direitos dos Presos.
Se ainda assim o detento desrespeitar outras regras, será mandado para a solitária a pior de todas as punições, ficará num minúsculo quarto escuro e não poderá se sentar durante o dia, o controle é feito por uma câmera interna.

Muitos presos, principalmente os estrangeiros, ficam indignados com o tratamento e processam o Estado pelos maus tratos.
“Recebemos todo ano mais de cem processos contra as prisões, mas na maioria dos casos eles perdem porque agimos exatamente dentro do que prevê a lei”, afirma Jun Aoyama, especialista em segurança do Departamento de Correção do Ministério da Justiça.

Apesar das reclamações, quem vêm do exterior, recebe um tratamento ainda melhor que os japoneses. Além do quarto individual, ganham cama e um aparelho de televisão onde passam aulas de japonês. A comida também é diferenciada, não é servido nada que desagrade religiosamente qualquer crença de um povo, para os arianos, por exemplo, não é oferecida carne bovina.

Um consolo para os estrangeiros é que não podem nem pensar em cumprir pena no seu país, o Japão é a única nação do mundo que não aceita acordos de extradição afinal, como causou sofrimento à população do arquipélago, o criminoso tem que pagar por isso no Japão mesmo.

Fonte: Portal Mie

segunda-feira, 22 de julho de 2013

TEUS ANIMAIS


Em quase todas as casas existem animais. Eles fazem parte da criação de Deus, na concretização do ideal divino. Se queremos a ajuda deles no lar, porque esquecê-los e maltratá-los? Cuidemos desses nossos irmãozinhos menores, que a evolução algum dia os colocará no lugar que hoje desfrutas. A vida é uma seqüência de valores, que conquistamos com as bênçãos do Senhor. Teus animais são teus amigos! Depois do fenômeno que chamas de morte, eles passam a existir com mais vida, pois existe o reino dos animais e grandes almas cuidam deles em delicado preparo, para revestirem outros corpos, como é feito com os próprios homens.

Quem cuida bem dos animais, tem sempre ao seu lado as falanges de espíritos encarregados de fazê-los evoluírem. Como recebem grande cota de benefícios da própria natureza, a vida não fica devendo nada a ninguém - o que damos recebemos; nada escapa da justiça, tanto na função do máximo, como na do mínimo. E preciso, acima de muita coisa, CONFIAR. A confiança gera o entusiasmo de viver e nos fornece por processos que escapam aos nossos sentidos, a abundância do que desejamos, desde que o Senhor ache conveniente para o nosso bem. Estuda a natureza, com a inteligência que Deus te deu e poderás observar o maquinismo divino construindo e doando todo o bem para os filhos da criação. Tudo o que te propuseres fazer, faze-o com firmeza e fica certo de que a visualização do Bem é força poderosa e mais visível em toda a tua criação.

Os teus animais são teus amigos, em quem podes CONFIAR. Eles representam os primeiros degraus da escala do teu amor. Se o teu coração manifesta amor pelos animais, certamente que não podes esquecer o Amor aos teus semelhantes. Se os teus semelhantes já recebem afeto e carinho de tua parte, com muito mais fulgor deves amar a Deus sobre todas as coisas. Este é, pois, o teu caminho, que trilhado, jamais, te fará errar o roteiro da Felicidade.

O mundo em que vives pode ser e é um céu com todas as qualidades do Reino de Deus. Basta, a quem ainda não o encontrou, procurá-lo pelos meios que o próprio Senhor nos ensinou e a porta da entrada não estará longe; ela reside nos fios dos sentimentos e tem mil e uma chaves que devem ser manejadas para abri-la com eficiência, e as chaves são os dons, senão as virtudes muito bem apresentadas no Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O que queres mais? Tudo está pronto à espera da boa vontade dos espíritos! Começa com os teus animais, se os tens em casa, sem que o fanatismo perturbe o teu discernimento, e, se possível, conversa com eles, que nada se perde. O que falares a esses irmãos ficará gravado em lugar que Deus sabe, e isso basta. Ajudar os animais não é somente dar-lhes comida; o verbo é o maior alimento, como acontece com os próprios homens. Quando não se conversa com o doente - podes analisar - ele começa a definhar. A palavra bem posta na boca é semente divina e alimento do céu.

Aprendamos a conversar, que a fala pode nos levar à paz interior; porém, se a usarmos para a discórdia, para a maledicência, ciúme ou inveja, plantaremos espinhos por onde passarmos e quando voltarmos pelos mesmos caminhos, eles irão nos ferir, pela força da Lei, buscando os seus criadores! Abençoemos os animais, que eles também são filhos de Deus!


Do livro Tua Casa, do Espírito Ayrtes, recebido por João Nunes Maia, 1ª ed. Belo Horizonte – MG, Editora Espírita Cristã Fonte Viva, 1985, páginas 21 e 22.

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Foi esse o tema do Evangelho e Estudo nesta última sexta-feira na Casa Espírita da Prece - Allan Kardec, que fica na cidade de Kariya.
Nem preciso dizer o quanto gostei não é mesmo?
Tinha que vir aqui e dividir...

Abraxos!!!

domingo, 21 de julho de 2013

O homem ferido


“Wound Man” era um desenho que foi muito reproduzido durante a Idade Média nos livros de anatomia e cirúrgicos. A ideia era mostrar os possíveis ferimentos que um corpo humano poderia sofrer em batalhas e acidentes e que pudesse agüentar.
Acompanhando a imagem do Homem Ferido estavam textos explicando os ferimentos e, muitas vezes, os procedimentos que deveriam ser tomados para a cura.
O homem ferido
A prática desse tipo de desenho se manteve até o século XVII e depois foi abandonado em prol de imagens mais avançadas e fiéis.

Texto de Talita Lopes Cavalcante
Administração Imagens Históricas
Fonte: Wellcome Library.

sábado, 20 de julho de 2013

A cadeira vazia


Era uma singela igreja, frequentada por moradores da região daquele distante bairro de Londres.

Os anos se passavam e o pequeno grupo se mantinha constante nas reuniões, ocupando sempre os mesmos lugares.

Foi por isso mesmo muito fácil ao pastor descobrir, certo dia, uma cadeira vazia. Estranhou, mas logo esqueceu.

Na semana seguinte, a mesma cadeira vazia lá estava e ninguém soube informar o que estava acontecendo.

Na terceira ausência, o pastor resolveu visitar o faltoso. No dia frio, foi encontrá-lo sentado, muito confortável, ao lado da lareira de sua casa, a ler.

Você está doente, meu filho? Perguntou. A resposta foi negativa. Ele estava bem.

Talvez esteja atravessando algum problema, ousou falar o pastor, preocupado.

Mas estava tudo em ordem. E o homem foi explicando que, simplesmente, deixara de comparecer. Afinal, ele frequentava o culto há mais de vinte anos.

Sentava na mesma cadeira, pronunciava as mesmas orações, cantava os mesmos hinos, ouvia os mesmos sermões. Não precisava mais comparecer. Ele já sabia tudo de cor.

O pastor refletiu por alguns momentos. Depois, se dirigiu até a lareira, atiçou o fogo e de lá retirou uma brasa.

Ante o olhar surpreso do dono da casa, colocou a brasa sobre a soleira de mármore, na janela.

Longe do braseiro, ela perdeu o brilho e se apagou. Logo, era somente um carvão coberto de cinza.

Então, o homem entendeu. Levantou-se de sua cadeira, caminhou até o pastor e falou: Tudo bem, pastor, entendi a mensagem.

E voltou para a igreja.

* * *

Todos somos brasas no braseiro da fé. Se mantemos regular frequência ao templo religioso, estudando e trabalhando, nos conservamos acesos e quentes.

Mas, exatamente como fazem as brasas, é preciso estender o calor. Assim, acostumemos a não somente orar, pedir e esperar graças. Iluminados pelo Evangelho de Jesus, nos disponhamos a agir em favor dos nossos irmãos.

Como as brasas unidas se transformam em um imenso fogaréu, clareando a escuridão e aquecendo as noites gélidas, unidos aos nossos irmãos de ideal, poderemos estabelecer o calor da esperança em muitas vidas.

Abrasados pelo amor a Jesus, poderemos transformar horas monótonas em trabalho no bem. A simples presença na assembleia da nossa fé, em um dinâmico trabalho de promoção social, beneficiando a comunidade.

Pensemos nisso e coloquemos mãos à obra.

* * *

Clarificados pela mensagem do Cristo, espalhemos calor nas planícies gélidas da indiferença, da soledade e da necessidade.

Procuremos a dor onde ela se esconda e a envolvamos nos panos aquecidos da nossa dedicação.

Estendamos o brilho da esperança nas vidas amarfanhadas dos que nunca conseguiram crer em algo que esteja além do alcance dos seus sentidos físicos.

Tornemo-nos brasas vivas, fazendo luz onde estejamos, atuando e servindo em nome de Jesus.

Redação do Momento Espírita, com base no artigo A cadeira vazia,
de Richard Simonetti, da revista Reformador, de maio/2000, ed. FEB.
Em 8.7.2013.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Grupo acha pirâmide 'rara' e 30 sepulturas de 2.000 anos no México


Arqueólogos do Inah (Instituto Nacional de Antropologia e História) do México localizaram na região de Veracruz 30 sepulturas pré-hispânicas, que remontam há 2.000 anos, além de chifres de veado, restos de tartaruga e peixes, assim como fósseis antigos.
No local, foi encontrada também uma pirâmide de 12 metros de altura e 25 metros de largura cercada de ladrilhos com características dos maias da região de Comalcalco, em Tabasco.


A pirâmide, segundo os pesquisadores, é toda em pedra trabalhada. A descoberta é considerada rara, pois está localizada em Veracruz, a 400 quilômetros da Cidade do México, capital mexicana.
Até então, as descobertas dessas estruturas eram feitas em terra pisada. Nas regiões de Los Tuxtlas e Sierra de Santa Marta foram localizados monumentos com pedra diferente da encontrada em Veracruz, onde a pedra é bem trabalhada.


O grupo escavou cerca de 80 centímetros de profundidade. No local, foram localizados ossadas acompanhadas por oferendas que continham ossos de animais, pedras como jade e espelhos, além de símbolos de origem teotihuacano, maia, nahua, popoluca e da cultura de Remojadas, no centro de Veracruz.
O grupo avalia que havia um santuário onde as pessoas sepultavam os mortos e mantinham, ao redor das sepulturas, uma espécie de mercado. A desconfiança dos arqueólogos é que o santuário seja de 700 anos depois de Cristo.


Pelas análises das 30 sepulturas pré-hispânicas, será possível avaliar se pertenciam à elite do grupo ou se faziam parte da população. Os arqueólogos verificarão se há deformação craniana e da arcada dentária. A avaliação deve durar cerca de três meses.
As pesquisas foram coordenadas pelos arqueólogos Alfredo Delgado, Marisol Cortés Vilchis e Abigail Gómez González, todos do Inah.







quinta-feira, 18 de julho de 2013

Presente de Deus


O momento não poderia ter sido mais impróprio. As dificuldades financeiras se somavam aos problemas com a saúde e o desespero quase a dominava, naqueles dias em que a gravidez foi confirmada.

Num segundo, pela sua mente desfilaram as tarefas intermináveis no lar, roubando-lhe as madrugadas, no trato com a enfermidade de sua mãe. Acudiram-lhe ao cérebro, em seguida, as horas exaustivas à mesa profissional, a fim de garantir o pão, o abrigo, o teto.

O cansaço a abraçava de há muito tempo. Sentiu que as lágrimas represadas deslizavam como uma torrente, umedecendo-lhe as faces pálidas.

Um bebê! Pensou nas canseiras das noites mal dormidas que teria que enfrentar, dos gastos com fraldas, leite, medicamentos. Tanta coisa.

Acariciou o ventre que abrigava o serzinho em formação. Uma emoção diferente a envolveu. Decidiu. Teria a criança e a iria receber com amor.

Se Deus a convocara para ser mãe, com certeza, a haveria de auxiliar.

Não foi fácil a gestação e a criança nasceu prematura. Quanta preocupação! Tanto medo de que ela não sobrevivesse.

Os meses se passaram e a menina, loura, de olhos claros, se desenvolveu.

Então, e só então Marina se deu conta do infinito amor do Pai. Brindando-a com a maternidade, conferiu-lhe a oportunidade das mais doces alegrias.

Quando a tristeza lhe nublava o semblante, o bebê parecia adivinhar-lhe as dores, e sorria, estendendo os bracinhos, batendo as pernas, feliz, emitindo sons de contentamento.

Quando a morte adentrou o lar, arrebatando a mãe de Marina, foi a pequenina que lhe preencheu os dias, não permitindo que a saudade imensa lhe atingisse a vontade de viver.

Quando a depressão pretendia lançar seus tentáculos, envolvendo-a, foram os risos da pequerrucha que a trouxeram de retorno à realidade doce das suas carícias, estimulando-a a lutar ainda mais.

Deus lhe mandara aquele tesouro que desperta cantarolando, acordando o sol, que mal se espreguiça no horizonte.

Uma preciosidade que retribui em carinho, beijos e abraços os cuidados e atenção que recebe.

Sentindo as mãozinhas quentes lhe tocando o rosto, e ouvindo-a dizer espontaneamente: Mamãe, eu te amo!, as emoções mais sublimes invadem Marina e lhe falam, na acústica da alma: Deus te envia o Seu amor.

* * *

A criança é sempre portadora de alegrias, na inocência das brincadeiras, na espontaneidade dos seus sentimentos. É bem a mensagem da esperança que não fenece e do amor que se multiplica, inesgotável.

Enquanto houver crianças nos lares, envolvendo de risos os ares, a Humanidade poderá caminhar esperançosa e feliz, pois a criança é o sorriso de Deus materializado na Terra.

Redação do Momento Espírita.
Em 6.7.2013.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Fezes de minhoca podem conter a chave para entender o clima no planeta


Pode parecer inusitado, mas o cocô da minhoca pode conter a chave para desvendar informações sobre a mudança do clima no planeta.
Cientistias britânicos descobriram que as fezes das minhocas podem ser utilizadas para medir temperaturas do passado, abrindo uma janela para as características climáticas de outras épocas.
O estudo mostra que a química das pequenas bolas de cristais calcificados expelidas pelas minhocas no solo variam de acordo com a temperatura.
A pesquisa foi divulgada na publicação científico Geochimica et Cosmochimica Acta.
Cientistas das Universidades de Reading e de York, no norte da Inglaterra, afirmam que os nódulos de carbonato de cálcio ─ resquícios de fezes de minhocas ─ encontrados em sítios arqueológicos fornecem um panorama único das temperaturas locais na Antiguidade.
Já que a forma dos isótopos de oxigênio dentro dos cristais calcificados variam de acordo com a temperatura, eles registram informações importantes do momento presente enquanto crescem dentro das minhocas.
Os grânulos calcificafos medem até 2 milímetros e tem coloração diferenciada, o que facilita encontrá-los em sítios arqueológicos.
Darwin
Emma Versteegh, pesquisadora líder do estudo, disse que "as minhocas da terra produzem excrementos todos os dias, então elas mantêm uma série continua de variações de temperatura, assim como de variações geográficas".
As pequenas bolas de cálcio secretadas pelas minhocas foram identificadas pelo naturalista britânico Charles Darwin em 1881.
As equipes de York e Reading estão concentrando os estudos em amostras que datam de milhões de anos atrás, que foram coletadas em Silbury Hill, a um túmulo neolítico próximo a Stonehenge, na Inglaterra.
O modelo de estudo adotado pelos cientistas britânicos vai permitir identificar o clima e suas variações de temperatura em sítios arqueológicos de milhões ou, ainda, de centenas de milhões de anos.
Charles Darwin discutiu o tema em seu último estudo: The formation of vegetable mould, through the action of worms, with observations on their habits (em livre tradução para o português, "A formação do solo enriquecido com matéria orgânica, por meio da ação das minhocas, com observação de seus hábitos").
Os nódulos de cálcio formam-se numa glândula visível na parte de baixo das minhocas ou em uma área mais próxima da cabeça.
Darwin sugeriu que as minhocas da terra provavelmente utilizariam os grânulos de cálcio para neutralizar o ácido de seu sistema digestivo, e, de acordo com estudos mais recentes, ele estava certo.
Mark Hodson, pesquisador também envolvido no projeto, descreve os grânulos como "uma pastilha contra a indigestão produzida por elas mesmas".
Para os pesquisadores britânicos, os grânulos contidos nas fezes da minhoca poderiam ser comparados com outros métodos científicos, como a análise do centro das camadas de gelo polar, de sedimentos do fundo do mar e dos anéis de troncos de árvores.
Mas a análise das fezes permite traçar uma variação mais sensível em relação ao tempo, bem como geograficamente mais específica, criando uma nova maneira de entender o clima no passado.

Fonte: Bol

Terremoto Japão - Gifu, Nagoya - 17/07/2013



Houve um terremoto às 20:32 hs do dia 17 de julho de 2013.
Prefeitura de Gifu Mino Centro-Oeste (35,5 graus de latitude norte, 136,9 graus de longitude leste) no epicentro,
Estima-se que a profundidade do epicentro e 4,0 escala cerca de 40 km, o sismo (magnitude).

平成25年07月17日20時36分 気象庁発表
17日20時32分頃地震がありました。
震源地は岐阜県美濃中西部(北緯35.5度、東経136.9度)で、
震源の深さは約40km、地震の規模(マグニチュード)は4.0と推定されます。
各地の震度は次の通りです。
なお、*印は気象庁以外の震度観測点についての情報です

terça-feira, 16 de julho de 2013

Chamas


Quatro velas estavam queimando calmamente. O ambiente estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo entre elas.

A primeira, expandindo a sua chama, disse: Eu sou a paz. Peregrino pelas estradas do sentimento, buscando morada no coração dos homens. Viajo pelos campos devastados pelas guerras e canto a minha canção aos ouvidos dos que ainda persistem nas batalhas cruentas.

Penetro os lares e espalho o perfume da minha presença. Devo admitir que apesar da minha luz, as pessoas não têm conseguido me manter acesa.

E, diminuindo sua chama, devagarzinho, apagou-se totalmente.

A segunda, mostrando o colorido da sua chama, falou: Eu me chamo fé. Tenho me sentido supérflua entre os homens. Eles se encontram cheios de tanta tecnologia e conquistas que não me escutam. Não querem saber de Deus e das verdades espirituais.

Insistentemente, tenho batido às portas da razão humana, demonstrando que sem a minha luz, logo, logo, quedarão em trevas densas e sofridas. Porque eu sou a chama que se apresenta quando o desengano aparece. Sou a luz que brilha na noite da desilusão. Sou a companheira dos que padecem agruras sem conta.

Mas, como tenho sido rechaçada, não faz sentido eu continuar queimando.

Ao terminar sua fala, um vento bateu levemente sobre ela e a chama se apagou.

Baixinho e triste, a terceira se manifestou: Eu sou o amor! Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, porque tudo é mais importante do que eu: a carreira, os prazeres, as coisas materiais.

Os homens só conseguem enxergar a si próprios, esquecendo até dos que estão à sua volta.

Dito isto, o amor recolheu a sua chama e se apagou.

De repente, entrou uma criança. Olhou as três velas apagadas e falou, espontânea:

Que é isso? Vocês devem ficar acesas e queimar até o fim!

Foi daí que a quarta vela, que havia permanecido queimando, sem nada dizer, falou: Não tenha medo, criança. Nem se preocupe. Enquanto a minha chama estiver acesa, podemos acender as outras velas.

Então a criança apanhou a vela da esperança e acendeu novamente as velas da paz, da fé e do amor.

* * *

A esperança é a virtude através da qual o cristão confia em receber a misericórdia de Deus na Terra e a plenitude espiritual após a morte do corpo físico.

A vida, sem a esperança, perde o colorido e as suas elevadas motivações porque é a esperança que concede forças para enfrentar os desafios e vencer as vicissitudes que surgem a cada passo.

Ninguém consegue viver com alegria sem o concurso da esperança.

Esperança de melhores dias. Esperança de realizações superiores. Esperança de paz. Esperança de fé. Esperança de amor. Esperança de elevação.

A esperança faz claridade que ilumina o caminho. Com esperança, o homem aprende a ver o lado melhor dos acontecimentos, não se permite o insucesso e não receia repetir a experiência.



Redação do Momento Espírita, com base no texto Chamas, de autoria
ignorada e com pensamentos finais da Apresentação, do livro Momentos de
esperança, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira
Franco, ed. Leal.
Em 4.7.2013.


segunda-feira, 15 de julho de 2013

Me Deixa - Chicas - Compositor: Marcelo Yuka


Pode avisar, pode avisar
Invente uma doença que me
Deixe em casa pra sonhar
Pode avisar, podem avisar
Invente uma doença que me
Deixe em casa pra sonhar
Com o novo enredo outro dia de folia
Com o novo enredo outro dia de folia

Eu ia explodir, eu ia explodir
Mas eles não vão ver os meus pedaços por aí
Eu ia explodir, eu ia explodir
Mas eles não vão ver os meus pedaços por aí

Me deixa que hoje eu to de bobeira
Me deixa que hoje eu tô de bobeira

Hoje eu desafio o mundo
Sem sair da minha casa
Hoje eu sou um homem mais sincero
E mais justo comigo
Hoje eu desafio o mundo
Sem sair da minha casa
Hoje eu sou um homem mais sincero e
Mais justo comigo

Podem os homens vir que
Não vão me abalar
Os cães farejam o medo,
Logo não vão me encontrar
Não se trata de coragem
Meus olhos estão distantes
Me camuflam na paisagem
Dando um tempo pra cantar

Me deixa, que hoje eu tô de bobeira, bobeira
Me deixa, me deixa
Que hoje eu to de bobeira, bobeira

Com o novo enredo outro dia de folia
Com o novo enredo outro dia de folia

Eu ia explodir, eu ia explodir
Mas eles não vão ver os meus pedaços por aí
Eu ia explodir, eu ia explodir
Mas eles não vão ver os meus pedaços por aí

Podem os homens vir que
Não vão me abalar
Os cães farejam o medo,
Logo não vão me encontrar
Não se trata de coragem
Meus olhos estão distantes
Me camuflam na paisagem
Dando um tempo
Pra cantar

Me deixa, que hoje eu tô de bobeira, bobeira
Me deixa, que hoje eu tô de bobeira

Me deixa, me deixa, me deixa


********************

Nada melhor que a música para transmitir 
o que se passa dentro de nós quando 
não conseguimos emitir palavras para descrever
o que se passa em nosso coração...

domingo, 14 de julho de 2013

Ver fotos de animais fofos faz você trabalhar melhor


Aquelas horas gastas em frente ao computador para ver o novo álbum de fotos com os cachorros mais fofos do mundo não foram em vão. Pode avisar seu chefe. Olhar fotos e vídeos de animais bonitinhos melhora seu desempenho no trabalho.
Funcionou com um grupo de 48 estudantes japoneses. Pesquisadores da Universidade de Hiroshima pediram aos voluntários para realizar testes de concentração. O primeiro deles era um jogo infantil – com uma pinça, eles tinham de retirar peças do tabuleiro, sem deixá-las cair. No segundo experimento, precisavam fazer uma busca visual usando matrizes numéricas. E, por último, fizeram outro teste, dessa vez para avaliar o nível de foco de cada participante.
Em cada tarefa, um grupo de participantes olhava para fotos de animais bonitinhos e outro não. Quem viu as imagens se saiu melhor – o resultado foi o mesmo nos três testes. “Ver imagens fofas teve um efeito positivo no desempenho de tarefas que requeriam cuidado e atenção”, conclui a pesquisa.
Não é a primeira vez que a ciência mostra os benefícios de animais no ambiente de trabalho. Lembra do post sobre estresse e cachorros? Levá-los para o escritório deve ser um pouco mais complicado… mas agora você já tem desculpa pronta quando for flagrado ao assistir, no meio do expediente, aos vídeos fofos de gatos e cachorros.

Crédito da foto: flickr.com/couleursgm

sábado, 13 de julho de 2013

Perdoar


Perdoar, dizem, é muito difícil. Parece mesmo que, no atual estágio da Humanidade, é impossível, tantas são as cenas de vingança que as criaturas arquitetam umas contra as outras.

A mágoa é cultivada com esmero, no transcorrer dos dias e dos meses, até se consolidar em fatídico ódio, que acaba por consumir aquele mesmo que o alimenta.

As manchetes dão conta de pessoas que planejam, com detalhes, a sua desforra, ainda que ela demore a se concretizar, no tempo.

Mesmo no lar, muitas vezes, os pais incentivam os filhos a não receber desaforos sem revidar, de imediato, e a detestar e perseguir aqueles que, de alguma forma, os agridem.

Entre tantos fatos desabonadores dos que nos afirmamos seres humanos, brilham vez ou outra excelentes exemplos.

Lembramos, pela oportunidade, de Bud Welch, pai de uma única filha, Julie Marie. Ela foi morta na explosão ocorrida em um prédio federal, no dia 19 de abril de 1995, em Oklahoma City.

Outras cento e sessenta e sete pessoas morreram na mesma oportunidade e o terrorista Timothy Macveigh, autor do atentado, foi preso, julgado e condenado à morte.

Pois Bud Welch, que participa do grupo famílias de vítimas de assassinatos pela reconciliação, cujos membros pregam o perdão, lutou pela suspensão da execução do terrorista, até o último momento.

Contrário à pena de morte, Bud se afirmava satisfeito por estar fazendo tudo o que era humanamente possível para suspender a execução daquele homem.

Vou me sentir bem por ter tentado. - Afirmou.

Ao lado desse coração de pai ferido, que teve sua única filha arrebatada pela morte na explosão da bomba, outros tantos se movimentaram nos dias que antecederam à execução.

A Anistia Internacional pediu ao Presidente americano que a execução não se desse. O grupo americano da Organização de Defesa dos Direitos Humanos, encarregado do programa para o fim da pena de morte, sugeriu a introdução imediata de uma moratória sobre a aplicação da pena de morte nos Estados Unidos.

Apesar de tudo, Timothy Macveigh foi morto. Mas, ficou a lição de um coração paterno movendo céus e terra, para que uma vida fosse preservada, a do assassino de sua filha.

* * *

Perdoar significa valiosa conquista do Espírito sobre si mesmo, superando imposições inferiores do ego.

O grande desafio para o homem inteligente, que tem os olhos postos no infinito, é se dedicar ao equilíbrio. Assim, relevar o mal recebido é atitude que demonstra o desenvolvimento de aptidões superiores que, afinal, se encontram inatas em todas as criaturas e aguardam, somente, serem acionadas e colocadas em prática.

* * *

Após a tempestade violenta, que fere a paisagem majestosa, a natureza toda se recompõe e retorna a brilhar, colorida e festiva. É o sinal do seu perdão a quem a maltratou há poucas horas.

Depois da sombra da noite pavorosa, a claridade do dia se apresenta, restabelecendo a confiança e preservando a paz.

O coração ferido por golpes agressivos, que se ergue para perdoar e esquecer, é mensagem de esperança que se derrama pela Terra, pois, se pensarmos bem, quem de nós não necessita do perdão do outro?

Quem de nós não aguarda a madrugada sorridente, após a noite de sombras?

Quem de nós não espera, ansioso, o retorno do sol após a chuva torrencial?



Redação do Momento Espírita, com base em notícia
divulgada pelo Boletim da Federação Espírita Roraimense,
de maio 2001.
Em 2.7.2013.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Cães veem os donos como se fossem seus pais


Que fofura. E como você é o pai, claro, seu cachorro age como se fosse uma criança – mesmo se ele já estiver velhinho.
Foi o que 22 cachorros mostraram numa pesquisa liderada pela veterinária Lisa Horn, da Universidade de Viena, na Áustria. Ela os separou em três grupos: um terço ficaria sem o dono, enquanto os outros estariam acompanhados por eles – só que parte dos donos deveria se manter em silêncio, e outra parte deveria encorajar os cães a fazer as atividades. E tudo o que os bichinhos precisavam fazer era interagir com alguns brinquedos. Em troca, ganhariam comida.
Os cachorros que estavam com os donos passavam muito mais tempo brincando. Nem a comida servia para motivar os cães ‘abandonados’.
A pesquisadora refez o teste, mas dessa vez os donos foram substituídos por pessoas desconhecidas. Nenhum dos cães mostrou muito interesse pelos brinquedos.
Segundo Horn, os testes são suficientes para provar a existência da “área de segurança”. Ou seja, os cães se sentem mais seguros, confiantes e confortáveis na presença dos donos. Sem eles, tudo parece mais perigoso – e sem graça. E é exatamente o que acontece na relação entre pais e filhos pequenos. “Esta é a primeira evidência da similaridade entre o ‘efeito de base segura’ encontrado na relação dono-cachorro e na criança-pai”, diz a pesquisa.
Pra quem tem um bichinho é fácil perceber isso, não? Quantas vezes você não disse por aí que seu cachorro age sempre como se fosse uma criança?

Crédito da foto: flickr.com/mfhiatt

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Felicidade simples


O que verdadeiramente nos faz felizes? Se alguém nos fizer esta pergunta, ou se nós mesmos fizermos esta pergunta ao nosso coração, qual será a resposta?

Pensemos se o carro que temos nos faz felizes por completo. E nossa casa, ela tem a capacidade de nos fazer plenamente felizes?

Pensemos nos nossos bens materiais, na roupa cara, na conta do banco, nos adornos... Isso nos faz efetivamente felizes?

Vários pesquisadores, ao estudarem as causas da felicidade, chegam sempre a conclusões muito semelhantes.

Nossa felicidade não se constrói com o aumento do salário, com o ganhar na loteria, com algum bem caro que possamos adquirir.

Mesmo que mudemos nosso patamar de vida, que passemos a ganhar o dobro ou o triplo do salário, isso não é sinônimo de uma verdadeira felicidade.

Rapidamente nos adaptamos a um novo estilo de vida, a um novo padrão de consumo, e o que, no início, parecia ser felicidade, torna-se trivial e cotidiano.

Porém, muitos nos iludimos achando que a felicidade mora no ter, no possuir, no aparentar, no exibir.

Imaginamos que a felicidade estará naquilo que é difícil de se obter, no objeto raro, no produto caro, que sonhamos um dia possuir.

Porém, a felicidade verdadeira e perene é simples e modesta.

Se não a temos, é porque complicamos a vida, e assim não conseguimos entender e aprender como buscar a felicidade.

As moedas que compram a felicidade são apenas aquelas que conseguimos guardar no cofre do coração.

Não raro, nos lares humildes, nos ambientes de carência socioeconômica, encontramos olhares felizes, corações plenos.

Não menos frequente, vemos na opulência e na fartura de bens terrenos grassarem os desequilíbrios e dores de grande monta.

Assim, se anelamos a felicidade, devemos investir no tesouro correto.

Analisemos qual a qualidade das moedas que guardamos em nosso coração.

Percebamos quais valores estamos juntando em nossos cofres íntimos.

Serão sempre eles que nos traçarão o destino da felicidade ou da desdita.

Não falamos aqui da felicidade que imaginamos haver no riso fácil, no brilho social, no sucesso das capas de revista.

Por não se sustentarem, não preencherem a alma em plenitude, são momentos efêmeros e passageiros.

Porém, se guardamos a consciência tranquila, o olhar sereno, a espinha ereta da boa conduta, usufruiremos, certamente, da felicidade.

Mesmo sob o guante da doença, ainda que sob vendavais intensos da vida, ou mesmo quando na ausência dos amores que partem, perceberemos que os valores que guardamos no coração são nossos tesouros.

Nenhuma moeda de ouro, nenhuma grande conquista financeira, muito menos uma grande conta bancária.

Independente daquilo que temos, ser feliz é o simples resultado de como agimos e do que conquistamos para nosso coração.

Em suma, a felicidade nasce da simples equação de bem nos conduzirmos na vida, perante nós mesmos, perante nosso próximo e perante Deus.

Redação do Momento Espírita.
Em 28.6.2013.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Calor mata 1 no Japão; 848 passam mal


Um japonês de 50 anos, residente em Shikokuchuo (Ehime), morreu no domingo em função do calor e outras 848 pessoas foram atendidas em hospitais de todo o Japão com sintomas de hipertermia, informou a emissora NHK nesta segunda-feira. O homem tinha saído e, ao voltar para casa, começou a passar mal. Ele foi levado ao hospital, mas acabou morrendo. 
No domingo, a temperatura mais alta foi registrada em Owase (Mie), onde os termômetros marcaram 37ºC. Em Tóquio, pela primeira vez neste ano o calor ultrapassou os 35ºC, chegando a 35,4ºC. 
Nesta segunda-feira, por volta do meio-dia, os termômetros já marcavam temperaturas acima de 35ºC em várias cidades, como Hamamatsu (Shizuoka) e Tajimi (Gifu). 
Além de emitir um alerta de alta temperatura, a Agência Meteorológica do Japão solicita que as pessoas tomem medidas para evitar a hipertermia (elevação da temperatura do corpo em função do calor), como tomar bastante líquido, ingerir alimentos com sal (não em excesso) e tentar ficar em ambiente refrigerado.

terça-feira, 9 de julho de 2013

O mais caro presente


Toda vez que uma data importante se aproxima, uma data dessas que, em algum momento, as convenções humanas estabeleceram que alguém especial seria homenageado, os anúncios comerciais tomam conta da mídia.

Dia dos pais, dia das mães, dia da criança, dia da secretária e assim por diante.

Os anúncios convidam a presentear com bom gosto e elegância. Frisam que dar um bom presente é demonstrar que não nos esquecemos da pessoa e da sua importância em nossa vida.

Acenam com presentes que farão a felicidade de quem os receber.

No entanto, não lembramos do mais precioso presente que podemos oferecer. Um presente que pode ser dado, sem olharmos os números de nossa conta bancária ou do nosso salário.

Esse presente tão raro se chama nosso tempo.

Pode ficar difícil dispormos de algumas horas para estar ao lado de alguém. Afinal, a vida nos exige tanto, de forma que estamos sempre correndo.

São afazeres profissionais, compromissos sociais, o trabalho voluntário. E, se fizermos um bom exame de consciência, é bem possível que constatemos que estamos nos afastando das pessoas, dia a dia.

E não somente pelos motivos enumerados.

Primeiro o rádio, depois a televisão e, mais recentemente, a internet têm propiciado que nos distanciemos uns dos outros.

Há alguns anos, sobretudo nas cidades interioranas, as notícias circulavam na barbearia, na praça da cidade, no café, no armazém.

As pessoas se encontravam, conversavam a respeito de quase tudo: futebol, política, a inflação, o nascimento dos filhos, o crescimento das crianças.

O rádio e a televisão foram, a pouco e pouco, permitindo-nos o saber das novas, sem sair de casa.

Hoje, a notícia anda com a velocidade de cada clique do mouse.

Compartilhamos notícias com milhares de pessoas, em segundos, mesmo que não as conheçamos.

A carta pessoal, escrita com letra trabalhada, caprichada, cedeu lugar ao e-mail, digitado às pressas. Tão apressadamente, por vezes, que as frases são repletas de erros ortográficos e gramaticais.

Acentos, vírgulas, pontos, tudo foi sendo abandonado. E, quando nos servimos do envio de torpedos, pelo celular, adotamos abreviaturas em substituição às palavras.

Fomos perdendo o gosto por uma boa conversa, o velho e salutar hábito de contar causos, de saborear histórias da vida. De deter-se para ouvir, rir, emocionar-se, chorar, se for o caso.

Sim, o mais caro e o melhor presente que se pode dar ao outro é nosso tempo. É estarmos presentes.

Por isso, compremos flores, livros, perfumes, acessórios, mil nadas que fazem a alegria de quem amamos. Mas não façamos isso somente no dia que lhe é dedicado no calendário.

Surpreendamos pela data de não ser data de nada. Somente de nossa vontade de dizer: Você é importante para mim.

Mais do que tudo, reservemos um tempo para abraçar, para olhar nos olhos, para embebermo-nos da luminosidade do outro, para senti-lo.

Reservemos um tempo para nos darmos de presente: Hoje, vou passar o dia inteiro com você.

Vamos passear, brincar, ir ao cinema, andar pela praia, o que você quiser que façamos juntos.

Isso vale para namorados, casais, amigos, pais, jovens. Para todos e cada um de nós.

Pensemos nisso. Façamos isso.

Redação do Momento Espírita.
Em 27.6.2013.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Dina Sanichar: o jovem indiano criado por lobos.


Dina foi encontrado nas florestas úmidas da Ìndia e foi removido de uma caverna que habitava com lobos selvagens, em 1867, quando tinha aproximadamente seis anos de idade. Ele foi descoberto quando caçadores na selva de Bulandshahr ficaram surpresos ao ver um menino seguindo um lobo em sua toca.

O jovem foi levado para o orfanato de Sekandra, próximo a Agra, onde recebeu o nome de Dina Sanichar. Inicialmente, ele apresentou todos os hábitos de um animal selvagem, rasgando as roupas e comendo comida do chão. Ele acabou sendo desmamado e alimentado com carne crua, mas nunca aprendeu a falar.

O menino nunca conseguiu usar roupas e passava o dia afiando os dentes em um pedaço de osso. Ele ficou 28 anos no orfanato, mas nunca falou. Em 1895, ele morreu de tuberculose agravada pelo único hábito humano que aprendeu: fumar tabaco.